Jolie faz declaração sobre aniversário do conflito na Síria
17 de março de 2018
Hoje chegamos a outro marco vergonhoso no conflito da Síria, uma tragédia provocada pelo homem.
Esta é uma guerra que tem sido travada quase que exclusivamente contra civis que, durante sete anos intermináveis, foram bombardeados, atacados com gases, cercados, impedidos de comer, torturados e deslocados diante dos olhos do mundo. Centenas de milhares de vidas inocentes foram sacrificadas nesse conflito sem sentido.
Depois de sete anos de guerra e atrocidades, estamos fartos de desculpas. Os refugiados sírios que conheci estão cansados de promessas vazias e declarações de simpatia, e com razão. Todos podem ver que a comunidade internacional não está agindo como deveria, e que os países com influência no conflito estão colocando seus interesses à frente do direito internacional e dos direitos do povo sírio, de uma maneira que é nada menos do que desumana. Nas próximas décadas, seremos assombrados pelo nosso fracasso na Síria, assim como o somos por outros crimes em massa que ocorreram no passado recente.
Meus pensamentos estão com famílias sírias, que não participam do conflito e cujas casas, meios de subsistência e esperanças foram destruídos, e com todos os que trabalham bravamente, em circunstâncias inimagináveis e difíceis, para salvar vidas e aliviar o sofrimento na Síria.
Até que haja paz na Síria, devemos manter a proteção aos que foram forçados a deixar suas casas, onde quer que estejam. Isto é o mínimo que podemos fazer.
E peço novamente aos membros do Conselho de Segurança da ONU para que, agindo com outras nações, abordem as raízes do conflito e exijam não só um cessar-fogo e um caminho diplomático para o encerramento da crise, mas também a justiça e a responsabilização pelas monstruosas violações dos direitos humanos cometidas contra o povo sírio.
Fonte: ACNUR Brasil
Em uma noite fria de Janeiro, Angelina Jolie se aninha em um sofá que se encontra dentro da loja altamente perfumada da marca de cosméticos, Guerlain, localizada na Avenue des Champs-Élysées, em Paris, na França. Nós estamos nos reunindo para comemorar o lançamento da edição Florale do pergume Mon Guerlain, do qual ela é garota propaganda. O rosto de Jolie, além dos olhos levemente esfumaçados, parece natural.
“Nós somos todos muito naturais,” dis ela a respeito de sua família. Ela leva um tempinho para falar a respeito das suas habilidades de maquiagem (elas são boas, mas sua filha Zahara é mais entusiasta), sobre sua pele (cuidada por um demartologista desde os 11 anos) e sobre suas opiniões de como é envelhecer sabendo de que é conhecida como uma das mulheres mais bonitas do mundo.
O quanto você é ligada em beleza? Você já experimentou fazer coisas com seu cabelo e com sua maquiagem?
Tenho certeza de que eu tive meu momentos quando eu era pequena e passava maquiagem no rosto todo, mas eu era um pouco “tomboy”. E então, eu passei a ser meio punk. Atualmente, é muito popular você tingir o cabelo de azul, por exemplo. Na minha época, você descoloria o cabelo e pintava com aquelas canetas coloridas permanentes.
Você já fez isso?
Sim! Eu acho que minhas lembranças mais antigas eram mais como uma pessoa criativa e, desde cedo, como uma atriz. É uma máscara; é uma parte na criação de personagens. Eu nunca fui na casa de uma amiga e brinquei de maquiagem. Eu não sou dessas mulheres que dizem “Ei, vamos marcar uma noite para fazermos penteados uma na outra”. Eu nunca fui assim, mas eu acho essas coisas muito fofas. Eu compro muitas dessas coisas, especialmente para a Z [Zahara]. Ela passou por um período de tentar coisas diferentes, mas ela é bastante natural. Eu lembro de que ela estava com uma amiga uma vez e elas disseram que queriam se vestir, e por o acaso eu tinha alguma maquiagem para elas?
E o que você disse?
Eu dei a minha maquiagem, mas eu uso apenas uma cor: vermelho. E eu tenho delineador e rímel pretos – eu tenho o kit de maquiagem mais chato de todos. E minha filha e eu usamos diferentes tons de marrons. Agora eu tenho um kit extra caso mais alguém queria brincar de maquiagem.
