Angelina Jolie visita a World Central Kitchen
20 de janeiro de 2025
Na semana passada, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – visitou a organização “World Central Kitchen” em Los Angeles, nos Estados Unidos.
A atriz posou em uma foto ao lado de Tunde Wackman, diretora de desenvolvimento da WCK, e de outras voluntárias que atualmente trabalham ajudando as vítimas dos incêndios florestais na Califórnia.
Os frequentes incêndios têm causado devastação significativa e o desalojamento de milhares de pessoas. Em meio a essa crise, muitos indivíduos e organizações intensificaram seus esforços para oferecer auxílio, incluindo figuras públicas que usam suas plataformas e recursos para apoiar aqueles que foram impactados.
Esses incêndios, que começaram no início de Janeiro de 2025, já foram classificados como alguns dos mais destrutivos na história de Los Angeles.
Entre as inúmeras pessoas afetadas, celebridades também foram forçadas a desocupar suas casas. Entretanto, algumas dessas figuras públicas, como Jolie, estão contribuindo ativamente em iniciativas de socorro.
A atriz, que também é conhecida por seu engajamento em causas humanitárias, está atualmente envolvida no auxílio às vítimas dos incêndios.
Segundo informações do website “Isto É”, Jolie e seus seis filhos estão trabalhando juntamente com organizações locais para fornecer apoio prático e material. Eles foram vistos ajudando bombeiros, distribuindo suprimentos e contribuindo com organizações como a World Central Kitchen.
Essa ajuda contínua reflete a experiência de Jolie em responder a crises humanitárias. No passado, ela trabalhou com a ONU para ajudar refugiados ao redor do mundo, utilizando sua experiência para coordenar esforços efetivos de apoio às vítimas dos incêndios atuais.
Entretanto, a cineasta preferiu não fazer anúncios públicos de suas ações, focando em escutar as necessidades da comunidade e atender demandas urgentes.
Além de Jolie, outras personalidades públicas têm se envolvido em esforços beneficentes. Celebridades como Halle Berry, Sharon Stone e Jennifer Garner também tem colaborado com empresas locais para organizar campanhas de doação de roupas e suprimentos.
Estas iniciativas buscam mobilizar recursos e conscientizar o público sobre a gravidade da situação, promovendo que mais pessoas contribuam para o auxílio durante a crise.
A World Central Kitchen é uma organização não governamental sem fins lucrativos dedicada a fornecer refeições após desastres naturais.
Seu método de operação é ser o primeiro a responder e depois colaborar e galvanizar soluções com chefs locais para resolver o problema da fome, imediatamente após um desastre.
• Fonte: Isto É | Daily Mail | Wikipédia
• Trabalho Humanitário » Eventos, Missões e Outros » 2025 » World Central Kitchen (01x)
Jolie e os filhos fazem compras em Los Feliz
15 de janeiro de 2025
No final da tarde desta terça-feira, dia 14 de Janeiro de 2025, a mamãe mais famosa de Hollywood – Angelina Jolie – foi flagrada pelos paparazzis de plantão na companhia de seus dois filhos mais novos, Knox e Vivienne (16), quando chegava ao mercado de produtos orgânicos, “Lazy Acres Market”, no bairro de Loz Feliz, em Los Angeles, Estados Unidos.
Mãe e filhos também foram fotografados quando deixavam o estabelecimento e caminhavam em direção ao carro levando algumas sacolas de compras.
Na semana passada, a atriz foi questionado por um paparazzi se planejava doar para os esforços de socorro aos incêndios. A atriz revelou que estava preocupada e que estava ajudando entes queridos necessitados:
“Sim, farei isso. No momento, estou cuidando de pessoas próximas a mim e as recebendo em minha casa.”
Milhares de bombeiros continuam combatendo diferentes incêndios na área metropolitana de Los Angeles, Califórnia, enquanto aumentam as condições de ventos fortes para a região nas próximas horas.
Mais de seis milhões de pessoas estão sob ameaça crítica de incêndio nesta quarta-feira em vários condados no sul do estado, incluindo cidades fora da região de Los Angeles, como Anaheim, Riverside, San Bernardino e Oxnard.
