Jolie é vista em mais um dia de filmagens na Itália
24 de junho de 2022
Nesta quinta-feira, dia 23 de Junho de 2022, Angelina Jolie e Salma Hayek foram novamente flagradas nos sets de filmagens do longa “Without Blood” na cidade de Roma, na Itália.
Baseado no romance do escritor italiano Alessandro Baricco, (Sem Sangue – em tradução livre não oficial), contará uma história ambientada em uma casa de fazenda no interior da Itália, no rescaldo de um conflito e abordará temas sobre guerra, vingança, memória e cura.
“Without Blood” será o quinto projeto de direção de Jolie e o primeiro após seu mega acordo com a produtora “Fremantle” – através do qual, futuramente, podermos ver a cineasta produzir, dirigir e estrelar filmes, séries de TV e documentários.
Em um comunicado emitido no começo de Junho, Jolie disse:
“Estou honrada por estar aqui na Itália com a finalidade de trazer este material muito especial para o cinema e por ter recebido a confiança de Alessandro Baricco com a adaptação de seu livro – com sua poesia e emoção únicas, com sua maneira de ver a guerra e as questões que aborda sobre aquilo o que procuramos após vivenciar trauma, perda ou injustiça.”
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Jolie dirige Salma Hayek nos sets de novo filme
22 de junho de 2022
Nesta quarta-feira, dia 22 de Junho de 2022, a cineasta estadunidense, Angelina Jolie, foi fotografada dirigindo sua amiga e atriz, Salma Hayek, nos sets de gravações de seu mais novo filme “Without Blood” na cidade de Roma, na Itália.
Baseado no romance do escritor italiano Alessandro Baricco, (Sem Sangue – em tradução livre não oficial), contará uma história sobre guerra, vingança, memória e cura.
“Without Blood” será o quinto projeto de direção de Jolie e o primeiro após seu mega acordo com a produtora “Fremantle” – através do qual, futuramente, podermos ver a cineasta produzir, dirigir e estrelar filmes, séries de TV e documentários.
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Jolie escreve artigo sobre o Dia Mundial do Refugiado
20 de junho de 2022
Nesta segunda-feira, dia 20 de Junho de 2022, a cineasta estadunidense e Enviada Especial do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (UNHCR / ACNUR), Angelina Jolie, escreveu um artigo para a revista “TIME” e falou sobre o Dia Mundial do Refugiado. Confira a matéria traduzida na íntegra pelo Angelina Jolie Brasil.
Escrito por Angelina Jolie
No Dia Mundial do Refugiado, vamos nos comprometer a encontrar um caminho melhor
Todos os dias, mais de duas crianças são mortas e quatro ficam feridas no conflito na Ucrânia. Após mais de 100 dias de guerra, quase dois terços das crianças ucranianas foram deslocadas.
O conflito expõe a vulnerabilidade das crianças e a aumenta muito. Além das lesões físicas, há o trauma: o efeito do deslocamento, das noites escutando bombardeios, da separação da família, de ver amigos e parentes mortos. O trauma interrompe o sonho. Não apenas porque os pesadelos se tornam reais, mas aquele sonho que leva a vida adiante. Aquele pensamento sobre o que podemos criar. Sobre o que pode melhorar. Sobre quem podemos amar. O trauma destrói aquilo que a criança nasceu para ser.
Estamos mais conscientes da realidade e do impacto da guerra do que nunca. Mas, apesar de toda a nossa consciência, o risco para as crianças é cada vez maior. Existem mais conflitos acontecendo atualmente, do que em qualquer outro momento desde a Segunda Guerra Mundial. Uma em cada seis crianças em todo o mundo – 426 milhões – vive em uma zona de conflito.
O conflito na Ucrânia elevou o número de pessoas deslocadas em todo o mundo para mais de 100 milhões – mais do que nunca antes registrado. Mais de uma pessoa, em cada 100 ao redor de todo o mundo, encontram-se deslocadas, como refugiadas, solicitantes de refúgio ou, até mesmo, deslocadas dentro de seu próprio país – um número maior que a população do Reino Unido, da França ou da Alemanha. Destes 100 milhões, cerca de 40 milhões são crianças forçadas a deixar suas casas e suas comunidades. Para elas, o futuro parece sombrio.