Você leva delineador líquido na bolsa? Você mesma consegue se arrumar para os eventos?
Ah sim, porque não quero ter de depender sempre de um maquiador. Eu fico muito mais confortável com apenas um pouco de corretivo em minhas olheiras. Esse é o meu produto principal.
Existe uma característica sua que você gosta de variar mais?
Isso realmente depende. Eu faço olhos escuros ou passo batom vermelho. Eu tenho traços muito exagerados, muito grandes, então se eu fizer um pouco de tudo, eu fico parecendo um palhaço. Seria apenas… muita coisa.
Como você descobriu a Guerlain?
Minha mãe [Marcheline Bertrand] usava muita pouca maquiagem. Mas ela tinha alguns produtos que usava em eventos especiais ou em festas comemorativas, e sempre eram da Guerlain. Haviam algumas poucas essências e pós e eu, ocasionalmente, fazia bagunça com todos. Eu me lembro de pensar, “Isso não é coisa de dia-a-dia. Isso veio de Paris!”.
Você usa perfume?
[Quando eu tentei] usar um perfume só por diversão, meus filhos ficaram bem decepcionados. [Eles disseram] ‘não parece seu cheiro.”
Você tem um aroma ‘assinatura’?
Eu uso o Mon Guerlain. Antes desse eu usava um perfume bem aleatório, mas que tinha notas parecidas. Enquanto eu me decidia [sobre ser a nova garota da Guerlain], eu o testei com as crianças. Eles sentiram o cheiro, e gostaram. Eu e Zahara usamos. Eu sou uma péssima mentirosa, então eu não poderia divulgar algo que eu não gosto de verdade.
Eu sei que essa pergunta vai soar engraçada devido à sua agenda, mas como você se satisfaz e cuida de você mesma, quando você acha um tempo pra isso?
Essa é engraçada mesmo. Eu sou aquela pessoa que diz, “Será que dá pra você não falar comigo enquanto tomo um banho? Pode não abrir a porta, pelo menos? Deixe-me terminar e eu já saio. Me dá um segundo.” “Me dá um segundo” é a ideia. Eu acho que a maioria das mães dizem isso o tempo todo. O que agora não consigo mais falar isso porque meus filhos respondem, “Um segundo. Pronto, te dei um segundo.”
Ok, você tem um minuto só pra você: como você cuida de você mesma?
Eu tenho a mesma dermatologista desde os 11 anos, o nome dela é Rhonda Rand. É para quem minha mãe me levou quando eu era pequena e tive minha primeira cicatriz. Ter alguém que te encoraja a ser o mais natural possível me ajudou muito, eu acho. Quando fiquei grávida, eu tinha partes escuras no meu rosto que ficaram mais escuras ainda. Então eu faço tratamentos de luz pulsada (IPL) de vez em quando.
Como você define beleza?
As pessoas que eu vejo como bonitas são aquelas que não se apoiam na opinião de outra pessoa para se apropriarem do que é beleza. Eu sempre me atraí por pessoas únicas, diferentes e simplesmente elas mesmas. O que me deixa um pouco triste é quando vejo alguém incapaz de viver em sua própria pele e não se sentir confortável com isso. Há muitas coisas nessa sociedade que fazem as pessoas se sentirem assim.
As mídias sociais podem fazer as coisas piorarem também.
É muito difícil para os jovens hoje em dia, [quando] as pessoas estão constantemente julgando e criticando e tendo opiniões. É engraçado – eu sinto que décadas atrás, o ser diferente era o desejado. Agora acho que é cada vez mais e mais desejado fazer parte das massas, se juntar, ou ser tão bom quanto ou parecido com. Meus filhos não usam muitas mídias sociais. Eu espero que eles tenham tempo para descobrir o que gostam antes de terem que ouvir um monte de pessoas falando do que eles têm que gostar ou como têm que se portar. Minha mãe costumava dizer quando eu era pequena, “Me deixe ver sua alma”. Era o jeito dela. Sempre que eu ficava chateada ou algo do tipo, ela me dizia, “Me deixe ver sua alma”. O que significava pra mim era, “Me mostre você. Você está brava? Me deixe ver”. Eu nunca realmente falei sobre isso. Eu acho, eu espero, na verdade, que é o jeito que eu estou criando meus filhos: coloque o que há dentro para você e você à frente e se encontre, descubra quem você é. Beleza – todos têm uma opinião diferente do que é isso. Intelecto é o mais bonito. Quando você vê alguém que usa a cabeça, isso é sexy. Uma pessoa que é empática e pensativa e apaixonada – não há nada mais atraente que isso. Não há nada que você possa usar ou colocar no seu roto que possa cobrir se sua cabeça é vazia e seu coração escuro.
