Mastectomia/ News/ Revistas & Scans

Revista Época: A influência de Angelina

18 de maio de 2013

Ao retirar os seios para proteger-se do risco de um câncer hereditário, Angelina Jolie mostrou coragem. Ao transformar seu gesto em exemplo, pode induzir outras mulheres à decisão errada.

Angelina Jolie não é uma mulher de meios-termos. Nunca foi. Na adolescência, pintava o cabelo de roxo,colecionava facas e gostava de se cortar. Nessa época, as tatuagens começaram a se espalhar por seu corpo. Em 1996, aos 21 anos, casou-se com o ator britânico Jonny Lee Miller usando uma camiseta branca, em que o nome de Miller estava escrito com o sangue dela. Não deu certo. Em seu segundo casamento, com o também ator Billy Bob Thornton, usava um frasco com o sangue dele pendurado no pescoço. Não funcionou. O sucesso no cinema, que deslumbra e entorpece as personalidades, não teve esse efeito nela. Angelina continuou Angelina – e algo mais. Rompeu publicamente com o pai, o ator Jon Voight, que disse que ela tinha “problemas mentais,” e envolveu-se com trabalho humanitário na África e no Paquistão. Terminou embaixadora das Nações Unidas. Ao mesmo tempo, adotou três crianças de três países diferentes – Camboja, Vietnã e Etiópia – e teve outras três com o ator Brad Pitt, seu atual marido, provavelmente o homem mais desejado do mundo. Linda e famosa, também provavelmente a mulher mais desejada do mundo, Angelina transformou sua vida num manifesto – foi eleita pela revista Forbes em 2009 como a celebridade mais poderosa do mundo. Em 20 anos de vida pública, conseguiu, nas palavras imortais de Steve Jobs, deixar uma marca no Universo.

Na semana passada, Angelina foi além. Num artigo escrito para o jornal americano The New York Times, revelou ter se submetido há alguns meses a uma cirurgia conhecida tecnicamente como mastectomia preventiva dupla. Por trás do nome complicado, havia uma revelação desconcertante: o maior símbolo sexual do planeta escolhera tirar os seios perfeitos para diminuir suas chances de desenvolver câncer de mama. Aos 37 anos. “Posso dizer aos meus filhos que eles não precisam temer me perder para a doença”, escreveu. Anunciar publicamente sua luta contra o risco de câncer – na tentativa de influenciar as decisões de outras pessoas sobre sua própria saúde – é seu gesto mais pretensioso. E controverso. “Quero encorajar cada mulher, especialmente as com casos de câncer de mama e ovário na família, a procurar informações e especialistas que possam ajudar a tomar decisões.”

Famosa como é, Angelina poderia ter simplesmente deixado que o mundo soubesse o que ela fez. Sua decisão, mesmo silenciosa, teria uma influência tremenda sobre outras mulheres. Ao agir como agiu, ao vocalizar sua escolha, se transformou, ainda que involuntariamente, em garota-propaganda de uma forma radical de medicina preventiva que não serve para todo mundo. Em poucas horas, seu texto varreu o mundo, dominou as redes sociais e fez as mulheres perguntar a seus médicos se elas também corriam risco. Elas foram atrás de informações, algo saudável. Mas um número elevado se alarmou perigosamente. A decisão de Angelina pode fazer todo o sentido do ponto de vista pessoal. Ao ser anunciada como fórmula de sobrevivência num alto-falante global, pode surtir efeitos perversos. No Brasil, o “efeito Angelina” fez com que o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, viesse a público pedir cautela. “Já surgiram vários estudos que mostraram um número grande de mastectomias realizadas em pacientes em que depois se afastou o risco”, disse.

A indicação clínica para a retirada preventiva das mamas é bastante precisa. E restrita. Só é sugerida para mulheres que tenham determinadas mutações genéticas, passadas de geração em geração na família, que predispõem à doença. Mesmo que elas descubram carregar essas alterações, a paciente deve analisar com seu médico se essa é a melhor opção para ela. Como os testes genéticos apontam a probabilidade, e não a certeza, de desenvolver uma doença, é perfeitamente aceitável que ela escolha usar outros métodos, menos eficazes, mas também menos radicais, para se resguardar. Nesses casos, são recomendados exames a cada seis meses, ou drogas que tentam evitar o aparecimento de tumores.

