Jolie é vista nos sets de Those Who Wish Me Dead
27 de junho de 2019
Nesta quinta-feira, dia 27 de Junho de 2019, o site oficial do jornal britânico, “Daily Mail“, publicou as primeiras fotos da atriz Angelina Jolie nos sets de gravações de seu novo filme, “Those Who Wish Me Dead”, na cidade de Albuquerque, no estado de Novo México, nos Estados Unidos.
Segundo as informações do site, as fotos são da semana passada, porém só foram disponibilizadas agora. Nelas, é possível ver Angelina usando calça e cinto táticos, coturnos e uma blusa suja com sangue artificial. Em outras fotos, Jolie foi vista gravando cenas de ação sem o uso de dublês.
Dois dias depois de ser flagrada nos sets, Jolie também foi vista no Aeroporto da cidade, embarcando a bordo de um jato privado com destino a Los Angeles.
Membros da equipe do longa contaram ao “Daily Mail” que Jolie “era um anjo nos sets”. Figurantes afirmaram que ela é “muito amigável” e fez com que todos se sentissem a vontade durante os longos dias de filmagens.
“Ela teve que repetir algumas de suas cenas, já que a Taylor [Sheridan, a diretora] é perfeccionista, mas Jolie foi uma verdadeira profissional”, disse uma fonte ao jornal.
“Angelina apareceu nos sets sem maquiagem para gravar suas cenas e, no começo, algumas pessoas não a reconheceram, mas ela é incrível de perto.”
“No filme, há cenas dela correndo através de incêndios na floresta e, em uma delas, ela pousa de pára-quedas na traseira de um caminhão em movimento. Ela usou dublê, mas ela definitivamente ainda consegue fazer essas coisas!”
“Todos os telefones celulares são confiscados nos sets, então não tivemos chance de tirar uma selfie. Além disso, os figurantes tinham que assinar um acordo de não divulgação depois de receberem 150 dólares por dia de trabalho, no entanto, foi uma experiencia fantástica para todos os envolvidos”.
Fonte: Daily Mail
Inspirado no livro homônimo escrito por Michael Koryta, a obra gira ao redor de um jovem de 14 anos que precisa entrar num inusitado programa de proteção a testemunhas, após presenciar um brutal assassinato. Enquanto ele ganha novas habilidades, os assassinos atacam qualquer um que atrapalhe a busca pelo protagonista.
Segundo os rumores, Jolie viverá uma solitária mulher que trabalha numa torre de vigia, que fica localizada perto do programa de proteção frequentado pelo jovem. O longa, no entanto, ainda não possui data de estreia prevista.
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Fotos:
Angelina Jolie e filha fazem compras em Los Angeles
24 de junho de 2019
Na tarde deste domingo, dia 23 de Junho de 2019, a mamãe Angelina Jolie levou sua filha mais nova, Vivienne (10), para passear e fazer compras pela cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.
Mãe e filha foram flagradas pelos paparazzis quando deixavam a loja “Tailwaggers & Tailwashers”.
Posteriormente, a dupla foi novamente fotografada quando caminhava em direção à loja “Wacko Soap Plant”, localizada na vizinhança de Los Feliz.
Em nossa Galeria, foram adicionadas 30 fotos. Clique nas miniaturas abaixo para ter acesso aos álbuns.
Fotos:
Jolie leva os filhos a loja de calçados em Los Angeles
23 de junho de 2019
Neste sábado, dia 22 de Junho de 2019, a mamãe Angelina Jolie levou os filhos, Shiloh (13) e Knox (10), para fazer compras na loja de calçados “WSS”, localizada na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.
Segundo as informações, a atriz mais famosa de Hollywood teria comprado um par de botas no valor de 9.97 dólares.
Posteriormente, o trio, que estava acompanhado por um segurança, foi flagrado pelos paparazzis enquanto caminhava em direção ao carro.
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Fotos:
Angelina Jolie: O que nós devemos aos refugiados
20 de junho de 2019
O primeiro artigo escrito por Angelina Jolie como editora colaboradora da renomada revista “TIME” foi publicado nesta quarta-feira (19), para coincidir com o Dia Mundial do Refugiado, que é comemorado no dia 20 de Junho.
O artigo será publicado na edição do dia 1º de Julho de 2019 da revista, que estará disponível para compra a partir desta sexta-feira (21). No entanto, o artigo já foi traduzido para o português pelo Angelina Jolie Brasil e já pode ser lido abaixo. Confira:
O que vem na mente quando você imagina um refugiado? Você, provavelmente, não imagina um europeu. Mas, se você fosse filho da Segunda Guerra Mundial e perguntasse aos seus pais o que era um refugiado, eles provavelmente teriam descrito alguém da Europa.
