Eventos/ Premiações/ Prêmios

Angelina Jolie participa do Globo de Ouro 2025

5 de janeiro de 2025

Na noite deste domingo, dia 05 de Janeiro de 2025, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – marcou presença na 82ª edição do Globo de Ouro, que aconteceu no hotel The Beverly Hilton em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Jolie foi indicada para concorrer ao prêmio de Melhor Atriz em Filme Dramático pela interpretação de Maria Callas no longa “Maria”. Em um comunicado oficial, Jolie comentou sobre a indicação dizendo:

“Agradeço ao Globo de Ouro por esta honra. Estou honrada por ter sido indicada ao lado de tantas artistas que admiro profundamente. Compartilho essa indicação com meu diretor, Pablo Larraín, e com todos que fizeram de “Maria” uma experiência tão gratificante. É um privilégio ter interpretado Maria Callas e poder compartilhar seu legado com o mundo.”

Esta é a terceira indicação de Jolie para concorrer ao prêmio de Melhor Atriz em Filme Dramático. Ela também concorreu em 2007 pelo filme “O Preço da Coragem” e em 2008 pelo filme “A Troca”.

A atriz brasileira, Fernanda Torres, também foi indicada ao prêmio e concorre na mesma categoria que Jolie, Pamela Anderson (“The Last Showgirl”), Nicole Kidman (“Babygirl”), Tilda Swinton (“O Quarto ao Lado”) e Kate Winslet (“Lee”).

Na noite deste sábado (4), Angelina também participou da Festa das Melhores Performances organizada pela revista “W”, que aconteceu no Chateau Marmont, em Los Angeles.

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Jolie recebe prêmio nos Palm Springs Film Awards

4 de janeiro de 2025

Na noite desta sexta-feira, dia 03 de Janeiro de 2025, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – participou dos Palm Springs Film Awards e foi homenageada com o prêmio Desert Palm Achievement por seu trabalho no filme “Maria Callas”.

Jolie chegou na companhia da filha mais velha, Zahara (19), ao evento que aconteceu no Palm Springs Convention Center em Palm Springs, Califórnia, nos Estados Unidos.

Quando a escolha do prêmio foi anunciada, o presidente do Festival Internacional de Cinema de Palm Springs, Nachhattar Singh Chandi, disse em um comunicado oficial:

“Maria” apresenta a icônica Angelina Jolie no papel de sua vida, ao encarnar Maria Callas, a lenda da ópera de renome mundial. O extraordinário retrato de Jolie captura o coração e a complexidade de uma artista cuja vida foi tão cativante quanto a sua música. Em homenagem à sua transformação hipnotizante nessa figura inovadora, porém trágica, estamos felizes em presentear Jolie com o prêmio Desert Palm Achievement”.

A homenagem foi entregue pela madrinha da Jolie, a atriz Jacqueline Bisset.

Mais cedo, Angelina também participou de uma Exibição Especial (Screening) do filme “Maria Callas” que aconteceu durante o festival.

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Angelina Jolie concede entrevista para a revista W

3 de janeiro de 2025

Nesta sexta-feira, dia 03 de Janeiro de 2025, a revista W compartilhou em seu website oficial uma entrevista exclusiva com nossa musa inspiradora – Angelina Jolie.

Confira a matéria completa abaixo, traduzida na íntegra pelo Angelina Jolie Brasil! Agradecimentos especiais ao nosso colaborador, Guilherme Leite. Confira:

Por Lynn Hirschberg

Os últimos dois anos foram agitados para Angelina Jolie: ela lançou sua linha de roupas, Atelier Jolie; ganhou um Tony Award como produtora de “The Outsiders: A New Musical” na Broadway; dirigiu o filme estrelado por Salma Hayek, “Without Blood”; e voltou a atuar em “Maria Callas”, seu primeiro papel desde “Eternos”, lançado em 2021.

O ambicioso filme, dirigido por Pablo Larraín, é a parte final de sua trilogia que centraliza mulheres icônicas incompreendidas, seguindo “Jackie” e “Spencer”. Em “Maria Callas”, Jolie assume o desafio de retratar a lenda da ópera, Maria Callas, equilibrando a dominante presença de palco da diva com as complexidades de sua vida privada.

Para encarnar Callas, a vencedora do Oscar passou por meses de aulas de italiano e treinamento vocal rigoroso para executar algumas das árias mais famosas de Callas. Quando “Maria Callas” estreou no Festival de Cinema de Veneza em Agosto do ano passado, recebeu uma ovação de pé que durou oito minutos, levando Jolie às lágrimas e posicionando-a como uma forte candidata à corrida pelo prêmio de Melhor Atriz deste ano no Oscar. Aqui, Jolie reflete sobre a intensa preparação necessária para interpretar Callas; seu relacionamento com sua falecida mãe, Marcheline Bertrand; e suas esperanças para seus próprios filhos.

W: Antes de interpretar Maria Callas, o que você sabia sobre ela?

