Nesta quarta-feira, dia 02 de Abril de 2025, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – visitou o Brasil pela primeira vez!
Surpreendendo a todos, a cineasta estadunidense visitou a aldeia Piaraçu, localizada na Terra Indígena Capoto-Jarina, no Parque do Xingu, em Mato Grosso.
Durante a visita, Jolie se encontrou com o cacique Raoni Metuktire, um dos mais reconhecidos líderes indígenas do mundo.
A artista esteve na aldeia junto com a organização Re:wild, para se encontrar com o cacique e outras lideranças Kayapó, conhecendo de perto a conexão entre o povo indígena e a floresta.
Ela também conversou com a coordenadora executiva do Instituto Raoni, Mayalu Txucarramãe, sobre assuntos que envolvem a comunidade e a cultura indígena.
Jolie, que há décadas apoia causas humanitárias e de direitos humanos, além de atuar na conservação ambiental no Camboja há mais de 20 anos, passou várias horas conversando com o cacique e outras lideranças indígenas locais, para saber sobre os desafios enfrentados pela comunidade — como o desmatamento, o garimpo ilegal e a expansão do agronegócio sobre terras indígenas. Ela expressou apoio aos esforços de proteção da Amazônia e da cultura indígena.
Após deixar o caro de Enviada Especial do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (UNHCR/ACNUR), Jolie passou a se dedicar a um conjunto mais amplo de questões humanitárias e de direitos humanos.
Raoni Metuktire é líder do povo Mebêngôkre-Kayapó e vive na Terra Indígena Capoto-Jarina, no município de Peixoto de Azevedo, no norte de Mato Grosso. Em 1977, um documentário sobre a vida de Raoni foi exibido no Festival de Cannes, na França, e, em 1989, ele se encontrou com o cantor Sting, da banda The Police. Os dois embarcaram em uma turnê ao redor do mundo em defesa dos povos indígenas.
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• Fonte: G1 | CNN
Vídeo:
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Trailer oficial de “Without Blood” é disponibilizado
31 de março de 2025
Nesta segunda-feira, dia 31 de Março de 2025, finalmente foi disponibilizado o primeiro trailer oficial do filme “Without Blood”, dirigido por nossa musa inspiradora, Angelina Jolie.
Estrelado por Salma Hayek e Demián Bichir, “Without Blood” é baseado no livro do escritor italiano Alessandro Baricco, “Sem Sangue” (em tradução livre não oficial) que conta uma história sobre guerra, vingança, memória e cura.
O longa é o quinto projeto de direção de Jolie e o primeiro após a cineasta assinar um mega contrato com a produtora Fremantle.
Entretanto, até o momento, o trailer foi compartilhado apenas na versão dublada em italiano, já que os direitos de distribuição do filme foram adquiridos pela empresa italiana, Vision Distribution.
No ano passado, “Without Blood” estreou no Festival de Cinema de Toronto e mais informações sobre a produção foram disponibilizadas através do website oficial do festival, onde constou:
Como diretora, Angelina Jolie deu uma guinada decisiva em sua imagem glamorosa das telonas, ao criar dramas profundos que iluminam os horrores que a guerra causa nas pessoas. Os filmes “Na Terra de Amor e Ódio” (2011) e “Primeiro Mataram Meu Pai” (2017) definem ainda mais esse foco no impacto causado pelas guerras nas mulheres e meninas da Bósnia e do Camboja, respectivamente.
“Without Blood” leva novamente Jolie para este tema negligenciado pelos filmes de guerra. Desta vez, ela dirige outro ícone global do cinema, Salma Hayek.
Numa paisagem fronteiriça no início do século XX, homens armados vão até uma fazenda remota, determinados por vingança. O alvo trata-se de um médico que tenta desesperadamente proteger seu filho e sua filha, Nina. Inevitavelmente, as balas voam.
Anos depois, Nina (Hayek) envolve Tito (Demián Bichir), um vendedor de loteria, no que parece ser uma conversa casual no quiosque dele. Mas o encontro é tudo menos casual. Logo ele percebe. “Eu sei quem você é e sei por que você veio” diz Tito. Conforme a conversa continua, fica claro que a vingança projeta uma longa sombra e assume muitas formas.
