Angelina: Demorei a encontrar um homem de verdade
15 de fevereiro de 2015
Até mesmo a Angelina Jolie demorou para encontrar o “cara certo”. Em entrevista à revista francesa ‘Dandy’, a atriz contou:
“Quando temos 20 anos, todas nós procuramos o “príncipe encantado” – aquele cara super bonito, mas que sempre deixava a gente desapontada por conta da sua instabilidade. Aos 40, você já sabe o que você quer: um homem de verdade”.
Jolie, de 39 anos, encontrou o “homem de verdade” dela no ator Brad Pitt, 51, e contou sobre o casamento que uniu os dois, que foi realizado no Chateau Miraval, propriedade do casal na França.
“Não foi um casamento muito grande, mas estávamos todos muito à vontade, muito felizes. Foi absolutamente adorável ver como nossos filhos estavam animados com a ideia e o quanto todos estavam envolvidos” Por exemplo, nós dissemos a Knox e Shiloh que eles iriam levar as alianças, mas não dissemos que eles teriam que levá-las em almofadas. No dia, eles chegaram com duas almofadas que eles mesmos arrumaram. Eu imagino que eles tenham visto algo assim em um filme. Em suma, eles estavam muito fofos!”
Porque ela está deixando a atuação em segundo plano
A atual foco de Jolie está em trabalhar atrás das câmeras – ela, recentemente, dirigiu “Invencível” (Unbroken) – e aprofundar seus esforços humanitários. Inclusive, na semana passada, ela lançou o ‘Centro para as Mulheres, Paz e Segurança’ na Faculdade de Economia de Londres.
Explicando porque tem aparecido cada vez menos em frente às câmeras, ela disse à revista:
“É algo muito pessoal. Quando minha mãe faleceu, eu percebi o quanto de eu ser atriz estava ligado ao desejo dela ser atriz, e principalmente o quanto de satisfação ela tinha ao me ver na tela. Depois que ela se foi, eu não senti mais a mesma atração por isso.”
Jolie, que perdeu a mãe para um câncer de ovário em 2007, disse que agora ela sente mais satisfação em deixar as outras pessoas serem o centro das atenções.
“Eu gosto mesmo de ficar atrás das câmeras, de fazer os outros brilharem. Ficar sob o brilho dos holofotes não me interessa. Eu prefiro fazer cenas embaixo da água… do que ser a mocinha na frente das câmeras.”
Sobre seu amor pelo vinho
A mãe de seis filhos também abriu o jogo sobre sua paixão favorita – “todos os roses de Provença”. Jolie e Pitt criaram seu próprio vinho – O Miraval Rosé – produzido com as uvas cultivadas no Chateau Miraval.
“Tomar uma taça de vinho com os amigos, com pessoas que você ama – não existe melhor forma de eliminar toxinas. Cultivar videiras, colher as uvas e armazená-las é uma experiência interessante. Eu aprendi muito nestes últimos anos e percebi que produzir vinhos não é algo que pode ser improvisado. Exige trabalho duro”.
Sobre deixar seus filhos fazerem tatuagens
Jolie ostenta orgulhosamente várias tatuagens – incluindo as coordenadas geográficas dos locais de nascimento de todos os seus filhos e de Pitt. Por conta disso, ela acha que não vai conseguir impedir que seus filhos se tatuem no futuro.
“Não sei como serei capaz de impedi-los. Basta que eles olhem para mim para saber que eu possuo pouquíssimos argumentos para dissuadi-los. Brad é muito mais firme com relação a isso: ainda não!”
Texto: People
Nesta quarta-feira, dia 11 de fevereiro de 2015, a atriz e diretora Angelina Jolie foi fotografada na companhia de seus dois filhos mais novos, Knox e Vivienne, enquanto deixavam o Aeroporto Internacional de Los Angeles (LAX), logo depois de desembarcar de um voo vindo da cidade de Londres.