Temos que reconhecer que nossos sistemas para prevenir conflitos, deslocamentos humanos em massa e defender os direitos humanos não estão funcionando. Três quartos dos refugiados vivem em situações prolongadas, onde o retorno ao país de origem é impossível porque os problemas de onde fugiram persistem.
Atualmente, a ajuda está tão limitada que o “Programa Mundial de Alimentos” da ONU fez um comunicado dizendo que, no Iêmen, “não temos escolha a não ser tirar a comida dos que estão famintos para alimentar aqueles que estão morrendo de fome e, em algumas semanas, corremos o risco de não conseguir alimentar nem os que estão morrendo de fome.”
No Afeganistão, as ONGs temem que a fome possa matar mais pessoas do que nos últimos 20 anos de guerra. O Conselho Nacional de Inteligência dos EUA alertou que os direitos dos refugiados estão entre “as normas com maior risco de enfraquecer globalmente na próxima década”, o que significa que, se não tomarmos uma atitude, haverá ainda menos concordância sobre como proteger os refugiados.
Não podemos esperar que as crises atuais passem, ou que surja uma liderança em nível internacional, antes de perguntarmos o que precisa mudar. A ajuda de emergência deve ser uma solução temporária, fornecida sem discriminação. Refugiados e pessoas deslocadas devem poder voltar para casa com segurança após os conflitos, em razão da diplomacia e dos acordos de paz. As normas de direitos humanos devem ser aplicadas de forma consistente. Em vez disso, vemos os refugiados serem discriminados com base na cor da pele, religião ou país de origem. Os países mais pobres do mundo abrigam milhões de refugiados por décadas sem um fim à vista, enquanto os mais ricos inventam maneiras cada vez mais elaboradas de fechar suas fronteiras e “expulsar” os requerentes de refúgio.
Precisamos reconhecer o que seria necessário para reduzir o número de refugiados globalmente. Precisamos entender o nível profundo de sofrimento humano das pessoas que vivem nessas situações. E precisamos reconhecer que ainda estamos vivendo de forma antiga, com comportamentos antigos. Não ajustamos nossas instituições para atender ao novo mundo ainda em formação.
Devido à forma como a ONU foi criada, ela está voltada para os interesses e para as vozes das nações poderosas, às custas das pessoas que mais sofrem com conflitos e perseguições, cujos direitos e vidas não são tratados da mesma forma. Por décadas, o foco principal tem sido o trabalho de organizações internacionais. Não houve atenção suficiente em ouvir grupos e voluntários locais e fortalecer seus esforços.
Não pretendo obter respostas, mas estou junto com todos aqueles que procuram um novo caminho. Grande parte da força que vejo neste momento, vem de pessoas individuais em países afetados por conflitos, como a Ucrânia – e de organizações locais, voluntários e dos próprios refugiados – que não estão esperando para serem ajudados, mas apoiando uns aos outros. É aí que deposito minha fé e esperança, até que tenhamos a coragem de reconstruir nossas instituições internacionais e cumprir a promessa de direitos iguais e proteção para todos.
Fonte: TIME
Jolie celebra o Dia Mundial do Refugiado na Itália
20 de junho de 2022
Nesta segunda-feira, dia 20 de Junho de 2022, a Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR / ACNUR) – Angelina Jolie – convidou refugiados da Ucrânia, Afeganistão, Mali, Costa do Marfim, Congo, Egito, Curdistão, Nigéria e Gâmbia para um jantar especial em comemoração ao Dia Mundial do Refugiado, na cidade de Roma, Itália.
Jolie também fez uma postagem em sua conta oficial na rede social “Instagram” dizendo:
“No Dia Mundial do Refugiado deste ano, celebrei um jantar com novos amigos da Ucrânia, Afeganistão, Mali, Costa do Marfim, Congo, Egito, Curdistão, Nigéria e Gâmbia. Sou grata que, em meio a tantas coisas pesadas no mundo, essas pessoas corajosas compartilharam seu tempo e suas histórias comigo. Família, amigos e comida unem as pessoas e eu tive a honra de receber novos amigos para comer, compartilhar e aprender.”