Adaptando o romance de mesmo nome escrito por Alessandro Baricco, Jolie mantém a qualidade de parábola do livro, mas com uma precisão crepitante, especialmente nas cenas de Hayek e Bichir — entre uma mulher que testemunhou sua família sofrer uma violência chocante e o homem que a infligiu.
Filmado nos lendários estúdios Cinecittà de Roma, esta é uma obra íntima sobre como a guerra se infiltra dentro de cada pessoa, muito tempo depois que as armas se silenciam.
Infelizmente, “Without Blood” ainda não possui título oficial em português ou data de estreia prevista no Brasil.
Vídeo:
• Filmes > Diretora > 2023 – Without Blood > Pôsteres (01x)
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No final desta semana, o renomado website sobre cinema e entretenimento, Deadline, publicou um artigo sobre Linda Woolverton, a roteirista dos filmes “Malévola” e “Malévola 2: Dona do Mal”.
Na matéria, foi anunciado que a veterana roteirista de Hollywood se juntou ao projeto “Winnie and Friends” como produtora executiva. Woolverton também foi citada como roteirista do filme “Malévola 3”, onde constou:
“A oportunidade de reimaginar o Ursinho Pooh para uma nova geração é realmente uma honra”, disse Woolverton, que foi produtora do filme “Enfeitiçados” da Netflix e é roteirista de “Malévola 3”. “Essas histórias amadas ocupam um lugar especial em muitos corações, incluindo o meu. Estou animada para criar novas narrativas que capturem o calor, o charme, o humor e a sabedoria gentil do Bosque dos Cem Acres, ao mesmo tempo em que introduzo novas camadas de narrativa, celebrando a neurodiversidade em meio a esses personagens mais especiais.”
A participação de Angelina Jolie já estava confirmada desde 2023, ano em que a atriz concedeu uma entrevista para a revista “WSJ. Magazine”, onde foi afirmado que:
“Ela está contratada para atuar em vários outros projetos, incluindo um terceiro filme sobre a Malévola.”
Embora mais informações não tenham sido reveladas, é provável que o terceiro filme continue em tempo real desde a última vez que vimos a personagem em “Malévola 2: Dona do Mal”.
A produção de “Malévola 3” já está em desenvolvimento, apesar de maiores detalhes ainda não terem sido divulgados. Também não existem confirmações se Elle Fanning, que interpreta a Princesa Aurora, ou Sam Riley, que interpreta Diaval, retornarão para estrelar o novo filme ao lado de Jolie.
• Fonte: Deadline
Angelina fala sobre o Atelier Jolie ao New York Times
24 de março de 2025
Nesta segunda-feira, dia 24 de Março de 2025, o website oficial do renomado jornal, The New York Times, compartilhou uma entrevista exclusiva com nossa musa inspiradora – Angelina Jolie, através da qual a atriz falou sobre o Atelier Jolie. Confira a matéria completa abaixo.
Por Melena Ryzik
Era uma noite de sábado, e por trás da fachada pichada do Atelier Jolie, um espaço criativo e galeria localizado no centro da cidade de Nova York, Angelina Jolie estava conversando com a artista Shirin Neshat.
Os tópicos eram inebriantes: a situação dos refugiados, os direitos das mulheres, como extrair sentido do exílio; o valor da arte em tudo isso. Jolie, etérea em um vestido creme com uma capa bordada, estava graciosa. “Estou muito feliz de estar com todos vocês”, disse ela aos cerca de 50 convidados, acrescentando ter buscado comunidade para “continuar tentando entender maneiras de ajudar”. Para ela, ser artista é uma forma de comunicação: “Quero saber se você sente a mesma dor”.
Jolie ouviu atentamente Neshat, a artista visual e cineasta iraniana, uma figura marcante com olhos pintados de kohlra. “A arte não vem da intuição”, disse Neshat. “Tem que vir da vida que você levou. Tem que se relacionar com o mundo.”
Na recepção, personalidades como o músico Jon Batiste e sua esposa, a autora Suleika Jaouad; e Jack Harlow, o rapper líder das paradas, se misturaram em meio às obras de arte. Uma dançarina sufi com um vestido vermelho girava entre as paredes pichadas.