Os incêndios mataram pelo menos 25 pessoas até o momento — nove no incêndio Palisades e 16 no incêndio Eaton.
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• Fonte: CNN
• Candids » 2025 » 14/01/25 (25x)
Na noite da última quinta-feira, dia 09 de Janeiro de 2025, Angelina Jolie foi flagrada pelos paparazzis de plantão no estacionamento de um supermercado, logo após fazer compras na companhia do filho Knox (16), na cidade de Los Angeles, Estados Unidos.
Ao ser questionada se planejava doar para os esforços de socorro aos incêndios, a atriz revelou que estava preocupada e que estava ajudando entes queridos necessitados enquanto estocava itens essenciais em seu carro. Ela respondeu:
“Sim, farei isso. No momento, estou cuidando de pessoas próximas a mim e as recebendo em minha casa.”
Jolie colocou outros itens no interior do veículo antes que ela e Knox retornassem para a mansão em que residem, avaliada em 25 milhões de dólares, localizada no bairro de Los Feliz.
O incêndio em Palisades começou na manhã da última terça-feira (7), em meio a ventos fortes em uma região que não registrava chuvas significativas há oito meses.
O médico legista do Condado de Los Angeles confirmou que há pelo menos 11 mortes associadas aos incêndios na região. Entretanto, as autoridades alertaram que não podem determinar o número total de mortos pelos incêndios até que seja seguro para os investigadores irem a bairros onde há linhas de energia caídas, vazamentos de gás e outros perigos.
Quatro grandes incêndios florestais estão ativos no Condado de Los Angeles. Mais de 153 mil pessoas estão sob ordens de retirada, disse o xerife do condado nesta sexta-feira (10). Pelo menos 10 mil propriedades já foram destruídas.
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• Fonte: Daily Mail | CNN
Vídeo:
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• Candids » 2025 » 09/01/25 (25x)
Jolie perde Globo de Ouro para Fernanda Torres
6 de janeiro de 2025
Infelizmente, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – não foi uma das ganhadoras da 82ª edição do Globo de Ouro que aconteceu na noite deste domingo, dia 05 de Janeiro de 2025, em Beverly Hills, Estados Unidos.
Jolie foi indicada para concorrer na categoria de Melhor Atriz em Filme Dramático pelo filme “Maria Callas” e disputou com Fernanda Torres (“Ainda Estou Aqui”), Pamela Anderson (“The Last Showgirl”), Nicole Kidman (“Babygirl”), Tilda Swinton (“O Quarto ao Lado”), Kate Winslet (“Lee”).
Surpreendendo a todos, o prêmio foi entregue para a brasileira, Fernanda Torres. O filme “Ainda Estou Aqui” também concorria na categoria de Melhor Filme Em Língua Estrangeira, mas infelizmente não levou a estatueta.
No longa dirigido por Walter Salles, Fernanda revive a história real de Eunice Paiva, uma advogada que passou 40 anos procurando a verdade sobre Rubens (interpretado por Selton Mello), seu marido desaparecido durante a ditadura militar no Brasil.
Eunice foi um dos símbolos da luta contra a ditadura e uma das pessoas mais ativas na luta pela busca de desaparecidos políticos durante o regime militar.
Essa é a primeira vitória do Brasil no Globo de Ouro desde 1999, quando “Central do Brasil” venceu como Melhor Filme em Língua Estrangeira. O longa de 1998 é protagonizado pela mãe de Fernanda Torres, Fernanda Montenegro, que também atuou em “Ainda Estou Aqui”. Ao receber o prêmio das mãos da atriz Viola Davis, Fernanda dedicou a vitória à mãe:
“Este é um ano incrível para atuações femininas. Tantas atrizes que eu admiro muito estão aqui. É claro, quero agradecer a você, Walter Salles, meu parceiro, meu amigo. Que história, Walter! E, é claro, quero dedicar esse prêmio à minha mãe. Vocês não têm ideia! Ela esteve aqui há 25 anos. E essa é uma prova de que a arte pode durar pela vida, até nos momentos difíceis, como a incrível Eunice Paiva que eu interpretei, passou. E a mesma coisa está acontecendo agora, em um mundo com tanto medo. Esse filme nos ajudou a pensar em como sobreviver em tempos difíceis como esses.”
