Entrevistas/ Guerlain/ Revistas & Scans

Angelina Jolie concede entrevista para a revista Grazia

20 de março de 2018

Seu trabalho como diretora, a luta contra os abusos, o papel de mãe solteira. Angelina Jolie conta à revista italiana “Grazia”, a sua vida depois do adeus a Brad Pitt. Onde qualquer escolha é uma demonstração daquela determinação feminina que não aceita opressão.

É ela, é ela! Está chegando, sussurra alguém atrás de mim. Um reverencial silêncio cai na sala, todos se viram na mesma direção, e é como se o mundo começasse a se mexer em câmera lenta: levanto os olhos e lá está Angelina Jolie, 42 anos, acompanhada do filho Pax, 14 anos, que desce as escadas apoiando–se no corrimão. Observo primeiro os sapatos de salto 11, na cor nude, depois as calças de cashmere, modelo cigarrete na cor cinza e enfim uma manta também na cor cinza, a mesma que ela usará o dia seguinte ao Eliseu, durante o encontro com a primeira dama, Brigitte Macron, esposa do Presidente francês Emmanuel Macron.

“Então, é verdade que ela é assim tão bela?” pergunta minha filha de 17 anos algumas horas depois, enquanto eu a entregava uma folha de caderno com uma dedicatória e um autografo da estrela americana (a escrita é angular, a assinatura indecifrável). Sim, lhe confirmo. Uma beleza repousada, doce. E é esta doçura a me surpreender, em particular depois de tudo aquilo que disseram e escreveram alegando sua dureza e intransigência com o qual gerencia a separação de Brad Pitt desde setembro de 2016. No decorrer da nossa entrevista, Angelina vai apontar a importância da gentileza herdada de sua mãe, Marcheline Bertrand, falecida em 2007 com 56 anos.

Mas, por enquanto, voltemos ao nosso primeiro contato visual nas luxuosas salas da boutique Guerlain, nos Champs – Élysées de Paris. Face do perfume Mon Guerlain , Angelina Jolie veio apresentar a nova Eau de Parfum Florale acompanhada dos seus seis filhos: Madox, 16 anos, Pax, 14, Zahara, 13, Shiloh, 11, e os gêmeos Vivienne e Knox, 9. Desde que Brad Pitt não vive mais com eles, a atriz não se separa mais da sua família numerosa.

“Os garotos estão todos aqui”, me confirma um membro do pessoal enquanto Angelina desaparece com Pax em uma salinha privada. “Com eles tem também três professores, desta forma não arriscam de ficarem atrasados com as lições ”.

Em Los Angeles, onde na primavera anterior a atriz comprou uma nova casa de 25 milhões de dólares no bairro de Los Feliz com fontes, cascatas e piscina. Os três filhos adotivos e os outros três biológicos tidos com Pitt. Recebem aulas em casa; entre as matérias fundamentais tem também as matérias que a própria mãe introduziu no plano de estudos como: árabe, linguagem de sinais e ao quanto parece também arte de perfumaria: Descubro que Guerlain organizou para eles um curso privado com o celebre “nariz” da casa, Thierry Wasser (mas no final só Pax assistirá a aula com a mamãe).

Como os seis estão superando o trauma da separação dos pais? Gostaria de ter perguntado a Angelina, mas a equipe americana que se ocupa das relações públicas deles proibiu perguntas sobre os filhos e o divorcio. A estrela é sempre atenta à comunicação e também declara de não se importar sobre aquilo que as pessoas falam sobre ela. “Nunca esperei de ser compreendida ou aceita”, afirma ela quando nos encontramos sozinhas em uma salinha. “Deixo aos outros a liberdade de pensar aquilo que querem. Somente em um só ponto sou intransigente”, insiste ela. “Ninguém nunca poderá afirmar que eu não seja uma pessoa bem intencionada”. Angelina se interrompe para beber um gole de chá e, quando leva a xícara aos lábios a manta cai de um de seus ombros nus revelando no braço esquerdo uma de suas numerosas tatuagens. “É verdade”, lhe digo, “ninguém pode negar o seu compromisso humanitário a favor das crianças e em particular das mulheres”. E depois lhe pergunto:

A Sra. que acusou o produtor Harvey Weinstein de ter lhe feito avançar inoportunas acusações, acha que tudo isso que está acontecendo com o movimento #MeToo possa contribuir a vencer a batalha para a igualdade de sexos?
Cada palavra, cada ato conta. Existem muitos modos de lutar contra as descriminações. Constatei isso trabalhando com a associação “Preventing Sexual Violence Initiative” (Iniciativa Pela Prevenção da Violência Sexual), que fundei 5 anos atrás nas minhas missões para o “Centre for Women Peace and Security” (Centro Para a Paz e Segurança das Mulheres).

