Candids/ Ucrânia/ Vídeo

Jolie visita café na Ucrânia e vídeo viraliza

30 de abril de 2022

Neste sábado, dia 30 de Abril de 2022, a cineasta e ativista estadunidense – Angelina Jolie – visitou o café “Lviv Croissants” na cidade de Lviv, na Ucrânia.

O momento foi registrado por Mayya Podgorodetskaya, que compartilhou o vídeo na rede social “Facebook”. O vídeo, no entanto, começou a circular nas redes sociais e viralizou.

Nele, a atriz aparece usando roupas simples e carregando apenas uma mochila nos ombros. Simpática, ela acena ao perceber que está sendo filmada e ainda atende o pedido de autógrafo de uma fã.

Segundo as informações compartilhadas nas redes sociais do café, a estrela de Hollywood escolheu o croissant Royal – um croissant de salmão com mussarela – e cappuccino.

No dia anterior, Jolie foi flagrada no Aeroporto Frédéric Chopin, logo após aterrissar na cidade de Varsóvia, Polônia, a caminho da Ucrânia. Ela está no país para se reunir com refugiados da guerra.

Vídeo:

Fotos:


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CANDIDS » 2022 » 30/04/22 (40x)
CANDIDS » 2022 » 29/04/22 (07x)

Artigos by Angelina/ Colaboradora/ Entrevistas/ Escritora/ TIME

Jolie entrevista ativista iraquiana Nadia Murad

16 de abril de 2022

Nesta sexta-feira, dia 15 de Abril de 2022, a revista “TIME” publicou em seu website oficial uma entrevista exclusiva da nossa musa inspiradora, Angelina Jolie, com Nadia Murad – ativista iraquiana, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz em 2018, e Embaixadora da Boa Vontade para a Dignidade dos Sobreviventes de Tráfico Humano das Nações Unidas.

Escrito por Angelina Jolie

O Conselho de Segurança da ONU se reuniu esta semana, à medida que surgem relatos assustadores de que o estupro e a violência sexual estão sendo praticados contra mulheres e crianças durante a invasão russa da Ucrânia. Uma das palestrantes no evento foi a ganhadora do Prêmio Nobel e ativista, Nadia Murad, que recentemente lançou o “Código Murad”, um código de conduta global focado na coleta de informações sobre violência sexual baseada em conflitos.

Criada na antiga fé e tradições do povo Yazidi, Nadia Murad cresceu como a caçula de 11 filhos no vilarejo de Kocho, no Iraque. Ela gostava assistir aulas de história na escola, adorava brincar com maquiagem e sonhava em abrir um salão de cabeleireiro. Em vez disso, em 2014, sua cidade natal foi tomada pelo Estado Islâmico (ISIS). Quatorze membros da família de Murad, incluindo sua amada mãe, estavam entre as centenas de cidadãos que foram massacrados.

Dois de seus irmãos ficaram feridos, mas conseguiram sair das valas comuns que o ISIS cavou para suas vítimas. Murad e outras mulheres e meninas de Kocho foram sequestradas e mantidas como escravas sexuais. Ela suportou meses de cativeiro antes de escapar e encontrar refúgio na Alemanha. Desde então, ela se dedicou a garantir justiça para o povo yazidi, reconstruindo o que o ISIS destruiu e protegendo outras mulheres e crianças contra o uso do estupro como arma de guerra.

Durante a nossa recente conversa, ela me disse que a comunidade internacional precisa desenvolver um plano urgente para responder à violência sexual na Ucrânia e por que as vítimas precisam de justiça. “Eu sei que quando eu contar a minha história e começar a falar sobre estas questões, isso não vai trazer minha mãe de volta”, disse ela. “Mas eu e outros sobreviventes fazemos isso porque queremos evitar que essas coisas aconteçam com outras pessoas e porque queremos uma prestação de contas. Essa é a preocupação número um de muitos sobreviventes, quando suas histórias estão sendo contadas: eles estão esperando que a sua mensagem seja usada para fazer justiça”.

Comecei perguntando a ela quais são seus principais focos e objetivos.

É minha convicção, como sobrevivente, de que não podemos separar a responsabilidade da prevenção. Se não responsabilizarmos aqueles que cometeram esses crimes, isso vai continuar acontecendo com outras mulheres.

Eu não poderia concordar mais. A falta de responsabilidade por esses crimes realmente encoraja as pessoas a se comportarem dessa maneira e a não considerá-lo como um crime de guerra.