Você é conhecida por ser bela – uma das mulheres mais bonitas do mundo. Como você lida com isso?
Obrigada. Eu olho no espelho e eu vejo que me pareço com minha mãe e isso é bom. Eu também me vejo envelhecendo e eu amo isso porque significa que estou viva – vivendo e envelhecendo. Não gosto de ter manchas escuras dadas por uma gravidez, claro. Mas o que eu gosto do que vejo não é sobre estrutura ou aparência. É mais do que eu vejo da minha família em meu rosto. Eu vejo minha idade.
Fonte: InStyle
Diretor de Tomb Raider diz ter batalhado para conseguir Jolie no papel
14 de março de 2018
Lara Croft está voltando às telonas no dia 15 de março, mas a personagem feminina dos videogames que quebrou barreiras ainda com seus traços poligonais nos jogos do Playstation e, posteriormente, nas telas do cinema, apareceu pela primeira vez 17 anos atrás. A personagem que leva o nome do jogo – uma aristocrata britânica com habilidade em arqueologia e afinidade por shortinhos – escalou pelos rankings de cultura pop no final dos anos 90, se tornando uma celebridade digital sem precedentes na época das revistas femininas e “Girl Power”.
Recentemente, o diretor Simon West contou à revista norte americana “Entertainment Weekly” que ele foi contatado pela Paramount Pictures várias vezes antes de aceitar fazer o primeiro filme da franquia “Tomb Raider”, lançado nos cinemas em 15 de junho de 2001, depois de Croft ter acumulado um reconhecimento mundial com cinco jogos lançados anteriormente. Embora a personagem Ripley, do filme “Alien”, já tivesse mostrado seus músculos heroicos diversas vezes e a Mulher Maravilha já tivesse consolidado seu legado nas páginas dos gibis da DC, West diz que ele estava contra um mercado que não estava acostumado com mulheres liderando o sucesso nas bilheterias.
“Não havia tido uma atriz principal feminina em filmes de ação-aventura que havia mantido a carreira após um filme desse tipo, e Angelina não era tão grande como as outras atrizes da época, que poderiam fazer o papel, que já haviam feito outros filmes maiores e que tinham um maior e mais longo registro nas bilheterias… Alguma delas eram mais precavidas do que Angelina, outras eram perigosas demais. Na época, havia todo tipo de coisas escritas sobre ela nos jornais – algumas delas não eram verdade. Ela era uma jovem mulher experimentando”, disse West à EW. Ele diz que nomes como Catherine Zeta-Jones, Ashley Judd e Jennifer Lopez foram cogitados para o papel, mas ninguém via a personagem como outra atriz além de Jolie – graças ao seu estilo ‘danado’ – e todo o processo de caracterização “nunca chegou a realizar testes de elenco ou nivelamento”, mas demorou um pouco para considerar Jolie.
“Ela tinha uma ótima e obscura reputação sobre ela”, ele se lembra, se referindo à imagem inortodoxa de Jolie na época, que incluía usar um pingente que continha o sangue de seu marido na época, Billy Bob Thornton, e causar furor ao beijar o irmão na boca na noite em que ganhou seu primeiro Oscar em 2000. “Ela vivia um estilo de vida diferente e não se preocupava com o que falava. Ela falava o que pensava e tinha uma reputação notória. Foi meio difícil, para mim, conseguir com que ela passasse pelo processo de aprovação da produtora, porque eu queria uma atriz que fosse trazer algo ao papel e ela trouxe essa fantástica mitologia de Angelina Jolie como essa obscura, louca, fantástica mulher com uma personalidade única e interessante. Eu queria que aquela mitologia de Angelina Jolie se fundisse à de Lara Croft.”