O Dia Mundial do Refugiado é comemorado em 20 de Junho de cada ano e dedicado à conscientização sobre a situação dos refugiados em todo o mundo. Todos os anos, as Nações Unidas, a Agência de Refugiados das Nações Unidas (ACNUR) e inúmeros grupos cívicos em todo o mundo organizam eventos do Dia Mundial do Refugiado para chamar a atenção do público para os milhões de refugiados e pessoas internamente deslocadas em todo o mundo que foram forçados a fugir de suas casas devido à guerra, conflito e perseguição.
Fonte: Instagram | Wikipédia
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• TRABALHO HUMANITARIO » EVENTOS, MISSÕES E OUTROS » 2022 » 20/06/22(10x)
Nesta sexta-feira, dia 17 de Junho de 2022, a revista francesa “Madame Figaro” publicou em sua edição dos dias 17 e 18 de Junho uma entrevista exclusiva com nossa musa inspiradora, Angelina Jolie. Confira abaixo a materia completa! (Obs: pode conter erros, uma vez que foi traduzida através do “Google Tradutor”).
Escrito por Richard Gianorio
Fotos por Lachlan Bailey
Enviada Especial da ONU e cineasta, Angelina Jolie se dedica intensamente às suas missões humanitárias. A musa da Guerlain também é madrinha do “Women For Bees”(Mulheres Pelas Abelhas), programa que promove as mulheres e a biodiversidade. Em entrevista com a Madame Figaro, esta apaixonada ativista assumiu seu compromisso ecológico.
O costume de utilizar o aplicativo “Zoom” é menos refletido quando tem o efeito de fazer milagrosamente Angelina Jolie aparecer, com seu rosto bronzeado, sorriso californiano e blusa preta de alça fina, na tela retangular de seu computador. A atriz está em Los Angeles e, para reduzir emissões de carbono, não percorre mais quilômetros desnecessários a não ser para viagens estratégicas, como sua recente visita à Ucrânia, no final de Abril, na qualidade de Enviada Especial das Nações Unidas:
“Eu pude ver, em primeira mão, a resiliência absoluta e a força inimaginável dessas pessoas, que não apenas sobreviveram a essa situação de guerra, mas defenderam aqueles ao seu redor”, ela testemunha.
O cinema, há muito tempo, foi suficiente para preencher a vida de Angelina Jolie, estrela e diretora de Hollywood, 47 anos, nascida no dia 4 de junho, que dedica a maior parte de seu tempo às suas atividades como ativista dos direitos humanos. Uma personalidade extraordinária que parece ter escolhido o sacerdócio humanitário, que a conduz incansavelmente às zonas de guerra.
Jolie intriga, fascina e talvez confunda, mas ninguém pode questionar a sinceridade e consistência de seus compromissos, uma mulher que inspeciona campos de refugiados, discursa em Davos e desafia instituições internacionais. Despertadora de consciências, ela também é garota propaganda da Guerlain, que a tornou madrinha de um programa de ponta em empreendedorismo agrícola feminino, o “Women for Bees”, que treina e apoia apicultoras em todo o mundo. Em jogo, está a biodiversidade, é claro, mas sobretudo a autonomia das mulheres em regiões desfavorecidas: colmeias foram instaladas no Camboja, seu país do coração, onde ela reside parcialmente e onde também é sede de sua Fundação Maddox Jolie-Pitt (MJP Foundation), que também trabalha para preservar o meio ambiente e melhorar as condições de vida das comunidades rurais. Angelina Jolie é a convidada muito especial da nossa edição verde.
O programa “Women for Bees” tem como alvo as mulheres, geralmente as primeiras vítimas econômicas das vicissitudes e rupturas globais…
A questão da desigualdade é um problema eterno. Em geral, assim que surge um conflito em algum lugar, elas são as primeiras a sofrer. Em muitas partes do mundo, as mulheres não têm o apoio ou as liberdades que deveriam ter. Há uma necessidade óbvia de colocar esse problema em foco, mas também há, talvez, uma maneira mais suave de abordá-lo, apresentando-lhes o tipo de dispositivo que é o “Women for Bees”, que pode se tornar uma espécie de bola de neve e beneficiar todas as comunidades. Por exemplo, é isso que vejo nos países pobres, temos que ensinar habilidades no comércio e o comércio os tornará mais autossuficientes, permitindo que eles estabeleçam suas próprias redes. As mulheres são frágeis, mas paradoxalmente são também uma fonte de força extraordinária. Você sabe, no início da pandemia, 70% dos cuidadores eram mulheres… 70%! É uma realidade e é lindo: quando as mulheres têm acesso a conhecimentos, ferramentas e oportunidades, o que elas fazem? Eles ajudam os outros.