Há outro lado do “efeito Angelina.” Ao assumir-se protagonista de sua decisão médica, Angelina expôs um dilema íntimo, vivido por milhões de mulheres no mundo. Só no Brasil, a cada ano, cerca de 52 mil mulheres recebem a notícia de que têm câncer de mama, o mais comum na população feminina. Angelina convive com o fantasma da doença há quase 20 anos, quando sua mãe foi diagnosticada. Marcheline Bertrant, também atriz, morreu aos 56 anos, em 2007, em decorrência da doença. Assombrada pela chance de ter o mesmo destino, Angelina se submeteu a um teste que analisa dois genes que todos carregamos nas células do corpo. Sua função normal é prevenir o crescimento celular descontrolado. Mas eles podem carregar alterações que afetam seu funcionamento adequado. Isso aumenta, nas mulheres, as chances de desenvolver câncer de mama e ovários e, nos homens, o risco de câncer de mama. Angelina descobriu que herdara a mesma mutação genética da mãe: trocas de bases químicas no gene conhecido pela sigla BRCA1. De acordo com certos estudos, elas aumentavam em 87% seu risco de ela ter câncer de mama e, em 50%, câncer de ovário. A oncologista Maria Isabel Achatz, do A.C. Camargo Cancer Center, de São Paulo, diz que outros estudos poderiam ter dado a Angelina probabilidades diferentes. “O estudo usado no caso dela é o que sugere o risco mais alto,” diz.

Confrontada com essa estatística, Angelina não suportou a dúvida. Em 2 de Fevereiro, deu início a uma sequência de três intervenções cirúrgicas, encerrada em 27 de Abril. Elas foram realizadas no Pink Lotus Breast Cancer, uma clínica em Los Angeles, nos Estados Unidos, conhecida por atender celebridades como a cantora Sheryl Crow, diagnosticada com câncer de mama em 2006. Na primeira cirurgia, os médicos fizeram uma incisão nos mamilos, para estimular a proliferação de vasos sanguíneos e reduzir o risco de ela precisar perdê-los. É um procedimento pouco comum. “Houve um excesso de zelo, porque Angelina é uma celebridade e vive de sua imagem,” diz Alexandre Mendonça Munhoz, cirurgião especializado em reconstrução de mama e professor do instituto de ensino e pesquisa do Hospital Sírio-Libânes, em São Paulo. Em 16 de Fevereiro, Angelina fez a cirurgia principal, para retiraras duas mamas, que pode levar até oito horas. No mesmo dia, colocou próteses temporárias, preenchidas por dez dias com soro.

Após essa segunda intervenção, a médica Kristi Funk diz ter se surpreendido com uma Angelina animada, observando, em pé, duas paredes de sua casa, cobertas com rascunhos de seu próximo projeto. “De cada seio, pendiam três drenos,” escreveu Kristi no site da clínica. Em que outras circunstâncias um médico escreveria, detalhadamente, sobre os procedimentos envolvendo um paciente famoso? Em 27 de Abril, Angelina passou pela cirurgia final, para colocar as próteses de silicone. “Não me sinto menos mulher,” escreveu. No texto do The New York Times, deu a entender que também retirará os ovários. O procedimento é considerado, por alguns médicos, ainda mais importante, porque o câncer é de difícil detecção. A retirada dos ovários fará com que ela entre na menopausa.

Os dilemas são muitos nesses casos. Antes de considerar uma cirurgia radicam como a de Angelina, é preciso descobrir se a mulher tem um risco alto de desenvolver câncer de mama. Aquelas com maior probabilidade são aquelas cujas parentes de primeiro grau (mãe, irmãs) e de segundo (avós, tias) tiveram a doença antes do 50 anos. Esse é um indício de que mutações genéticas que favorecem o câncer são passadas de geração em geração na família. Esse câncer hereditário é menos comum. Corresponde a cerca de 10% dos casos. Mas quem tem essas alterações genéticas corre mais risco de desenvolver a doença. Se, na população feminina, cerca de 12% terão câncer de mama, entre as que herdaram mutações nocivas nos genes conhecidos pelas siglas BRCA1 e BRCA2 esse número sobre para 60%, segundo o National Cancer Institute, dos EUA.