Uma fonte conta à EW que a produtora nunca contatou [Jennifer] Lopez para o filme, enquanto um representante de [Catherine] Zeta-Jones deu a entender que a Paramount não chegou a realizar reuniões oficiais com a atriz sobre o papel. A equipe de [Ashley] Judd também não tinha informações sobre o elenco de “Lara Croft: Tomb Raider”, e mesmo a pedido da EW, a Paramount não teve acesso imediato aos detalhes das seleções de elencos para o filme.
Quando o primeiro filme foi lançado, atores que não haviam sido testados antes de serem escolhidos, como Paul Walker e Vin Diesel, foram encarregados de fazer as produtoras conseguirem sucesso com filmes como “Velozes e Furiosos” (2001) e “Triplo X” (2002), mas o fato de que Angelina Jolie já ter um Oscar por atriz coadjuvante em “Garota, Interrompida” na época (mais 3 Globos de Ouro) a favorecia para ser cogitada para o papel, e criou uma reputação para ela como uma atriz crível. Isso, de acordo com West, não fazia muita diferença para a produtora que pretendia gastar $115 milhões de dólares para fazer o primeiro filme de “Tomb Raider”.
“Ninguém tinha problemas com relação às habilidades de atuação dela, a capacidade de atingir a audiência do público geral era a preocupação da produtora. O filme que ela ganhou o Oscar teve um investimento minúsculo perto do que eles queriam gastar com “Tomb Raider”, então eram riscos a serem feitos. Como em qualquer negócio, eles queriam mais seguranças e garantias possíveis, e [eles se sentiriam mais seguros] com outra pessoa no lugar”, diz ele à EW. No final das contas, escolher Jolie permitiu que ele mostrasse à produtora que a personagem seria muito mais forte nas mãos da atriz. Assim, ele começou a moldar Croft e o roteiro do filme para combinar com as forças de Jolie, para assim, nascer uma Lara Croft estilosa que condizia mais com a visão de West.
“Angelina veio até mim após nós a escolhermos e nós estávamos conversando sobre a personagem ser uma aristocrata britânica. Ela me disse, ‘Então eu deveria ter aulas de etiqueta, não acha? Eu deveria aprender como comer e como segurar uma xícara?’ e eu disse ‘Não! De jeito nenhum!”, diz West. “A primeira coisa que eu quis fazer era ter certeza de que Lara não teria a cara de uma pessoa rica e mimada. [Esses tipos] que colocam seus pés na mesa, que fazem de tudo para tirar esse mito de que são princesinhas que devem se comportar como princesas. Esse foi um dos primeiros aspectos da personagem: ela está tentando se libertar de todas as coisas ao seu redor – dinheiro, oportunidades – e ela está tentando provar que é uma pessoa capaz, que é uma mulher. Ela pode sair e fazer exploração, aventura, roubo e arrombamentos, tão monstruosamente quando um homem pode.”
Para aprimorar seu foco nas complexidades de Croft como personagem, West diz que ele tentou se concentrar na proatividade e proezas de Lara, contra sua fisicalidade.
“Havia, definitivamente, uma [noção] de que a Lara Croft dos jogos era superficial e visualmente agradável, mas no filme, me concentrei em mostrá-la como uma pessoa real. Todas as conversas que tínhamos sobre ela eram do tipo, ‘Como ela está se sentido, por que ela está fazendo isso, ela é capaz de fazer isso?”, explica West. “[Sexualizar ela] provavelmente seria o fim deste filme e da personagem, e se tivesse sido mais “mamão-com-açúcar” ao invés de atrevido e forte, talvez não tivessem levado tão a sério. Nós falamos sobre a personagem tão seriamente quanto qualquer outro personagem de um drama. Não tínhamos que ceder para qualquer coisa superficial que as pessoas estavam esperando. Quando você se senta numa sala de cinema para assistir um filme, você tem que ‘comprar’ o personagem como uma pessoa real ao invés de ficar se perguntando se ela está igualzinha a do jogo.”
Isso também significava correr o risco de remover qualquer traço de interesse romântico de Croft – um passo corajoso para um filme desse tipo, independentemente do gênero do personagem.