Mais de 40 milhões de europeus foram deslocados pela guerra. A Agência de Refugiados da ONU foi criada para eles. Nós esquecemos disso. Alguns dos líderes que proferem a mais dura retórica contra os refugiados hoje, traçam suas rotas de volta aos países que passaram por trágicas experiências de refugiados e que foram ajudados pela comunidade internacional.
Ao primeiro sinal de conflito armado ou de perseguição, a resposta humana natural é de tentar tirar suas crianças da linha de perigo. Ameaçadas por bombas, estupros em massa e esquadrões de assassinos, as pessoas juntam o pouco que podem carregar e buscam segurança. Os refugiados são pessoas que escolheram deixar um conflito. Eles impulsionam a si mesmos e suas famílias através da guerra e, frequentemente, ajudam a reconstruir seus países. Essas são qualidades a serem admiradas.
Por que, então, a palavra “refugiado” adquiriu conotações tão negativas em nossos tempos? Por que os políticos são eleitos por fazerem promessas de fechar as fronteiras e recusar a entrada de refugiados?
Hoje, a distinção entre refugiados e migrantes tem sido turva e politizada. Os refugiados foram forçados e fugir de seus países por conta da perseguição, da guerra ou da violência. Migrantes optaram por se mudar, principalmente, para melhorar suas vidas. Alguns líderes políticos, deliberadamente, usam os termos “refugiado” e “migrante” de forma intercambiável, usando uma retórica hostil que eleva o medo contra todos os estrangeiros.
Todos merecem dignidade e tratamento justo, mas nós precisamos ser claros sobre esta distinção. Sob as leis do direito internacional, não é uma opção ajudarmos os refugiados, é uma obrigação. É perfeitamente possível garantir um forte e justo controle das fronteiras e políticas de imigração mais humanas, enquanto cumprimos com nossa responsabilidade de ajudar os refugiados. Mais da metade dos refugiados em todo o mundo são crianças, sendo que 4 de 5 delas vivem em um país que faz fronteira com conflitos ou com crises das quais elas fugiram. Menos de 1% dos refugiados são permanentemente reassentados, inclusive nos países ocidentais.
A generosidade norte americana significa que nosso país é o que mais ajuda em todo o mundo. Mas considere o Líbano, por exemplo, onde 1 de cada 6 pessoas é um refugiado. Ou a Uganda, onde 1/3 da população vive em extrema pobreza, compartilhando seus escassos recursos com mais de 1 milhão de refugiados. Em todo o mundo, os países que menos tem estão fazendo o máximo.
Quando eu comecei a trabalhar com a Agência de Refugiados das Nações Unidas, ou com o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (UNHCR / ACNUR), há 18 anos, havia cerca de 40 milhões de pessoas deslocadas à força em todo o mundo e esperávamos que o número fosse diminuir. De acordo com o último relatório de tendências globais do UNHCR, o número de pessoas deslocadas forçadas hoje, é de mais de 70 milhões e este número está aumentando rapidamente. De Mianmar ao Sudão do Sul, não estamos conseguindo resolver os conflitos de uma forma que permita que as pessoas voltem para a casa. E esperamos que a ONU lide, de alguma forma, com este resultante caos humanos.
Na primeira sessão da Assembleia Geral da ONU, em 1946, o Presidente Truman impôs aos estados membros, a principal responsabilidade de criar paz e segurança. Ele disse que a ONU “não pode cumprir adequadamente suas próprias responsabilidades até que os acordos de paz tenham sido estabelecidos, a menos que esses assentamentos formem uma base sólida sobre a qual possamos construir uma paz permanente”.
Mas a triste verdade é que os estados membros aplicam as ferramentas e os padrões da ONU de forma seletiva. O estados, frequentemente, colocam os interesses comerciais e os de negócios, à frente das vidas de pessoas inocentes que foram afetadas por conflitos. Ficamos cansados ou desiludidos e afastamos nossos esforços diplomáticos dos países antes que eles consigam se estabilizar. Nós procuramos acordos de paz, como no Afeganistão, que não possui direitos humanos em seu núcleo. Nós mal reconhecemos o impacto da mudança climática como um fator importante nos conflitos e no deslocamento.
Nós usamos a ajuda como um substituto para a diplomacia. Mas não se pode resolver uma guerra com ajuda humanitária. Particularmente, quando os poucos apelos humanitários são feitos, em qualquer parte do mundo, apenas 50% deles são financiados. A ONU recebeu apenas 21% dos fundos necessários de 2019, para ajudar a Síria. Na Líbia, o número é de 15%.