Do que se trata?
De um programa que coloquei em prática em colaboração com a “London School of Economics” em 2015 e que se põe o objetivo de meter fim ao estupro como arma de guerra. Uma causa cujo me interessei enquanto dirigia o filme “Na Terra de Amor e Ódio”, sobre o conflito na ex Iugoslávia. Não é possível imaginar com otimismo um futuro em um mundo onde os crimes contra as mulheres ficam impunes.

O seu último filme como diretora, “First They Killed My Father” também fala de um conflito, o genocídio cambojano contado com os olhos de uma menina. A senhora tem um laço forte com o Camboja. Por que?
É um país que me fez renascer. Na vida de todos nós tem uma viagem, um encontro, um livro que nos obriga a nos questionar e nos faz melhores. O Camboja teve este efeito sobre mim quando apenas cruzei as fronteiras (para o filme “Lara Croft: Tomb Raider”). Me abriu os olhos sobre o destino trágico dos refugiados e virou uma espécie de segunda casa. Não é casual que seja o país de origem do meu primeiro filho, Maddox.

Como amadureceu na senhora a ideia de adotá-lo?
Foi durante a minha segunda viagem. Eu já nutria muito respeito pelo povo cambojano que é assim tão inteligente, tão cheio de graça. Um povo que poderia abandonar-se à amargura e à raiva pelos horrores que eles passaram e, ao em vez disso, souberam olhar pra frente. Um dia, lembro–me de ter tido uma espécie de pressentimento.

Onde aconteceu?
Eu estava num orfanato. Estava brincando com um menino sentada no chão quando improvisadamente pensei: Meu filho está aqui. A ideia de virar mãe se transformou em certeza, mesmo que até aquele momento pensava nisso só vagamente.

Então, quando fez “First They Killed My Father”, que lhe valeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Estrangeira, você teve que lidar com uma forte carga emotiva?
Sim e isso foi um estimulo. Estava orgulhosa de filmar em um país em que me sinto aceita e bem vinda. O Camboja fez com que eu sentisse, rapidamente, digna de ser mãe de um de seus filhos.

Você revelou ter dito sim à colaboração com Guerlain porque o universo olfativo da casa francesa a faz voltar para a infância? Em que maneira?
Minha mãe pouco se maquiava, mas quando eu era criança, os raros cosméticos que ela usava eram todos da Guerlain. Quando eu cresci comecei a associar a marca a uma certa visão da feminilidade da qual compartilho.

E como você a descreveria?
Uma mulher não tem necessidade de mostrar os músculos para demonstrar que os tem. Acredito no poder da doçura, da sensibilidade e da gentileza. É a força de nós, mulheres, e isso também eu aprendi com minha mãe.

Como você lembra dela?
Nela não tinha nenhuma forma de agressividade. Se desculpava continuamente por ser muito gentil, mas era a sua bondade e a sua ternura que me sustentavam. Aos homens tive vontade de dizer: nos permitam sermos nós mesmas, não nos obriguem a perder nossa feminilidade para que vocês se sintam menos vulneráveis.

A senhora se submeteu à uma dupla mastectomia e à retirada dos ovários por conta de um alto risco de desenvolver câncer. Por que você decidiu falar sobre isso publicamente?
Em questão de saúde, o conhecimento é importantíssimo. Eu gostaria que minha mãe tivesse tido a possibilidade de reduzir as chances de ficar doente. Eu tive esta oportunidade, me coloquei à disposição dos testes genéticos e optei por uma cirurgia preventiva. Foi uma escolha pessoal e não digo que todas as mulheres deveriam fazer como eu. Mas todas as mulheres tem o direito de saber que esta possibilidade existe.

A senhora também é Enviada Especial das Nações Unidas para os Refugiados. A vontade de mudar o mundo para o melhor vem da onde?
Do meu passado punk. Ser punk, e para certos aspectos ainda sou, significa não aceitar determinadas condições, lutar para que as coisas se envolvam no melhor, e às vezes também a tendência é ultrapassar os limites.

Se você devesse reconhecer uma qualidade sua, qual seria?
Sei amar as pessoas por aquilo que são, as aceito sem preconceitos. A beleza se destaca na diversidade, que é gerada durante a vida e a faz ficar mais interessante.

Qual é o seu próximo projeto como diretora?
Por enquanto não tenho. Em compensação, como atriz começarei logo as filmagens da sequencia de “Malévola”.

Como você se vê na pele da protagonista, que é uma bruxa?
É um papel interessante. Mostra o outro jeito de ser mulher e de reencarnar a feminilidade. E, depois, não tem nada de tedioso. Na vida também precisamos encontrar um tempo para nos divertirmos.

Foto por Mathieu César.
Artigo por Emanuela Mastropietro.
Tradução por Gabriela Figueiredo, exclusivamente, para o Angelina Jolie Brasil.

Obs.: Muito obrigada pela colaboração, Gabriela!