“Eu nunca considerei ela ter um interesse romântico no filme, porque nós estávamos tentando estabilizá-la como uma exemplo de ação-aventura para garotas. Acho que foi isso que Angelina se interessou: ser um exemplo”, diz West, reconhecendo que o filme teve um papel importante na origem dos trabalhos humanitários de Jolie; ela se tornou Embaixadora da Boa Vontade da ONU ao viajar para o Camboja em 2001 e depois adotou seu filho, Maddox, também do país, após terminar de filmar “Tomb Raider” no território.
West continua: “De algum jeito, o filme a inspirou para o resto de sua vida também, de que ela podia ser um exemplo. Ela foi fazer coisas maravilhosas de caridade e eventos mundiais. Foi inspirador para ela e ela queria inspirar as garotas.”
Apesar de “Tomb Raider” arrecadar $131 milhões apenas no território norte americano (fato que abriu portas para filmes de ação com personagens principais femininas), uma continuação do filme foi lançada em 2003, inspirando parques de diversão da Paramount ao redor do mundo e começando um novo capítulo na vida de Jolie tanto como ativista humanitária quanto como uma das maiores atrizes que lucram em bilheteria; o filme não afetou Hollywood como West imaginou que faria.
“Na época, a produtora estava incrivelmente nervosa com o resultado que poderia ter sido gerado. Eu fiquei surpreso por ter demorado tanto [para outros filmes de ação com personagens principais femininas aparecessem], porque eu achei que dois ou três anos depois, teriam 10 filmes do tipo lucrando com seu sucesso”, ele diz. “Mas é demais ver como as coisas funcionam lentamente. E finalmente “Jogos Vorazes” e ‘Mulher-Maravilha’ estouraram!”.
Artigo escrito por Joey Nolfi
Traduzido por Guilherme Leite
O filme da franquia, desta vez estrelado pela atriz sueca Alicia Vikander, será lançado nos cinemas nesta quinta-feira, dia 15 de Março de 2018. Desta vez, Lara não será uma arqueóloga especializada em sobrevivência, mas sim uma jovem de 21 anos que, ao mesmo tempo que quer encontrar seu lugar no mundo, está em busca de seu pai, desaparecido há sete anos. A ideia da Warner Bros., segundo o produtor Graham King, foi fazer “um filme que prestasse homenagem ao game”, mas que ao mesmo tempo trouxesse algo para os que ainda não conhecem a franquia. Assista o trailer oficial do filme abaixo:
Fonte: Entertainment Weekly | IGN Brasil
Neste domingo, dia 11 de Março, a mamãe mais famosa de Hollywood, Angelina Jolie, levou as filhas Zahara e Vivienne para passear e fazer compras na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.
O trio foi flagrado pelos paparazzis quando caminhava em direção ao carro, carregando sacolas das lojas “Paper Source” e “Starbucks”.
Como sempre muito elegante, para a ocasião Jolie optou em usar um sobretudo nude, botas de cano alto pretas e óculos de sol. As fotos e as informações são do site Daily Mail.
Fotos:
Jolie retira o sobrenome de Brad Pitt de sua fundação britânica
11 de março de 2018
Como mais uma prova de que Angelina Jolie e Brad Pitt estão seguindo a vida após o divórcio, a atriz oficialmente removeu o sobrenome ‘Pitt’ de sua fundação britânica – Jolie Dalton Helic Foundation – que apoia trabalhos humanitários. A cineasta entrou com os documentos oficiais na Britain’s Companies House (Agência do Governo Britânico) nesta última segunda-feira (5), mudando o nome da firma de “JP.D.H. Ltd” para “J.D.H.”. As inicias do nome da fundação agora se referem apenas aos sobrenomes das três diretoras da companhia – Angelina e suas duas parceiras e conselheiras, Arminka Helic e Chloe Dalton.
A atriz de 42 anos tem se dedicado cada vez mais aos seus trabalhos humanitários nos últimos anos, juntando-se com as co-diretoras da J.D.H, ambas ex-assessoras do ex-secretário britânico de Relações Exteriores, William Hague, com quem ela teve reuniões especiais como Enviada Especial da Agência de Refugiados da ONU. Elas têm acompanhado a mãe de seis filhos em diversas viagens relacionadas ao seu papel na ONU e em outros trabalhos humanitários.