Angelina esteve na capital inglesa durante o começo da semana para tratar de assuntos humanitários, já que ela participou de reuniões sobre o combate à violência sexual e inaugurou o ‘Centre for Women, Peace and Security’ (Centro para as Mulheres, Paz e Segurança) na Faculdade de Economia e Ciências Políticas.
O ‘Centro para as Mulheres, Paz e Segurança’ marca uma colaboração da Faculdade de Economia e Ciências Políticas (LSE) com William Hague, Angelina Jolie e o Governo do Reino Unido; Ele busca apoiar os objetivos da Iniciativa de Prevenção à Violência Sexual (‘Preventing Sexual Violence Initiative’) que foi lançada em 2012 e tem como foco a participação das mulheres nos processos judiciais relacionados aos conflitos e a responsabilização dos autores, visando acabar com a impunidade da violência sexual praticada nas zonas de guerra.
Nesta terça-feira, dia 10 de fevereiro de 2015, a atriz, diretora e Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, Angelina Jolie, foi fotografada enquanto chegava a uma reunião, na cidade de Londres, Inglaterra.
Depois de inaugurar o ‘Centre for Women, Peace and Security’ (Centro para as Mulheres, Paz e Segurança) na Faculdade de Economia e Ciências Políticas, a atriz foi vista novamente na companhia de William Hague.
O ‘Centro para as Mulheres, Paz e Segurança’ marca uma colaboração da Faculdade de Economia e Ciências Políticas (LSE) com William Hague, Angelina Jolie e o Governo do Reino Unido; e busca apoiar os objetivos da Iniciativa de Prevenção à Violência Sexual (‘Preventing Sexual Violence Initiative’) que foi lançada em 2012. O Centro tem como foco a participação das mulheres nos processos judiciais relacionados aos conflitos e a responsabilização dos autores, visando acabar com a impunidade da violência sexual praticada nas zonas de guerra.
Angelina Jolie inaugura Centro contra a Violência Sexual
10 de fevereiro de 2015
Nesta terça-feira, dia 10 de Fevereiro de 2015, a atriz, diretora e Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR) – Angelina Jolie Pitt – inaugurou um Centro que visa combater a violência sexual nas zonas de guerra.
O Centro recebeu o nome de ‘Centre for Women, Peace and Security’ (Centro para as Mulheres, Paz e Segurança) e foi inaugurado na Faculdade de Economia e Ciências Políticas, que fica na Universidade de Londres, na Inglaterra.
Ao lado da atriz, William Hague – Primeiro Secretário do Estado Britânico – anunciou aos alunos e colegas acadêmicos da instituição, a criação da iniciativa que será liderada pelos professores Craig Calhoun e Christine Chinkin. O Centro buscará focar na participação das mulheres com relação aos processos relacionados aos conflitos e na responsabilização dos autores, visando acabar com a impunidade da violência sexual praticada nas zonas de conflito.
O Centro para as Mulheres, Paz e Segurança marca uma colaboração da Faculdade de Economia e Ciências Políticas (LSE) com William Hague, Angelina Jolie Pitt e o Governo do Reino Unido; e visa apoiar os objetivos da Iniciativa de Prevenção à Violência Sexual (‘Preventing Sexual Violence Initiative’) que foi lançada em 2012 e co-fundada por William Hague e Angelina Jolie Pitt. A partir de 2016, o Centro irá fornecer ainda um programa de ensino em nível de pós graduação. Durante o evento, Angelina se manifestou dizendo:
“Estou animada com o pensamento de que todos os alunos poderão estudar neste novo Centro durante os próximos anos. Não há futuro estável para um mundo no qual crimes são praticados contra as mulheres e seus autores permanecem impunes. Nós precisamos que os jovens da próxima geração tenham mentes curiosas e muita energia, que estejam dispostos a sentar em uma sala de aula, a visitar salas de audiência e fazer trabalho de campo, buscando assim fazer uma diferença decisiva”.
