Angelina Jolie e Brad Pitt finalmente chegaram a um acordo de divórcio, oito anos depois que a atriz entrou com um pedido requerendo o fim do casamento alegando diferenças irreconciliáveis.
Jolie (49) e Pitt (61) assinaram o recente acordo na última segunda-feira, dia 30 de Dezembro de 2024, de acordo com os advogados da atriz, colocando fim a uma das batalhas judiciais mais longas da história da indústria cinematográfica.
Em um comunicado oficial compartilhado com a revista PEOPLE, o advogado de Jolie, James Simon, declarou:
“Há mais de oito anos, Angelina entrou com pedido de divórcio do Sr. Pitt. Ela e as crianças deixaram todas as propriedades que haviam compartilhado com ele e, desde então, ela tem se concentrado em encontrar paz e cura para sua família. Esta é apenas uma parte de um longo processo em andamento que começou há oito anos. Francamente, Angelina está exausta, mas aliviada que esta parte acabou.”
O processo afirma que eles desistem do direito a qualquer apoio financeiro futuro do cônjuge, mas não dá mais detalhes. Um juiz ainda precisará assinar o acordo.
Uma fonte próxima a Jolie ainda acrescentou dizendo: “Ela não fala mal de Pitt em público ou no particular. Ela tem se esforçado muito para ser leve depois deste período sombrio.” Já os representantes de Pitt se recusaram a confirmar ou comentar.
Jolie entrou com o pedido de dissolução do casamento no dia 19 de Setembro de 2016, dias depois de uma viagem de avião em que, tanto ela quanto os filhos, foram agredidos por Pitt.
Após as investigações na época, o ator não foi acusado pelas autoridades e Jolie se recusou a apresentar queixa. Desde o fato, “nem Jolie, nem nenhuma das crianças jamais voltaram a pisar em Miraval, que era uma das casas da família até então”, declararam os advogados da atriz.
Quatro meses depois, o ex-casal divulgou uma declaração conjunta indicando que havia chegado a um acordo para tratar do divórcio em um juízo privado e que manteriam os detalhes confidenciais, recorrendo a um juiz particular.
“As partes e seus advogados assinaram acordos para preservar os direitos de privacidade de seus filhos e familiares, mantendo todos os documentos judiciais confidenciais e contratando um juiz particular para tomar as decisões legais necessárias e facilitar a resolução rápida de quaisquer questões remanescentes. Os pais estão comprometidos em agir como uma frente unida para efetivar a recuperação e a reunificação”, de acordo com a declaração dada na época.
Antes do acordo de privacidade assinado em 2017, Pitt e Jolie se envolveram em “tensas” negociações sobre o divórcio, centradas nas questões sobre a custódia dos filhos com dura troca de acusações no processo do Tribunal Superior de Los Angeles.
Em Janeiro de 2017, eles concordaram em selar os registros relacionados aos seus seis filhos, a maioria dos quais já são maiores de idade: Maddox (23), Pax (21), Zahara (19), Shiloh (18), e os gêmeos Vivienne e Knox, agora com 16 anos.
Angelina e Brad, cujo divórcio foi bifurcado, foram declarados legalmente solteiros em 2019.
Nos anos seguintes, o ex-casal lutou pela custódia e também por questões legais relativas à propriedade francesa e vinícola, Château Miraval, avaliada em 164 milhões de dólares, que eles compartilhavam.
Já em Fevereiro de 2022, Pitt processou Jolie pela venda da parte dela no Château Miraval. A estrela de “Lara Croft: Tomb Raider” foi obrigada a ingressar com uma ação contrária dizendo que seu ex buscava travar uma guerra vingativa contra ela.
O processo foi movido pela Nouvel, uma empresa fundada por Jolie. A empresa alegou que Pitt arquitetou um plano, até o momento bem-sucedido, para tomar o controle do Château Miraval, após a separação do casal em 2016.
Em uma declaração sobre o caso, a defesa de Jolie chamou as ações legais de Pitt de “frívolas, maliciosas e parte de um padrão problemático”.
A atriz esteve se mantendo firme em dizer que ela e Pitt não tinham feito “um contrato secreto, não escrito e não falado” que exigisse consentimento antes de vender as ações do Château Miraval. O casal continuou a brigar por Miraval ao longo de 2024. Entretanto, tal disputa não está conectada ao processo de divórcio.
Em Novembro, Jolie obteve uma vitória legal quando um juiz do caso decidiu que Pitt deveria divulgar os documentos, incluindo e-mails e mensagens de texto, que o advogado de Jolie, Paul Murphy, afirma que provarão as alegações de violência praticada por Pitt e “anos de acobertamento” da parte dele.