Entretanto, um dos projetos conjuntos de Angelina e Brad ainda está intacto. Enquanto estavam juntos, o casal formou uma companhia de vinhos em 2013. E em Fevereiro de 2018, a People contou que apesar do divórcio, nada foi alterado em relação ao estado atual da companhia de vinho, visto que o plano é manter a propriedade como um “investimento para seus filhos”.
Brad e Angelina, que têm seis filhos juntos, anunciaram que iriam se divorciar em 2016, mas ainda precisam finalizar o processo. Como parte de um novo começo, Angelina comprou uma mansão de $25 milhões de dólares em Los Feliz, casa para ela e os filhos do casal. Já Brad, tem voltado lentamente aos holofotes, fazendo aparições discreta como na festa pré Oscar da agência Gersh.
A mãe solteira recentemente contou ao site “Deadline” – em uma entrevista traduzida pelo Angelina Jolie Brasil que você pode conferir aqui – que ela faz tudo o que pode para contribuir para a vida de uma forma ampla. “Todos nós estamos tentando encontrar equilíbrio, como pessoa”, ela disse, adicionando: “se você não está participando da vida num geral e não está sendo, de alguma forma, útil – não está fazendo algo que possa evoluir – então você vai descobrir que você não está sendo feliz. Sério, dessa forma você terá uma vida bem vazia”.
Tradução por Guilherme Leite.
Fonte: Hello!
Jolie concede entrevista para a revista Hello! britânica
11 de março de 2018
Entrevista por Charlotte Jolly
Tradução por Guilherme Leite
Angelina Jolie chegou em Paris com seus seis filhos. Ela voou de um campo de refugiados na Jordânia nas primeiras horas da manhã e tem uma reunião agendada com a primeira dama da França, Brigitte Macron, no dia seguinte. Mas quando a atriz ganhadora do Oscar se sentou com a Hello! para essa entrevista exclusiva, ela não mostra nenhum sinal da agenda agitada que ela tem seguido.
Ela é carinhosa e amigável com seu grande sorriso e sua pele luminosa escondem sua falta de sono. Como uma das mais importantes mães e atrizes do mundo, ela poderia ser perdoada por querer um tempo só para ela, mas isso não faz parte do seu perfil. Quando nós perguntamos se ela queria encontrar um tempo para relaxar, ela diz: “Na verdade não. Eu sou esse tipo de gente. Me deixa louca quando me falam que preciso relaxar. Eu acho que muitas mães na verdade não descansam. E de alguma forma nós encontramos prazer nisso. Digo, até se eu tentar tomar um banho [de banheira], eu vou acabar levando pelo menos duas das minhas crianças comigo, o que é adorável. Eu não trocaria isso por nada.”
Formas de Ganhar
Angelina, que foi nomeada como Enviada Especial das Nações Unidas em 2012, depois de anos de serviço dedicado à causa dos refugiados, está falando com nós antes do Oscar, onde o filme ‘The Breadwinner’, do qual ela é produtora executiva e conselheira, foi indicado a Melhor Animação. Seu rosto se ilumina quando ela fala de seus filhos Maddox, 16, Pax, 14, Zahara, 13, Shiloh, 11, e seus gêmeos, Knox e Vivienne, de 9 anos – que estão com ela hoje no histórico instituto da Guerlain, que fica atrás do monumento Arco do Triunfo.
Ela descreve seus filhotes como seus “melhores amigos” – eles viajam o mundo com ela em suas viagens humanitárias, a ajudam nos sets de filmagem e são clicados com ela no tapete vermelho. Angelina está aqui como garota propaganda do perfume Mon Guerlain, e passou a manhã fazendo ensaios e propagandas para a nova edição Florale. As crianças também estiveram ocupadas, com o renomado perfumista Thierry Wasser dando à família um workshop sobre fragrâncias enquanto eles criavam seus próprios perfumes.
“Pax foi ótimo”, disse Angelina, “Mas eu não mandei bem. Thierry disse que tinha muito sândalo no meu”.
Notícias das visitas da atriz se espalharam e um grupo de fotógrafos se empoleirou na frente do prédio. Mas, como tudo, ela segue em frente. Ela dá créditos a sua mãe Marcheline Bertrand, que faleceu de câncer de ovário em 2008, por seu estoicismo. Marcheline foi quem atraiu Angelina para a Guerlain. “Ela dificilmente usava maquiagem, mas ela guardava esse pó compacto deles específico para ocasiões especiais. Eu cresci vendo da Guerlain como uma marca francesa muito, muito chique.”