Nos últimos anos, com o desenvolvimento dos teste genéticos, os médicos ganharam uma ferramente importante para identificar pacientes com os genes perigosos. “Esse tipo de exame é o maior passo dado até hoje na medicina personalizada,” afirma Bernardo Gariochea, coordenador de ensino e pesquisa do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanes. O teste que Angelina fez foi desenvolvido pela empresa americana Myriad Genetics, em 1996. A empresa enfrenta, atualmente, um processo na Justiça americana, que decide se ela poderá continuar com a patente dos genes. Com o anúncio de Angelina, suas ações alcançaram seu patamar mais alto em um ano. O teste está disponível no Brasil desde 2001. Custa caro, cerca de R$ 7 mil. Não está na cobertura do Sistema Único de Saúde, e são poucos planos privados que aceitam cobri-lo. Os médicos recomendam que mulheres com histórico na família – e somente essas – façam o teste.

Leia a matéria completa nas scans da Revista Época disponíveis na Galeria de Fotos do Angelina Fan Brasil:

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Gallery Update/ Photoshoots/ Revistas & Scans

Foto de Angelina Jolie é leiloada por US$ 45 mil

17 de maio de 2013

O retrato que o famoso fotógrafo David LaChapele fez de Angelina Jolie aos 25 anos, de topless sobre um cavalo branco, foi arrematada em US$ 45.600 – pouco mais de R$ 90 mi.

A venda da foto foi concretizada um dia depois da atriz anunciar ao mundo seu ato de valentia ao se submeter por uma mastectomia dupla para prevenir um possível câncer de mama.

A casa de leilões Christie’s tinha avaliado a imagem em US$ 38 mil, mas ela superou o valor inicial do leilão.

Na polêmica foto, Angelina tinha 26 anos e estava em topless abraçada a um cavalo branco que lhe toca o peito. A foto foi tirada para a edição do mês de Agosto da revista Rolling Stone americana.

A foto foi tirada em uma sessão de fotos feita pelo fotógrafo David La Chapelle em 2001, que você pode conferir na íntegra na galeria do Angelina Fan Brasil:

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• PHOTOSHOOTS (ENSAIOS FOTOGRÁFICOS) > 2001 > DAVID LACHAPELLE #1 (10x)

Fonte: O Fuxico

Mastectomia/ Revistas & Scans

Angelina Jolie na capa da revista americana Time

17 de maio de 2013

A atriz Angelina Jolie estará na capa da nova edição da revista Time que estará disponível nas bancas dos Estados Unidos nesta sexta-feira, e que trará um artigo escrito por Alice Park e Jeffrey Kluger sobre como a revelação feita pela atriz – de que tinha se submetido a uma dupla mastectomia – colocou os testes genéticos em evidência.

Angelina nunca deixou de ser influência. Quando ela adotou um bebê da Etiópia, os pedidos de adoção de órfãos etíopes dobrou nas agências dos Estados Unidos. Quando ela deu o nome de Maddox, ou de Vivienne, aos seus outros filhos, os nomes foram direto para as listas dos nomes mais populares. Nesta semana, quando esta mulher – conhecida por sua poderosa beleza icônica – anunciou que havia se submetido a uma dupla mastectomia preventiva para reduzir o alto risco de câncer de mama, que é um terremoto cultural e médico, a revelação se tornou o assunto do momento e virou a capa da revista Time.

Jolie, em concordância quase universal, fez a escolha certa para ela. De acordo com testes genéticos, a atriz possui um gene defeituoso, o BRCA1, relacionado ao câncer de mama, que aumenta a probabilidade de desenvolver a doença em 87%. Após a cirurgia, este número cai para menos de 5% de acordo com os médicos. Muitos médicos, no entanto, temem uma corrida desenfreada para os testes de câncer. A triagem genética é uma ciência jovem e, embora os genes ligados a uma série de doenças (Alzheimer, câncer de próstata, atrite reumatoide, diabetes, doenças no coração por exemplo), possam ser detectados, muitas vezes nós fazemos um péssimo trabalho ao calcular os riscos depois de ver os resultados.

Os seres humanos são muito bons em se preocupar – é o que nos mantem vivos e fora de perigo. Mas também é preocupante tomar decisões irreversíveis para reduzir ou evitar riscos que não existem. O exemplo corajoso de Jolie pode nos tornar mais inteligentes e mais saudáveis, mas apenas se aprendermos as lições na medida certa, dada por tal exemplo. Para ler o artigo completo, compre a nova edição da revista Time que estará nas bancas americanas a partir desta sexta-feira. Leia a matéria completa nas scans da Revista Time disponíveis na Galeria de Fotos do Angelina Fan Brasil.