O Globo de Ouro é uma das principais premiações do cinema e é considerado um “termômetro” para o Oscar que acontecerá no dia 2 de Março de 2025, sendo que as indicações serão anunciadas no dia 17 de Janeiro.
PS: Nós do AJBR ficamos MUITO felizes que, apesar de Jolie ter perdido, o prêmio tenha sido entregue para uma atriz brasileira que atuou em um excelente filme sobre a revoltante ditadura militar brasileira. Parabéns, Fernanda Torres e viva o cinema brasileiro!
Vídeo:
• Fonte: G1
Na noite deste domingo, dia 05 de Janeiro de 2025, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – marcou presença na 82ª edição do Globo de Ouro, que aconteceu no hotel The Beverly Hilton em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Jolie foi indicada para concorrer ao prêmio de Melhor Atriz em Filme Dramático pela interpretação de Maria Callas no longa “Maria”. Em um comunicado oficial, Jolie comentou sobre a indicação dizendo:
“Agradeço ao Globo de Ouro por esta honra. Estou honrada por ter sido indicada ao lado de tantas artistas que admiro profundamente. Compartilho essa indicação com meu diretor, Pablo Larraín, e com todos que fizeram de “Maria” uma experiência tão gratificante. É um privilégio ter interpretado Maria Callas e poder compartilhar seu legado com o mundo.”
Esta é a terceira indicação de Jolie para concorrer ao prêmio de Melhor Atriz em Filme Dramático. Ela também concorreu em 2007 pelo filme “O Preço da Coragem” e em 2008 pelo filme “A Troca”.
A atriz brasileira, Fernanda Torres, também foi indicada ao prêmio e concorre na mesma categoria que Jolie, Pamela Anderson (“The Last Showgirl”), Nicole Kidman (“Babygirl”), Tilda Swinton (“O Quarto ao Lado”) e Kate Winslet (“Lee”).
Na noite deste sábado (4), Angelina também participou da Festa das Melhores Performances organizada pela revista “W”, que aconteceu no Chateau Marmont, em Los Angeles.
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Vídeos:
Nossa musa, #AngelinaJolie, chegou agora há pouco ao Globo de Ouro 2025! ? https://t.co/OYlmjHW8kG pic.twitter.com/7qlzzucT3G
— AJBR (@ajoliebr) January 6, 2025
• Eventos » 2025 » 82º Globo de Ouro (105x)
• Eventos » 2025 » Festa das Melhores Performances da “W” (15x)
Na noite desta sexta-feira, dia 03 de Janeiro de 2025, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – participou dos Palm Springs Film Awards e foi homenageada com o prêmio Desert Palm Achievement por seu trabalho no filme “Maria Callas”.
Jolie chegou na companhia da filha mais velha, Zahara (19), ao evento que aconteceu no Palm Springs Convention Center em Palm Springs, Califórnia, nos Estados Unidos.
Quando a escolha do prêmio foi anunciada, o presidente do Festival Internacional de Cinema de Palm Springs, Nachhattar Singh Chandi, disse em um comunicado oficial:
“Maria” apresenta a icônica Angelina Jolie no papel de sua vida, ao encarnar Maria Callas, a lenda da ópera de renome mundial. O extraordinário retrato de Jolie captura o coração e a complexidade de uma artista cuja vida foi tão cativante quanto a sua música. Em homenagem à sua transformação hipnotizante nessa figura inovadora, porém trágica, estamos felizes em presentear Jolie com o prêmio Desert Palm Achievement”.
A homenagem foi entregue pela madrinha da Jolie, a atriz Jacqueline Bisset.
Mais cedo, Angelina também participou de uma Exibição Especial (Screening) do filme “Maria Callas” que aconteceu durante o festival.