Scans:

 

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Candids/ Tomb Raider

Angelina Jolie assiste novo Tomb Raider com os filhos

19 de março de 2018

Neste domingo, dia 18 de Março de 2018, a mamãe Angelina Jolie levou quatro – Zahara, Shiloh, Knox e Vivienne – dos seus seis filhos para assistir ao novo Tomb Raider em um cinema localizado na região de Hollywood, em Los Angeles, Estados Unidos. A família foi flagrada pelos paparazzis quando chegava e, posteriormente, quando deixava o local e caminhava em direção ao carro. As informações são do site Daily Mail.

Jolie interpretou a famosa heroína dos vídeo games, Lara Croft, em um filme lançado no ano de 2001, intitulado “Lara Croft: Tomb Raider”.

No entanto, nesta última semana, aproximadamente 17 anos depois, foi lançada uma nova versão (reboot) da história, estrelada pela atriz sueca Alicia Vikander. Desta vez, Lara não é uma arqueóloga especializada em sobrevivência, mas sim uma jovem de 21 anos que, ao mesmo tempo que quer encontrar seu lugar no mundo, está em busca de seu pai, desaparecido há sete anos. A ideia da Warner Bros., segundo o produtor Graham King, foi fazer “um filme que prestasse homenagem ao game”, mas que ao mesmo tempo trouxesse algo para os que ainda não conhecem a franquia.

Fotos:

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Enviada Especial/ Moda/ Trabalho Humanitário/ UNHCR

Angelina Jolie fala sobre um tipo diferente de desfile de moda

17 de março de 2018

Em todos os seus anos como uma atriz vencedora do Oscar e também diretora, Angelina Jolie – a mulher mais glamourosa deste planeta – nunca foi a um desfile de moda. “Eu nunca estive em um”, diz a Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR), em sua experiência de se encontrar sentada na primeira fileira de um desfile especial durante uma visita a um abrigo para refugiados em Nairobi, no Quênia, em Junho de 2017. “Mas foi o meu estilo de desfile de moda: as meninas mais bonitas, sobreviventes com suas cabeças erguidas, trazendo suas próprias criações e cultura, mostrando como é possível encontrar sua feminilidade de novo depois de ser brutalmente atacada.”

O abrigo que Jolie visitou no Dia Mundial do Refugiado é dirigido por RefuSHE, uma ONG que procura preencher uma crucial falta de cuidados para meninas e jovens mulheres dos 13 aos 23 anos, voando da Somália ao Sudão do Sul, e outros lugares devastados pelas guerra da região. “Todas as garotas que eu conheci foram separadas de seus familiares ou tiveram seus pais mortos”, diz Jolie. “Quase todas passaram por violência sexual, e muitas deram à luz após serem estupradas.” O RefuSHE oferece terapia e abrigo e as conduz para um programa de educação multidisciplinar.

Com o apoio da UNHCR, o RefuSHE também encoraja o empoderamento econômico, ensinando as jovens a fazer coloridos lenços usando tinturas resistentes, uma técnica tradicional do leste africano semelhante ao tie-dye. Isso dá às refugiadas uma habilidade comercializável que pode ajudar a colocá-las no caminho da independência financeira. 100% do que é arrecadado com os lenços feitos por elas é reinvestido no programa e em suas artesãs; desde 2010, mais de 70% delas se tornaram auto-suficientes.

“Eu achava que as meninas representavam suas culturas e suas habilidades de uma forma tão impressionante”, diz Jolie sobre o desfile de moda, que até fez sua plateia ficar de pé e dançar com as modelos. “Elas são mulheres completas.” O programa faz parte da iniciativa da UNHCR, MADE51, que visa trazer o acesso comercial aos refugiados artesãos.

Agora a MADE51 está ajudando o RefuSHE expandir sua linha de produtos com uma nova linha de bolsas feitas pelas artesãos que vivem em Kakuma, um campo de refugiados no nordeste de Quênia, onde Jolie construiu uma escola para meninas, e perto da Colônia Kalobeyei. Os tecidos serão tingidos à mão em Naironi e então enviados a Kakuma, onde as artesãs o transformarão em sacolas, bolsas e carteiras. De lá, as bolsas serão enviadas a Kalobeyei, no qual um grupo de artesãs Etíopes, renomadas por suas habilidades de costura com miçangas, adicionarão os enfeites.

“Há muito talento dentro da população de refugiados que se perde porque as pessoas não são permitidas a trabalharem ou não podem trabalhar”, diz Jolie. Para Halima Aden, uma modelo Somália-Americana de 20 anos que passou os sete primeiros anos de sua vida em Kakuma, o programa RefuSHE é uma adição muito bem-vinda aos refugiados, onde mulheres empreendedoras dependem de uma economia de troca de comércio de incensos ou tranças de cabelo para equilibrar as despesas. “Eu queria que minha mãe tivesse tido algo assim no acampamento dela”, diz Aden. “Como uma refugiada, às vezes você sente que você não tem o que dizer nesse mundo, então é muito legal ver que mulheres podem colocar as mãos nos seus próprios destinos. A habilidade que elas aprendem é algo que elas podem levar consigo porque é um conhecimento que fica com você.”