Fonte: Time

Obs: A foto da capa foi tirada em 2012, antes de Angelina se submeter à cirurgia, pela fotógrafa Melodie Mcdaniel.

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Mastectomia/ News

Especialistas alertam contra corrida para testes de câncer

17 de maio de 2013

O exame genético ao qual a atriz Angelina Jolie se submeteu antes de decidir fazer uma mastectomia dupla (retirada dos dois seios) está ajudando milhares de outras pessoas a prevenir a doença ao redor do mundo.

O teste, que pode ser feito a partir de amostras de sangue ou de saliva, detecta a presença de mutações genéticas bastante raras que, segundo especialistas, estariam fortemente associadas a casos hereditários de câncer de mama e de ovário – em especial, falhas nos genes conhecidos como BRCA1 e BRCA2.

Segundo Julie Sharp, da organização Câncer Research UK, em geral, o teste é indicado para pessoas que têm um histórico familiar considerado de alto risco. E em alguns países, como a Grã-Bretanha, é oferecido gratuitamente pelo sistema de saúde público para indivíduos desse grupo.

“E por pacientes com ‘histórico familiar de risco’ entendemos pessoas que têm um número significativo de parentes próximos que tiveram câncer cedo, antes dos 50 anos”, explicou Sharp à BBC Brasil.

Era esse o caso de Angelina, cuja mãe desenvolveu câncer por volta de 46 anos.

No Brasil, a rede pública não oferece esse exame genético “preventivo” – realiza apenas a mamografia, o exame clínico mais indicado para o diagnóstico do câncer de mama. No entanto, ele está disponível em clínicas e hospitais privados, onde o valor pode variar de R$ 3 mil a R$ 8 mil e é coberto por alguns planos de saúde. Entre os locais que oferecem o exame estão, por exemplo, o laboratório Fleury e o Gene. A empresa americana InterGenetics também tem um convênio com médicos brasileiros que lhes permite enviar amostras para serem analisadas em seus laboratórios nos Estados Unidos.

Evitar o ‘pânico’
Médicos brasileiros acreditam que a decisão de Angelina é importante para informar a população sobre a existência desse exame, mas também ressaltam o fato de que a análise do histórico familiar é sempre o primeiro passo.

“A estratégia que ela tomou (de fazer o exame e a cirurgia) já existe há alguns anos e é válido que seja divulgada. Mas o mais importante é que ela não se torne uma estratégia que cause pânico, levando muito gente a fazer o teste sem indicação médica apropriada. Antes de mais nada, é preciso conversar com o médico para ver se há possibilidade um câncer hereditário. A discussão sobre o histórico da família é a base para todo o diagnóstico”, afirma o oncologista e pesquisador do INCA (Instituto Nacional do Câncer), José Bines.

O geneticista Sérgio Pena, do laboratório Gene, também acredita que ninguém deve fazer o teste automaticamente, sem antes consultar um geneticista.

“Há um conjunto de indicações que, se reunidas, justificariam um teste desses, como a presença na família do pai ou da mãe de vários casos de câncer de mama, especialmente os precoces (antes dos 50 anos), parentes com esse tipo de tumor nas duas mamas e predisposição familiar para câncer de ovário”, afirma Pena.

Segundo Sharp, o paciente pode pedir a um parente com um diagnóstico confirmado de câncer que submeta seu material genético para exames com o objetivo de ajudar os médicos a entenderem onde exatamente está a mutação que poderia ser transmitida hereditariamente. Pena diz que o mesmo procedimento é adotado no Brasil.

Segundo especialistas, nos casos em que uma falha é detectada no gene BRCA1, por exemplo, o risco de seu portador desenvolver câncer varia de 50% a 95% dependendo de uma série de outros fatores – como seu histórico familiar. Para Angelina Jolie, tal risco seria de 87%.

Risco
De acordo com a médica do Câncer Research UK, as mutações genéticas hereditárias conhecidas seriam responsáveis por apenas 2% dos casos de câncer de mama registrados. Isso ajuda a entender por que um teste negativo em um exame genético não é garantia de que o paciente não desenvolverá a doença. Além disso, especialistas estão apenas começando a mapear as mutações genéticas hereditárias que estariam associadas ao câncer. Caso o teste de uma paciente indique um alto risco de desenvolver um tumor, ela tem três opções segundo Sharp.