Aqui, Angelina se abre sobre sua vida atual, suas paixões e como ela está criando seus filhos.
Angelina, você teve uma chance de descansar desde que chegou em Paris?
“Não ainda. Nós tivemos um longo dia ontem e eu cheguei a 1 da manhã. Eu acordei às 8h para fazer isso aqui e uma pessoa me disse, ‘Sabe o que você precisa fazer? Descansar’, e eu fiquei tipo, ‘Do que você tá falando?’, eu sou esse tipo de pessoa”.
Nos conte sobre sua afiliação com a Guerlain.
“Eu sempre associei [a marca] com algo muito especial e feminino. Me lembra da França e o que isso significava para minha mãe. Se você vai divulgar um produto e encorajar outras mulheres a gastar dinheiro nisso, você tem que acreditar que vale a pena. Nós tivemos que ter certeza de que o perfume estava perfeito, até o frasco, tudo. Não tinha como eu não amá-lo. Há uma linguagem ao redor de sua essência e eu não sou boa em falar sobre notas olfativas, mas o novo Eau de Parfum Florale é especial.”
Sua mãe foi uma fonte de inspiração para você. Você ainda é guiada por ela?
“Minha mãe tinha uma enorme influência em mim, e isso me faz questionar tudo o que ela não pôde vivenciar o bastante na vida dos meus filhos e, para eles, como seria ter uma avó. É difícil para mim quando as pessoas falam que algumas coisas ‘foram feitas para acontecer’ ou que ‘algumas coisas acontecem por uma razão’. Ela não estar aqui me faz questionar tudo isso. Quando nós falamos sobre ela e vemos suas fotos, porque algum deles se lembram dela, Mad em particular era muito próximo dela: ‘Sabe tudo de bom que a mamãe tem? Ela era tudo isso. Tudo que você ama na mamãe, quando eu sou a ‘melhor’ e vocês gostam das minhas histórias, ou quando vocês acham que eu estou sendo muito doce, carinhosa e divertida – essa era a minha mãe. Todo o resto, as outras coisas estranhas, isso é meu. O resto, bom, é dela.”
Que valores você tenta passar para seus filhos?
“Para valorizar os outros. Se você vive sua vida e anda por aí pensando só em você mesmo e nas suas próprias necessidades e desejos, então você não só está vivendo uma vida egoísta mas também acaba tendo uma vida bem infeliz, imagino. E é aí que tudo fica errado. As guerras e hostilidade, a feiura e falta de humanidade do mundo vêm dessa falta de empatia real por alguém. Se você consegue valorizar outros, acho que as coisas se equilibram naturalmente na sua vida. Quando você não vive com percepções ignorantes e pequenices, você se abre de uma forma linda.”
Existem conversas na indústria de cosméticos sobre banir o termo “anti envelhecimento”.
“Não sabia disso, mas é interessante. Você não pode implicar que envelhecer é ruim, e é essa a conotação que o ‘anti’ passa. Eu não acho que alguém possa pensar que proibir o termo é suficiente. Há muito ainda a ser feito para fazer as pessoas se sentirem confortáveis com elas mesmas e para nos ajudar a abraçar nossas diferenças. Mas não é onde o meu foco tem estado. Eu tento em focar a maior parte do meu tempo nas mulheres, na paz, segurança e o direito das mulheres.”
Como co-fundadora do Iniciativa para Prevenção da Violência Sexual (PSVI), você tem esperança de que os movimentos #MeToo e #TimesUp façam diferença?
“Sempre que aparecem conversas sobre esses problemas, é ótimo. É importante manter o diálogo aberto. Tomar consciência e sentir raiva disso é bom, mas, por mais que falamos, sempre precisaremos de ações. As pessoas têm trabalhado nessas questões há muito tempo, os problemas são tão profundamente enraizados e há muita pouca justiça feita. E se não há responsabilidade e as leis não mudam, não estamos ajudando as mulheres em todos os países – as mulheres que enfrentam os piores tipos de abusos. Se não pudermos ajudá-las a conseguir justiça, então não estamos fazendo o bastante. Com o PSVI, estou focada em unir os países e suas ONGs, trabalhando em suas leis e ensinando na Faculdade de Economia de Londres. Os estudantes lá são incríveis. Eu aprendo muito quando estou lá.”