Integrando várias habilidades artesanais e espalhando o trabalho em diferentes campos de refugiado, o programa dá um número máximo de refugiados a oportunidade de aplicar suas habilidades e ganharem renda, o que é especialmente importante para os campos remotos do Quênia, onde o clima semi-árido é inapropriado para agricultura. A MADE51 planeja que se os revendedores se envolverem e fizerem pedidos, existe o potencial de criar 12 mil novos empregos no Quênia por conta própria. “Nós precisamos de mais iniciativas como essa” diz Jolie, se referindo às comunidades de refugiados-artesãos em 70 países, que vão desde fabricantes de cestas de Ruana a tapeceiros do estilo kilim do Afegão, que podem se beneficiar com a MADE51. “Ninguém quer ser um refugiado ou viver de ajuda”, ela diz. “Eles querem ter vidas dignas, úteis, como qualquer um de nós. Então espero que esse seja só o começo.”

Escrito por Alison S. Cohn
Traduzido por Guilherme Leite

Fonte: Harpers Bazaar

Enviada Especial/ Trabalho Humanitário/ UNHCR

Jolie faz declaração sobre aniversário do conflito na Síria

17 de março de 2018

Hoje chegamos a outro marco vergonhoso no conflito da Síria, uma tragédia provocada pelo homem.

Esta é uma guerra que tem sido travada quase que exclusivamente contra civis que, durante sete anos intermináveis, foram bombardeados, atacados com gases, cercados, impedidos de comer, torturados e deslocados diante dos olhos do mundo. Centenas de milhares de vidas inocentes foram sacrificadas nesse conflito sem sentido.

Depois de sete anos de guerra e atrocidades, estamos fartos de desculpas. Os refugiados sírios que conheci estão cansados de promessas vazias e declarações de simpatia, e com razão. Todos podem ver que a comunidade internacional não está agindo como deveria, e que os países com influência no conflito estão colocando seus interesses à frente do direito internacional e dos direitos do povo sírio, de uma maneira que é nada menos do que desumana. Nas próximas décadas, seremos assombrados pelo nosso fracasso na Síria, assim como o somos por outros crimes em massa que ocorreram no passado recente.

Meus pensamentos estão com famílias sírias, que não participam do conflito e cujas casas, meios de subsistência e esperanças foram destruídos, e com todos os que trabalham bravamente, em circunstâncias inimagináveis e difíceis, para salvar vidas e aliviar o sofrimento na Síria.

Até que haja paz na Síria, devemos manter a proteção aos que foram forçados a deixar suas casas, onde quer que estejam. Isto é o mínimo que podemos fazer.

E peço novamente aos membros do Conselho de Segurança da ONU para que, agindo com outras nações, abordem as raízes do conflito e exijam não só um cessar-fogo e um caminho diplomático para o encerramento da crise, mas também a justiça e a responsabilização pelas monstruosas violações dos direitos humanos cometidas contra o povo sírio.

Fonte: ACNUR Brasil

Entrevistas/ Guerlain

Angelina Jolie concede entrevista para a revista InStyle

15 de março de 2018

Em uma noite fria de Janeiro, Angelina Jolie se aninha em um sofá que se encontra dentro da loja altamente perfumada da marca de cosméticos, Guerlain, localizada na Avenue des Champs-Élysées, em Paris, na França. Nós estamos nos reunindo para comemorar o lançamento da edição Florale do pergume Mon Guerlain, do qual ela é garota propaganda. O rosto de Jolie, além dos olhos levemente esfumaçados, parece natural.

“Nós somos todos muito naturais,” dis ela a respeito de sua família. Ela leva um tempinho para falar a respeito das suas habilidades de maquiagem (elas são boas, mas sua filha Zahara é mais entusiasta), sobre sua pele (cuidada por um demartologista desde os 11 anos) e sobre suas opiniões de como é envelhecer sabendo de que é conhecida como uma das mulheres mais bonitas do mundo.

O quanto você é ligada em beleza? Você já experimentou fazer coisas com seu cabelo e com sua maquiagem?
Tenho certeza de que eu tive meu momentos quando eu era pequena e passava maquiagem no rosto todo, mas eu era um pouco “tomboy”. E então, eu passei a ser meio punk. Atualmente, é muito popular você tingir o cabelo de azul, por exemplo. Na minha época, você descoloria o cabelo e pintava com aquelas canetas coloridas permanentes.