A primeira, e mais extrema, é a retirada dos seios, pela qual Angelina optou. A segunda seria a realização frequente de exames como ressonâncias e mamografias. Por fim, ela também poderia optar por tomar uma substância que especialistas acreditam reduzir significativamente as chances de desenvolvimento da doença (o tamoxifeno), embora tal tratamento ainda esteja em fase de testes.

Nenhum desses métodos, porém, elimina totalmente o risco de câncer de mama e ovários. Mesmo na mastectomia, tal risco é reduzido em cerca de 90%, mas ainda existe – até porque os médicos dificilmente conseguem extrair absolutamente todas as células da mama. Além disso, esse risco remanescente também pode variar dependendo, por exemplo, da decisão da paciente de retirar ou manter o mamilo.

Fonte: BBC Brasil

News

Cinco motivos para amar Angelina Jolie

17 de maio de 2013

Depois que Angelina Jolie fez um anúncio surpresa nesta terça-feira, de que tinha se submetido a uma dupla mastectomia preventiva, o mundo ficou admirado com sua atitude corajosa e com a vontade de compartilhar sua história. Agora, que ela é uma aclamada inspiração para outras mulheres, a CNN examinou os motivos que nos fazem amar a atriz ganhadora do Oscar e humanitária.

1. Demonstrando coragem
Angelina Jolie nunca teve medo de expressar-se, emocionalmente ou artisticamente. Sua decisão de anunciar publicamente que havia se submetido a uma cirurgia preventiva para que outras mulheres pudessem se beneficiar de sua experiência, mostra sua valentia e um enorme desejo em ajudar os outros. Em tem ido contra a sua própria imagem pública, desafiando sua identidade como mulher ao optar falar sobre sua cirurgia. Ainda mais poderoso é seu alcance global que pode influenciar minhões de mulheres a agir de forma pró-ativa.

2. Esforços humanitários
Se tornou uma missão para Jolie, dar voz às pessoas cujas vidas foram devastadas pelas guerras e pelos desastres naturais. Em suma, ela transformou seu status de celebridade em uma força do bem. Ela já doou pessoalmente mais de 5 milhões de dólares para a UNHCR desde 2001. Além de ser nomeada como Enviada Especial da ONU para os Refugiados, a atriz criou a Fundação Maddox Jolie-Pitt que é dedicada à conservação, educação e saúde no Camboja.

3. Transcendendo aos estereótipos
Jolie se recusa a seguir um determinado padrão, provando que as mulheres podem ser ousadas, independentes e ao mesmo tempo carinhosas e altruístas. Ela é uma mãe amorosa de seis filhos que faz uma campanha incansável pelas mulheres e pelas crianças ao redor do mundo, mas ela também é uma atriz de Hollywood ganhadora do Oscar. A atriz tem redefinido o que significa ser uma pessoa humanitária.

4. Talento cinematográfico
De sua premiada atuação ao interpretar uma mulher mentalmente instável no filme “Garota, Interrompida” até estrelar na franquia de filmes interpretando Lara Croft, Jolie evita interpretar sempre os mesmos papéis sem se evitar o risco teatral. Na última década, ela levou sua carreira para uma direção séria e significativa, estrelando filmes como “A Troca” – no qual ela interpreta uma mãe aflita à procura do filho – e “O Preço da Coragem” – no qual ela interpreta Mariane Pearl, esposa do jornalista Daniel Pearl que foi sequestrado em 2002 e morto no Paquistão. Em 2011, Jolie fez sua estréia como diretora no filme “In the Land of Blood and Honey” – um filme que conta uma história de amor em meio a Guerra da Bósnia.

5. De Celebridade para um ícone
Jolie emergiu como uma mulher que não tem medo do cometer erros. Ao longo do caminho, ela fez uma transição final: de estrela de Hollywood para uma Embaixadora Global que, por sua vez, tornou-se um ícone do poder feminino, da força e da independência

Fonte: CNN

Mastectomia/ News

Como Angelina Jolie manteve sua cirurgia em segredo

16 de maio de 2013

No dia 2 de Fevereiro, Angelina Jolie (37 anos), começou um longo e complexo processo de submetendo-se a uma dupla mastectomia e a uma cirurgia reconstrutiva – e ainda assim, ela continuou vivendo sua vida repleta de compromissos sem que ninguém percebesse. Como ela conseguiu?