Fonte: The London School of Economics and Political Science
Nesta segunda, dia 09, Angelina esteve também em uma reunião sobre a prevenção da violência sexual em conflitos que aconteceu na Lancaster House, na cidade de Londres, Inglaterra.
Fotos:
• TRABALHO HUMANITÁRIO > 2015 > 09/02/15 – LONDRES (2x)
• TRABALHO HUMANITÁRIO > 2015 > 10/02/15 – LONDRES (5x)
Neste domingo, dia 08 de Fevereiro, a atriz e diretora Angelina Jolie foi fotografada ao lado de seus dois filhos mais novos, Knox e Vivienne, enquanto deixava o Aeroporto Heathrow, na cidade de Londres, Inglaterra.
Antes de aterrizar na capital inglesa, a atriz também foi fotografada na companhia dos filhos no Aeroporto Internacional de Los Angeles (LAX), enquanto se preparava para pegar o vôo com destino a Londres.
Fotos:
• CANDIDS > 2015 > 07/02/15 (25x)
• CANDIDS > 2015 > 08/02/15 (25x)
De acordo com a revista norte americana “OK! Magazine”, Angelina Jolie pode se tornar a diretora do novo filme da Disney, “Capitã Marvel”.
Segundo o rumor, o estúdio teria ficado tão impressionado com o trabalho de Jolie em “Invencível” que chegou a oferecer 20 milhões de dólares (aproximadamente 70 milhões de reais) à estrela para dirigir o longa sobre a super-heroína.
Ainda segundo a publicação, ter uma diretora no comando de “Capitã Marvel” seria uma prioridade do estúdio:
“Ter uma diretora mulher para esse filme é uma das prioridades da Disney, e eles ofereceram US$ 20 milhões para Angelina dirigir o longa”, afirmou uma fonte.
No entanto, vale lembrar que as informações devem ser tratadas apenas como rumores e que em 2009, a Marvel Entertainment Inc. foi adquirida pela The Walt Disney Company por 4 bilhões de dólares.
Piloto da Força Aérea dos Estados Unidos, a heroína Carol Danvers, também conhecida como Capitã Marvel, adquiriu seus poderes ao ser salva da explosão de um maquinário kree pelo primeiro Capitão Marvel. Porém, a radiação atingiu seu corpo em nível celular e Carol se tornou uma híbrida genética kree/humana, adquirindo superforça, poder de vôo e um “sétimo sentido” (similar, porém mais poderoso que o “normal” sexto sentido). Assim, ela iniciou uma carreira de heroína como Capitã Marvel, entrando para o grupo dos Vingadores. O filme solo da heroína deve chegar aos cinemas em Julho de 2018.
Nesta sexta-feira, dia 30 de Janeiro, o site “YouGov” divulgou que a atriz, diretora e Enviada Especial da UNHCR – Angelina Jolie – é a mulher mais admirada do mundo.
Jolie, que já construiu sua carreira profissional é considerada, atualmente, como uma das atrizes mais bem pagas de Hollywood. No entanto, ela também utilizou seu nome para promover causas humanitárias ao redor do mundo, como Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR).
A atriz ficou entre as 10 mulheres mais admiradas do mundo nas pesquisas realizadas em diversos países. No Brasil e na Russia, ela ficou em primeiro lugar. Confira a posição de Jolie nos outros países (clique nas imagens para ver em maior resolução):








Fonte: YouGov
Angelina Jolie: “Me sinto tão rebelde quanto fui no passado”
30 de janeiro de 2015
Neste papo sobre seu segundo trabalho como diretora, “Invencível”, a atriz e cineasta Angelina Jolie fala que é inquieta e nunca relaxa, se sente rebelde como na juventude e ainda tem muito a aprender.
Escrito por Mariane Morisawa para a revista brasileira Claudia.
