Listas/ Outros Famosos

Angelina Jolie é a mulher mais admirada do mundo

14 de abril de 2018

Angelina Jolie está com tudo. Ela foi eleita a mulher mais admirada do mundo, segundo a YouGov, empresa britânica que conduz pesquisas em diversos segmentos e faz, anualmente, uma seleção das personalidades mais estimadas. A atriz manteve a mesma posição do ano passado.

Foram ouvidas mais de 37 mil pessoas de 35 países. Em segundo lugar, ficou Michelle Obama; em terceiro, Oprah Winfrey.

Na categoria masculina, Bill Gates ficou com o primeiro lugar, seguido por Barack Obama e Jackie Chan.

Texto: O Globo | YouGov

Atriz/ Dublagem/ Filmes/ The One and Only Ivan

Outros atores se juntam ao elenco de “The One and Only Ivan”

8 de abril de 2018

De acordo com o renomado site norte americano, “The Hollywood Reporter”, outros atores se juntaram ao elenco do novo filme da Disney, “The One and Only Ivan”.

O filme, que será uma adaptação do livro de mesmo nome escrito por Katherine Applegate, conta a história de um gorila chamado Ivan que vive na jaula de um shopping junto com uma elefanta chamada Stella e um cachorro chamado Bob. O gorila não se lembra da vida fora do local, mas quando uma bebê elefante chamada Ruby chega e começa a conviver com ele, Ivan começa a se lembrar das coisas e decide elaborar um plano para tirar a elefanta do dono abusivo.

Angelina Jolie, que também é produtora do longa, dará voz a Stella e já estava escalada para o papel desde o final do ano passado, como foi anteriormente reportado pelo Angelina Jolie Brasil.

No entanto, recentemente, o ator Sam Rockwell, ganhador do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 2018 por seu papel no filme “Três Anuncios para Um Crime” se juntou ao projeto e dará voz ao personagem principal, Ivan. Já o ator Bryan Cranston (“Breaking Bad”) emprestará sua voz para o vilão, o homem que mantém Ivan preso na jaula durante 27 anos. Além disso a pequena atriz, Brooklyn Prince, (“Projeto Flórida”), dará vida a Ruby.

O filme está em fase de pré produção, tem roteiro de Mike White e terá direção de Thea Sharrock (“Como eu Era Antes de Você”), mas ainda não possui previsão de estreia.

Fonte: The Hollywood Reporter

Documentários/ Filmes/ Miscelanea

Jolie fará participação em documentário sobre a Rainha da Inglaterra

7 de abril de 2018

No dia 16 de Abril o canal de televisão britânico, “ITV1” irá exibir um documentário sobre um ambicioso projeto de legado da Rainha da Inglaterra, Elizabeth II, em criar uma rede global de florestas protegidas.

O documentário intitulado “The Queen’s Green Planet” (O Planeta Verde da Rainha), irá mostrar o amor da monarca pelas árvores e pelo meio ambiente, através de uma entrevista feita com ela pelo Sir David Attenborough pelos jardins do Palácio de Buckingham.

O trailer do programa foi disponibilizado nesta semana e nele, é possível ver que haverá uma participação da cineasta norte americana e Enviada Especial do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados, Angelina Jolie.

No trecho, Jolie se manifesta dizendo:

“Ela é uma senhora realmente muito adorável que se preocupa com o futuro”.

Fotos:

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Candids

Angelina Jolie é vista com os filhos em Los Angeles

27 de março de 2018

Neste último domingo, dia 25 de Março, a cineasta norte americana, Angelina Jolie, foi fotografada quando deixava um pet-shop na companhia do filho mais novo, Knox, e caminhava em direção ao carro, na companhia de um segurança.

Nesta terça-feira, dia 27 de Março, a atriz também foi flagrada pelos paparazzis acompanhando a filha mais nova, Vivienne, em suas aulas de karatê. As informações e algumas fotos são do site Daily Mail

Fotos:

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Candids

Jolie e os filhos vão ao supermercado em Los Angeles

21 de março de 2018

Nesta terça-feira, dia 20 de Março, a mamãe mais famosa de Hollywood, Angelina Jolie, foi flagrada pelos paparazzis quando fazia compras em um supermercado da rede “Whole Foods”, na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.