Pela primeira vez, a Alemanha usou a jurisdição universal para perseguir os membros do ISIS. Não entendo por que outros países membros da União Europeia, dos Estados Unidos etc. não podem seguir esse exemplo. Temos as provas, temos os testemunhos, podemos responsabilizá-los. Tudo o que precisamos é seguir nessa direção.

Está tão claro o quão importante é pegar tudo o que sabemos agora e começar implementar como um novo padrão. Com a Ucrânia, o que você espera que os governos estejam fazendo neste momento que possa ajudar na prestação de contas?

Quando o ISIS atacou na guerra contra os yazidis, por exemplo, eles tinham um plano sistemático para usar violência sexual, estupro e violar mulheres. Mas, infelizmente, quando a coalizão internacional foi formada para derrotar o ISIS, eles cometeram o erro de não considerar especificamente que a violência contra as mulheres era um elemento principal dessa guerra. A violência contra a mulher e a violência sexual nas zonas de conflito são consideradas um efeito colateral, são danos colaterais desses conflitos. Na Ucrânia, a chave é tentar fazer disso uma parte principal do plano para ajudar o povo ucraniano. Os líderes mundiais precisam entender que, seja no Iêmen, na Ucrânia ou em qualquer outro lugar, a violência contra as mulheres ocorrerá e devemos ter isso em mente ao planejar lidar com esses conflitos.

Acho que muitas pessoas não entendem por completo, quando escutam falar sobre esse tipo de violência. De alguma forma, eles ainda associam o estupro a um ato sexual ou não entendem completamente os horrores que decorrem disso. As pessoas, muitas vezes, não sabem que estamos falando do estupro de uma criança, ou do estupro que é praticado na frente de uma criança, ou do estupro que é praticado até que a mulher morra. Há evidências de que este crime é feito para destruir intencionalmente o ser humano, a família, a comunidade. Se não for pedir muito, e não for insensível, você poderia ajudar as pessoas a realmente entenderem porque é considerado uma arma de guerra?

Onze das minhas cunhadas foram capturadas pelo ISIS e levadas à escravidão. Algumas delas tinham minha idade, outras eram mais velhas e algumas delas vivenciaram essa violência na frente dos filhos, porque os filhos também foram levados para o cativeiro com elas. Os estupros foram feitos de forma visível para destruir a família, destruir a mulher, destruir a comunidade. Não foram feitos em segredo, foram feitos publicamente. Uma coisa que tenho tentado fazer em minha defesa é explicar às pessoas no Iraque com quem interajo, que os grupos terroristas, no caso do ISIS e outros, se concentram especificamente nas mulheres para destruir comunidades porque sabem que as mulheres são uma parte essencial.

Grupos terroristas usam o estupro como uma forma de destruir as mulheres porque sabem que isso pode ficar com as mulheres pelo resto da vida. Eles sabem que o estigma e a vergonha, em muitas comunidades, seguem uma mulher após a escravidão sexual e o estupro. Foi exatamente isso que o ISIS fez. Não foi um acidente. Este era um plano sistemático. O ISIS intencionalmente queria que as mulheres tivessem filhos nascidos de estupro quando os compravam e os vendiam durante a escravidão sexual. Porque eles sabiam que, para um grupo pequeno como os yazidis, seria difícil para a comunidade se recuperar. Para minha família, hoje em dia, quando vejo minhas cunhadas, depois do que elas passaram, nada é o mesmo para nós… Quando falamos, não há mais nada para conversarmos como uma família normal. Nós nos olhamos, eu sei que elas não querem falar sobre suas histórias, é claro, algumas delas nunca quiseram. Mas eu sei que quando olho em seus olhos, há muito que elas querem falar, mas não o fazem.

Para as vítimas, por exemplo, em sua comunidade de origem, existem pessoas trabalhando com as crianças, ou com essas famílias para tentar ajudá-las de forma terapêutica?

Sim, existem iniciativas e grupos que estão ajudando. Mas não há nenhum esforço coordenado para tentar encontrar uma solução, para ajudar as mulheres e crianças a não desviar o foco para outras coisas.