No mesmo mês, Pitt também obteve sua própria vitória na batalha da vinícola quando os pedidos de Jolie para encerrar o processo foram rejeitados e o caso se aproximou de um julgamento com possíveis provas de que havia um acordo escrito entre o ex-casal sobre a venda, o que uma fonte de Pitt disse que “demonstra a legitimidade de suas alegações”.
O atual acordo de divórcio não afeta o processo da vinícola. Ou seja, referida batalha legal deve continuar.
Saiba por qual motivo Jolie decidiu ingressar com pedido de divórcio de Brad Pitt, em um artigo publicado em 7 de Junho de 2024 pelo Angelina Jolie Brasil, clicando aqui.
• Fonte: People | G1
No dia 19 de Dezembro de 2024, a revista “Vanity Fair” compartilhou em seu website oficial uma entrevista exclusiva com nossa musa inspiradora – Angelina Jolie. Confira a matéria completa abaixo, traduzida na íntegra pelo Angelina Jolie Brasil! Agradecimentos especiais à professora de inglês, Juliana Galdi.
Por David Canfield
Atualmente, Angelina Jolie está abraçando um território desconhecido. Ela se destacou como o ícone da ópera, Maria Callas, no elegante filme biográfico dirigido por Pablo Larraín, para o qual ela passou meses fazendo aulas intensivas de canto.
Depois de ter corrido por Los Angeles enquanto divulgava o filme — ela foi indicada ao Globo de Ouro e ao Critics Choice Award na semana passada — agora ela já se encontra trabalhando em seu próximo filme. Ela se conecta comigo através do “Zoom”, de Paris, durante uma pausa na produção de “Stitches”, um drama independente escrito e dirigido por Alice Winocour. Neste projeto, Jolie interpreta uma cineasta americana – o que pode soar como um território relativamente familiar. Mas, novamente, ela foi incumbida de fazer algo que nunca fez antes: desempenhar um papel principalmente em francês.
“Eu não sou fluente — falo um pouco, mas… dar significado para cada palavra e fazer uma performance exige um tipo diferente de entendimento sobre o que estou dizendo, ser emocional e não pensar na linguagem”, ela diz. “Este é um desafio diferente.”
Até fazer “Maria”, Jolie não havia filmado um filme independente desde bem antes da pandemia. Então é uma surpresa vê-la voltar para outro filme dramaticamente complexo e dirigido por um artista; já faz mais de uma década desde que ela trabalhou com essa intensidade e rigor como atriz. Jolie reconhece isso — no ano passado, ela se sentiu diferente, re-energizada, disposta e ansiosa para mais uma vez assumir os tipos de riscos artísticos que, no começo, definiram sua ascensão como artista, em filmes como “Gia” e “Garota, Interrompida”.
Já se passaram quase 25 anos desde a estreia deste último filme, que rendeu a Jolie um Oscar e a colocou no caminho do estrelato, algo acompanhado pelo o que ela chama de sua tendência de se afastar do olhar curioso da indústria — e do público.
“Maria” acompanha Callas nos últimos e solitários dias de sua vida, e esse quadro melancólico, deu a Jolie o espaço para entregar uma performance profundamente vulnerável. O papel exigiu que ela olhasse para dentro, como poucos trabalhos ultimamente exigiram, e ela ainda está compreendendo sobre como essa experiência a impactou — e o que ela quer dizer sobre isso. Mas ela se sente pronta para seguir em frente, e talvez também descubra por que levou alguns anos para “ficar viva novamente”.
Vanity Fair: Você disse que fazer “Maria” te fez lembrar do que significa ser uma artista. Você pode falar mais sobre isso — com o que você sente que entrou em contato novamente?
Angelina Jolie: “Eu não tenho sido eu mesma há um tempo, então não pude me dedicar tanto ao trabalho durante alguns anos. Sentir que poderia trabalhar novamente, me comunicar e estar com pessoas legais — muito do que faço é em colaboração com outros artistas. Quando tudo dá certo, acabamos criando juntos. Quando você está com pessoas legais e criativas, você aprende muito sobre si mesma e sobre a vida. Você se sente em um lugar seguro para brincar e se arriscar. Eu tive isso com Pablo e não acho que seja por acaso que eu tenha encontrado outra situação dessa em “Stitches”, que é muito parecida e com pessoas muito bem-intencionadas e atenciosas. Eu estava conversando com Louis Garrel, um maravilhoso ator francês, sobre nossas cenas e nosso trabalho. Eu também conversei com Alice [Winocour] esta manhã sobre a vida e a saúde das mulheres, temas que fazem parte do filme. A arte, para o público ou para o artista, pode realmente ser muito curativa e nos fazer crescer. É para isso que todos nós estamos vivos — para descobrir, sentir, criar e conectar. Sem isso, estamos apenas dificilmente existindo.”