A cineasta de 42 anos, que usava um sobretudo preto e óculos de sol, estava na companhia de dois – Zahara e Knox – dos seus seis filhos. As informações são do site Daily Mail.

Fotos:

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Entrevistas/ Guerlain/ Revistas & Scans

Angelina Jolie concede entrevista para a revista Grazia

20 de março de 2018

Seu trabalho como diretora, a luta contra os abusos, o papel de mãe solteira. Angelina Jolie conta à revista italiana “Grazia”, a sua vida depois do adeus a Brad Pitt. Onde qualquer escolha é uma demonstração daquela determinação feminina que não aceita opressão.

É ela, é ela! Está chegando, sussurra alguém atrás de mim. Um reverencial silêncio cai na sala, todos se viram na mesma direção, e é como se o mundo começasse a se mexer em câmera lenta: levanto os olhos e lá está Angelina Jolie, 42 anos, acompanhada do filho Pax, 14 anos, que desce as escadas apoiando–se no corrimão. Observo primeiro os sapatos de salto 11, na cor nude, depois as calças de cashmere, modelo cigarrete na cor cinza e enfim uma manta também na cor cinza, a mesma que ela usará o dia seguinte ao Eliseu, durante o encontro com a primeira dama, Brigitte Macron, esposa do Presidente francês Emmanuel Macron.

“Então, é verdade que ela é assim tão bela?” pergunta minha filha de 17 anos algumas horas depois, enquanto eu a entregava uma folha de caderno com uma dedicatória e um autografo da estrela americana (a escrita é angular, a assinatura indecifrável). Sim, lhe confirmo. Uma beleza repousada, doce. E é esta doçura a me surpreender, em particular depois de tudo aquilo que disseram e escreveram alegando sua dureza e intransigência com o qual gerencia a separação de Brad Pitt desde setembro de 2016. No decorrer da nossa entrevista, Angelina vai apontar a importância da gentileza herdada de sua mãe, Marcheline Bertrand, falecida em 2007 com 56 anos.

Mas, por enquanto, voltemos ao nosso primeiro contato visual nas luxuosas salas da boutique Guerlain, nos Champs – Élysées de Paris. Face do perfume Mon Guerlain , Angelina Jolie veio apresentar a nova Eau de Parfum Florale acompanhada dos seus seis filhos: Madox, 16 anos, Pax, 14, Zahara, 13, Shiloh, 11, e os gêmeos Vivienne e Knox, 9. Desde que Brad Pitt não vive mais com eles, a atriz não se separa mais da sua família numerosa.

“Os garotos estão todos aqui”, me confirma um membro do pessoal enquanto Angelina desaparece com Pax em uma salinha privada. “Com eles tem também três professores, desta forma não arriscam de ficarem atrasados com as lições ”.

Em Los Angeles, onde na primavera anterior a atriz comprou uma nova casa de 25 milhões de dólares no bairro de Los Feliz com fontes, cascatas e piscina. Os três filhos adotivos e os outros três biológicos tidos com Pitt. Recebem aulas em casa; entre as matérias fundamentais tem também as matérias que a própria mãe introduziu no plano de estudos como: árabe, linguagem de sinais e ao quanto parece também arte de perfumaria: Descubro que Guerlain organizou para eles um curso privado com o celebre “nariz” da casa, Thierry Wasser (mas no final só Pax assistirá a aula com a mamãe).