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Angelina Jolie concede entrevista para a revista W
3 de janeiro de 2025
Nesta sexta-feira, dia 03 de Janeiro de 2025, a revista W compartilhou em seu website oficial uma entrevista exclusiva com nossa musa inspiradora – Angelina Jolie.
Confira a matéria completa abaixo, traduzida na íntegra pelo Angelina Jolie Brasil! Agradecimentos especiais ao nosso colaborador, Guilherme Leite. Confira:
Por Lynn Hirschberg
Os últimos dois anos foram agitados para Angelina Jolie: ela lançou sua linha de roupas, Atelier Jolie; ganhou um Tony Award como produtora de “The Outsiders: A New Musical” na Broadway; dirigiu o filme estrelado por Salma Hayek, “Without Blood”; e voltou a atuar em “Maria Callas”, seu primeiro papel desde “Eternos”, lançado em 2021.
O ambicioso filme, dirigido por Pablo Larraín, é a parte final de sua trilogia que centraliza mulheres icônicas incompreendidas, seguindo “Jackie” e “Spencer”. Em “Maria Callas”, Jolie assume o desafio de retratar a lenda da ópera, Maria Callas, equilibrando a dominante presença de palco da diva com as complexidades de sua vida privada.
Para encarnar Callas, a vencedora do Oscar passou por meses de aulas de italiano e treinamento vocal rigoroso para executar algumas das árias mais famosas de Callas. Quando “Maria Callas” estreou no Festival de Cinema de Veneza em Agosto do ano passado, recebeu uma ovação de pé que durou oito minutos, levando Jolie às lágrimas e posicionando-a como uma forte candidata à corrida pelo prêmio de Melhor Atriz deste ano no Oscar. Aqui, Jolie reflete sobre a intensa preparação necessária para interpretar Callas; seu relacionamento com sua falecida mãe, Marcheline Bertrand; e suas esperanças para seus próprios filhos.
W: Antes de interpretar Maria Callas, o que você sabia sobre ela?
AJ: Eu conhecia sua música e não demora muito, ao procurá-la, para começar a ver a opinião de todos sobre ela. Mas realmente nós não a conhecemos. Acho que ela foi mal interpretada. Suas doenças não eram conhecidas – quando ela não conseguia fazer uma apresentação, a crítica e as histórias eram inacreditáveis. Descobrimos que ela estava lidando com muitos problemas médicos. Existe essa ideia de que ela queria ser glamourosa ou ser “a pessoa”. Acho que foi mais sobrevivência. Quando ela era jovem, sua mãe deixou bem claro que ela não era boa o suficiente do jeito que era. Então ela estava sempre tentando juntar tudo – fazer, ser e estar presente. Eu acho que ela sentiu que ser apenas Maria não era o suficiente.
W: Quando você interpreta uma personagem assim, você se vê consumida por ela?
AJ: Eu estava muito “nela” quando estava fazendo ela. Tive sete meses de aula de canto, aula de italiano e aula de ópera. Então, durante as filmagens, Pablo e a equipe me trataram como uma cantora – o que realmente significou muito para mim. Eu tinha pianos onde quer que fosse, meus treinadores, meus exercícios e todas as noites eu estava praticando para a próxima apresentação. Mas foi diferente porque sou mãe, então conseguia me afastar de um dia pesado de trabalho e pensar em outra coisa.
W: Além de Maria Callas, você interpretou a modelo Gia Carangi e Cornelia Wallace, esposa do ex-governador do Alabama, George Wallace. Você gosta de interpretar pessoas reais?
AJ: Eu gosto. Sinto que estou fazendo o bem em cuidar dessas figuras. Eu tenho que amá-las para fazer um bom trabalho, mas você não quer torná-las santas. Quanto mais eu aprendia sobre Maria, mais sentia que ela merecia empatia e compreensão. Naqueles últimos anos de sua vida, quando ela foi tão criticada e estava tão sozinha, meu objetivo era que o público desse uma segunda olhada em sua vida. Dê a ela mais um momento.
W: Callas tinha um ótimo estilo. Havia alguma joia ou peça de roupa em particular que conectasse você a ela?