Tem sido uma grande parte da sua vida há tanto tempo. Imagino que tenha sido muito significativo sentir isso de novo.
“Realmente foi. Provavelmente mais do que eu consigo expressar. Se ninguém recepciona sua arte ou se você não consegue se conectar, é como gritar no escuro. Significa muito que as pessoas tenham reagido a “Maria”. Sempre senti, desde muito jovem, que o cinema tem sido uma forma de me comunicar com o mundo e de não me sentir tão sozinha. Estamos todos passando por essa condição humana e por essa vida. Então é muito, muito curativo poder fazer parte desses filmes, falar com vocês sobre isso e viver dessa forma. E eu senti falta disso. Percebi que realmente sentia falta disso. Sentia falta de ser uma artista.
Quando você diz que sentiu falta, como foi passar por esse período em que você não sentiu tanto isso?
“Fiquei muito sombria por razões que prefiro não explicar, mas não tinha muita luz e vida dentro de mim. É como se sua luz se apagasse. Eu também precisava ficar mais em casa, então não conseguia me comprometer com grandes períodos de tempo. Escolher no que trabalhar e quando trabalhar não era uma escolha criativa, em muitas das vezes. Nos últimos anos, às vezes era a escolha prática. Realmente, acho que “Maria” foi o começo de ficar viva novamente. Eu precisava de muitas pessoas gentis ao meu redor para segurar minha mão.”
A ênfase em pessoas legais…
“Sei que digo isso com muita frequência, mas nosso ramo pode ser muitas coisas. No final do dia, temos muita sorte de fazer o que fazemos, mas gastamos muito tempo com sentimentos grandes, profundos e emotivos. Se você não fizer isso com pessoas com quem você se sente segura, isso pode te afetar de maneiras muito ruins.”
Parece algo que você aprendeu com o tempo.
“Ah, com certeza. Todos nós já convivemos com pessoas horríveis em nossas vidas, com as quais é difícil fazer seu trabalho porque você se sente emocionalmente vulnerável e então você sente que está sendo usada da maneira errada. Com muitos artistas, nós somos meio crus. É por isso que às vezes parecemos um pouco loucos. Parte do que fazemos é não nos sentirmos confortáveis. É sentir profundamente, explorar e ir a lugares estranhos em nossa mente e em nosso corpo. Se você for livre para fazer isso, essas coisas maravilhosas podem acontecer. Mas, às vezes, você pode ser uma pessoa muito vulnerável em um mundo um pouco sombrio — e pode acabar surtando.”
Maria é uma personagem muito vulnerável, obviamente. Como foi essa experiência, em um nível prático, de passar o dia a dia nos sets?
“Foi pesado. Maria foi uma experiência muito completa. Não consegui deixá-la nos sets, como às vezes acontece. Parte disso foi porque, de qualquer maneira, eu sempre estava fazendo treinamento depois das filmagens; sempre havia uma próxima ária. Mas tudo acaba levando à morte, e a morte foi a última coisa que filmamos. Tenho quase 50 anos e minha mãe teve câncer quando tinha 48. Você fica realmente pensando sobre a morte, sobre coisas que lhe causam tristeza ou sobre coisas que você perdeu em sua vida. Imagino que você, e talvez muitas pessoas que você conhece, já passaram por momentos em que se sentiram muito tristes, mas estavam sozinhos. Eu certamente já passei por esses momentos de tristeza estando sozinha. Compartilhar isso agora, não apenas com a equipe, mas com o mundo, e conhecer outras pessoas e reconhecer que temos esse nível de dor, pode ser muito catártico – expressar coisas pesadas juntos. Maria também era engraçada, mas o lado pesado dela era… sim. [Risos] Acho que isso me fez querer tentar viver mais plenamente. Sempre que você faz algo sobre a morte, você pensa frequentemente sobre a vida, naturalmente.”
Há um detalhe legal para esse momento, considerando que já faz 25 anos desde que o filme “Garota, Interrompida” foi lançado, pelo qual você ganhou um Oscar. Você interpretou Lisa, uma psicopata diagnosticada e em tratamento psiquiátrico — outra personagem muito pesada. Como você compara sua posição atual como atriz, com a artista daquela época?
“Ainda não descobri realmente como me sinto sobre isso, mas existe algo bonito e reconfortante no fato de que há algo não muito diferente entre essas mulheres e a pessoa que eu era 25 anos atrás. Talvez eu tenha me aproximado dela de uma maneira diferente. Talvez eu não a tenha perdido tanto quanto pensei. Espero estar melhor em alguns aspectos: hoje sou mãe e sou muitas outras coisas… Talvez eu ainda esteja tentando me conectar e talvez eu ainda continue sentindo as coisas profundamente. Eu não sei. Tenho certeza de que um terapeuta se divertiria muito com isso. Enquanto você está me perguntando, estou pensando tipo, meu Deus, algum terapeuta deveria estudar essas coisas e me dizer o que elas significam.”