Como qualificar a palavra irmandade?
Mulheres que apoiam mulheres, que se respeitam e que se apoiam. Mulheres se ajudando. Juntas, nós mulheres somos mais fortes.
Camboja é o seu país do coração. Qual é a situação das mulheres lá?
Eu trabalho no Camboja há cerca de vinte anos e nossa fundação atinge cerca de 20.000 pessoas, com acesso a clínicas e escolas. Atualmente, estamos liderando uma luta contra o desmatamento. Digo “nós” porque diferente de quando iniciei o programa, agora ele é totalmente gerenciado por pessoas locais. São as pessoas de lá que realizam o trabalho. Mulheres jovens, mulheres mais velhas e silvicultores trabalham lado a lado com homens bem intencionados. O imperativo não é só ajudar as mulheres, mas também fortalecer os laços que as unem aos homens. Para trabalharmos melhor, devemos nos unir.
Você acha que os meninos deveriam ser educados de forma diferente para que as mulheres possam se realizar melhor?
Sou fã do “todos juntos”. O despertar dos meninos para questões de igualdade é mais necessário em certos países ou em certas culturas que apresentam deficiências. É absurdo pensar que, ainda hoje, em algumas partes do mundo, as mulheres são cruelmente privadas de educação e de liberdade. Mas esta questão da educação surge para além de qualquer conotação geográfica ou cultural, surge em todas as comunidades ou famílias, tanto na sua casa como na minha. Eu, por exemplo, tenho três meninos e três meninas, e todos os dias descubro novos aspectos em cada um deles. A ideia é que cada um encontre seu lugar independente do sexo e floresça de forma igualitária sem impedir a liberdade do outro.
Você mora parte do ano no Camboja, cuja nacionalidade você adquiriu (além da estadunidense) posteriormente. Como foi feita essa escolha?
Nenhum dos meus seis filhos nasceu nos Estados Unidos. Meus gêmeos nasceram na França, Zahara nasceu na Etiópia, Pax é vietnamita, Maddox é cambojano e Shiloh abriu os olhos na Namíbia. O meu coração está ligado a vários países e, sobretudo, aos de nascimento e herança dos meus filhos. Mas devo dizer que o Camboja foi o primeiro país com o qual estabeleci um vínculo muito forte. Eu morei lá e eu realmente conheci o seu povo. Foi lá que tomei conhecimento do problema dos refugiados. Na minha infância, quase não falávamos sobre o deslocamento de populações e não me lembro de que as aulas de história dessem muito crédito para esse problema. Quando visitei o Camboja pela primeira vez em 2000, não sabia nada sobre aquele país e fiquei impressionada com a extensão das minhas deficiências. Foi uma tomada de consciência profunda, primeiro para entender o que realmente aconteceu durante o conflito, depois para conhecer os refugiados. Você sabe, o lugar onde construí minha casa era uma fortaleza do Khmer Vermelho. Sobrou um bunker e o solo estava repleto de minas terrestres. Tudo isso estava muito longe do que me ensinaram durante minha juventude americana, vi que tratava-se tanto de uma atualização quanto um questionamento. Eu amo o povo do Camboja com todo meu coração. E foi meu filho Maddox, meu mais velho, que me fez mãe. É sobre tudo isso.
O seu compromisso político é acompanhado por uma ligação muito forte com a natureza. O que você espera obter com isso?
Sinto-me em paz na natureza. Eu me sinto selvagem e muito humana. Muitas vezes descubro que, qualquer coisa que não seja natural, é o que nos desvia.
Como surgiu sua consciência ecológica?
Eu não cresci em um ambiente particularmente ecológico, embora minha mãe estivesse ciente de alguns problemas – ela falava muitas vezes das florestas tropicais ameaçadas, por exemplo, um assunto ainda relevante, infelizmente. Minha consciência ecológica realmente se afirmou durante minhas primeiras viagens ao Camboja. No início, pensava principalmente nas necessidades humanas, o que para mim significava escolas e hospitais. Como eu estava dizendo, comprei um terreno, limpei e construí minha base lá. Obviamente, foi ótimo limpar minas e construir escolas, mas isso também significava cortar árvores e manter os tigres longe do ambiente. Foi então que entendi que era preciso pensar diferente, pensar mais globalmente. Entenda que qualquer gesto pode ter um efeito devastador no meio ambiente. Então aja de acordo. Tente reconciliar todas as comunidades, caçadores furtivos e silvicultores, aqueles que protegem a floresta e aqueles que constroem hospitais. Ajustes pedagógicos devem ser feitos constantemente, mas estou convencida de que a natureza e os humanos podem trabalhar muito bem de mãos dadas.