Angelina Jolie teve um ano e tanto, mesmo para seus (altos) padrões. É que ela parece poder fazer tudo: viajar pelo mundo para causas humanitárias, cuidar de seis filhos (três deles adotivos), atuar em dramas e tramas de ação e, claro, casar-se com Brad Pitt – com quem mantém uma relação de cerca de dez anos, embora só tenham oficialmente dito “sim” em agosto passado. Agora, ela adiciona à sua lista “dirigir uma superprodução baseada em história real”, e isso depois de, na mesma posição, só ter feito um filme independente. Invencível é uma adaptação do livro de Laura Hillenbrand que conta a história de Louis Zamperini, ítalo-americano sempre envolvido em encrenca na infância. Mas ele se torna atleta, disputa a Olimpíada de 1936, vai para a Segunda Guerra, fica à deriva no mar por 47 dias depois de seu avião ser derrubado e vira prisioneiro dos japoneses. Por mais que Angelina Jolie seja Angelina Jolie, não foi fácil convencer o estúdio de que daria conta de cenas tão complicadas. Mas, teimosa, conseguiu. Afinal, queria “desesperadamente” o trabalho, até porque se identificou com Louis, rebelde capaz de coisas extraordinárias.
A atriz-cineasta teve sua dose de complicações na juventude, mas diz que redirecionou essa energia. Ao encontrá-la, logo se entende por que ela se vira bem com meia dúzia de crianças – Maddox Chivan, 13, Pax Thien, 11, Zahara Marley, 9, Shiloh Nouvel, 8, e os gêmeos Knox Léon e Vivienne Marcheline, 6 – ou um batalhão de rapazes interpretando soldados. Há serenidade em seu rosto durante toda a conversa com CLAUDIA, em uma suíte do hotel Four Seasons, em Beverly Hills. Sua calma é pontuada por muitos sorrisos e algumas lágrimas ao falar de Louis, que morreu em julho, aos 97 anos.
Qual foi sua conexão com Louis Zamperini?
Li o livro de Laura e, conforme lê, você aprende e muda como pessoa. Quis desesperadamente fazer o filme. Ele morava no mesmo bairro que eu: a janela da sala dele dava para a do meu quarto. A gente brincava (ao se conhecerem em função do trabalho) que ele tinha passado 57 anos (desde que publicou uma autobiografia) sentado na sala pensando quem ia fazer um filme sobre sua vida, enquanto eu deitava na cama pensando o que mais ia fazer. Éramos como Romeu e Julieta (risos)! Finalmente, nos descobrimos.
Louis Zamperini viu alguma coisa do filme?
Sim. Assim que foi internado, corri para o hospital. Eu me debrucei sobre ele com meu computador para mostrar o filme. Foi lindo ver esse homem de 97 anos assistir à própria vida… Não parecia estar assistindo. Viu o bombardeio e disse Pete, nome de seu irmão. Quando havia cenas de guerra, pulava um pouco. Quando a mãe apareceu, sorriu. Ele se viu correndo na Olimpíada de novo, num estágio em que, fisicamente, não podia fazer nada daquilo. Em sua mente, ele se preparava para estar com sua família.
Ele toma uma decisão que o leva de volta ao campo de prisioneiros. Louis ensinou algo sobre decisões difíceis?
Com certeza. Não foi acidental eu ter conhecido Louis e, pouco depois, me sentido tão à vontade para fazer minha cirurgia (uma mastectomia dupla para evitar o alto risco de câncer de mama). Meses mais tarde, já estava filmando Invencível. Não é coincidência, estava envolvida por essa energia de fazer a coisa certa, seguir em frente, assumir a responsabilidade das coisas pelas quais posso ser responsável e ser forte. Ele foi como uma luz para mim, para que tomasse as decisões difíceis pelas razões certas.
Como essa decisão tão difícil da cirurgia afetou sua vida?