Você já fez isso?
Sim! Eu acho que minhas lembranças mais antigas eram mais como uma pessoa criativa e, desde cedo, como uma atriz. É uma máscara; é uma parte na criação de personagens. Eu nunca fui na casa de uma amiga e brinquei de maquiagem. Eu não sou dessas mulheres que dizem “Ei, vamos marcar uma noite para fazermos penteados uma na outra”. Eu nunca fui assim, mas eu acho essas coisas muito fofas. Eu compro muitas dessas coisas, especialmente para a Z [Zahara]. Ela passou por um período de tentar coisas diferentes, mas ela é bastante natural. Eu lembro de que ela estava com uma amiga uma vez e elas disseram que queriam se vestir, e por o acaso eu tinha alguma maquiagem para elas?

E o que você disse?
Eu dei a minha maquiagem, mas eu uso apenas uma cor: vermelho. E eu tenho delineador e rímel pretos – eu tenho o kit de maquiagem mais chato de todos. E minha filha e eu usamos diferentes tons de marrons. Agora eu tenho um kit extra caso mais alguém queria brincar de maquiagem.

Você leva delineador líquido na bolsa? Você mesma consegue se arrumar para os eventos?
Ah sim, porque não quero ter de depender sempre de um maquiador. Eu fico muito mais confortável com apenas um pouco de corretivo em minhas olheiras. Esse é o meu produto principal.

Existe uma característica sua que você gosta de variar mais?
Isso realmente depende. Eu faço olhos escuros ou passo batom vermelho. Eu tenho traços muito exagerados, muito grandes, então se eu fizer um pouco de tudo, eu fico parecendo um palhaço. Seria apenas… muita coisa.

Como você descobriu a Guerlain?
Minha mãe [Marcheline Bertrand] usava muita pouca maquiagem. Mas ela tinha alguns produtos que usava em eventos especiais ou em festas comemorativas, e sempre eram da Guerlain. Haviam algumas poucas essências e pós e eu, ocasionalmente, fazia bagunça com todos. Eu me lembro de pensar, “Isso não é coisa de dia-a-dia. Isso veio de Paris!”.

Você usa perfume?
[Quando eu tentei] usar um perfume só por diversão, meus filhos ficaram bem decepcionados. [Eles disseram] ‘não parece seu cheiro.”

Você tem um aroma ‘assinatura’?
Eu uso o Mon Guerlain. Antes desse eu usava um perfume bem aleatório, mas que tinha notas parecidas. Enquanto eu me decidia [sobre ser a nova garota da Guerlain], eu o testei com as crianças. Eles sentiram o cheiro, e gostaram. Eu e Zahara usamos. Eu sou uma péssima mentirosa, então eu não poderia divulgar algo que eu não gosto de verdade.

Eu sei que essa pergunta vai soar engraçada devido à sua agenda, mas como você se satisfaz e cuida de você mesma, quando você acha um tempo pra isso?
Essa é engraçada mesmo. Eu sou aquela pessoa que diz, “Será que dá pra você não falar comigo enquanto tomo um banho? Pode não abrir a porta, pelo menos? Deixe-me terminar e eu já saio. Me dá um segundo.” “Me dá um segundo” é a ideia. Eu acho que a maioria das mães dizem isso o tempo todo. O que agora não consigo mais falar isso porque meus filhos respondem, “Um segundo. Pronto, te dei um segundo.”

Ok, você tem um minuto só pra você: como você cuida de você mesma?
Eu tenho a mesma dermatologista desde os 11 anos, o nome dela é Rhonda Rand. É para quem minha mãe me levou quando eu era pequena e tive minha primeira cicatriz. Ter alguém que te encoraja a ser o mais natural possível me ajudou muito, eu acho. Quando fiquei grávida, eu tinha partes escuras no meu rosto que ficaram mais escuras ainda. Então eu faço tratamentos de luz pulsada (IPL) de vez em quando.

Como você define beleza?
As pessoas que eu vejo como bonitas são aquelas que não se apoiam na opinião de outra pessoa para se apropriarem do que é beleza. Eu sempre me atraí por pessoas únicas, diferentes e simplesmente elas mesmas. O que me deixa um pouco triste é quando vejo alguém incapaz de viver em sua própria pele e não se sentir confortável com isso. Há muitas coisas nessa sociedade que fazem as pessoas se sentirem assim.