Você se lembra como foi interpretar Lisa naquela época?
“Sim, o que é interessante porque não tenho muitas lembranças da minha vida. Lembro que não a considerava louca e que ela era uma pessoa real. Ela precisava ser amada, ela se sentia sozinha e queria a verdade. Eu só vi o filme uma vez — é difícil falar sobre ele porque eu assisti apenas uma vez há 25 anos — mas, pela minha memória, Lisa só queria que alguém fosse honesto com ela e que se conectasse com ela. De alguma forma, ela acabou se sentindo muito, muito sozinha por isso — não muito diferente de Maria. Não encontrar alguém que a entendesse o suficiente, não encontrar um caminho a seguir, onde ela se sentisse bem. Esse é um tema recorrente? Que estou sozinha? O que é isso? [Risos] Provavelmente existe algo muito trágico que eu não quero abordar agora, mas… É.”
Sim, eu entendo. Lembrando da divulgação do filme, Lisa era frequentemente mencionada como louca e sem o tipo de nuance que você está falando agora. Você se lembra de ter encontrado isso?
“Eu me lembro de ouvir as pessoas dizendo isso. Mesmo que elas pensassem que estavam me elogiando por interpretar Lisa, elas estavam me elogiando por interpretar uma pessoa louca. Isso me deixou triste, porque eu não pensava nela dessa forma e não gostei de saber que fui mencionada dessa forma. Mas também foi uma época em que eu ainda estava tentando me entender e talvez houvesse algo em mim que eu não estava entendendo — sobre o que as pessoas consideram loucura. Quero dizer, essa é a mais pura verdade. A dura verdade é que, durante aquele momento em que você está tentando se descobrir, em que você é jovem, um pouco selvagem, forte, curiosa e emotiva — as pessoas dizem: “Não, isso é loucura. Ela é louca. Você é louca.” Isso, provavelmente, só me isolou mais e me fez pensar que eu devia ser diferente. Talvez eu seja sombria [dark], ou talvez eu seja estranha, ou talvez eu não seja o que as pessoas querem que eu seja.”
Parece diferente com Maria? Apenas por curiosidade, ouvi pessoas expressando muito mais carinho por ela.
“Eu não leio as coisas publicadas sobre mim, mas depois das exibições do filme, conversei com pessoas que foram muito gentis. Mas também ouço as pessoas se referirem a ela como um pouco louca. As pessoas ainda conseguem vê-la e não percebem que ela era apenas uma garota que não era amada.”
Que é o tema do filme.
“Que é basicamente o tema do filme, certo? Não existe nada que ela faça que machuque alguém ou que seja contra alguém. De alguma forma, ela é vista como se houvesse algo errado com ela, algo nela irrita as pessoas. Mas sim, acho que há muito amor por ela e nada me deixa mais feliz do que isso. Se ela era uma diva, era porque foi muito dura consigo mesma e com qualquer coisa relacionada ao seu trabalho, porque ela era perfeccionista. Ela também era alguém que se achava perfeita e, ao mesmo tempo, que não era nada, porque era isso o que sua mãe lhe dizia. Ela definitivamente era mais dura consigo mesma, do que qualquer outra pessoa poderia ser.”
Sem querer parecer muito um psicólogo, mas como você se relaciona com essa ideia de perfeição a todo custo?
“A propósito, você seria um ótimo terapeuta.”
Vou lhe contar que considerei trabalhar com isso. Mas estou genuinamente curioso sobre como você se conectou com essa parte dela.
“Acho que é por isso que demorei alguns dias para dizer sim, porque eu sabia que estava caminhando para o impossível. Você não pode ser tão boa quanto ela — certamente nunca poderá ser tão boa quanto ela no palco, nunca poderá cantar tão bem quanto ela, e só pode rezar para não decepcionar aqueles que amam seu trabalho. Eu estava com medo. Eu estava com medo de realmente falhar nisso.”
Você pode me contar sobre quando levou “Maria” para Veneza e como você estava se sentindo naquele dia, tanto antes da exibição quanto depois de sentir a reação na sala de cinema?
“Foi engraçado levá-la para Veneza porque ela estava em Veneza — até dizemos isso no filme; Onassis fala sobre vê-la no Festival de Cinema de Veneza. Eu estava tentando decidir o que vestir e descobri que havia fotos dela em Veneza, usando um pequeno casaco de pele; foi por isso que usei aquela pele falsa. Foi estranho. No filme, eu canto em italiano e estava na Itália. Como iria ser? Essas são pessoas que realmente conhecem essas árias e essa é uma forma de arte muito respeitada e compreendida aqui. Fiquei muito animada por esses motivos, em levá-la para Veneza e muito nervosa também. Quando o filme foi bem recebido, quando senti que as pessoas estavam gostando, foi um grande alívio. Então, quando você está com pessoas que ama, você olha ao redor para os rostos dos artistas com quem trabalhou, é um momento lindo.”