E Jolie, atriz vencedora do Oscar, humanitária e objeto de fascínio global, não era o centro das atenções. Que é exatamente o que ela quer. “Gosto de ver o que outras pessoas fazem”, ela disse. “Isso faz parte da minha criatividade.”
Por pouco mais de um ano, ela se esforçou para transformar o Atelier Jolie em um centro para artistas e criadores — além de chefs, estudantes e estrelas da Broadway. O edifício tem uma linhagem artística quase inigualável: o número 57 da Rua Great Jones pertenceu a Andy Warhol e foi habitado por Jean-Michel Basquiat, onde ele fez seu estúdio até sua morte em 1988.
O sonho de Jolie era que o espaço voltasse a ser um foco cultural, um clube cheio de criações inspiradoras e internacionais, e também um ímã para um público curioso – para vir e dar uma olhada, fazer uma aula, e se reabastecer com uma fatia de bolo de laranja e amêndoa no café de culinária global, Eat Offbeat.
Não funcionou imediatamente como ela imaginou. “Tem sido complicado”, disse ela em uma entrevista recente. “Descobri que isso tem muito a ver com o que não se deve fazer.”
Sua primeira encarnação foi como um estúdio de moda pop-up para designers visitantes, “porque acho que o mundo está mais interessado nisso”, ela disse. “As pessoas focam na moda.”
“Mas”, acrescentou, “rapidamente ficou claro para mim que essa não seria a minha paixão”, em parte porque ela rejeita o impacto ambiental do ciclo típico da moda – poluição da água, emissões de gases de efeito estufa, consumo de combustível de aterro. “Não quero dizer às pessoas que elas precisam comprar uma roupa nova a cada poucos meses.”
Então ela mudou, expandindo sua rede e compartilhando a mais rara mercadoria de Nova York: metragem quadrada. De graça.
A artista francesa Prune Nourry, que ajudou a organizar o evento com Neshat, como parte de uma exposição chamada “Strand for Women”, tornou-se a artista residente do ateliê, com um estúdio no segundo andar onde ela espera esculpir obras até mesmo gigantescas nos próximos dois anos.
O Invisible Dog, um adorado espaço de arte de 16 anos, cujo edifício original de vários andares no Brooklyn está sendo reformado, também chegou como uma galeria residente. Nourry apresentou seu fundador e curador, Lucien Zayan, a Jolie, e agora ele encontra-se bastante ocupado programando exibições e cultivando a comunidade em seu novo bairro em Manhattan. Na era Warhol-Basquiat, conforme ele disse, o edifício também era um local de encontro: “Havia uma grande mesa comunitária no espaço. As pessoas sempre vinham para conversar”, disse ele. “Era exatamente isso o que ela queria.”
Para Jolie, uma celebridade singular com reputação de incognoscível — um mistério, numa época em que os famosos compartilham tudo nas redes sociais — inaugurar um espaço de reunião pública parecia uma atitude improvável. Ela era muito mais vista defendendo os outros, como Enviada Especial do Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ela deixou o cargo em 2022, depois de mais de duas décadas).
Mas em seus círculos, ela é conhecida como uma pessoa que faz conexões, que abre rapidamente sua casa, oferece ajuda e aprende individualmente; ela pintou, dançou e frequentou aulas de serigrafia, feltragem e culinária no Atelier Jolie. “Eu queria um lugar onde pudesse passar um tempo com artistas locais”, ela disse. Ela esperava evocar a vibração de um set de filmagem, disse ela, especialmente um formado por uma equipe de todos os cantos do mundo: “Você pode sentir aquela sensação de ter um propósito com os outros.”
Em Nourry, Jolie encontrou outra artista que luta por comunidade. Com sua organização sem fins lucrativos, Catharsis Arts Foundation, Nourry também planeja palestras mensais no Atelier Jolie como parte de sua residência. A primeira, com a Dra. Rita Charon, professora de medicina e estudiosa de literatura da Universidade de Columbia que criou o campo da medicina narrativa, atraiu outras mentes curiosas, como David Byrne. Os tópicos variam (em Março, Neshat falou sobre a libertação iraniana), mas os temas são semelhantes — se “a arte pode curar”, disse Nourry.
Jolie disse: “É como uma plataforma de discussão. Não é uma ditadura.”