As mídias sociais podem fazer as coisas piorarem também.
É muito difícil para os jovens hoje em dia, [quando] as pessoas estão constantemente julgando e criticando e tendo opiniões. É engraçado – eu sinto que décadas atrás, o ser diferente era o desejado. Agora acho que é cada vez mais e mais desejado fazer parte das massas, se juntar, ou ser tão bom quanto ou parecido com. Meus filhos não usam muitas mídias sociais. Eu espero que eles tenham tempo para descobrir o que gostam antes de terem que ouvir um monte de pessoas falando do que eles têm que gostar ou como têm que se portar. Minha mãe costumava dizer quando eu era pequena, “Me deixe ver sua alma”. Era o jeito dela. Sempre que eu ficava chateada ou algo do tipo, ela me dizia, “Me deixe ver sua alma”. O que significava pra mim era, “Me mostre você. Você está brava? Me deixe ver”. Eu nunca realmente falei sobre isso. Eu acho, eu espero, na verdade, que é o jeito que eu estou criando meus filhos: coloque o que há dentro para você e você à frente e se encontre, descubra quem você é. Beleza – todos têm uma opinião diferente do que é isso. Intelecto é o mais bonito. Quando você vê alguém que usa a cabeça, isso é sexy. Uma pessoa que é empática e pensativa e apaixonada – não há nada mais atraente que isso. Não há nada que você possa usar ou colocar no seu roto que possa cobrir se sua cabeça é vazia e seu coração escuro.

Você é conhecida por ser bela – uma das mulheres mais bonitas do mundo. Como você lida com isso?
Obrigada. Eu olho no espelho e eu vejo que me pareço com minha mãe e isso é bom. Eu também me vejo envelhecendo e eu amo isso porque significa que estou viva – vivendo e envelhecendo. Não gosto de ter manchas escuras dadas por uma gravidez, claro. Mas o que eu gosto do que vejo não é sobre estrutura ou aparência. É mais do que eu vejo da minha família em meu rosto. Eu vejo minha idade.

Fonte: InStyle

Atriz/ Tomb Raider

Diretor de Tomb Raider diz ter batalhado para conseguir Jolie no papel

14 de março de 2018

Lara Croft está voltando às telonas no dia 15 de março, mas a personagem feminina dos videogames que quebrou barreiras ainda com seus traços poligonais nos jogos do Playstation e, posteriormente, nas telas do cinema, apareceu pela primeira vez 17 anos atrás. A personagem que leva o nome do jogo – uma aristocrata britânica com habilidade em arqueologia e afinidade por shortinhos – escalou pelos rankings de cultura pop no final dos anos 90, se tornando uma celebridade digital sem precedentes na época das revistas femininas e “Girl Power”.

Recentemente, o diretor Simon West contou à revista norte americana “Entertainment Weekly” que ele foi contatado pela Paramount Pictures várias vezes antes de aceitar fazer o primeiro filme da franquia “Tomb Raider”, lançado nos cinemas em 15 de junho de 2001, depois de Croft ter acumulado um reconhecimento mundial com cinco jogos lançados anteriormente. Embora a personagem Ripley, do filme “Alien”, já tivesse mostrado seus músculos heroicos diversas vezes e a Mulher Maravilha já tivesse consolidado seu legado nas páginas dos gibis da DC, West diz que ele estava contra um mercado que não estava acostumado com mulheres liderando o sucesso nas bilheterias.

“Não havia tido uma atriz principal feminina em filmes de ação-aventura que havia mantido a carreira após um filme desse tipo, e Angelina não era tão grande como as outras atrizes da época, que poderiam fazer o papel, que já haviam feito outros filmes maiores e que tinham um maior e mais longo registro nas bilheterias… Alguma delas eram mais precavidas do que Angelina, outras eram perigosas demais. Na época, havia todo tipo de coisas escritas sobre ela nos jornais – algumas delas não eram verdade. Ela era uma jovem mulher experimentando”, disse West à EW. Ele diz que nomes como Catherine Zeta-Jones, Ashley Judd e Jennifer Lopez foram cogitados para o papel, mas ninguém via a personagem como outra atriz além de Jolie – graças ao seu estilo ‘danado’ – e todo o processo de caracterização “nunca chegou a realizar testes de elenco ou nivelamento”, mas demorou um pouco para considerar Jolie.

“Ela tinha uma ótima e obscura reputação sobre ela”, ele se lembra, se referindo à imagem inortodoxa de Jolie na época, que incluía usar um pingente que continha o sangue de seu marido na época, Billy Bob Thornton, e causar furor ao beijar o irmão na boca na noite em que ganhou seu primeiro Oscar em 2000. “Ela vivia um estilo de vida diferente e não se preocupava com o que falava. Ela falava o que pensava e tinha uma reputação notória. Foi meio difícil, para mim, conseguir com que ela passasse pelo processo de aprovação da produtora, porque eu queria uma atriz que fosse trazer algo ao papel e ela trouxe essa fantástica mitologia de Angelina Jolie como essa obscura, louca, fantástica mulher com uma personalidade única e interessante. Eu queria que aquela mitologia de Angelina Jolie se fundisse à de Lara Croft.”

Uma fonte conta à EW que a produtora nunca contatou [Jennifer] Lopez para o filme, enquanto um representante de [Catherine] Zeta-Jones deu a entender que a Paramount não chegou a realizar reuniões oficiais com a atriz sobre o papel. A equipe de [Ashley] Judd também não tinha informações sobre o elenco de “Lara Croft: Tomb Raider”, e mesmo a pedido da EW, a Paramount não teve acesso imediato aos detalhes das seleções de elencos para o filme.