AJ: Eu conhecia sua música e não demora muito, ao procurá-la, para começar a ver a opinião de todos sobre ela. Mas realmente nós não a conhecemos. Acho que ela foi mal interpretada. Suas doenças não eram conhecidas – quando ela não conseguia fazer uma apresentação, a crítica e as histórias eram inacreditáveis. Descobrimos que ela estava lidando com muitos problemas médicos. Existe essa ideia de que ela queria ser glamourosa ou ser “a pessoa”. Acho que foi mais sobrevivência. Quando ela era jovem, sua mãe deixou bem claro que ela não era boa o suficiente do jeito que era. Então ela estava sempre tentando juntar tudo – fazer, ser e estar presente. Eu acho que ela sentiu que ser apenas Maria não era o suficiente.

W: Quando você interpreta uma personagem assim, você se vê consumida por ela?

AJ: Eu estava muito “nela” quando estava fazendo ela. Tive sete meses de aula de canto, aula de italiano e aula de ópera. Então, durante as filmagens, Pablo e a equipe me trataram como uma cantora – o que realmente significou muito para mim. Eu tinha pianos onde quer que fosse, meus treinadores, meus exercícios e todas as noites eu estava praticando para a próxima apresentação. Mas foi diferente porque sou mãe, então conseguia me afastar de um dia pesado de trabalho e pensar em outra coisa.

W: Além de Maria Callas, você interpretou a modelo Gia Carangi e Cornelia Wallace, esposa do ex-governador do Alabama, George Wallace. Você gosta de interpretar pessoas reais?

AJ: Eu gosto. Sinto que estou fazendo o bem em cuidar dessas figuras. Eu tenho que amá-las para fazer um bom trabalho, mas você não quer torná-las santas. Quanto mais eu aprendia sobre Maria, mais sentia que ela merecia empatia e compreensão. Naqueles últimos anos de sua vida, quando ela foi tão criticada e estava tão sozinha, meu objetivo era que o público desse uma segunda olhada em sua vida. Dê a ela mais um momento.

W: Callas tinha um ótimo estilo. Havia alguma joia ou peça de roupa em particular que conectasse você a ela?

AJ: Meu visual favorito dela era o roupão. Foi feito à mão na Itália, de crochê. Aquela mulher por trás das portas fechadas, de roupão, com sua fé e seus pequenos poodles seguindo-a – não era isso que o mundo queria de Maria. O que eles queriam era a Callas.

W: Você sempre quis ser atriz?

AJ: Eu queria isso no começo, porque era o sonho da minha mãe. Ela seguiu carreira de atriz, mas aos 25 anos, ela se divorciou e tinha dois filhos para criar. Por isso, ela decidiu concentrar sua vida exclusivamente na maternidade. Ela não me fazia sentir que era um sacrifício – ela adorava ser uma dona de casa. Mas ela realmente queria que eu fosse atriz. Não me lembro de ter feito essa escolha. Lembro que isso deixou minha mãe feliz. Minha mãe era minha empresária e éramos uma equipe. Sempre quis comprar uma casa para ela e comecei a pagar as contas. Quando minha mãe faleceu, ficou mais difícil ser atriz porque percebi o quanto isso dependia dela.

W: Você tem algum ranço?

AJ: Tantas coisas. Mas o que mais me irrita é alguém que seja mentiroso. Alguém que sente a necessidade de não dizer a verdade ou de não dizer aquilo o que quer, o que sente. Há uma versão maior disso – e não estou tentando pesar sobre isso – mas as pessoas que dizem uma coisa e querem dizer outra, não são exatamente quem são. Acho que muitas pessoas não dizem o que querem dizer.

W: Qual é a sua habilidade secreta?

AJ: Eu posso pilotar um avião. Eu tenho um Cirrus [marca que fabrica aviões de pequeno porte].

W: Você ama isso?

AJ: Sim. Agora, meu filho também é piloto.

W: Você fica nervosa quando ele voa?

AJ: Não. Talvez porque eu tenha uma família grande [risos]. O que me preocupa mais é que as pessoas não estejam encontrando a si mesmas e algo que amem. Eu acho que é mais perigoso caminhar muito hesitantemente pela vida do que corre riscos. Você não tem paixão por alguma coisa. Acho que isso é muito mais assustador. Prefiro que eles estejam lá fora tentando e falhando do que não se esforçando e não sendo apaixonados por algo.

W: Você é mais como um gato ou um cachorro?

AJ: Já me disseram que sou como um gato. Sou leal como um cachorro e sigo meus filhos como um cachorro, mas provavelmente sou mais parecida com um gato. Quando eu fazia aula de atuação, nós estudávamos gatos. Eles usam apenas os músculos que precisam. Eles têm relaxamento perfeito. Ou um gato é muito carinhoso e está realmente ao seu lado, ou é melhor que você não ocupe o espaço dele. Tenho a sensação de que sou um pouco assim.

W: Que signo você é?

AJ; Gêmeos. Acho que somos confundidos com pessoas de duas caras, mas provavelmente temos umas 20, e é por isso que muitos de nós somos atores. Nós apenas temos muitos, muitos lados.◾

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• Fonte: W Magazine

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Jolie participa de mesa-redonda da revista THR

3 de janeiro de 2025

Recentemente, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – participou de uma entrevista ao estilo mesa-redonda na companhia das atrizes Demi Moore, Zendaya, Mikey Madison, Zoe Saldaña e Tilda Swinton, organizada pela revista The Hollywood Reporter.