Todos os dias temos de tomar decisões que nos afetam. Por exemplo, ter filhos. Tento sempre tomar as decisões certas, mas nunca se sabe. Se bem que acho que você sabe, sim, quando está tomando a decisão pelas razões certas.
Você também já passou por muita coisa na vida. Pensa numa autobiografia, talvez até numa cinebiografia?
Sinto que tenho tanto a aprender ainda; estou no meio do caminho em direção ao que devo ser. Acordo diariamente pensando se faço o suficiente e o que deveria estar fazendo com minha vida. Acho que nos sentimos atolados pelo que vemos no noticiário. Trabalho com refugiados, são 51 milhões de pessoas deslocadas por causa de conflitos, mais que na Segunda Guerra. Isso nos lembra o que é o ser humano. Mas podemos encontrar dentro de nós mesmos algo que nos faça acreditar que as coisas são possíveis. Louis era alguém comum, tanto quanto nós. Era filho de imigrantes italianos e sofria preconceito por isso. Fumava e bebia aos 9 anos, e roubava. O cenário dizia: “Esse aí não vai dar certo” (risos). E ele falhou muitas vezes, só que tentava de novo. Sua história mostra que todos nós temos a chance de escolher ser pessoas melhores.
Como faz para relaxar de todo o stress?
Se você perguntasse ao Brad, ele diria que eu jamais relaxo. Eu sou terrível. Não consigo simplesmente não fazer nada. Enfim, não relaxo. Meus filhos são do tipo que pulam na cama. Eles são mais agitados e bagunceiros do que eu (risos). Então eu toco tudo no caos mesmo.
Tanto você quanto Brad trabalharam em dramas sobre a Segunda Guerra. Como foi?
Ele fez “Corações de Ferro” enquanto eu rodava “Invencível”. Na verdade, foi a primeira vez que ficamos separados. Ele não podia estar lá no set de Invencível. Então foi interessante. Decidimos tirar algo positivo da experiência. E fizemos isso ao estilo da Segunda Guerra: escrevemos cartas um para o outro – ele da Europa, eu do Pacífico.
Louis era um rebelde. Identificou-se com ele, até porque você também foi um tanto assim na juventude?
Um pouco. Nunca se elimina o lado rebelde (risos).
Olhando para trás, quando acha que a rebeldia cessou?
É engraçado: me sinto tão rebelde hoje quanto fui no passado, por causa das viagens que faço, da vida que levo com meus filhos, das decisões que tomo… Mas a direção para essa energia pode ser ajustada. Até o fim de seus dias, Louis era um danado, mas ele usou isso a favor de coisas boas. Com luta e convicção. A grande mudança foi parar de pensar tanto em mim mesma. Aconteceu quando fui para um país assolado pela guerra pela primeira vez. Quando você cresce em Los Angeles, se aborrece com mediocridades, bobagens. Aí, ao viajar para um lugar desses, tem vontade de dar um tapa na própria cara, pois pensa: “Como eu ouso reclamar de qualquer coisa? Como quero mais quando tanta gente tem tão pouco e está sofrendo?” Ao perceber isso, fiquei com vergonha de ter me preocupado muito com meus problemas. Mudei completamente e faço questão de me lembrar disso todo dia. É o motivo pelo qual leio as notícias logo ao acordar.
Você até deixa a família para fazer trabalho humanitário. Não fica frustrada com o pouco que é possível fazer?
Vai muito além da frustração. Uma vez almocei com Jane Goodall (ativista de proteção aos animais selvagens) e falei como era difícil ainda ter esperança. Ela bateu o punho na mesa: “Sempre há esperança!”, afirmou. Queria dizer que eu não tinha o direito de desistir da chance de melhorar um pouco as coisas. Não sei como será, mas algo vai se quebrar para reconstruirmos e repensarmos como lidamos uns com os outros. Preciso acreditar que é possível mudar. Ou Jane ficaria brava comigo (risos).
Fonte: Claudia