AJ: Meu visual favorito dela era o roupão. Foi feito à mão na Itália, de crochê. Aquela mulher por trás das portas fechadas, de roupão, com sua fé e seus pequenos poodles seguindo-a – não era isso que o mundo queria de Maria. O que eles queriam era a Callas.
W: Você sempre quis ser atriz?
AJ: Eu queria isso no começo, porque era o sonho da minha mãe. Ela seguiu carreira de atriz, mas aos 25 anos, ela se divorciou e tinha dois filhos para criar. Por isso, ela decidiu concentrar sua vida exclusivamente na maternidade. Ela não me fazia sentir que era um sacrifício – ela adorava ser uma dona de casa. Mas ela realmente queria que eu fosse atriz. Não me lembro de ter feito essa escolha. Lembro que isso deixou minha mãe feliz. Minha mãe era minha empresária e éramos uma equipe. Sempre quis comprar uma casa para ela e comecei a pagar as contas. Quando minha mãe faleceu, ficou mais difícil ser atriz porque percebi o quanto isso dependia dela.
W: Você tem algum ranço?
AJ: Tantas coisas. Mas o que mais me irrita é alguém que seja mentiroso. Alguém que sente a necessidade de não dizer a verdade ou de não dizer aquilo o que quer, o que sente. Há uma versão maior disso – e não estou tentando pesar sobre isso – mas as pessoas que dizem uma coisa e querem dizer outra, não são exatamente quem são. Acho que muitas pessoas não dizem o que querem dizer.
W: Qual é a sua habilidade secreta?
AJ: Eu posso pilotar um avião. Eu tenho um Cirrus [marca que fabrica aviões de pequeno porte].
W: Você ama isso?
AJ: Sim. Agora, meu filho também é piloto.
W: Você fica nervosa quando ele voa?
AJ: Não. Talvez porque eu tenha uma família grande [risos]. O que me preocupa mais é que as pessoas não estejam encontrando a si mesmas e algo que amem. Eu acho que é mais perigoso caminhar muito hesitantemente pela vida do que corre riscos. Você não tem paixão por alguma coisa. Acho que isso é muito mais assustador. Prefiro que eles estejam lá fora tentando e falhando do que não se esforçando e não sendo apaixonados por algo.
W: Você é mais como um gato ou um cachorro?
AJ: Já me disseram que sou como um gato. Sou leal como um cachorro e sigo meus filhos como um cachorro, mas provavelmente sou mais parecida com um gato. Quando eu fazia aula de atuação, nós estudávamos gatos. Eles usam apenas os músculos que precisam. Eles têm relaxamento perfeito. Ou um gato é muito carinhoso e está realmente ao seu lado, ou é melhor que você não ocupe o espaço dele. Tenho a sensação de que sou um pouco assim.
W: Que signo você é?
AJ; Gêmeos. Acho que somos confundidos com pessoas de duas caras, mas provavelmente temos umas 20, e é por isso que muitos de nós somos atores. Nós apenas temos muitos, muitos lados.◾

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• Fonte: W Magazine
Vídeos:
Para assistir legendado, basta ativar as legendas automáticas disponibilizadas pelo YouTube.
• Entrevistas & Capturas » 2025 » W Magazine (60x)
• Revistas & Scans » 2025 » W Magazine (??x)
• Ensaios fotograficos (Photoshoots) » 2024 » Mert Alas & Marcus Piggott (02x)
Jolie participa de mesa-redonda da revista THR
3 de janeiro de 2025
Recentemente, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – participou de uma entrevista ao estilo mesa-redonda na companhia das atrizes Demi Moore, Zendaya, Mikey Madison, Zoe Saldaña e Tilda Swinton, organizada pela revista The Hollywood Reporter.
A entrevista completa, que foi conduzida por Rebecca Keegan, foi disponibilizada na manhã desta sexta-feira, dia 03 de Janeiro de 2025.