A entrevista completa, que foi conduzida por Rebecca Keegan, foi disponibilizada na manhã desta sexta-feira, dia 03 de Janeiro de 2025.

Jolie ainda posou para fotos ao lado das colegas, registradas por Beau Grealy. Como o artigo abrange outras atrizes, traduzimos apenas os trechos relacionados a nossa musa. Agradecimentos especiais ao nosso colaborador, Guilherme Leite. Confira:

Por Rebecca Keegan

Era, como disse Tilda Swinton – olhando do outro lado da mesa em uma tarde de sábado de Novembro no Luckman Club da Soho House em West Hollywood – uma sala de “glamour escaldante”. Em meio ao calor de todo aquele carisma, havia três cachorros fofos farejando: o mini schnauzer preto de Zendaya, chamado Noon; o micro chihuahua de Demi Moore, chamado Pilaf; e o filhote de chihuahua de Mikey Madison, chamado Jam.

A ocasião para a reunião das favoritas ao Oscar e os cães que as amam foi a Mesa Redonda das Atrizes anual organizada pela “The Hollywood Reporter”, que este ano reuniu Angelina Jolie (“Maria Callas”), Zoe Saldaña (“Emilia Pérez”), Madison (“Anora”), Moore (“A Substância”), Swinton (“O Quarto Ao Lado”) e Zendaya (“Duna: Parte Dois” e “Rivais”) para uma conversa sobre como sobreviver e prosperar em uma Hollywood moderna.

“Muitas mulheres no passado não participavam de conversas como essa”, apontou Jolie sobre a vida às vezes solitária de ser uma mulher no mundo das artes. “Elas não tinham uma coletividade assim”.

THR: Quem aqui já assinou contrato para interpretar um papel para o qual realmente estava animada e depois foi para casa e pensou: “O que acabei de fazer?”

[…]

DEMI MOORE: Nas primeiras vezes que assisto, é sempre um tipo de dissecação do que você fez, do que você poderia ter feito – e então dar um passo para trás, ser capaz de realmente absorver o todo, e deixar de lado o apego do seu ego sobre o que as outras pessoas pensam. Mas mesmo agora, vocês conseguem se assistir? Eu não consigo me assistir.

ANGELINA JOLIE: Eu tenho bastante dificuldade em me assistir também. Há muitos filmes meus que eu nunca vi. Eu jamais vejo as gravações.

TILDA SWINTON: Há filmes que você nunca viu? Uau, isso deve ser tentador. Eu ficaria tentada.

ANGELINA JOLIE: Sim, porque eu… Acho que todos nós provavelmente temos um desconforto com a própria performance. Por mais que eu ame meu trabalho, não quero pensar em como eu estou ou como eu soo ou algo assim, eu não sei se seria muito libertador. Uma vez que finalizado, eu quero que a plateia se conecte, mas não há mais nada que eu possa fazer.

THR: Angelina, o que você aprendeu sobre si mesma cantando como Maria Callas?

ANGELINA JOLIE: Oh, muito. Eu tive alguém na minha vida que dizia que eu não sabia cantar. Eu não percebi o quanto isso me bloqueou. Eu não percebi o quanto eu não conhecia minha voz. Eu não entendia o quanto a vida pode mudar sua voz, seja por conta de um um parto ou de uma morte, ou por conta de alguém que você ama, doença ou o que quer que seja. Mas nós guardamos as coisas em nosso corpo. Nós mudamos o jeito que somos. E em algum lugar ao longo do caminho – tenho 49 anos – eu perdi minha voz. Então foi um presente ter esses sete meses [de treinamento], e ter alguém segurando minha mão e me ajudando a respirar fundo e tentar emitir um som novamente. Se vocês ainda não tentaram cantar ópera, eu recomendo para todo mundo, porque foi a única coisa que eu já fiz em que você usa todo o seu corpo físico, toda a sua voz e e toda sua emoção. E nós, especialmente como mulheres, raramente somos permitidas, solicitadas e encorajadas a entregar todo o nosso poder. Estamos sempre nos ajustando ao ambiente, aos nossos filhos, aos homens, à sociedade. Ao longo do caminho, algo se forma na gente e e acabamos não entregando tudo. Maria Callas é uma de nós. Ela era uma mulher que passava muito tempo sozinha em seu processo. É por este motivo que isso é tão adorável, estar sentada aqui, pensando nela e percebendo que ela não tinha isso. Muitas mulheres no passado não participavam de conversas como essa. Não havia muitas mulheres fazendo certas coisas e elas não tinham uma coletividade assim. Fiquei surpresa quando cheguei aqui hoje. Muitas de nós sabíamos da existência umas das outras. Porém, nunca nos conhecemos. É bem estranho.

DEMI MOORE: Não temos muitas oportunidades de nos conectarmos na forma de coletividade e refletir como artistas. Pode ser uma experiência bem isolante.

ZOE SALDAÑA: Você é encorajada a ficar isolada, né? Costumava haver aquela noção de que você sempre precisava permanecer super hiper focada em sua jornada e não buscar apoio. Ou não dar apoio.