Seu pai, o ator Jon Voight (74 anos) – com quem a atriz se reconciliou depois de um difícil relacionamento – disse ao New York Daily que ele foi surpreendido, juntamente com o resto do mundo ao saber da cirurgia de sua filha, dizendo que ele entendia a sua decisão, mas que gostaria de que a inspiração dada por ela fosse o foco no momento. Apesar de uma fonte confirmar que a ginecologista-obstetra particular da atriz tenha a visitado em várias ocasiões durante o mês de Janeiro, sua a agenda – e a rotina de seus filhos permaneceram inalterados.

“As coisas pareciam normais. As crianças iam a escola durante o dia e depois em suas atividades pós-escolares, como sempre fizeram” disse uma fonte próxima da família à revista People.

No dia 10 de Fevereiro, a atriz apareceu sorrindo e posando para as fotos no 27º American Society of Cinematographers Awards, em Los Angeles, para entregar um prêmio a Dean Semler, diretor de fotografia do filme “In the Land of Blood and Honey.”

No dia dos namorados, Brad Pitt e Angelina Jolie levaram seus gêmeos de 4 anos de idade, Knox e Vivienne, até o Museu de História Nacional em Los Angeles, onde todos foram vistos conversando e rindo, de acordo com uma fonte do museu. Neste ponto, Jolie escreveu ao The New York Times, em um artigo esclarecedor, ela já tinha realizado a cirurgia do Mamilo Poupador de Mastectomia – que causa dor e um monte de contusões.

Dois dias depois do dia dos namorados, ela realizou a grande cirurgia de remoção do tecido da mama, com a inserção de enchimentos temporários. Ainda assim, ela esteve em uma missão viajando até o campo de refugiados Nzolo, na República Democrática do Congo, em Março, para conversar com sobreviventes de estupro, e ninguém do grupo notou que havia algo de diferente.

“Vida normal, para ela, significa viajar ao Congo com o Ministro de Relações Exteriores, William Hague. Eu não tinha a menor ideia do que ela estava passando. Nós viajamos por várias horas a vários campos de pessoas desabrigadas pela guerra, em lugares esburacados e em regiões vulcânicas. Para uma mulher que estava se recuperando de uma cirurgia, imagino o quão difícil isso deve ter sido,” escreveu Cathy Newman – jornalista do Channel 4 News, que também estava presente na viagem – em seu website.

No dia 1º de Abril, Angelina levou seus filhos para fazer compras na loja Auntie Barbara’s Kids em Beverly Hills, onde ela os ajudou a comprar brinquedos para eles e para seus outros filhos. Parte do passeio, indicou que alguém na casa estava se recuperando de algo: já que pijamas confortáveis foram comprados. De acordo com uma fonte da loja, Angelina teria dito que:

“Eu queria que cada um escolhesse um par de pijamas confortáveis, que você pode usar quando você não está se sentindo bem.”

Alguns dias depois, Jolie esteve em New York no evento Women Summit, para falar sobre a bravura da estudante paquistanesa, Malala Yousafzai, sendo que no dia seguinte, ela fez compras com os filhos Pax e Knox, na loja FAO Schwarz. No dia 11 de Abril, a mãe e Enviada Especial da UNHCR, falou aos ministros do G8, em Londres, sobre a violência contra as mulheres em zonas de guerra.

“Você nunca iria dizer que Angelina estava passando por isso. Angie pode ter parecido um pouco mais cansada que o normal , no entanto, ela parecia muito normal,” disse uma fonte.

O colunista da revista Times, Nicholas Kristof, que teria conversado com Jolie, postou no dia 14 de Maio em sua página do Facebook, que Angelina apenas queria usar seus problemas médicos para criar um debate nacional sobre as opções de saúde das mulheres.

“Não existe auto-piedade nela. Ela só queria ajudar. E é por isso que ela mostra, mais uma vez, que ela é uma celebridade ativista de ouro.”

Fonte: People

Brad Pitt/ James Haven/ Jon Voight/ Mastectomia/ News

Jon Voight fala a respeito da dupla mastectomia de Angelina

15 de maio de 2013

Angelina Jolie surpreendeu o mundo nesta terça-feira – incluindo seu pai.

A atriz fez uma corajosa confissão ao revelar que, recentemente, passou por uma dupla mastectomia preventiva. Juntamente com o resto do mundo, mais uma pessoa ficou sabendo sobre a cirurgia através da internet, Jon Voight.