Como atriz e cineasta, você teve que lidar com discriminação sexual?
“Eu tendo a não pensar dessa forma. Quando eu estava começando eu não pensava assim. Recentemente eu trabalhei em um filme na Ásia e com artistas asiáticos e, de algum modo, eu estou mais ciente de suas faltas de oportunidade. Eu poderia te dizer onde eu acho que as coisas poderiam ter sido mais fáceis para mim, mas foi muito mais fácil para mim do que para outros.”
Em 2014, a Rainha te condecorou como Dama Honorária por seu trabalho humanitário. O que isso significou para você?
“O trabalho que eu faço para o PSVI é incrivelmente importante para mim, então receber reconhecimento disso pela Vossa Majestade significou muito. Eu quero continuar trabalhando, melhorar o que faço e fazer jus à esse tipo de reconhecimento.”
Você passa muito tempo no Reino Unido. Você poderia se descrever como uma Anglófila (afinidade pela cultura, costumes e tudo relacionado ao Reino Unido)?
“Bom, eu amo o Reino Unido, mas eu sou muito nômade. Eu sou bem ‘cidadã do mundo’, e eu imagino que meus filhos também serão. Eu sempre penso como estaremos espalhados nos próximos anos, considerando todos os lugares para quais já viajamos e todas as coisas que eles vão querer fazer na vida. Mas eu me realmente me sinto em casa quando estou na Inglaterra. Eu amo levar as crianças à loja Hamleys, e eles adoram os parques”.
Fotos:
Nesta quinta-feira, dia 08 de Março de 2018, a marca de cosméticos francesa, “Guerlain”, disponibilizou um vídeo da cineasta norte americana, Angelina Jolie, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. No vídeo, Jolie diz a seguinte mensagem:
“Eu espero que neste ano, nossa atenção esteja nas mudanças que podemos fazer, não apenas em nos mesmos, mas com relação às mulheres ao redor do mundo que se encontram mais vulneráveis. Quais leis nós podemos mudar, quais estigmas podemos abordar”.
Jolie é garota propaganda do perfume “Mon Guerlain” lançado pela marca no ano passado. No entanto, uma nova versão da fragrância foi lançada recentemente e, por este motivo, a atriz está mais uma vez trabalhando na divulgação do perfume.
Vídeo:
Capturas:
Neil Burger pode dirigir Angelina Jolie em novo filme
28 de fevereiro de 2018
Segundo o site de entretenimento, “Variety”, Neil Burger (“Divergente”) vai dirigir um filme, ainda sem título, baseado nas memórias da veterana da Aeronáutica dos Estados Unidos, condecorada com o título honroso “Coração Púrpuro”, a Major Mary Jennings Hegar.
Angelina Jolie é um possível nome para interpretar o papel de Hegar, como já noticiado pelo Angelina Jolie Brasil em Setembro de 2016. A produção será feita pelo “The Gotham Group” e o roteiro será escrito por Alice O’Neill e Neil Burger.
O filme será uma adaptação do livro “Shoot Like a Girl”, escrito por Hegar. Nele, ela conta como recebeu suas duas condecorações militares – por servir aos Estados Unidos em três missões no Afeganistão e como piloto da Equipe de Resgate, voando através do perigo, procurando, resgatando soldados em áreas de conflito e transportando milhares de homens e mulheres do campo de batalha sob circunstâncias extremas. Entretanto, seu possível maior feito ocorreu ainda em solo americano, onde ela abriu as portas para as mulheres, com sucesso, ao discutir com o Departamento de Defesa sobre a inconstitucional e injusta exclusão de mulheres da ‘Política de Exclusão de Combate’.
Burger recentemente dirigiu “The Upside”, baseado no filme francês “Intocáveis”, estrelando Kevin Hart e Bryan Cranston. Outros projetos incluem “Sem Limites” com Braddley Cooper, “O Ilusionista”, estrelado por Edward Norton e Paul Giamatti, e sua estreia como diretor, “Interview with the Assassin”.