TILDA SWINTON: É uma miragem, porque não é real. Quero dizer, todos nós sabemos o quão importantes nossas amigas são para nós. É tudo. Os homens dão a impressão de que não têm o mesmo tipo de sentimento coletivo juntos. Esse é o problema deles e eles precisam descobrir se é verdade. Provavelmente não é verdade, mas existe um estranho tipo de mito em torno disso. Mas esta é uma mesa linda, olhem o glamour desta mesa – com exceção de mim. Mas isso deve ser encorajado, Basta ver e bater papo como mulheres e reconhecer. Também existe
toda essa ideia de que as mulheres não fazem filmes. Quero dizer, como todas sabemos, as mulheres têm feito filmes como diretoras desde o início do cinema. Lois Weber foi a primeira diretora em 1904 ou algo assim. Essa é a realidade. Mas há um estranho tipo de hipnose
em torno disso. De que todas nós devemos esquecer isso e também que todas nós deveríamos ser colocadas umas contra as outras.

DEMI MOORE: Essa é a questão – não é uma competição. E essa tem sido a ilusão, que de alguma forma, foi trazida em contraposição a essa ideia de que quando alguma de nós ascende, todas ascendemos. E de que quando trilhamos nosso caminho de forma não isolada, também nos expandimos exponencialmente.

TILDA SWINTON: A ideia só há espaço para uma pessoa pode ser mais adequada aos homens, ou à sociedade dos homens, mas não acho que seja adequada para as mulheres. Eu acho que nós sabemos como fazer isso. Isso é o que fazemos. Sim. Você sabe, nós nos sentamos ao redor das mesas, conversamos, apoiamos umas às outras e testemunhamos umas às outras.

THR: Angelina, como o fato de já ter dirigido molda a maneira como você trabalha como atriz?

ANGELINA JOLIE: Eu sempre fui uma atriz que amava a equipe e entendia que eu era parte de um todo. Mas depois de dirigir um filme, você fica muito mais ciente de todas as peças, de todas as necessidades e fica muito consciente de que um ator é importante, mas também é uma parte do todo. Como atriz, achei a seleção do elenco muito interessante. Você pode estar procurando por algo, mas que não é uma apresentação perfeita ou uma leitura perfeita. É alguém que tem algo por trás dos olhos, alguém um pouco bagunceiro, alguém um pouco corajoso. Muito do que torna um ator interessante é ser uma pessoa interessante. Com relação aos atores, eu os incentivo e torço por eles.

THR: Tilda, quero terminar compartilhando algo que você disse em uma entrevista. Você estava falando sobre sua amizade com Almodóvar. Você disse que se conheceram em uma festa em Hollywood, onde acabaram se reunindo por se sentirem excluídos, que ambos “eram tímidos e entusiasmados e ficavam se beliscando, mas não confiantes o suficiente para intervir e conversar com, digamos, Angelina Jolie.”

TILDA SWINTON: Ela estava lá. Tínhamos Liza Minnelli aqui e Sacha Baron Cohen ali e Angie estava lá. E tanto Pedro quanto eu ficamos encantados com o glamour daquilo. Nós simplesmente não podíamos acreditar que estávamos presentes.

ANGELINA JOLIE: E eu provavelmente estava — porque nunca saio — me sentindo muito sozinha e não tinha certeza se alguém queria falar comigo. E provavelmente eu ficaria muito feliz se tivessem dito oi.

TILDA SWINTON: E esta é a verdade sobre os animais humanos: somos todos tímidos.◾

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• Fonte: The Hollywood Reporter

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Brad Pitt/ Divorcio

Jolie e Pitt chegam a acordo de divórcio após 8 anos

1 de janeiro de 2025

Angelina Jolie e Brad Pitt finalmente chegaram a um acordo de divórcio, oito anos depois que a atriz entrou com um pedido requerendo o fim do casamento alegando diferenças irreconciliáveis.

Jolie (49) e Pitt (61) assinaram o recente acordo na última segunda-feira, dia 30 de Dezembro de 2024, de acordo com os advogados da atriz, colocando fim a uma das batalhas judiciais mais longas da história da indústria cinematográfica.

Em um comunicado oficial compartilhado com a revista PEOPLE, o advogado de Jolie, James Simon, declarou:

“Há mais de oito anos, Angelina entrou com pedido de divórcio do Sr. Pitt. Ela e as crianças deixaram todas as propriedades que haviam compartilhado com ele e, desde então, ela tem se concentrado em encontrar paz e cura para sua família. Esta é apenas uma parte de um longo processo em andamento que começou há oito anos. Francamente, Angelina está exausta, mas aliviada que esta parte acabou.”

O processo afirma que eles desistem do direito a qualquer apoio financeiro futuro do cônjuge, mas não dá mais detalhes. Um juiz ainda precisará assinar o acordo.

Uma fonte próxima a Jolie ainda acrescentou dizendo: “Ela não fala mal de Pitt em público ou no particular. Ela tem se esforçado muito para ser leve depois deste período sombrio.” Já os representantes de Pitt se recusaram a confirmar ou comentar.

Jolie entrou com o pedido de dissolução do casamento no dia 19 de Setembro de 2016, dias depois de uma viagem de avião em que, tanto ela quanto os filhos, foram agredidos por Pitt.

Após as investigações na época, o ator não foi acusado pelas autoridades e Jolie se recusou a apresentar queixa. Desde o fato, “nem Jolie, nem nenhuma das crianças jamais voltaram a pisar em Miraval, que era uma das casas da família até então”, declararam os advogados da atriz.