Voight, que se reconciliou com Jolie em 2011, após uma briga que durou cerca de 10 anos, elogiou sua filha extraordinária mas não compreendeu a surpresa – especialmente porque ele tinha se encontrado com Angelina um dia antes do anúncio no The New York Times.

“Meu amor e minha admiração por minha filha não podem ser explicados em palavras. Eu a vi há dois dias com o meu filho Jamie. Todos nós nos reunimos para comemorar o aniversário dele, juntamente com Angelina e Brad. Mas eu não sabia. Não era algo evidente para ninguém. Eu descobri na manhã desta terça-feira. Fiquei tão surpreso quanto qualquer um e profundamente comovido pela forma como ela lidou com isso. Ela é uma pessoa extraordinária, assim como a maneira que ela lidou com isso e pelo o que ela compartilhou.”

Angelina tomou a decisão de fazer a cirurgia depois de saber que é portadora do gene BRCA1 e que tinha 87 por cento de chance de desenvolver câncer de mama e 50 por cento de desenvolver câncer de ovário.

A estrela de “Salt” continuou trabalhando ao longo dos três meses de procedimentos, e manteve em segredo de todos, com exceção de seu noivo, Brad Pitt. Mas Jon, 74, disse que respeita absolutamente a escolha de Angelina em manter esta decisão em segredo. Jon ainda revelou que conversou com Angelina nesta terça-feira, e ela explicou tudo.

“Eu entendo completamente, mas quero que sua inspiração seja o foco. Ela me explicou e me ensinou sobre essas coisas.”

Voight se desentendeu com Jolie em 2002, quando ele a acusou de ter “sérios problemas mentais,” enquanto Angelina o criticava por ter mantido um caso extra conjugal quando ainda era casado com Marcheline. Foi o noivo de Angelina, Brad Pitt, que provocou a reconciliação dos dois atuando como intermediário. Falando em Outubro de 2011, Jon afirmou que ele teve uma epifania emocional e que começou a viver a favor de sua família depois que tudo mudou.

“De repente eu vi as coisas de forma diferente e tudo mudou. Aquele momento mudou toda a minha vida. Ele [Brad] me deu a minha família de volta. Reencontrar minha Angie foi muito precioso para mim. Adoro os meus netos, eles são meu grande amor. Isso me deixa muito emocionado e agradecido.”

A mãe de Brad, Jane Pitt, também presou homenagem a sua nora, mesmo com os rumores de que a relações entre as duas seria tensa. Em uma declaração comovente, Jane disse que estava orgulhosa da cirurgia de Angelina, que garante que ela continue viva para assistir seus filhos crescerem.

“Estamos muito orgulhosos de Angie, isso significa muito para a família, especialmente para os nossos netos. Nós a amamos muito,” disse Jane Pitt em uma declaração à revista People.

Entre o começo de Fevereiro e o final de Abril, Angelina realizou três meses de procedimentos cirúrgicos para remover os dois seios, após tomar conhecimento de que ela tinha alto risco de desenvolver câncer de mama. Depois de ter visto sua mãe morrer com 56 anos de idade para um câncer de ovário, dez anos depois de desenvolver a doença, Angelina foi determinada em garantir que ela tivesse uma chance melhor de evitar o mesmo destino. Seu irmão James Haven também fez uma declaração em homenagem a Angelina.

“Minha irmã, assim como a nossa mãe, sempre coloca seus filhos em primeiro lugar. Eu sou muito grato por ser seu irmão,” disse ele.

Já para Brad Pitt, sua noiva foi heroica em tomar a decisão de fazer esta cirurgia tão agressiva. O ator de 49 anos – que ainda é encantado por Angelina – com quem mantem um relacionamento estável desde 2005 – fez uma recuperação completa depois da cirurgia e está ansioso para viver uma vida muito frutífera com ela e com seus filhos. Em um comunicado divulgado ao jornal Evening Standard, de Londres, ele disse:

“Tenho testemunhado esta decisão em primeira mão, e acho que a escolha de Angie, assim como tantas outras decisões tomadas por ela, foi absolutamente heroica. Agradeço a nossa equipe médica por seu cuidado e foco. Tudo o que eu quero é que ela tenha uma vida longa e saudável, comigo e com os nossos filhos. Este é um dia muito feliz para a nossa família.”