Quando o primeiro filme foi lançado, atores que não haviam sido testados antes de serem escolhidos, como Paul Walker e Vin Diesel, foram encarregados de fazer as produtoras conseguirem sucesso com filmes como “Velozes e Furiosos” (2001) e “Triplo X” (2002), mas o fato de que Angelina Jolie já ter um Oscar por atriz coadjuvante em “Garota, Interrompida” na época (mais 3 Globos de Ouro) a favorecia para ser cogitada para o papel, e criou uma reputação para ela como uma atriz crível. Isso, de acordo com West, não fazia muita diferença para a produtora que pretendia gastar $115 milhões de dólares para fazer o primeiro filme de “Tomb Raider”.

“Ninguém tinha problemas com relação às habilidades de atuação dela, a capacidade de atingir a audiência do público geral era a preocupação da produtora. O filme que ela ganhou o Oscar teve um investimento minúsculo perto do que eles queriam gastar com “Tomb Raider”, então eram riscos a serem feitos. Como em qualquer negócio, eles queriam mais seguranças e garantias possíveis, e [eles se sentiriam mais seguros] com outra pessoa no lugar”, diz ele à EW. No final das contas, escolher Jolie permitiu que ele mostrasse à produtora que a personagem seria muito mais forte nas mãos da atriz. Assim, ele começou a moldar Croft e o roteiro do filme para combinar com as forças de Jolie, para assim, nascer uma Lara Croft estilosa que condizia mais com a visão de West.

“Angelina veio até mim após nós a escolhermos e nós estávamos conversando sobre a personagem ser uma aristocrata britânica. Ela me disse, ‘Então eu deveria ter aulas de etiqueta, não acha? Eu deveria aprender como comer e como segurar uma xícara?’ e eu disse ‘Não! De jeito nenhum!”, diz West. “A primeira coisa que eu quis fazer era ter certeza de que Lara não teria a cara de uma pessoa rica e mimada. [Esses tipos] que colocam seus pés na mesa, que fazem de tudo para tirar esse mito de que são princesinhas que devem se comportar como princesas. Esse foi um dos primeiros aspectos da personagem: ela está tentando se libertar de todas as coisas ao seu redor – dinheiro, oportunidades – e ela está tentando provar que é uma pessoa capaz, que é uma mulher. Ela pode sair e fazer exploração, aventura, roubo e arrombamentos, tão monstruosamente quando um homem pode.”

Para aprimorar seu foco nas complexidades de Croft como personagem, West diz que ele tentou se concentrar na proatividade e proezas de Lara, contra sua fisicalidade.

“Havia, definitivamente, uma [noção] de que a Lara Croft dos jogos era superficial e visualmente agradável, mas no filme, me concentrei em mostrá-la como uma pessoa real. Todas as conversas que tínhamos sobre ela eram do tipo, ‘Como ela está se sentido, por que ela está fazendo isso, ela é capaz de fazer isso?”, explica West. “[Sexualizar ela] provavelmente seria o fim deste filme e da personagem, e se tivesse sido mais “mamão-com-açúcar” ao invés de atrevido e forte, talvez não tivessem levado tão a sério. Nós falamos sobre a personagem tão seriamente quanto qualquer outro personagem de um drama. Não tínhamos que ceder para qualquer coisa superficial que as pessoas estavam esperando. Quando você se senta numa sala de cinema para assistir um filme, você tem que ‘comprar’ o personagem como uma pessoa real ao invés de ficar se perguntando se ela está igualzinha a do jogo.”

Isso também significava correr o risco de remover qualquer traço de interesse romântico de Croft – um passo corajoso para um filme desse tipo, independentemente do gênero do personagem.

“Eu nunca considerei ela ter um interesse romântico no filme, porque nós estávamos tentando estabilizá-la como uma exemplo de ação-aventura para garotas. Acho que foi isso que Angelina se interessou: ser um exemplo”, diz West, reconhecendo que o filme teve um papel importante na origem dos trabalhos humanitários de Jolie; ela se tornou Embaixadora da Boa Vontade da ONU ao viajar para o Camboja em 2001 e depois adotou seu filho, Maddox, também do país, após terminar de filmar “Tomb Raider” no território.

West continua: “De algum jeito, o filme a inspirou para o resto de sua vida também, de que ela podia ser um exemplo. Ela foi fazer coisas maravilhosas de caridade e eventos mundiais. Foi inspirador para ela e ela queria inspirar as garotas.”

Apesar de “Tomb Raider” arrecadar $131 milhões apenas no território norte americano (fato que abriu portas para filmes de ação com personagens principais femininas), uma continuação do filme foi lançada em 2003, inspirando parques de diversão da Paramount ao redor do mundo e começando um novo capítulo na vida de Jolie tanto como ativista humanitária quanto como uma das maiores atrizes que lucram em bilheteria; o filme não afetou Hollywood como West imaginou que faria.