Quatro meses depois, o ex-casal divulgou uma declaração conjunta indicando que havia chegado a um acordo para tratar do divórcio em um juízo privado e que manteriam os detalhes confidenciais, recorrendo a um juiz particular.

“As partes e seus advogados assinaram acordos para preservar os direitos de privacidade de seus filhos e familiares, mantendo todos os documentos judiciais confidenciais e contratando um juiz particular para tomar as decisões legais necessárias e facilitar a resolução rápida de quaisquer questões remanescentes. Os pais estão comprometidos em agir como uma frente unida para efetivar a recuperação e a reunificação”, de acordo com a declaração dada na época.

Antes do acordo de privacidade assinado em 2017, Pitt e Jolie se envolveram em “tensas” negociações sobre o divórcio, centradas nas questões sobre a custódia dos filhos com dura troca de acusações no processo do Tribunal Superior de Los Angeles.

Em Janeiro de 2017, eles concordaram em selar os registros relacionados aos seus seis filhos, a maioria dos quais já são maiores de idade: Maddox (23), Pax (21), Zahara (19), Shiloh (18), e os gêmeos Vivienne e Knox, agora com 16 anos.

Angelina e Brad, cujo divórcio foi bifurcado, foram declarados legalmente solteiros em 2019.

Nos anos seguintes, o ex-casal lutou pela custódia e também por questões legais relativas à propriedade francesa e vinícola, Château Miraval, avaliada em 164 milhões de dólares, que eles compartilhavam.

Já em Fevereiro de 2022, Pitt processou Jolie pela venda da parte dela no Château Miraval. A estrela de “Lara Croft: Tomb Raider” foi obrigada a ingressar com uma ação contrária dizendo que seu ex buscava travar uma guerra vingativa contra ela.

O processo foi movido pela Nouvel, uma empresa fundada por Jolie. A empresa alegou que Pitt arquitetou um plano, até o momento bem-sucedido, para tomar o controle do Château Miraval, após a separação do casal em 2016.

Em uma declaração sobre o caso, a defesa de Jolie chamou as ações legais de Pitt de “frívolas, maliciosas e parte de um padrão problemático”.

A atriz esteve se mantendo firme em dizer que ela e Pitt não tinham feito “um contrato secreto, não escrito e não falado” que exigisse consentimento antes de vender as ações do Château Miraval. O casal continuou a brigar por Miraval ao longo de 2024. Entretanto, tal disputa não está conectada ao processo de divórcio.

Em Novembro, Jolie obteve uma vitória legal quando um juiz do caso decidiu que Pitt deveria divulgar os documentos, incluindo e-mails e mensagens de texto, que o advogado de Jolie, Paul Murphy, afirma que provarão as alegações de violência praticada por Pitt e “anos de acobertamento” da parte dele.

No mesmo mês, Pitt também obteve sua própria vitória na batalha da vinícola quando os pedidos de Jolie para encerrar o processo foram rejeitados e o caso se aproximou de um julgamento com possíveis provas de que havia um acordo escrito entre o ex-casal sobre a venda, o que uma fonte de Pitt disse que “demonstra a legitimidade de suas alegações”.

O atual acordo de divórcio não afeta o processo da vinícola. Ou seja, referida batalha legal deve continuar.

Saiba por qual motivo Jolie decidiu ingressar com pedido de divórcio de Brad Pitt, em um artigo publicado em 7 de Junho de 2024 pelo Angelina Jolie Brasil, clicando aqui.

• Fonte: People | G1

Entrevistas

Jolie concede entrevista exclusiva para a Vanity Fair

29 de dezembro de 2024

No dia 19 de Dezembro de 2024, a revista “Vanity Fair” compartilhou em seu website oficial uma entrevista exclusiva com nossa musa inspiradora – Angelina Jolie. Confira a matéria completa abaixo, traduzida na íntegra pelo Angelina Jolie Brasil! Agradecimentos especiais à professora de inglês, Juliana Galdi.

Por David Canfield

Atualmente, Angelina Jolie está abraçando um território desconhecido. Ela se destacou como o ícone da ópera, Maria Callas, no elegante filme biográfico dirigido por Pablo Larraín, para o qual ela passou meses fazendo aulas intensivas de canto.

Depois de ter corrido por Los Angeles enquanto divulgava o filme — ela foi indicada ao Globo de Ouro e ao Critics Choice Award na semana passada — agora ela já se encontra trabalhando em seu próximo filme. Ela se conecta comigo através do “Zoom”, de Paris, durante uma pausa na produção de “Stitches”, um drama independente escrito e dirigido por Alice Winocour. Neste projeto, Jolie interpreta uma cineasta americana – o que pode soar como um território relativamente familiar. Mas, novamente, ela foi incumbida de fazer algo que nunca fez antes: desempenhar um papel principalmente em francês.

“Eu não sou fluente — falo um pouco, mas… dar significado para cada palavra e fazer uma performance exige um tipo diferente de entendimento sobre o que estou dizendo, ser emocional e não pensar na linguagem”, ela diz. “Este é um desafio diferente.”