Muito se resume apenas aos direitos de uma mulher ou de uma criança. E, claro, quando não há responsabilização pelo crime cometido contra você, é uma grande coisa pedir à vítima que supere. É totalmente injusto, é impossível. Tenho tanta admiração por todas as mulheres como você que, de alguma forma, e com tanta graça, se mantiveram unidas e continuaram a fazer este trabalho, na ausência da justiça. Não consigo imaginar o quão difícil deve ser quando você e suas cunhadas e familiares se reúnem e se sentam com a realidade disso.

É exatamente isso. Muitas vezes, quando minhas irmãs e cunhadas falam comigo, elas dizem: ‘Por que você continua fazendo isso? Elas sabem que, depois do que aconteceu com elas, comigo e com a nossa família, ainda tem muita dificuldade em falar sobre o que aconteceu, principalmente vindo daquela região. Esse assunto acompanha vergonha, estigma, ataques e assim por diante. Mas alguém tem que dizer o que aconteceu conosco. Sei que é a coisa certa a fazer porque sei que não serei a última a enfrentar esse tipo de violência. Então é por isso que eu tenho que continuar. Eu sei que vai levar muito tempo, mas eu sei que é a coisa certa a fazer.

Eu acho que você é muito corajosa. Seu trabalho é tão significativo e você continuará salvando outras mulheres e crianças. Eu sei que você tem irmãos maravilhosos que defenderam você da mesma forma que meus filhos são assim na minha vida. Tantos homens e garotos incríveis ao redor do mundo, assim como também seu maravilhoso marido, estão lutando contra aqueles homens que cometem esses crimes.

Vou dizer algumas coisas sobre meu marido e sobre meus irmãos porque sinto que preciso. Quando contei aos meus irmãos – aqueles que sobreviveram às valas comuns – foi quando o programa “60 Minutes” queria nos entrevistar juntos. Um cara me disse que, se eu desse essa entrevista, o mundo inteiro iria me ver iria ouvir minha história. Eu tentei convencer meus irmãos e eles ficaram tipo: “Você sabe que nós te amamos. Não queremos que você enfrente estigma e vergonha.” Mas, no fim, eles me apoiaram e estão comigo durante todo este caminho, fizeram a entrevista e ficaram orgulhosos.

Depois que comecei a fazer esse trabalho, eu sabia que precisava de alguém para me apoiar, não apenas para trabalhar comigo como sobrevivente, mas para me amar, para me respeitar. Eu precisava de alguém ao meu lado para – quando me perguntam onde e quando o ISIS me estuprou – dizer que essa pergunta não deveria ser feita, de que sou humana, que sou uma sobrevivente e não mais uma vítima. Encontrei isso em Abid, meu marido. Ele me ouviu. Acho que não conseguiria nada sem ele. Espero que os homens no Iraque possam olhar para Abid e ver que ele está me apoiando, está apoiando este trabalho, que ele é tão sensibilizado pelo que acontece com essas mulheres e meninas, e não apenas yazidis. Acho que precisamos de mais homens assim, pois existem tantos homens bons no mundo que podem nos apoiar. Quando fundei a “Nadia’s Initiative”, eu só queria me concentrar em documentar o que aconteceu conosco, especialmente, as histórias das sobreviventes e o que o ISIS fez.

Eu não queria ser a única a reconstruir a região porque não era minha responsabilidade como sobrevivente. Mas depois de sobreviver e viver naquele campo de deslocados aprendi muito. Eu sabia que ser estuprada era uma coisa, mas viver em um campo de deslocados é outra experiência, especialmente para mulheres e meninas. Tudo o que estou fazendo para a “Nadia’s Initiative” veio da minha experiência, de testemunhar tudo no campo de deslocados, no cativeiro em casa, mesmo antes da chegada do ISIS. Leva tempo para fazer esses projetos, para documentar as evidências, mas mesmo com desafios, podemos usá-los para evitar que, o que aconteceu conosco, aconteça com os outros.

Quando fundei a Nadia’s Initiative, eu só queria me concentrar em documentar o que aconteceu conosco e especialmente as histórias dos sobreviventes e o que o ISIS fez. Eu não queria ser o único a reconstruir a região porque não era minha responsabilidade como sobrevivente. Mas depois de sobreviver e viver naquele campo de deslocados aprendi muito mais. Eu sabia que ser estuprada era uma coisa, mas viver em um campo de deslocados é outra experiência, especialmente para mulheres e meninas. Tudo o que estou fazendo pela Iniciativa de Nadia veio da minha experiência, de testemunhar tudo no campo de deslocados, no cativeiro em casa e mesmo antes da chegada do ISIS. Leva tempo fazer projetos para documentar as evidências, mas mesmo com desafios podemos usá-los para evitar que o que aconteceu conosco aconteça com os outros.