Nourry, 40, e Jolie, 49, se conheceram há quase uma década por meio de uma amiga em comum, a cineasta Agnes Varda, depois que Nourry foi diagnosticada com câncer de mama. Jolie, que perdeu a mãe, a avó e a tia para o câncer, e que passou por uma dupla mastectomia preventiva em 2013, aconselhou Nourry desde o início. Ela também coproduziu o documentário lançado em 2019, “Serendipity”, no qual Nourry faz um balanço de sua própria doença por meio da criação artística. Na introdução de um dos livros de Nourry, Jolie se lembra de estar em seu estúdio em Paris, olhando para a escultura de um seio esculpido em madeira que havia se partido durante a fabricação. “Não ficou ainda mais bonito?” Nourry perguntou a ela.
O espaço iluminado de Nourry no Atelier Jolie (que já abrigou a cama de Basquiat) está repleto de modelos anatômicos e livros de história. Na “Strand for Women”, pessoas de todo o mundo cortam um pedaço de cabelo, em solidariedade ao movimento #WomanLifeFreedom pelos direitos e justiça das mulheres. (Jolie doou alguns fios com suas filhas.) Os cachos estão pendurados no porão do Atelier Jolie, abaixo do que parece um minivestido feito de cabelo, da artista iraniana-alemã, Homa Emamy, exibido através de uma exposição apresentada aqui com a ajuda do Invisible Dog.
A colaboração é o fio condutor: “Essa é meio que a regra — você não pode simplesmente vir por si mesmo”, disse Jolie. “Você tem que entrar e também estar presente para outros artistas.”
Por meio do café Eat Offbeat, Nourry organizou um “jantar arqueológico” com um chef afegão que preparou uma refeição tradicional coberta de argila. “Todo mundo tinha um pequeno martelo, como um arqueólogo, e tinha que quebrar o barro para pegar a comida”, disse Nourry. Foi uma referência aos antigos monumentos budistas, uma fonte de orgulho nacional, que foram destruídos pelo Talibã em 2001, e aos próprios Budas esculpidos por Nourry.
O Atelier Jolie tem apenas um quinto do tamanho do Invisible Dog, uma organização sem fins lucrativos de 2.800 metros quadrados que foi inaugurada em 2009 em uma antiga fábrica. Mas Zayan disse que ele e Jolie, desde a primeira conversa, compartilharam um projeto conceitual que incorporava a performance; via a gastronomia como uma forma de discurso cultural; e deu aos artistas acesso ao estúdio. “Quando você cria um trabalho em um espaço, isso faz uma grande diferença”, ele disse, “porque você deixa o espírito, a alma, naquele espaço. Não é só pendurar uma arte.”
O Atelier Jolie, uma corporação de benefício público com fins lucrativos (e certificado de Empresa B), com o objetivo do bem social, não está cobrando nenhum aluguel da Invisible Dog por sua residência de um ano. No Brooklyn, a galeria precisava desembolsar US$ 500.000 anualmente “só para abrir a porta”, disse Zayan, e realizava eventos de arrecadação de fundos regularmente. Agora as doações podem apoiar o trabalho diretamente. “Estamos indo bem e construindo um novo modelo”, disse Jolie sobre as perspectivas financeiras do Atelier Jolie, que tem um contrato de aluguel de oito anos no prédio.
Zayan pretende transformá-lo em um destino conhecido no centro da cidade e além, assim como o Invisible Dog era na seção Boerum Hill do Brooklyn. E Jolie tem sido uma parceira entusiasmada. Nos comunicamos quase diariamente, ele disse. “Quando você manda um e-mail para ela, você nunca sabe onde ela está, qual é o fuso horário, mas ela responde imediatamente. Ela é muito envolvida.”
A moda não é mais tão central no ateliê, mas Jolie ainda deu um espaço para Zarif, uma marca criada por artesãos de Cabul. Com sua fundadora, Zolaykha Sherzad, Jolie esboçou uma coleção cápsula de jaquetas e capas bordadas, uma das quais ela usou na palestra Neshat. Jolie ofereceu o ateliê “como uma plataforma para destacar o artesanato, talento e resiliência”, disse Sherzad sobre sua equipe de tecelões e alfaiates afegãos.