Até fazer “Maria”, Jolie não havia filmado um filme independente desde bem antes da pandemia. Então é uma surpresa vê-la voltar para outro filme dramaticamente complexo e dirigido por um artista; já faz mais de uma década desde que ela trabalhou com essa intensidade e rigor como atriz. Jolie reconhece isso — no ano passado, ela se sentiu diferente, re-energizada, disposta e ansiosa para mais uma vez assumir os tipos de riscos artísticos que, no começo, definiram sua ascensão como artista, em filmes como “Gia” e “Garota, Interrompida”.

Já se passaram quase 25 anos desde a estreia deste último filme, que rendeu a Jolie um Oscar e a colocou no caminho do estrelato, algo acompanhado pelo o que ela chama de sua tendência de se afastar do olhar curioso da indústria — e do público.

“Maria” acompanha Callas nos últimos e solitários dias de sua vida, e esse quadro melancólico, deu a Jolie o espaço para entregar uma performance profundamente vulnerável. O papel exigiu que ela olhasse para dentro, como poucos trabalhos ultimamente exigiram, e ela ainda está compreendendo sobre como essa experiência a impactou — e o que ela quer dizer sobre isso. Mas ela se sente pronta para seguir em frente, e talvez também descubra por que levou alguns anos para “ficar viva novamente”.

Vanity Fair: Você disse que fazer “Maria” te fez lembrar do que significa ser uma artista. Você pode falar mais sobre isso — com o que você sente que entrou em contato novamente?

Angelina Jolie: “Eu não tenho sido eu mesma há um tempo, então não pude me dedicar tanto ao trabalho durante alguns anos. Sentir que poderia trabalhar novamente, me comunicar e estar com pessoas legais — muito do que faço é em colaboração com outros artistas. Quando tudo dá certo, acabamos criando juntos. Quando você está com pessoas legais e criativas, você aprende muito sobre si mesma e sobre a vida. Você se sente em um lugar seguro para brincar e se arriscar. Eu tive isso com Pablo e não acho que seja por acaso que eu tenha encontrado outra situação dessa em “Stitches”, que é muito parecida e com pessoas muito bem-intencionadas e atenciosas. Eu estava conversando com Louis Garrel, um maravilhoso ator francês, sobre nossas cenas e nosso trabalho. Eu também conversei com Alice [Winocour] esta manhã sobre a vida e a saúde das mulheres, temas que fazem parte do filme. A arte, para o público ou para o artista, pode realmente ser muito curativa e nos fazer crescer. É para isso que todos nós estamos vivos — para descobrir, sentir, criar e conectar. Sem isso, estamos apenas dificilmente existindo.”

Tem sido uma grande parte da sua vida há tanto tempo. Imagino que tenha sido muito significativo sentir isso de novo.

“Realmente foi. Provavelmente mais do que eu consigo expressar. Se ninguém recepciona sua arte ou se você não consegue se conectar, é como gritar no escuro. Significa muito que as pessoas tenham reagido a “Maria”. Sempre senti, desde muito jovem, que o cinema tem sido uma forma de me comunicar com o mundo e de não me sentir tão sozinha. Estamos todos passando por essa condição humana e por essa vida. Então é muito, muito curativo poder fazer parte desses filmes, falar com vocês sobre isso e viver dessa forma. E eu senti falta disso. Percebi que realmente sentia falta disso. Sentia falta de ser uma artista.

Quando você diz que sentiu falta, como foi passar por esse período em que você não sentiu tanto isso?

“Fiquei muito sombria por razões que prefiro não explicar, mas não tinha muita luz e vida dentro de mim. É como se sua luz se apagasse. Eu também precisava ficar mais em casa, então não conseguia me comprometer com grandes períodos de tempo. Escolher no que trabalhar e quando trabalhar não era uma escolha criativa, em muitas das vezes. Nos últimos anos, às vezes era a escolha prática. Realmente, acho que “Maria” foi o começo de ficar viva novamente. Eu precisava de muitas pessoas gentis ao meu redor para segurar minha mão.”

A ênfase em pessoas legais…

“Sei que digo isso com muita frequência, mas nosso ramo pode ser muitas coisas. No final do dia, temos muita sorte de fazer o que fazemos, mas gastamos muito tempo com sentimentos grandes, profundos e emotivos. Se você não fizer isso com pessoas com quem você se sente segura, isso pode te afetar de maneiras muito ruins.”

Parece algo que você aprendeu com o tempo.

“Ah, com certeza. Todos nós já convivemos com pessoas horríveis em nossas vidas, com as quais é difícil fazer seu trabalho porque você se sente emocionalmente vulnerável e então você sente que está sendo usada da maneira errada. Com muitos artistas, nós somos meio crus. É por isso que às vezes parecemos um pouco loucos. Parte do que fazemos é não nos sentirmos confortáveis. É sentir profundamente, explorar e ir a lugares estranhos em nossa mente e em nosso corpo. Se você for livre para fazer isso, essas coisas maravilhosas podem acontecer. Mas, às vezes, você pode ser uma pessoa muito vulnerável em um mundo um pouco sombrio — e pode acabar surtando.”

Maria é uma personagem muito vulnerável, obviamente. Como foi essa experiência, em um nível prático, de passar o dia a dia nos sets?