Como os seis estão superando o trauma da separação dos pais? Gostaria de ter perguntado a Angelina, mas a equipe americana que se ocupa das relações públicas deles proibiu perguntas sobre os filhos e o divorcio. A estrela é sempre atenta à comunicação e também declara de não se importar sobre aquilo que as pessoas falam sobre ela. “Nunca esperei de ser compreendida ou aceita”, afirma ela quando nos encontramos sozinhas em uma salinha. “Deixo aos outros a liberdade de pensar aquilo que querem. Somente em um só ponto sou intransigente”, insiste ela. “Ninguém nunca poderá afirmar que eu não seja uma pessoa bem intencionada”. Angelina se interrompe para beber um gole de chá e, quando leva a xícara aos lábios a manta cai de um de seus ombros nus revelando no braço esquerdo uma de suas numerosas tatuagens. “É verdade”, lhe digo, “ninguém pode negar o seu compromisso humanitário a favor das crianças e em particular das mulheres”. E depois lhe pergunto:

A Sra. que acusou o produtor Harvey Weinstein de ter lhe feito avançar inoportunas acusações, acha que tudo isso que está acontecendo com o movimento #MeToo possa contribuir a vencer a batalha para a igualdade de sexos?
Cada palavra, cada ato conta. Existem muitos modos de lutar contra as descriminações. Constatei isso trabalhando com a associação “Preventing Sexual Violence Initiative” (Iniciativa Pela Prevenção da Violência Sexual), que fundei 5 anos atrás nas minhas missões para o “Centre for Women Peace and Security” (Centro Para a Paz e Segurança das Mulheres).

Do que se trata?
De um programa que coloquei em prática em colaboração com a “London School of Economics” em 2015 e que se põe o objetivo de meter fim ao estupro como arma de guerra. Uma causa cujo me interessei enquanto dirigia o filme “Na Terra de Amor e Ódio”, sobre o conflito na ex Iugoslávia. Não é possível imaginar com otimismo um futuro em um mundo onde os crimes contra as mulheres ficam impunes.

O seu último filme como diretora, “First They Killed My Father” também fala de um conflito, o genocídio cambojano contado com os olhos de uma menina. A senhora tem um laço forte com o Camboja. Por que?
É um país que me fez renascer. Na vida de todos nós tem uma viagem, um encontro, um livro que nos obriga a nos questionar e nos faz melhores. O Camboja teve este efeito sobre mim quando apenas cruzei as fronteiras (para o filme “Lara Croft: Tomb Raider”). Me abriu os olhos sobre o destino trágico dos refugiados e virou uma espécie de segunda casa. Não é casual que seja o país de origem do meu primeiro filho, Maddox.

Como amadureceu na senhora a ideia de adotá-lo?
Foi durante a minha segunda viagem. Eu já nutria muito respeito pelo povo cambojano que é assim tão inteligente, tão cheio de graça. Um povo que poderia abandonar-se à amargura e à raiva pelos horrores que eles passaram e, ao em vez disso, souberam olhar pra frente. Um dia, lembro–me de ter tido uma espécie de pressentimento.

Onde aconteceu?
Eu estava num orfanato. Estava brincando com um menino sentada no chão quando improvisadamente pensei: Meu filho está aqui. A ideia de virar mãe se transformou em certeza, mesmo que até aquele momento pensava nisso só vagamente.

Então, quando fez “First They Killed My Father”, que lhe valeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Estrangeira, você teve que lidar com uma forte carga emotiva?
Sim e isso foi um estimulo. Estava orgulhosa de filmar em um país em que me sinto aceita e bem vinda. O Camboja fez com que eu sentisse, rapidamente, digna de ser mãe de um de seus filhos.

Você revelou ter dito sim à colaboração com Guerlain porque o universo olfativo da casa francesa a faz voltar para a infância? Em que maneira?
Minha mãe pouco se maquiava, mas quando eu era criança, os raros cosméticos que ela usava eram todos da Guerlain. Quando eu cresci comecei a associar a marca a uma certa visão da feminilidade da qual compartilho.

E como você a descreveria?
Uma mulher não tem necessidade de mostrar os músculos para demonstrar que os tem. Acredito no poder da doçura, da sensibilidade e da gentileza. É a força de nós, mulheres, e isso também eu aprendi com minha mãe.

Como você lembra dela?
Nela não tinha nenhuma forma de agressividade. Se desculpava continuamente por ser muito gentil, mas era a sua bondade e a sua ternura que me sustentavam. Aos homens tive vontade de dizer: nos permitam sermos nós mesmas, não nos obriguem a perder nossa feminilidade para que vocês se sintam menos vulneráveis.