Embora os filmes ainda ocupem grande parte da vida de Jolie, ela tem passado mais tempo em Nova York ultimamente, para a galeria e como produtora de “The Outsiders”, o musical da Broadway vencedor do Tony. Membros do elenco aparecem no ateliê para ajudá-la a pensar em como o espaço pode servir aos jovens artistas. “Ver todos esses mundos se unindo é o que torna isso tão emocionante”, ela disse.
Jolie adorou a parte térrea pichada (que abrigava um restaurante) quando a viu pela primeira vez em 2023 com uma de suas filhas. “Eu não estava interessada em estar no Upper East Side”, disse ela, explicando por que procurou os bairros do centro pelos quais passou quando tinha 20 anos, enquanto estudava cinema na Universidade de Nova York. Mas, disse ela, “eu também fiquei intimidada pela história”. Ela entrou em contato com as irmãs de Basquiat, que deram sua bênção ao ateliê e apareceram nos eventos.
Os arquitetos Bonetti Kozerski, que projetaram a principal loja da Pace Gallery em Chelsea, supervisionaram uma reforma, preservando as paredes cobertas de grafite de Al Diaz, que criou a etiqueta SAMO© junto com Basquiat. Os primeiros rabiscos de Basquiat ainda estão colados lá também — um portal para outro legado de Nova York. A fachada muda constantemente, enquanto os pichadores continuam deixando suas homenagens.
Conversando este mês, Jolie parecia frustrada porque o ateliê era visto mais como uma boutique exclusiva no centro da cidade. “O ato de criação deve ser acessível a todos”, disse ela.
“É o que preciso como artista”, acrescentou. “É o que eu quero passar para meus filhos — aprender sobre outras pessoas, descobrir, conectar, compartilhar e brincar.”
Ela estava falando de um quarto de hotel em Manhattan; o apartamento em Nova York que ela comprou quando tinha 20 e poucos anos agora é habitado por um de seus filhos e serve de refúgio para seus cinco irmãos. A mamãe é bem-vinda — às vezes. “Outro dia eu disse que ia passar lá e ele disse, ‘você pode me dar um dia para limpar?’” contou ela. “Eu pensei, agradeço isso, você deve limpar a casa para sua mãe.” Mas também pensei, “o quão ruim ele está?” Ela riu, e eu tive o vislumbre de uma Jolie menos estudiosa que os amigos conhecem.
“Sempre que vejo a Angie em campo, ela adora se sentar ao lado de um grupo de pessoas, seja quem for, e simplesmente se sentir parte daquela comunidade”, disse Giles Duley, fotógrafo e chef britânico que conheceu Jolie por meio de seu trabalho na ONU.
No verão passado, Duley, que perdeu as duas pernas e um braço por conta de um dispositivo explosivo no Afeganistão em 2011, exibiu suas imagens de minas terrestres não detonadas no Atelier Jolie. “Eu fiz uma palestra lá, e as pessoas se sentaram no chão e meio que se empoleiraram nas laterais das mesas e cadeiras”, ele disse. “Certamente não é um lugar cheio de ares e graças.”
No evento com Neshat — no Dia Internacional da Mulher — Jolie respondeu a perguntas de estudantes do ensino médio do Bronx e cumprimentou artistas do Oriente Médio e da Europa. Seu amigo Mustafa, o músico canadense-sudanês de 28 anos, trouxe Harlow, o rapper, como seu convidado. Ele ficou maravilhado enquanto Jolie se relacionava com a multidão. “Ela não está em seu momento mais confortável”, confidenciou Mustafa, acrescentando que a atriz se colocou naquela situação para destacar o trabalho das pessoas ao seu redor.
Enquanto Jolie andava pelos cômodos de sua galeria com uma xícara de chá, ela parou para apreciar aquela improvável cena. “Às vezes eu penso: o que estamos fazendo mesmo?”, disse ela. Enquanto isso, um grupo de mulheres encontrou lugar ao lado dela, querendo falar urgentemente sobre arte e ativismo. “E então eu penso, não, isso é tudo.”