Você cria seus filhos com isso em mente?
Acredito que a nova geração está muito mais consciente e alerta do que nós quando estávamos na mesma idade. Obviamente, é fácil se preocupar com o futuro quando vemos a insuficiência das leis ou a lentidão dos políticos em mudar as coisas. Da minha parte, faço o meu melhor para educar os jovens de uma perspectiva global, incluindo o meio ambiente. Cheguei a co-escrever um livro sobre o assunto (“Know Your Rights and Claim Them. A Guide for Youth”), onde são discutidos os direitos das crianças e dos jovens. Quanto aos meus próprios filhos, procuro não ser aquele tipo de mãe que insiste na importância de pensar no meio ambiente. Preferi que eles se decidissem à medida que crescem, mergulhando-os em ambientes variados, incentivando-os a fazer amigos de diferentes culturas, enfim, a viver e sentir o máximo de emoções e experiências possíveis. Acredito que compreensão, respeito e abertura para com os outros se tornaram conceitos quase orgânicos para eles.
Quais são os gestos ecológicos diários na sua família?
Você sabe, minha principal preocupação diz respeito, acima de todos, os direitos humanos e dos refugiados. Não pretendo ser um exemplo de perfeição em ecologia doméstica, mesmo que esteja trabalhando para melhorar a coisa. Antes, por exemplo, eu viajava muito de avião e adorava. Acabou. Hoje, só faço voos com um propósito, ou seja, voos essenciais, úteis, por boas razões.
Como podemos qualificá-la? Ecologista? Humanista?
Humanista, claro, mas sobretudo internacionalista. Acredito que o mundo inteiro deve se unir para melhor respeitar e ajudar uns aos outros.
Fonte: Madame Figaro
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• REVISTAS & SCANS » 2022 » MADAME FIGARO -FRANÇA (8x)
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Na noite desta quarta-feira, dia 15 de Junho de 2022, a cineasta estadunidense, Angelina Jolie, e a atriz mexicana, Salma Hayek, foram fotografadas jantando no restaurante “Casa Coppelle”, localizado na cidade de Roma, na Itália.
As fotos foram compartilhadas através do perfil oficial do restaurante na rede social Instagram. Através de uma postagem, o estabelecimento disponibilizou as fotos e comentou dizendo:
“Muito animados por receber Angelina Jolie e Salma Hayek na Casa Coppelle! Foi um prazer!”
Jolie e Hayek estão na Itália, já que ambas estão trabalhando nas filmagens do longa “Without Blood” (Sem Sangue – em tradução livre não oficial), uma adaptação do romance best-seller escrito por Alessandro Baricco de mesmo nome, que conta uma história sobre guerra, vingança, memória e cura.
“Without Blood” é o quinto projeto de direção de Jolie e o primeiro após seu mega acordo com a produtora “Fremantle” – através do qual poderemos ver a cineasta produzir, dirigir e estrelar filmes, séries de TV e documentários. Em um comunicado recente, Jolie disse:
“Estou honrada por estar aqui na Itália com a finalidade de trazer este material muito especial para o cinema e por ter recebido a confiança de Alessandro Baricco com a adaptação de seu livro – com sua poesia e emoção únicas, com sua maneira de ver a guerra e as questões que aborda sobre aquilo o que procuramos após vivenciar trauma, perda ou injustiça.”
O longa ainda não tem data de lançamento oficial prevista, entretanto, as filmagens já estão acontecendo na Itália. As fotos foram adicionadas em nossa Galeria. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso ao álbum.
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Jolie é vista nos sets de seu novo filme Without Blood
14 de junho de 2022
Nesta segunda-feira, dia 13 de Junho de 2022, Angelina Jolie foi fotografada nos sets de gravações de seu mais novo filme, “Without Blood”.