Jolie ainda posou para fotos ao lado das colegas, registradas por Beau Grealy. Como o artigo abrange outras atrizes, traduzimos apenas os trechos relacionados a nossa musa. Agradecimentos especiais ao nosso colaborador, Guilherme Leite. Confira:
Por Rebecca Keegan
Era, como disse Tilda Swinton – olhando do outro lado da mesa em uma tarde de sábado de Novembro no Luckman Club da Soho House em West Hollywood – uma sala de “glamour escaldante”. Em meio ao calor de todo aquele carisma, havia três cachorros fofos farejando: o mini schnauzer preto de Zendaya, chamado Noon; o micro chihuahua de Demi Moore, chamado Pilaf; e o filhote de chihuahua de Mikey Madison, chamado Jam.
A ocasião para a reunião das favoritas ao Oscar e os cães que as amam foi a Mesa Redonda das Atrizes anual organizada pela “The Hollywood Reporter”, que este ano reuniu Angelina Jolie (“Maria Callas”), Zoe Saldaña (“Emilia Pérez”), Madison (“Anora”), Moore (“A Substância”), Swinton (“O Quarto Ao Lado”) e Zendaya (“Duna: Parte Dois” e “Rivais”) para uma conversa sobre como sobreviver e prosperar em uma Hollywood moderna.
“Muitas mulheres no passado não participavam de conversas como essa”, apontou Jolie sobre a vida às vezes solitária de ser uma mulher no mundo das artes. “Elas não tinham uma coletividade assim”.
THR: Quem aqui já assinou contrato para interpretar um papel para o qual realmente estava animada e depois foi para casa e pensou: “O que acabei de fazer?”
[…]
DEMI MOORE: Nas primeiras vezes que assisto, é sempre um tipo de dissecação do que você fez, do que você poderia ter feito – e então dar um passo para trás, ser capaz de realmente absorver o todo, e deixar de lado o apego do seu ego sobre o que as outras pessoas pensam. Mas mesmo agora, vocês conseguem se assistir? Eu não consigo me assistir.
ANGELINA JOLIE: Eu tenho bastante dificuldade em me assistir também. Há muitos filmes meus que eu nunca vi. Eu jamais vejo as gravações.
TILDA SWINTON: Há filmes que você nunca viu? Uau, isso deve ser tentador. Eu ficaria tentada.
ANGELINA JOLIE: Sim, porque eu… Acho que todos nós provavelmente temos um desconforto com a própria performance. Por mais que eu ame meu trabalho, não quero pensar em como eu estou ou como eu soo ou algo assim, eu não sei se seria muito libertador. Uma vez que finalizado, eu quero que a plateia se conecte, mas não há mais nada que eu possa fazer.
THR: Angelina, o que você aprendeu sobre si mesma cantando como Maria Callas?
ANGELINA JOLIE: Oh, muito. Eu tive alguém na minha vida que dizia que eu não sabia cantar. Eu não percebi o quanto isso me bloqueou. Eu não percebi o quanto eu não conhecia minha voz. Eu não entendia o quanto a vida pode mudar sua voz, seja por conta de um um parto ou de uma morte, ou por conta de alguém que você ama, doença ou o que quer que seja. Mas nós guardamos as coisas em nosso corpo. Nós mudamos o jeito que somos. E em algum lugar ao longo do caminho – tenho 49 anos – eu perdi minha voz. Então foi um presente ter esses sete meses [de treinamento], e ter alguém segurando minha mão e me ajudando a respirar fundo e tentar emitir um som novamente. Se vocês ainda não tentaram cantar ópera, eu recomendo para todo mundo, porque foi a única coisa que eu já fiz em que você usa todo o seu corpo físico, toda a sua voz e e toda sua emoção. E nós, especialmente como mulheres, raramente somos permitidas, solicitadas e encorajadas a entregar todo o nosso poder. Estamos sempre nos ajustando ao ambiente, aos nossos filhos, aos homens, à sociedade. Ao longo do caminho, algo se forma na gente e e acabamos não entregando tudo. Maria Callas é uma de nós. Ela era uma mulher que passava muito tempo sozinha em seu processo. É por este motivo que isso é tão adorável, estar sentada aqui, pensando nela e percebendo que ela não tinha isso. Muitas mulheres no passado não participavam de conversas como essa. Não havia muitas mulheres fazendo certas coisas e elas não tinham uma coletividade assim. Fiquei surpresa quando cheguei aqui hoje. Muitas de nós sabíamos da existência umas das outras. Porém, nunca nos conhecemos. É bem estranho.