Por sua vez, Angelina elogiou o apoio dado por seu noivo e por seus filhos – Maddox (11), Pax (9), Zahara (8), Shiloh (6), Knox e Vivienne (4) – durante o tratamento.

“É reconfortante o fato de que eles não vêem nada que os deixe desconfortáveis.Eles podem ver minhas pequenas cicatrizes, mas isso é tudo. Todo o resto é apenas a mamãe, a mesma que sempre foi. E eles sabem que eu os amo e que farei qualquer coisa para estar com eles, enquanto eu puder… Tenho sorte de ter um parceiro, Brad Pitt, que é tão amoroso e solidário. Então, para quem tem uma esposa ou namorada que esteja passando por isso, saiba que você é uma parte muito importante no processo de transição. Brad esteve no Pink Lotus Breast Center, aonde eu fui tratada, a cada minuto da cirurgias. Nós conseguimos encontrar momentos para rir juntos. Nós sabíamos que essa era a coisa certa a fazer para a nossa família, e que isso iria nos deixar ainda mais próximos. E deixou.”

Angelina também fez questão de tranquilizar outras mulheres de que fazer uma dupla mastectomia não mudou a forma de como ela se sente com relação a si mesma e sua feminilidade, e acrescentou que o resultado da cirurgia reconstrutiva pode ficar realmente bonito.

“Em uma nota pessoal, eu não me sinto menos mulher. Eu me sinto poderosa pela forte escolha que eu fiz, e que não diminuiu em nada a minha feminilidade.”

Além disso, a corajosa estrela espera que ela possa encorajar outras mulheres a se informarem e a considerarem suas opções.

“Estou escrevendo sobre isso agora porque espero que outras mulheres possam se beneficiar com a minha experiência. Câncer ainda é uma palavra que provoca medo nos corações das pessoas, e que gera um profundo sentimento de impotência. Mas hoje é possível descobrir por meio de exames de sangue se você é altamente suscetível ao câncer de mama e de ovário, para poder agir.”

Embora Angelina tenha passado por várias alterações em sua vida e por cirurgias desde Fevereiro, ela não deixou as visitas ao hospital interferirem em seus compromissos públicos, já que ela visitou a República Democrática do Congo e participou de uma reunião do G8 em Londres no dia 11 de Abril, ao lado de William Hague, depois de se submeter às cirurgias iniciais, mas antes que todos os procedimentos tenham terminado.

Fonte: Daily Mail

News/ Revistas & Scans

A corajosa decisão de Angelina e sua próxima cirurgia

15 de maio de 2013

Angelina Jolie é uma mãe resiliente.

A atriz de 37 anos não sofreu nenhuma complicação desde que passou por uma dupla mastectomia em Fevereiro, e uma cirurgia reconstrutiva em Abril.

“Ela está bem!”

Disse uma fonte à revista People para a matéria da capa da revista desta semana, que traz Angelina e sua história sobre a dupla mastectomia, com detalhes sobre sua corajosa escolha. No entanto, sua odisseia médica ainda não acabou. A mãe de seis filhos também está planejando se submeter à uma cirurgia de remoção de ovários. Devido ao gene BRCA1 defeituoso, ela ainda corre alto risco de desenvolver câncer de ovário, em uma estimativa de 54 por cento.

Alguns médicos recomendam que as pacientes sejam submetidas à cirurgia depois dos 40 anos de idade, ou quando a mulher decidir não ter mais filhos, apesar disso poder desencadear uma menopausa precoce.

Apesar disso, a atriz e seu noivo, Brad Pitt, estão focados em estabelecer uma noção de rotina para seus filhos – continuando com as tradições familiares como a troca de presentes no Dia dos Namorados e a caça aos ovos na Páscoa, enquanto Jolie estava em tratamento. Nas semanas que antecederam as cirurgias, “a vida era normal” para as crianças, de acordo com a fonte, e eles não notaram nada de errado. A fonte próxima da família adicionou:

“Seus filhos sempre vem em primeiro lugar para ela.”

Para saber mais sobre esta história, incluindo detalhes da vida da família Jolie-Pitt durante o tratamento de Angelina, o apoio de Brad e a sobre como Marcheline a inspirou, leia a matéria completa nas scans da revista disponíveis na Galeria de Fotos do Angelina Fan Brasil.

Fonte: As scans foram retiradas do site Team-Jolie.

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