“Foi pesado. Maria foi uma experiência muito completa. Não consegui deixá-la nos sets, como às vezes acontece. Parte disso foi porque, de qualquer maneira, eu sempre estava fazendo treinamento depois das filmagens; sempre havia uma próxima ária. Mas tudo acaba levando à morte, e a morte foi a última coisa que filmamos. Tenho quase 50 anos e minha mãe teve câncer quando tinha 48. Você fica realmente pensando sobre a morte, sobre coisas que lhe causam tristeza ou sobre coisas que você perdeu em sua vida. Imagino que você, e talvez muitas pessoas que você conhece, já passaram por momentos em que se sentiram muito tristes, mas estavam sozinhos. Eu certamente já passei por esses momentos de tristeza estando sozinha. Compartilhar isso agora, não apenas com a equipe, mas com o mundo, e conhecer outras pessoas e reconhecer que temos esse nível de dor, pode ser muito catártico – expressar coisas pesadas juntos. Maria também era engraçada, mas o lado pesado dela era… sim. [Risos] Acho que isso me fez querer tentar viver mais plenamente. Sempre que você faz algo sobre a morte, você pensa frequentemente sobre a vida, naturalmente.”

Há um detalhe legal para esse momento, considerando que já faz 25 anos desde que o filme “Garota, Interrompida” foi lançado, pelo qual você ganhou um Oscar. Você interpretou Lisa, uma psicopata diagnosticada e em tratamento psiquiátrico — outra personagem muito pesada. Como você compara sua posição atual como atriz, com a artista daquela época?

“Ainda não descobri realmente como me sinto sobre isso, mas existe algo bonito e reconfortante no fato de que há algo não muito diferente entre essas mulheres e a pessoa que eu era 25 anos atrás. Talvez eu tenha me aproximado dela de uma maneira diferente. Talvez eu não a tenha perdido tanto quanto pensei. Espero estar melhor em alguns aspectos: hoje sou mãe e sou muitas outras coisas… Talvez eu ainda esteja tentando me conectar e talvez eu ainda continue sentindo as coisas profundamente. Eu não sei. Tenho certeza de que um terapeuta se divertiria muito com isso. Enquanto você está me perguntando, estou pensando tipo, meu Deus, algum terapeuta deveria estudar essas coisas e me dizer o que elas significam.”

Você se lembra como foi interpretar Lisa naquela época?

“Sim, o que é interessante porque não tenho muitas lembranças da minha vida. Lembro que não a considerava louca e que ela era uma pessoa real. Ela precisava ser amada, ela se sentia sozinha e queria a verdade. Eu só vi o filme uma vez — é difícil falar sobre ele porque eu assisti apenas uma vez há 25 anos — mas, pela minha memória, Lisa só queria que alguém fosse honesto com ela e que se conectasse com ela. De alguma forma, ela acabou se sentindo muito, muito sozinha por isso — não muito diferente de Maria. Não encontrar alguém que a entendesse o suficiente, não encontrar um caminho a seguir, onde ela se sentisse bem. Esse é um tema recorrente? Que estou sozinha? O que é isso? [Risos] Provavelmente existe algo muito trágico que eu não quero abordar agora, mas… É.”

Sim, eu entendo. Lembrando da divulgação do filme, Lisa era frequentemente mencionada como louca e sem o tipo de nuance que você está falando agora. Você se lembra de ter encontrado isso?

“Eu me lembro de ouvir as pessoas dizendo isso. Mesmo que elas pensassem que estavam me elogiando por interpretar Lisa, elas estavam me elogiando por interpretar uma pessoa louca. Isso me deixou triste, porque eu não pensava nela dessa forma e não gostei de saber que fui mencionada dessa forma. Mas também foi uma época em que eu ainda estava tentando me entender e talvez houvesse algo em mim que eu não estava entendendo — sobre o que as pessoas consideram loucura. Quero dizer, essa é a mais pura verdade. A dura verdade é que, durante aquele momento em que você está tentando se descobrir, em que você é jovem, um pouco selvagem, forte, curiosa e emotiva — as pessoas dizem: “Não, isso é loucura. Ela é louca. Você é louca.” Isso, provavelmente, só me isolou mais e me fez pensar que eu devia ser diferente. Talvez eu seja sombria [dark], ou talvez eu seja estranha, ou talvez eu não seja o que as pessoas querem que eu seja.”

Parece diferente com Maria? Apenas por curiosidade, ouvi pessoas expressando muito mais carinho por ela.

“Eu não leio as coisas publicadas sobre mim, mas depois das exibições do filme, conversei com pessoas que foram muito gentis. Mas também ouço as pessoas se referirem a ela como um pouco louca. As pessoas ainda conseguem vê-la e não percebem que ela era apenas uma garota que não era amada.”

Que é o tema do filme.

“Que é basicamente o tema do filme, certo? Não existe nada que ela faça que machuque alguém ou que seja contra alguém. De alguma forma, ela é vista como se houvesse algo errado com ela, algo nela irrita as pessoas. Mas sim, acho que há muito amor por ela e nada me deixa mais feliz do que isso. Se ela era uma diva, era porque foi muito dura consigo mesma e com qualquer coisa relacionada ao seu trabalho, porque ela era perfeccionista. Ela também era alguém que se achava perfeita e, ao mesmo tempo, que não era nada, porque era isso o que sua mãe lhe dizia. Ela definitivamente era mais dura consigo mesma, do que qualquer outra pessoa poderia ser.”