Fonte: TIME

Enviada Especial/ TimeToAct/ Trabalho Humanitário/ Violência Doméstica/ Vídeo/ Vídeo Conferências

ABA Day: Jolie participa de evento online

6 de abril de 2022

Na tarde desta quarta-feira, dia 06 de Abril de 2022, a atriz e humanitária vencedora do Oscar, Angelina Jolie, participou do evento online “ABA Day”, através do qual falou sobre seus esforços e a importância de usar sua imagem para mover montanhas em Washington, já que, recentemente, ajudou a aprovar a Lei de Violência Contra as Mulheres no Congresso estadunidense.

O “ABA Day” é um grande evento sobre advocacia que acontece todos os anos, nos Estados Unidos, onde milhares de profissionais de todo o país defendem questões de importância para a advocacia.

O evento é organizado pela “The American Bar Association”, uma associação voluntária de advogados e estudantes de direito dos Estados Unidos, fundada em 21 de agosto de 1878.

Assista o vídeo abaixo (lembre de ativar as legendas geradas automaticamente pelo Facebook) e confira as capturas de tela em nossa Galeria!

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Capturas:

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TRABALHO HUMANITARIO » EVENTOS, MISSÕES E OUTROS » 2022 » ABA DAY 2022 (20x)

ACNUR/ Enviada Especial/ Itália/ Refugiados/ Trabalho Humanitário/ Ucrânia/ UNHCR

Angelina Jolie visita crianças ucranianas na Itália

31 de março de 2022

Nesta quarta-feira, dia 30 de Março de 2022, a Enviada Especial do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (UNHCR / ACNUR) – Angelina Jolie – visitou o Hospital Pediátrico Bambino Gesù, localizado na cidade de Roma, na Itália.

Lá, Jolie visitou as crianças ucranianas que chegaram à Itália devido a invasão da Ucrânia pela Rússia. Ela conheceu também os médicos e enfermeiros que cuidam delas.

Sua visita ocorreu no dia em que a Agência da ONU para Refugiados confirmou que quatro milhões de ucranianos fugiram de seu país em um mês, se tornando a crise de refugiados que mais cresce exponencialmente desde a segunda guerra mundial até hoje. Outros 6,5 milhões de pessoas encontram-se deslocadas dentro do país.

Segundo a UNICEF, mais da metade das crianças ucranianas estão deslocadas internamente ou fugiram devido às consequências devastadoras da guerra. Cerca de 2 milhões de crianças fugiram do país e pelo menos 2,5 milhões delas estão vivendo deslocadas. Em um comunicado, Jolie disse:

“Estou rezando pelo fim da guerra. Essa é a única maneira de parar o sofrimento e o deslocamento de pessoas. É horrível ver crianças pagando o preço, ver vidas perdidas, saúde abalada e trauma”.

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Fonte: Ospedale Pediatrico Bambino Gesù

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TRABALHO HUMANITARIO » EVENTOS, MISSÕES E OUTROS » 2022 (7x)

Candids/ Itália

Angelina Jolie é flagrada em Roma, na Itália

30 de março de 2022

Nesta quarta-feira, dia 30 de Março de 2022, Angelina Jolie foi flagrada pelos paparazzis de plantão quando passeava pela cidade de Roma, na Itália.

A cineasta estadunidense está na capital italiana, provavelmente, já trabalhando na pré-produção de seu mais novo projeto “Without Blood” (“Sem Sangue” em tradução literal, não oficial). O filme será dirigido e produzido por Jolie e começará a ser gravado no próximo mês de Maio, na Itália.

O roteiro foi adaptado do romance best-seller “Senza Sangue”, escrito por Alessandro Baricco e lançado no ano de 2002. O livro narra uma história sobre guerra, vingança, memória e cura.

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CANDIDS » 2022 » 30/03/22 (25x)

Candids/ Los Angeles

Jolie participa de reunião em Los Feliz

27 de março de 2022

Nesta última sexta-feira, dia 25 de Março de 2022, a cineasta estadunidense e nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – foi novamente flagrada pelos paparazzis de plantão, no bairro de Los Feliz.

A atriz, que estava na companhia de um segurança particular, foi vista quando chegava ao Hotel Cara para participar de uma reunião, na cidade de Los Angeles, Estados Unidos.