DEMI MOORE: Não temos muitas oportunidades de nos conectarmos na forma de coletividade e refletir como artistas. Pode ser uma experiência bem isolante.
ZOE SALDAÑA: Você é encorajada a ficar isolada, né? Costumava haver aquela noção de que você sempre precisava permanecer super hiper focada em sua jornada e não buscar apoio. Ou não dar apoio.
TILDA SWINTON: É uma miragem, porque não é real. Quero dizer, todos nós sabemos o quão importantes nossas amigas são para nós. É tudo. Os homens dão a impressão de que não têm o mesmo tipo de sentimento coletivo juntos. Esse é o problema deles e eles precisam descobrir se é verdade. Provavelmente não é verdade, mas existe um estranho tipo de mito em torno disso. Mas esta é uma mesa linda, olhem o glamour desta mesa – com exceção de mim. Mas isso deve ser encorajado, Basta ver e bater papo como mulheres e reconhecer. Também existe
toda essa ideia de que as mulheres não fazem filmes. Quero dizer, como todas sabemos, as mulheres têm feito filmes como diretoras desde o início do cinema. Lois Weber foi a primeira diretora em 1904 ou algo assim. Essa é a realidade. Mas há um estranho tipo de hipnose
em torno disso. De que todas nós devemos esquecer isso e também que todas nós deveríamos ser colocadas umas contra as outras.
DEMI MOORE: Essa é a questão – não é uma competição. E essa tem sido a ilusão, que de alguma forma, foi trazida em contraposição a essa ideia de que quando alguma de nós ascende, todas ascendemos. E de que quando trilhamos nosso caminho de forma não isolada, também nos expandimos exponencialmente.
TILDA SWINTON: A ideia só há espaço para uma pessoa pode ser mais adequada aos homens, ou à sociedade dos homens, mas não acho que seja adequada para as mulheres. Eu acho que nós sabemos como fazer isso. Isso é o que fazemos. Sim. Você sabe, nós nos sentamos ao redor das mesas, conversamos, apoiamos umas às outras e testemunhamos umas às outras.
THR: Angelina, como o fato de já ter dirigido molda a maneira como você trabalha como atriz?
ANGELINA JOLIE: Eu sempre fui uma atriz que amava a equipe e entendia que eu era parte de um todo. Mas depois de dirigir um filme, você fica muito mais ciente de todas as peças, de todas as necessidades e fica muito consciente de que um ator é importante, mas também é uma parte do todo. Como atriz, achei a seleção do elenco muito interessante. Você pode estar procurando por algo, mas que não é uma apresentação perfeita ou uma leitura perfeita. É alguém que tem algo por trás dos olhos, alguém um pouco bagunceiro, alguém um pouco corajoso. Muito do que torna um ator interessante é ser uma pessoa interessante. Com relação aos atores, eu os incentivo e torço por eles.
THR: Tilda, quero terminar compartilhando algo que você disse em uma entrevista. Você estava falando sobre sua amizade com Almodóvar. Você disse que se conheceram em uma festa em Hollywood, onde acabaram se reunindo por se sentirem excluídos, que ambos “eram tímidos e entusiasmados e ficavam se beliscando, mas não confiantes o suficiente para intervir e conversar com, digamos, Angelina Jolie.”
TILDA SWINTON: Ela estava lá. Tínhamos Liza Minnelli aqui e Sacha Baron Cohen ali e Angie estava lá. E tanto Pedro quanto eu ficamos encantados com o glamour daquilo. Nós simplesmente não podíamos acreditar que estávamos presentes.
ANGELINA JOLIE: E eu provavelmente estava — porque nunca saio — me sentindo muito sozinha e não tinha certeza se alguém queria falar comigo. E provavelmente eu ficaria muito feliz se tivessem dito oi.
TILDA SWINTON: E esta é a verdade sobre os animais humanos: somos todos tímidos.◾

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• Fonte: The Hollywood Reporter
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