A diretora, de 47 anos, usou um conjunto branco e cobriu o rosto com uma máscara de proteção de cor preta enquanto se misturava com a equipe de produção em uma fazenda fortificada na cidade de Crispiano, em Taranto, na Itália.
O filme “Without Blood” (Sem Sangue – em tradução livre não oficial) será uma adaptação do romance best-seller escrito por Alessandro Baricco de mesmo nome, que conta uma história sobre guerra, vingança, memória e cura.
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Jolie é entrevistada pela Harper’s Bazaar UK
11 de junho de 2022
Na última semana, chegou às bancas a edição dos meses de Julho / Agosto de 2022 da revista britânica “Harper’s Bazaar”. No interior da revista, foi compartilhada uma matéria exclusiva sobre nossa musa inspiradora, Angelina Jolie. Confira o artigo traduzido na íntegra pelo Angelina Jolie Brasil!
Por Frances Hedges
“Todos nós já tivemos aqueles momentos em que poderíamos transformar alguma coisa em nossas vidas, dependendo se escolhêssemos um caminho ou outro… quando se trata de algo que nos ajuda a crescer. Sinto-me muito afortunada por este lugar ter entrado na minha vida há tantos anos.”
Reflete Angelina Jolie sobre sua primeira visita ao Camboja no ano 2000, quando estava participando das gravações do filme “Lara Croft: Tomb Raider” no templo Ta Prohm, em Angkor, no Camboja. Aquelas filmagens foram o início de um relacionamento vitalício com o país, onde ela adotou seu filho mais velho, Maddox, onde estabeleceu uma Fundação e comprou uma casa – cujos hectares protegidos ofereceram um refúgio seguro em momentos difíceis de sua vida.
“Para mim, ir até lá [Camboja] foi como um despertar de muitas coisas no mundo que eu não conhecia como, por exemplo, o que significava ser um refugiado. E eu me senti muito honrada quando, anos depois, pude me tornar mãe de um filho cambojano e adquirir a cidadania no país. Me sinto em paz quando estou no Sudeste Asiático,” conta Jolie.
Sua mais recente viagem ao Camboja, para a inauguração da segunda fase do programa Guerlain x Unesco x Women for Bees, é o motivo pelo qual estamos conversando via “Zoom” hoje. Para a entrevista, Jolie apareceu casualmente vestida usando uma regata preta, cabelos soltos e um rosto limpo.
A entrevista já tinha sido adiada várias vezes, embora não sem uma boa razão: Jolie atrasou seu retorno a Los Angeles, do Camboja, com finalidade de voar para o Iêmen, onde se encontrou com famílias deslocadas visando conscientizar as pessoas a respeito da crise humanitária criada pelo guerra civil em andamento.
Agora de, volta aos EUA, ela não perdeu tempo em pegar os fios dos vários projetos em que está trabalhando, incluindo este Programa criado pela Guerlain, que visa formar mulheres, em biosferas selecionadas da Unesco, com conhecimentos sobre apicultura.
Concebido como uma forma de enfrentar as ameaças à população global de abelhas, cujos poderes de polinização são cruciais para a segurança alimentar e a gestão de ecossistemas, esta ambiciosa iniciativa também promove a educação feminina e o empreendedorismo – uma causa que, há muito tempo, está no coração de Jolie. “Conforme fui viajando pelo mundo, vi que as mulheres costumam ser muito vulneráveis e sempre muito capazes”, diz ela.
Agora, em sua segunda fase (a fase piloto aconteceu ano passado na França, sendo que outras etapas estão sendo planejadas para Ruanda, Etiópia, Província chinesa de Yunnan e Região Amazônica), o programa baseia-se no conceito de compartilhamento de conhecimentos – porque “quando você treina uma mulher, ela repassa o treinamento para outras pessoas”, diz Jolie. “Todos nós temos pontos fortes diferentes, mas acho que há algo inato nas mulheres sobre nutrição e comunidade. São qualidades que vêm muito naturalmente para nós – é como a maternidade, certo?”, acrescenta ela sorrindo com simpatia para mim. (Eram 19:00, horário de Londres, e minha filha de um ano estava chorando audivelmente ao fundo.) “Como nossos corpos respondem quando ouvimos um bebê chorando… Acho que temos algo em nós quando se trata de pensar nos outros e não apenas em nós mesmas, e isso ajuda muito nesse tipo de trabalho.”