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CANDIDS » 2022 » 25/03/22 (25x)

Candids/ Los Angeles/ Vivienne

Em LA, Angie e Viv passeiam pelo “The Grove”

22 de março de 2022

Nesta segunda-feira, dia 21 de Março de 2022, Angelina Jolie levou sua filha mais nova, Vivienne (13), para fazer compras e passear pelo “The Grove”, um complexo de varejo e entretenimento localizado na cidade de Los Angeles, Estados Unidos.

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CANDIDS » 2022 » 21/03/22 (15x)

Entrevistas/ Programa de Televisão/ Televisão/ TimeToAct/ Violência Sexual/ Washington

Jolie concede entrevista para a NBC News

17 de março de 2022

Nesta quarta-feira, dia 16 de Março de 2022, a Enviada Especial do Alto Comissariado da ONU para os Refufiados (ACNUR / UNHCR) – Angelina Jolie – concedeu uma entrevista exclusiva para o programa “NBC Nightly News”, através da qual falou sobre a importância da reautorização da Lei de Violência Contra as Mulheres (VAWA).

Em uma conversa com a jornalista Kate Snow, Jolie disse que a renovação da Lei era algo que já estava demorando e também, que tratava-se algo pessoal:

“É uma coisa pessoal para todos. Todos que se preocupam com a família, todos que se preocupam com as crianças, todos que se preocupam com sua própria segurança e a saúde de sua comunidade […] “Eu acho que este país não reconhece quão sérios são os problemas de violência doméstica e abuso infantil.

A Lei de Violência Contra a Mulher é uma lei histórica promulgada no ano de 1994, nos Estados Unidos, que criou programas de concessão, serviços, moradia para vítimas de abuso e treinamento para melhorar a resposta do sistema legal à violência doméstica. Foi renovada três vezes desde sua aprovação, cada vez com proteções mais fortes para as vítimas, antes de expirar em 2018.

Ativista dos Direitos Humanos de longa data, Jolie fez campanha para aprovar a lei, fortalecer suas provisões – incluindo aquelas sobre processos na área da família – aparecendo ao lado de senadores e pressionando pela aprovação do projeto no mês passado. A própria batalha de separação e custódia de Jolie com o ex-marido Brad Pitt, deu a ela experiência com o sistema legal na área da família.

O ato atualizado inclui uma adição chamada “Lei de Kayden”, em homenagem a uma menina de sete anos, da Pensilvânia, morta por seu pai em um assassinato / suicídio durante uma visita não supervisionada em 2018. Defendida por sua mãe Kathy Sherlock, a “Lei de Kayden” se concentra em como os juízes das varas da família lidam com os casos de custódia envolvendo alegações de abuso, incluindo a melhoria do treinamento para os juízes que julgam disputas de custódia, delineando as qualificações necessárias para os testemunho de especialistas sobre abuso e pedindo aos estados que mudem seus estatutos para limitar as terapias focadas na reunificação familiar forçada.

“Acho que uma vez que você é exposto a esse sistema, seja quem você for, uma vez que você é exposto a ele e percebe o quão inacreditavelmente quebrado esse sistema é, você tem que fazer algo para melhorá-lo. A saúde dos meus filhos é minha prioridade neste momento e meu foco, nos últimos anos, tem sido ajudar minha família e… ajudar a mudar as leis para proteger outras famílias e outras mulheres com foco nas suas histórias.”

Para Jolie, a luta não acabou com esse projeto. Seu ativismo também está focado nas famílias deslocadas em todo o mundo, da Ucrânia ao Iêmen, onde ela estava em uma viagem humanitária 10 dias atrás.

“A triste verdade é que vemos muitos desses conflitos”, disse ela, referindo-se à guerra civil no Iêmen, à guerra na Ucrânia e ao 11º aniversário da guerra civil na Síria, pedindo ao público que mantenha o foco nos refugiados mesmo quando os conflitos desaparecem das manchetes.

“Nós realmente temos que fazer mais em um cenário maior”, disse Jolie. “Tudo funciona se vemos todas as pessoas como iguais e se vemos todas as pessoas como merecedoras de direitos.”

Fonte: NBC News

Outro trecho da entrevista foi exibido no programa de televisão “Today”, na manhã desta quinta-feira (17). Várias capturas de tela foram adicionadas em nossa Galeria. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso ao álbum.

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