A senhora se submeteu à uma dupla mastectomia e à retirada dos ovários por conta de um alto risco de desenvolver câncer. Por que você decidiu falar sobre isso publicamente?
Em questão de saúde, o conhecimento é importantíssimo. Eu gostaria que minha mãe tivesse tido a possibilidade de reduzir as chances de ficar doente. Eu tive esta oportunidade, me coloquei à disposição dos testes genéticos e optei por uma cirurgia preventiva. Foi uma escolha pessoal e não digo que todas as mulheres deveriam fazer como eu. Mas todas as mulheres tem o direito de saber que esta possibilidade existe.

A senhora também é Enviada Especial das Nações Unidas para os Refugiados. A vontade de mudar o mundo para o melhor vem da onde?
Do meu passado punk. Ser punk, e para certos aspectos ainda sou, significa não aceitar determinadas condições, lutar para que as coisas se envolvam no melhor, e às vezes também a tendência é ultrapassar os limites.

Se você devesse reconhecer uma qualidade sua, qual seria?
Sei amar as pessoas por aquilo que são, as aceito sem preconceitos. A beleza se destaca na diversidade, que é gerada durante a vida e a faz ficar mais interessante.

Qual é o seu próximo projeto como diretora?
Por enquanto não tenho. Em compensação, como atriz começarei logo as filmagens da sequencia de “Malévola”.

Como você se vê na pele da protagonista, que é uma bruxa?
É um papel interessante. Mostra o outro jeito de ser mulher e de reencarnar a feminilidade. E, depois, não tem nada de tedioso. Na vida também precisamos encontrar um tempo para nos divertirmos.

Foto por Mathieu César.
Artigo por Emanuela Mastropietro.
Tradução por Gabriela Figueiredo, exclusivamente, para o Angelina Jolie Brasil.

Obs.: Muito obrigada pela colaboração, Gabriela!

Scans:

 

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Candids/ Tomb Raider

Angelina Jolie assiste novo Tomb Raider com os filhos

19 de março de 2018

Neste domingo, dia 18 de Março de 2018, a mamãe Angelina Jolie levou quatro – Zahara, Shiloh, Knox e Vivienne – dos seus seis filhos para assistir ao novo Tomb Raider em um cinema localizado na região de Hollywood, em Los Angeles, Estados Unidos. A família foi flagrada pelos paparazzis quando chegava e, posteriormente, quando deixava o local e caminhava em direção ao carro. As informações são do site Daily Mail.

Jolie interpretou a famosa heroína dos vídeo games, Lara Croft, em um filme lançado no ano de 2001, intitulado “Lara Croft: Tomb Raider”.

No entanto, nesta última semana, aproximadamente 17 anos depois, foi lançada uma nova versão (reboot) da história, estrelada pela atriz sueca Alicia Vikander. Desta vez, Lara não é uma arqueóloga especializada em sobrevivência, mas sim uma jovem de 21 anos que, ao mesmo tempo que quer encontrar seu lugar no mundo, está em busca de seu pai, desaparecido há sete anos. A ideia da Warner Bros., segundo o produtor Graham King, foi fazer “um filme que prestasse homenagem ao game”, mas que ao mesmo tempo trouxesse algo para os que ainda não conhecem a franquia.

Fotos:

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Enviada Especial/ Moda/ Trabalho Humanitário/ UNHCR

Angelina Jolie fala sobre um tipo diferente de desfile de moda

17 de março de 2018

Em todos os seus anos como uma atriz vencedora do Oscar e também diretora, Angelina Jolie – a mulher mais glamourosa deste planeta – nunca foi a um desfile de moda. “Eu nunca estive em um”, diz a Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR), em sua experiência de se encontrar sentada na primeira fileira de um desfile especial durante uma visita a um abrigo para refugiados em Nairobi, no Quênia, em Junho de 2017. “Mas foi o meu estilo de desfile de moda: as meninas mais bonitas, sobreviventes com suas cabeças erguidas, trazendo suas próprias criações e cultura, mostrando como é possível encontrar sua feminilidade de novo depois de ser brutalmente atacada.”