Agora que você está se sentindo revigorada criativamente, há cineastas com quem você gostaria de trabalhar ou tipos de trabalho que você gostaria de fazer no futuro?
“O que você acha que eu deveria fazer?”
Bem, como você mencionou, você conseguiu ser seletivamente engraçada em “Maria”. Eu adoraria ver você fazer mais comédia.
“Obrigada. Eu acabei de escrever para uma amiga minha hoje, Eunice, que está em Liverpool, e ela disse: ‘Por que você não está fazendo… Você deveria fazer algo divertido.’ Eu respondi dizendo: ‘Eu gostaria de encontrar algo divertido’, mas não tenho certeza. Nunca tenho certeza do quão engraçada sou. Eu adoraria fazer algo divertido e leve. Acho que eu teria que fazer uma personagem tipo escada *. Eu sinto que é isso que eu sou. Eu aceito isso. Em “Malévola”, foi tipo, ok, eu serei a pessoa séria. Há tantos diretores maravilhosos com quem eu adoraria ter a chance de trabalhar. Eu gostaria de ter permissão para atuar nessa área. Eu adoraria que as pessoas se aproximassem e estivessem dispostas a me convidar para atuar com elas e criar com elas. Então veremos. Sim, comédia, talvez.
Vamos jogar para o universo.
“Se der certo, foi por sua conta.” ◾

*Obs: O termo escada na comédia refere-se a um ator / personagem que completa a piada para um outro personagem, sendo mais comum em esquetes de duplas cômicas. O personagem escada faz o contraponto de seu(s) companheiro(s) de cena, sendo geralmente um “homem mais sério” e posturado, diferente dos demais em cena que são cômicos e exagerados. Em inglês, esse tipo de personagem é conhecido como “straight man”.
• Fonte: Vanity Fair | Wikipedia
Nesta sexta-feira, dia 27 de Dezembro de 2024, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – foi flagrada passeando e fazendo compras na companhia da filha mais nova, Vivienne (16), em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Mãe e filha se mostraram sorridentes e descontraídas enquanto caminhavam lado a lado, carregando algumas sacolas.
Jolie retornou a Los Angeles para passar o natal e, provavelmente, o ano novo junto dos filhos. Atualmente, ela participa das gravações de seu mais novo filme, “Stitches”, na cidade de Paris, França.
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• Candids » 2024 » 27/12/24 (15x)
Neste sábado, dia 21 de Dezembro de 2024, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – foi flagrada pelos paparazzis de plantão fazendo compras de natal, na cidade de Los Angeles, Estados Unidos.
A cineasta foi vista quando saía da loja “Blick Art Materials” e quando chegava à loja “World of Vintage T-Shirts” na companhia de um segurança particular.
Provavelmente, Jolie retornou a Los Angeles para passar o natal na companhia dos filhos. Atualmente, ela participa das gravações de seu mais novo filme, “Stitches”, na cidade de Paris, França.
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• Candids » 2024 » 21/12/24 (40x)
No dia 12 de Dezembro de 2024, a Critics Choice Association divulgou a lista dos indicados aos Critics Choice Awards, uma das premiações que serve de termômetro para o Oscar.
Nossa musa inspiradora, Angelina Jolie, foi indicada para concorrer ao prêmio de Melhor Atriz por seu trabalho no longa “Maria Callas”.
Jolie irá disputar o prêmio ao lado de Cynthia Erivo (“Wicked”), Karla Sofía Gascón (“Emilia Pérez”), Marianne Jean-Baptiste (“Hard Truths”), Mikey Madison (“Anora”) e Demi Moore (“A Substância”).
“Maria Callas” também foi indicado para concorrer na categoria de Melhor Design de Figurino.
Os vencedores serão revelados no dia 12 de Janeiro de 2025 durante a 30ª edição do evento que será apresentada por Chelsea Handler. No Brasil, o Critics Choice Awards serão transmitidos pela TNT e pela Max às 21h00.
Angelina também foi indicada aos Satellite Awards 2025 na categoria de Melhor Atriz em Filme de Drama.
Ela irá concorrer ao prêmio junto com Fernanda Torres (“Ainda Estou Aqui”), Lily-Rose Depp (“Nosferatu”), Nicole Kidman (“Babygirl”), Saoirse Ronan (“The Outrun”) e Tilda Swinton (“O Quarto ao Lado”).