• Fonte: The New York Times
• Ensaios fotograficos (Photoshoots) > 2025 > Clement Pascal (6x)
Na noite da última sexta-feira, dia 07 de Março de 2024, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – esteve presente na Exibição Especial do filme “Encontro com o Ditador” (Rendez-vous avec Pol Pot) que aconteceu no Lincoln Center, em Nova York, Estados Unidos.
A cineasta de 49 anos estava na companhia do filho mais velho, Maddox (23), e ambos prestigiaram o diretor Rithy Panh, amigo de longa data de Jolie que produziu o longa “Primeiro Mataram Meu Pai”, lançado em 2017.
Em “Encontro com o Ditador”, três jornalistas franceses viajam para o Camboja em 1978, após receberem um convite do regime do Khmer Vermelho, embarcando numa perigosa aventura.
Rithy Panh é nascido no Camboja e é conhecido pelo seu trabalho em “A Imagem que Falta” (2013), “S21: A Máquina de Morte do Khmer Vermelho” (2003) e “A Terra das Almas Errantes” (2000).
Poucas fotos do evento foram disponibilizadas até o momento, as quais já foram adicionadas em nossa Galeria. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso ao álbum.
• Eventos > 2025 > Exibição “Encontro com o Ditador” (04x)
Na noite deste sábado, dia 08 de Março de 2025, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – participou de um evento em comemoração ao Dia Internacional da Mulher que aconteceu na sede do Atelier Jolie, em Nova York, Estados Unidos.
Além de participar de um bate-papo ao lado da artista Shirin Neshat e Claude Grunitzky, Jolie prestigiou as obras de arte criadas por Samaneh Sarchami, Raaz Iravani e Shab – que fazem parte do Iranian Women Institute For Life And Liberty – assim como também de Soraya Sharghi e Prune Nourry.
Prune, que é amiga de Angelina de longa data, é a artista responsável pela exposição Strand For Women, que ficará em exibição até o dia 27 de Abril no Atelier.
A “Strand For Women” é uma exposição coletiva recorrente e um projeto de arte global iniciado em 2023, que tem como objetivo apoiar a “Woman Life Freedom” e que utiliza o cabelo como um meio e símbolo escolhido para a liberdade, agência e solidariedade das mulheres.
Algumas fotos do evento foram compartilhadas através das redes sociais e já foram adicionadas em nossa Galeria. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso ao álbum.
• Atelier Jolie » Encontros, eventos e reuniões » 2025 » 08/03/25 (18x)
Nesta sexta-feira, dia 07 de Março de 2025, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – foi fotografada pelos paparazzis de plantão quando saía do Atelier Jolie na cidade de Nova York, Estados Unidos.
A cineasta esboçou sorrisos e simpatia quando deixava o local e caminhava em direção ao carro.
Como sempre elegante, Jolie usava um longo sobretudo preto desabotoado na frente, uma blusa básica de cor branca, calça social preta, sapatos scarpins da marca Jimmy Choo, bolsa de couro preta e óculos escuros.
A atriz de 49 anos está na capital nova iorquina, pois a partir de hoje (8 de Março) a exposição de arte Strand For Women, criada pela artista Prune Nourry, entrará em exibição no Atelier Jolie, onde ficará até o dia 27 de Abril.
A “Strand For Women” é uma exposição coletiva recorrente e um projeto de arte global iniciado em 2023, que tem como objetivo apoiar a “Woman Life Freedom” e que utiliza o cabelo como um meio e símbolo escolhido para a liberdade, agência e solidariedade das mulheres.
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• Candids » 2025 » 07/03/25 (35x)
Nesta quinta-feira, dia 06 de Março de 2025, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – foi flagrada pelos paparazzis de plantão quando saía do The Greenwich Hotel e caminhava em direção a um táxi, na cidade de Nova York, Estados Unidos.
A atriz, cineasta e ativista de 49 anos estava usando um look monocromático elegante com um sobretudo de cor preta, por cima de um vestido de renda. Ela finalizou o visual com uma bolsa Christian Dior Saint Honoré e sapatos scarpins da marca Jimmy Choo.
No sábado passado, Angelina esteve ao lado da filha mais velha no brunch organizado pela “Women in Training” em Montgomery, Alabama, onde Zahara foi a palestrante principal do evento e falou sobre a pobreza menstrual.
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