Sem querer parecer muito um psicólogo, mas como você se relaciona com essa ideia de perfeição a todo custo?

“A propósito, você seria um ótimo terapeuta.”

Vou lhe contar que considerei trabalhar com isso. Mas estou genuinamente curioso sobre como você se conectou com essa parte dela.

“Acho que é por isso que demorei alguns dias para dizer sim, porque eu sabia que estava caminhando para o impossível. Você não pode ser tão boa quanto ela — certamente nunca poderá ser tão boa quanto ela no palco, nunca poderá cantar tão bem quanto ela, e só pode rezar para não decepcionar aqueles que amam seu trabalho. Eu estava com medo. Eu estava com medo de realmente falhar nisso.”

Você pode me contar sobre quando levou “Maria” para Veneza e como você estava se sentindo naquele dia, tanto antes da exibição quanto depois de sentir a reação na sala de cinema?

“Foi engraçado levá-la para Veneza porque ela estava em Veneza — até dizemos isso no filme; Onassis fala sobre vê-la no Festival de Cinema de Veneza. Eu estava tentando decidir o que vestir e descobri que havia fotos dela em Veneza, usando um pequeno casaco de pele; foi por isso que usei aquela pele falsa. Foi estranho. No filme, eu canto em italiano e estava na Itália. Como iria ser? Essas são pessoas que realmente conhecem essas árias e essa é uma forma de arte muito respeitada e compreendida aqui. Fiquei muito animada por esses motivos, em levá-la para Veneza e muito nervosa também. Quando o filme foi bem recebido, quando senti que as pessoas estavam gostando, foi um grande alívio. Então, quando você está com pessoas que ama, você olha ao redor para os rostos dos artistas com quem trabalhou, é um momento lindo.”

Agora que você está se sentindo revigorada criativamente, há cineastas com quem você gostaria de trabalhar ou tipos de trabalho que você gostaria de fazer no futuro?

“O que você acha que eu deveria fazer?”

Bem, como você mencionou, você conseguiu ser seletivamente engraçada em “Maria”. Eu adoraria ver você fazer mais comédia.

“Obrigada. Eu acabei de escrever para uma amiga minha hoje, Eunice, que está em Liverpool, e ela disse: ‘Por que você não está fazendo… Você deveria fazer algo divertido.’ Eu respondi dizendo: ‘Eu gostaria de encontrar algo divertido’, mas não tenho certeza. Nunca tenho certeza do quão engraçada sou. Eu adoraria fazer algo divertido e leve. Acho que eu teria que fazer uma personagem tipo escada *. Eu sinto que é isso que eu sou. Eu aceito isso. Em “Malévola”, foi tipo, ok, eu serei a pessoa séria. Há tantos diretores maravilhosos com quem eu adoraria ter a chance de trabalhar. Eu gostaria de ter permissão para atuar nessa área. Eu adoraria que as pessoas se aproximassem e estivessem dispostas a me convidar para atuar com elas e criar com elas. Então veremos. Sim, comédia, talvez.

Vamos jogar para o universo.

“Se der certo, foi por sua conta.” ◾

*Obs: O termo escada na comédia refere-se a um ator / personagem que completa a piada para um outro personagem, sendo mais comum em esquetes de duplas cômicas. O personagem escada faz o contraponto de seu(s) companheiro(s) de cena, sendo geralmente um “homem mais sério” e posturado, diferente dos demais em cena que são cômicos e exagerados. Em inglês, esse tipo de personagem é conhecido como “straight man”.

• Fonte: Vanity Fair | Wikipedia

Candids/ Los Angeles/ Vivienne

Angelina e Vivienne fazem compras em LA

28 de dezembro de 2024

Nesta sexta-feira, dia 27 de Dezembro de 2024, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – foi flagrada passeando e fazendo compras na companhia da filha mais nova, Vivienne (16), em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Mãe e filha se mostraram sorridentes e descontraídas enquanto caminhavam lado a lado, carregando algumas sacolas.

Jolie retornou a Los Angeles para passar o natal e, provavelmente, o ano novo junto dos filhos. Atualmente, ela participa das gravações de seu mais novo filme, “Stitches”, na cidade de Paris, França.

Várias fotos foram adicionadas em nossa Galeria. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso ao álbum.

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Candids » 2024 » 27/12/24 (15x)
Candids/ Los Angeles

Angelina faz compras de Natal em Los Angeles

22 de dezembro de 2024

Neste sábado, dia 21 de Dezembro de 2024, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – foi flagrada pelos paparazzis de plantão fazendo compras de natal, na cidade de Los Angeles, Estados Unidos.

A cineasta foi vista quando saía da loja “Blick Art Materials” e quando chegava à loja “World of Vintage T-Shirts” na companhia de um segurança particular.

Provavelmente, Jolie retornou a Los Angeles para passar o natal na companhia dos filhos. Atualmente, ela participa das gravações de seu mais novo filme, “Stitches”, na cidade de Paris, França.

Várias fotos foram adicionadas em nossa Galeria. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso ao álbum.

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Candids » 2024 » 21/12/24 (40x)