O Satellite Awards é uma premiação entregue anualmente pela IPA (International Press Academy), associação de jornalistas de entretenimento fundada em 1996. Os vencedores serão anunciados em 26 de Janeiro de 2025.
• Fonte: Critics Choice Association | International Press Academy
Jolie grava cenas de “Stitches” embaixo de chuva
18 de dezembro de 2024
Na noite da última segunda-feira, dia 16 de Dezembro de 2024, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – foi flagrada pelos paparazzis de plantão enquanto participava das gravações de seu mais novo filme, “Stitches”, embaixo de uma intensa chuva na floresta Châtenay-Malabry, nos arredores de Paris, França.
Usando um casaco com capuz de cor preta, a atriz estava bastante sorridente e aparentava desfrutar o momento, apesar do mal tempo.
Conforme breve sinopse disponibilizada, o longa irá acompanhar uma cineasta americana chamada Maxine (Jolie) que chega a Paris para a semana de moda em uma jornada de vida ou morte, enfrentando desafios e autodescoberta.
“Stitches” será o primeiro trabalho de direção em língua inglesa de Alice Winocour. O elenco conta com os atores Ella Rumpf, Louis Garrel, Anyier Anei, Garance Marillier e Finnegan Oldfield. O filme ainda não tem data de lançamento prevista.
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• Filmes » Atriz » 2025 – Stitches » Sets – 16/12/24 (20x)
Angelina Jolie concede entrevista para o LA Times
17 de dezembro de 2024
Nesta terça-feira, dia 17 de Dezembro de 2024, o jornal LA Times compartilhou em seu website oficial a capa da edição do dia 19 de Dezembro da revista “The Envelope”, que traz nossa musa inspiradora – Angelina Jolie.
Além de uma nova entrevista, o jornal também publicou um novo ensaio fotográfico exclusivo registrado por Victoria Will. Confira a matéria completa abaixo, traduzida na íntegra:
Por Dave Itzkoff
Poucas semanas antes do mundo vê-la interpretar Maria Callas, a venerada soprano, Angelina Jolie esteve saboreando sua própria noite de ópera.
Em uma visita a Nova York no mês de Novembro, Jolie e Pablo Larraín – que a dirigiu no filme biográfico “Maria” – foram convidados ao Metropolitan Opera para assistir a uma apresentação de “Tosca”, a ópera de Puccini sobre a implacável diva de seu título.
No dia seguinte, Jolie e Larraín conversavam animadamente sobre o espetáculo que tinham visto no Met — sobre seu esplendor e majestade; sobre lugar especial no conjunto da obra de Callas; e sua adorada ária, “Vissi d’arte”, na qual Tosca declara: “Eu vivi pela arte, eu vivi pelo amor.”
Parecia um ponto culminante adequado para a longa imersão de Jolie na vida e na música de Callas, a diva estilosa e apaixonada que se tornou a maior estrela da ópera antes de se retirar das apresentações e morrer em uma espécie de semi-reclusão aos 53 anos.
Mas quando perguntaram a Jolie se ela conseguiria se imaginar subindo no palco do Met e exibindo algumas das habilidades que ela passou sete meses desenvolvendo para o filme, a atriz deixou claro que não nutria tais desejos.
“Meu Deus”, ela responde, como se lhe tivessem pedido para provar uma xícara de leite azedo. “Isso seria meu pesadelo. Isso seria assustador.”
“Maria”, agora em exibição na Netflix dos Estados Unidos, é uma dramatização de como Callas pode ter vivido seus últimos dias em 1977, vagando por Paris e refletindo sobre seu passado: uma infância conturbada; um caso tempestuoso com Aristóteles Onassis; e uma carreira de triunfos artísticos temperada por sua decisão enigmática de se afastar de tudo isso.
Não é difícil imaginar por que Jolie, 49, uma atriz vencedora do Oscar que passou décadas como objeto de fascínio público, pode se identificar com Callas: ela também interpretou memoravelmente sua cota de heróis e vilões, mães, esposas e filhas, e sabe muito bem como é ser mal interpretada por legiões de admiradores.
Descrevendo a afinidade que sentia com Callas, Jolie diz: “Nós duas somos mulheres muito emotivas que provavelmente são vistas como muito fortes, mas somos bastante vulneráveis, artistas emotivas que ficam muito sozinhas”.
No entanto, para Jolie encarnar completamente seu papel em “Maria”, ela precisaria de mais do que esse vínculo espiritual. A atriz poderia trazer seu próprio porte sobrenatural e poderia usar trajes suntuosos em cenários extravagantes — até mesmo no palco do La Scala em Milão. Mas ela também teria que deixar de lado um medo pessoal e aprender a cantar: não para se igualar a Callas — ninguém poderia fazer isso — mas para convencer o público daquilo que estão vendo no filme e canalizar uma conexão que Jolie e Larraín sentiam ser crucial.