“Na época, a produtora estava incrivelmente nervosa com o resultado que poderia ter sido gerado. Eu fiquei surpreso por ter demorado tanto [para outros filmes de ação com personagens principais femininas aparecessem], porque eu achei que dois ou três anos depois, teriam 10 filmes do tipo lucrando com seu sucesso”, ele diz. “Mas é demais ver como as coisas funcionam lentamente. E finalmente “Jogos Vorazes” e ‘Mulher-Maravilha’ estouraram!”.

Artigo escrito por Joey Nolfi
Traduzido por Guilherme Leite

O filme da franquia, desta vez estrelado pela atriz sueca Alicia Vikander, será lançado nos cinemas nesta quinta-feira, dia 15 de Março de 2018. Desta vez, Lara não será uma arqueóloga especializada em sobrevivência, mas sim uma jovem de 21 anos que, ao mesmo tempo que quer encontrar seu lugar no mundo, está em busca de seu pai, desaparecido há sete anos. A ideia da Warner Bros., segundo o produtor Graham King, foi fazer “um filme que prestasse homenagem ao game”, mas que ao mesmo tempo trouxesse algo para os que ainda não conhecem a franquia. Assista o trailer oficial do filme abaixo:

Fonte: Entertainment Weekly | IGN Brasil

Candids

Jolie e as filhas fazem compras e passeiam por Los Angeles

12 de março de 2018

Neste domingo, dia 11 de Março, a mamãe mais famosa de Hollywood, Angelina Jolie, levou as filhas Zahara e Vivienne para passear e fazer compras na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.

O trio foi flagrado pelos paparazzis quando caminhava em direção ao carro, carregando sacolas das lojas “Paper Source” e “Starbucks”.

Como sempre muito elegante, para a ocasião Jolie optou em usar um sobretudo nude, botas de cano alto pretas e óculos de sol. As fotos e as informações são do site Daily Mail.

Fotos:

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Brad Pitt/ Divorcio/ Trabalho Humanitário

Jolie retira o sobrenome de Brad Pitt de sua fundação britânica

11 de março de 2018

Como mais uma prova de que Angelina Jolie e Brad Pitt estão seguindo a vida após o divórcio, a atriz oficialmente removeu o sobrenome ‘Pitt’ de sua fundação britânica – Jolie Dalton Helic Foundation – que apoia trabalhos humanitários. A cineasta entrou com os documentos oficiais na Britain’s Companies House (Agência do Governo Britânico) nesta última segunda-feira (5), mudando o nome da firma de “JP.D.H. Ltd” para “J.D.H.”. As inicias do nome da fundação agora se referem apenas aos sobrenomes das três diretoras da companhia – Angelina e suas duas parceiras e conselheiras, Arminka Helic e Chloe Dalton.

A atriz de 42 anos tem se dedicado cada vez mais aos seus trabalhos humanitários nos últimos anos, juntando-se com as co-diretoras da J.D.H, ambas ex-assessoras do ex-secretário britânico de Relações Exteriores, William Hague, com quem ela teve reuniões especiais como Enviada Especial da Agência de Refugiados da ONU. Elas têm acompanhado a mãe de seis filhos em diversas viagens relacionadas ao seu papel na ONU e em outros trabalhos humanitários.

Entretanto, um dos projetos conjuntos de Angelina e Brad ainda está intacto. Enquanto estavam juntos, o casal formou uma companhia de vinhos em 2013. E em Fevereiro de 2018, a People contou que apesar do divórcio, nada foi alterado em relação ao estado atual da companhia de vinho, visto que o plano é manter a propriedade como um “investimento para seus filhos”.

Brad e Angelina, que têm seis filhos juntos, anunciaram que iriam se divorciar em 2016, mas ainda precisam finalizar o processo. Como parte de um novo começo, Angelina comprou uma mansão de $25 milhões de dólares em Los Feliz, casa para ela e os filhos do casal. Já Brad, tem voltado lentamente aos holofotes, fazendo aparições discreta como na festa pré Oscar da agência Gersh.

A mãe solteira recentemente contou ao site “Deadline” – em uma entrevista traduzida pelo Angelina Jolie Brasil que você pode conferir aqui – que ela faz tudo o que pode para contribuir para a vida de uma forma ampla. “Todos nós estamos tentando encontrar equilíbrio, como pessoa”, ela disse, adicionando: “se você não está participando da vida num geral e não está sendo, de alguma forma, útil – não está fazendo algo que possa evoluir – então você vai descobrir que você não está sendo feliz. Sério, dessa forma você terá uma vida bem vazia”.

Tradução por Guilherme Leite.

Fonte: Hello!