O abrigo que Jolie visitou no Dia Mundial do Refugiado é dirigido por RefuSHE, uma ONG que procura preencher uma crucial falta de cuidados para meninas e jovens mulheres dos 13 aos 23 anos, voando da Somália ao Sudão do Sul, e outros lugares devastados pelas guerra da região. “Todas as garotas que eu conheci foram separadas de seus familiares ou tiveram seus pais mortos”, diz Jolie. “Quase todas passaram por violência sexual, e muitas deram à luz após serem estupradas.” O RefuSHE oferece terapia e abrigo e as conduz para um programa de educação multidisciplinar.

Com o apoio da UNHCR, o RefuSHE também encoraja o empoderamento econômico, ensinando as jovens a fazer coloridos lenços usando tinturas resistentes, uma técnica tradicional do leste africano semelhante ao tie-dye. Isso dá às refugiadas uma habilidade comercializável que pode ajudar a colocá-las no caminho da independência financeira. 100% do que é arrecadado com os lenços feitos por elas é reinvestido no programa e em suas artesãs; desde 2010, mais de 70% delas se tornaram auto-suficientes.

“Eu achava que as meninas representavam suas culturas e suas habilidades de uma forma tão impressionante”, diz Jolie sobre o desfile de moda, que até fez sua plateia ficar de pé e dançar com as modelos. “Elas são mulheres completas.” O programa faz parte da iniciativa da UNHCR, MADE51, que visa trazer o acesso comercial aos refugiados artesãos.

Agora a MADE51 está ajudando o RefuSHE expandir sua linha de produtos com uma nova linha de bolsas feitas pelas artesãos que vivem em Kakuma, um campo de refugiados no nordeste de Quênia, onde Jolie construiu uma escola para meninas, e perto da Colônia Kalobeyei. Os tecidos serão tingidos à mão em Naironi e então enviados a Kakuma, onde as artesãs o transformarão em sacolas, bolsas e carteiras. De lá, as bolsas serão enviadas a Kalobeyei, no qual um grupo de artesãs Etíopes, renomadas por suas habilidades de costura com miçangas, adicionarão os enfeites.

“Há muito talento dentro da população de refugiados que se perde porque as pessoas não são permitidas a trabalharem ou não podem trabalhar”, diz Jolie. Para Halima Aden, uma modelo Somália-Americana de 20 anos que passou os sete primeiros anos de sua vida em Kakuma, o programa RefuSHE é uma adição muito bem-vinda aos refugiados, onde mulheres empreendedoras dependem de uma economia de troca de comércio de incensos ou tranças de cabelo para equilibrar as despesas. “Eu queria que minha mãe tivesse tido algo assim no acampamento dela”, diz Aden. “Como uma refugiada, às vezes você sente que você não tem o que dizer nesse mundo, então é muito legal ver que mulheres podem colocar as mãos nos seus próprios destinos. A habilidade que elas aprendem é algo que elas podem levar consigo porque é um conhecimento que fica com você.”

Integrando várias habilidades artesanais e espalhando o trabalho em diferentes campos de refugiado, o programa dá um número máximo de refugiados a oportunidade de aplicar suas habilidades e ganharem renda, o que é especialmente importante para os campos remotos do Quênia, onde o clima semi-árido é inapropriado para agricultura. A MADE51 planeja que se os revendedores se envolverem e fizerem pedidos, existe o potencial de criar 12 mil novos empregos no Quênia por conta própria. “Nós precisamos de mais iniciativas como essa” diz Jolie, se referindo às comunidades de refugiados-artesãos em 70 países, que vão desde fabricantes de cestas de Ruana a tapeceiros do estilo kilim do Afegão, que podem se beneficiar com a MADE51. “Ninguém quer ser um refugiado ou viver de ajuda”, ela diz. “Eles querem ter vidas dignas, úteis, como qualquer um de nós. Então espero que esse seja só o começo.”

Escrito por Alison S. Cohn
Traduzido por Guilherme Leite

Fonte: Harpers Bazaar