Com seis filhos para cuidar – Maddox, Pax, Zahara, Shiloh e os gêmeos Knox e Vivienne – Jolie sente que seu instinto de retribuir ficou mais forte do que nunca? “Meus filhos têm um impacto em todos os aspectos de quem eu sou”, diz ela, decisivamente. “No momento em que você se torna mãe, sua vida deixa de ser apenas sua. Você não sabe mais o que é “você”; não se trata mais sobre sua vida, então você quer representá-los, você quer ser esse modelo para eles; seu melhor eu.”
Se por o acaso ela se questiona sobre suas decisões ou sobre sua identidade, é para seus filhos que ela se volta para tranquilizá-la. “Quando tenho dúvidas e não sei quem sou, sento com eles e sinto que eles me conhecem mais do que qualquer pessoa me conhece”, diz ela. “E então, eu me vejo e os vejo como pessoas boas, pessoas interessantes, todos indivíduos muito fortes e acho que não posso ser de toda ruim.”
Jolie foi aberta sobre lutas passadas com sua saúde mental, incluindo recentemente sofrer do que ela descreveu como um transtorno de estresse pós-traumático (uma experiência que ela usou em sua interpretação no papel de Thena, que sofre de uma condição psicológica, no filme sucesso de bilheterias da Marvel lançado no ano passado, “Eternos”).
Desde que pediu o divórcio de Brad Pitt em setembro de 2016, ela passou por uma batalha legal complexa e prolongada durante a qual alegou violência doméstica contra Pitt, que foi inocentado de qualquer irregularidade, mas reconheceu que tinha problemas com álcool. Ela, agora, mantém a guarda exclusiva de seus cinco filhos menores (Maddox, que já tem mais de 18 anos é, portanto, desconsiderado), tendo argumentado com sucesso que, o juiz que anteriormente havia concedido a custódia compartilhada a Pitt, não poderia ser considerado imparcial.
De qualquer forma, depois de tanta agitação, Jolie me diz que ainda está “descobrindo” como tocar sua vida. “Todos nós lutamos, porque ninguém é uma pessoa perfeita, então estamos apenas nos colocando em xeque para perguntar, estamos indo para o caminho certo? E não há fim para esse crescimento,” reflete ela.
Certamente não há como divorciar Jolie de seu poderoso senso de propósito. Longe de desaparecer da vista do público, mesmo após sua separação de Pitt, ela continuou a usar seu poder de estrela para defender causas humanitárias, ingressando no Instagram em 2021 visando aumentar a conscientização sobre os horrores enfrentados por mulheres e meninas que vivem sob o regime talibã no Afeganistão, e viajando para a Ucrânia em Abril para visitar crianças órfãs na cidade de Lviv. No entanto, ela está consciente da necessidade de não sobrecarregar seus próprios filhos e filhas, especialmente em nossa era de mídia social e de notícias em 24 horas.
“Eles estão mais conectados do que qualquer geração jamais esteve e, com isso, vem uma sobrecarga de informações sobre o mundo em que vivemos – algumas coisas realmente muito assustadoras e eles estão expostos a todas elas. Eles estão sendo encorajados a fazer algo a respeito, o que é maravilhoso porque lhes dá liberdade de ação, mas também, eles não deveriam sentir esse tipo de pressão,” diz ela. Embora ela queira que seus filhos cresçam com um senso de responsabilidade cívica, ela sugere que “o maior desafio para esta geração é apenas tentar ajudá-los a encontrar alegria e paz… eles precisam de coisas bobas e rebeldia!”
Se existe uma herança que ela espera transmitir, é a compreensão do poder da comunidade. Projetos como o programa “Women for Bees” são bem-sucedidos porque têm menos a ver com caridade e mais com a construção de redes de apoio – daí o desejo de Jolie de que seus filhos e filhas se vejam como parte de uma família global.
“Você os ajuda a se conectar e aprender sobre culturas e pessoas ao redor do mundo, e assim eles as valorizam. Se for a coisa certa a ser feita, deve acontecer de forma natural,” diz ela. E com isso, Angelina Jolie – estrela de cinema, mentora, mãe – está indo para seu próximo noivado: mudando o mundo com uma conexão de cada vez.
Créditos: Harper’s Bazaar UK
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