“Não há nada que possa ajudar você a entender essa mulher mais do que estar em sua forma arte e sentir a música com ela”, diz Jolie.
Em uma sala de estar de um hotel de luxo em Manhattan, Jolie e Larraín se reuniram para uma conversa sobre “Maria” com Massimo Cantini Parrini, o figurinista do filme, e Eric Vetro, que foi o treinador vocal de Jolie.
Larraín, que anteriormente dirigiu os dramas históricos, “Jackie” (estrelado por Natalie Portman como Jacqueline Kennedy) e “Spencer” (no qual Kristen Stewart interpretou a Princesa Diana), diz que se sentiu atraído por essas mulheres extraordinárias que foram capazes de “encontrar sua própria identidade e ser quem eram por meio de suas próprias vontades e capacidades”.
Embora Larraín e Jolie tenham discutido possíveis colaborações ao longo dos anos, nada se concretizou até que o diretor pensou em fazer um filme sobre Callas, cujos discos ele cresceu ouvindo. Larraín, um fã de ópera de longa data desde sua infância quando vivia em Santiago, no Chile, mergulhou em biografias de Callas e artigos de jornais e revistas sobre ela.
Apesar de toda essa pesquisa, Larraín diz: “Não tenho certeza se eu sabia quem ela era. Eu estava pensando em fazer um filme sobre alguém que fosse indescritível, muito misteriosa e ao mesmo tempo muito magnética” — tudo isso parecia apontar para Jolie.
Mas quando Larraín pediu que ela interpretasse o papel, Jolie precisou de alguns dias para considerar a oferta. “Eu não tinha a confiança necessária em mim mesma para fazer isso”, ela diz.
Jolie não sabia cantar e enquanto Larraín vasculhava mecanismos de busca a partir da pergunta “Angelina Jolie já cantou diante das câmeras?”, ela esperava esconder a resposta dele. “Criativamente, como pessoa, eu tinha um bloqueio ali”, observa ela.
Casualmente esticada em um sofá na suíte do hotel, Jolie não conseguiu deixar de exalar uma parte da potência de celebridade que ela costuma exibir na tela. Ao longo da conversa, seus colegas de “Maria” rotineiramente elogiam sua beleza física, sua postura e sua atitude pé no chão.
Ao longo do trabalho deles em “Maria”, Cantini Parrini diz: “Ela ficava dizendo: ‘Vocês são meu time'”, uma falta de pretensão que ele diz ter sido fundamental para estabelecer “a intimidade necessária para criar aquela combinação entre o personagem e a pessoa”.
Jolie recebe essas palavras graciosamente, mas o elogio certo ainda pode furar suas defesas. Quando a descrevo — mãe de seis filhos, diretora, roteirista, filantropa e produtora ganhadora do Tony Award — como uma mulher com capacidade aparentemente ilimitada, ela parece momentaneamente surpresa.
“Obrigada,” ela diz, depois de uma pausa. “Você é o tipo de amigo que eu preciso.”
Ela também não tem vergonha de compartilhar como os requisitos de “Maria” conflitavam com suas sensibilidades particulares como artista.
Vetro, que também treinou atores como Timothée Chalamet, Austin Butler e Ryan Gosling para seus papéis de canto, descreve a primeira vez que Jolie o visitou em seu estúdio em Toluca Lake.
“Eu simplesmente tinha essa confiança”, diz Vetro. “Eu tinha esse instinto de que ela seria capaz de fazer isso.”
“Você pode contar a verdade sobre nosso primeiro encontro”, Jolie responde brincando.
“Bem”, diz Vetro, “ela estava muito, devo dizer…”
“Nervosa!” interrompe Jolie.
“Nervosa, sim,” Vetro concorda finalmente. “Um pouco de ansiedade sobre isso, sim. ‘Aterrorizada’ seria a palavra. E quando tentei fazê-la cantar, ela começou a chorar.”
No treinamento com Vetro, Jolie praticou exercícios de aquecimento e controle da respiração, os tons, sotaques e pronúncias corretas para suas árias e — por mais improvável que pareça para uma atriz com uma presença notoriamente escultural — como ficar em pé corretamente.
“Quando ela vocalizava, sua postura meio que encolhia um pouquinho, no começo. Eu fazia lembretes constantes para ela ficar ereta, o que ela nunca [geralmente] precisa,” diz Vetro.
O objetivo do trabalho deles não era transformar Jolie em uma diva da ópera — os cineastas reconhecem que o que o público ouve em “Maria” são gravações misturadas que usam os vocais de Jolie, bem como gravações originais das performances de Callas.
Larraín disse que, em vez disso, queria encontrar um meio termo entre o famoso tema de seu filme e sua igualmente eminente protagonista — uma maneira de inverter as expectativas de que Jolie teria que imitar Callas perfeitamente para interpretá-la. “Eu disse a ela: ‘Não, Angie, há algo que precisamos trazer de Callas para você.'”
Apesar de todo o desconforto que sentiu por ter que cantar, Jolie diz que também gostou do desafio apresentado a ela e da exigência de entregar o mesmo nível de seus colegas no filme.
“Eu admiro pessoas que dão um grande passo, mesmo que caiam. Quando vejo pessoas que são cuidadosas — cuidadosas demais — fico mais desconfortável por elas. Mas se vejo alguém sendo emocionalmente corajoso ou criativamente corajoso, torço por essa pessoa. Não as julgo.”
E nos momentos em que Jolie pode ter sentido essa ansiedade de forma mais aguda — digamos, ao recriar a performance de Callas de “Piangete voi?” de “Anna Bolena” de Donizetti no palco do La Scala, diante de centenas de figurantes e funcionários da casa de ópera — ela podia dizer a si mesma que estava simplesmente cantando para seu diretor, que geralmente estava a poucos metros dela, operando sua própria câmera.
“Quando estávamos sozinhos no palco, meu trabalho não era cantar”, explica Jolie. “Meu trabalho era interpretar uma personagem e contar uma história por meio da música.”
Se pareceu difícil filmar as cenas de “Anna Bolena”, Jolie diz que poderia pelo menos dizer a si mesma: “É uma cena louca” — uma sequência em que sua personagem na ópera supostamente está se desvendando. “Foi a mais difícil”, ela acrescenta, “mas aquele dia estava muito além da minha zona de conforto”.
Larraín diz que fez apenas um pedido para Jolie em meio àquele turbilhão de caos e emoção. Falando em um sussurro no palco, ele diz: “Eu me lembro, eu estava tipo, ‘Angie, por favor, mais alto. Cante mais alto, mais alto.'”
Jolie não é um livro totalmente aberto; há uma fala que ela diz no filme enquanto interpreta Callas, que menciona sua reputação pública e como ela é percebida pelo mundo quando diz: “Tomei liberdades durante toda a minha vida, e o mundo tomou liberdades comigo.”
A atriz – que também é alvo constante de escrutínio e especulação da mídia – sentiu alguma conexão com Callas nesse sentido? Jolie simplesmente devolve a pergunta para mim:
“Acho que os jornalistas do mundo todo assistem a este filme de forma um pouco diferente. Quando assistem, estão muito conscientes de como o trabalho deles afetou nós duas.”
Jolie também não está particularmente dominada pela angústia profissional que se tornou tristemente gratificante para Callas, cuja carreira meteórica acabou muito antes de ela alcançar seus anos dourados.
“Minha maternidade é a única coisa sem a qual eu não conseguiria viver”, diz Jolie. “Sério, você poderia tirar todo o resto, que eu ficaria bem.”
O que Jolie diz ter ganhado ao fazer “Maria” foi a percepção de uma artista que não poderia viver sem sua arte e o prazer de contar essa história na companhia de outras pessoas “ligeiramente quebradas” e “sensíveis”. “Eu fui assim durante toda a minha vida”, observa ela.
“Pessoas sensíveis sentem muito e se preocupam muito”, acrescenta ela. “Elas também criam muito e se conectam de maneiras lindas.”
“Uma das coisas mais bonitas de estar em um set de filmagem é que você está com centenas de outras pessoas assim”, continua ela, ouvindo risadas de seus colegas na sala.
“Todos nós nos encontramos. São todos sensíveis, todos criativos e todos são um pouco — você sabe, incomuns. E não necessariamente os mais estáveis.” ◾

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• Fonte: LA Times
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Na noite do último domingo, dia 15 de Dezembro de 2024, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – foi flagrada pelos paparazzis de plantão quando retornava ao hotel Le Royal Monceau Raffles, onde se encontra hospedada, na cidade de Paris.
No sábado (14), Jolie esteve divulgando “Maria” em dois eventos organizados pela Netflix em Londres, na Inglaterra. Pela manhã, Angelina participou de um almoço especial em celebração ao filme e à noite, esteve em mais uma Exibição Especial (Screening) ao lado do roteirista, Steven Knight.
Atualmente, a atriz está trabalhando nas gravações do filme “Stitches”, dirigido por Alice Winocour, na França.
Conforme breve sinopse disponibilizada, o longa irá acompanhar uma cineasta americana chamada Maxine (Jolie) que chega a Paris para a semana de moda em uma jornada de vida ou morte, enfrentando desafios e autodescoberta.
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