A taxa de deslocamento, no ano passado, foi o equivalente a 37.000 pessoas forçadas a deixar suas casas por dia. Imagine tentar organizar uma resposta para esse nível de desespero sem os fundos necessários para ajudar nem a metade dessas pessoas.
Como comemoramos o Dia Mundial do Refugiado no dia 20 de Junho, é uma ilusão pensar que qualquer país pode se fechar para trás de suas fronteiras e esperar que o problema desapareça. Precisamos de liderança e de uma diplomacia efetiva. Nós precisamos nos concentrar, a longo prazo, baseados na justiça, nos direitos e na responsabilidade de permitir que os refugiados retornem para suas casas.
Esta não é uma abordagem suave. É o curso de ação mais difícil, mas é o único que fará diferença. A distância entre nós e os refugiados do passado é mais curta do que pensamos.
Jolie, editora colaboradora da revista Time, atriz ganhadora do Oscar e Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados.
Fonte: TIME
Angelina Jolie vira colaboradora da revista Time
19 de junho de 2019
Nesta quarta-feira, dia 19 de Junho, o site oficial da renomada revista “TIME” anunciou que a cineasta e Enviada Especial do UNHCR, Angelina Jolie, se juntou à equipe como editora colaboradora.
Escrevendo uma variedade de assuntos, mas concentrando-se principalmente no deslocamento de pessoas, nos conflitos e nos direitos humanos, os artigos de Jolie serão exibidos mensalmente nas plataformas globais da revista.
A escrita de Jolie para a TIME vai se basear nos seus dezoito anos trabalhando com a Agência de Refugiados da ONU. Ela é Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR / ACNUR) e realizou mais de 60 missões de campo, incluindo sua viagem mais recente à Colômbia, Peru e Bangladesh.
Seu primeiro artigo como colaboradora foi publicado nesta quarta-feira para coincidir com o Dia Mundial do Refugiado e será publicada na edição do dia 1º de Julho de 2019 da revista, que estará disponível para compra a partir desta sexta-feira.
O artigo pode ser lido em inglês aqui e, em breve, estará disponível no Angelina Jolie Brasil em português.
Fonte: TIME
Jolie faz comunicado oficial sobre refugiados venezuelanos
9 de junho de 2019
Em 2002, 2010 e 2012, eu estive no Equador visitando alguns dos muitos refugiados colombianos que haviam fugido do conflito. Eu disse às famílias que conheci, que estava ansiosa para visitar a própria Colômbia, quando a paz possibilitasse o retorno dos refugiados.
Hoje, eu me encontrei com refugiados colombianos que retornaram, mas não pelos motivos que eu esperava. Mais de 400.000 colombianos, que tinham se deslocado para a Venezuela, foram forçados a retornar em razão desta situação catastrófica. Eles estão ao lado de 1.3 milhões de refugiados venezuelanos que buscam proteção na Colômbia.
Além disso, 3.3 milhões de cidadãos venezuelanos estão cruzando a fronteira por curtos períodos de tempo, visando encontrar suprimentos e assistência básica. O impacto nos serviços públicos aqui na Colômbia é impressionante.
Alguns hospitais localizados na fronteira estão, agora, fornecendo assistência médica tanto para venezuelanos quanto para colombianos. Muitas escolas duplicaram o número de alunos em suas salas de aula. Mas a Colômbia ainda mantem sua fronteira aberta e está fazendo tudo o possível para absorver esse número sem precedentes de pessoas que se encontram desesperadas. Os colombianos conhecem bem o que é se deslocar. Este país passou por 50 anos de guerra. Seu acordo de paz tem menos de 3 anos e é frágil.
É extraordinário o fato de que um país que enfrenta enormes desafios tenha demonstrado tanta humanidade e esteja fazendo esses esforços para salvar vidas. Quero conhecer a coragem, a força e a resiliência do povo colombiano. A situação aqui na Colômbia, no Peru e no Equador, coloca em debate e em retórica, as questões dos refugiados em muitos países pacíficos, inclusive o meu, em um contexto de humildade. Apesar de que essa retórica política geralmente implica menos de 1% de todos os refugiados que são reassentados nos países ocidentais.
A maioria das pessoas desenraizadas do mundo está deslocada dentro de suas próprias fronteiras ou fugiu para países vizinhos como a Colômbia. Olhando ao redor do mundo, parece que, muitas vezes, quem tem menos dá mais. O apelo humanitário emitido pelo UNHCR e seus parceiros em Dezembro do ano passado é inferior a 1/4 do que é financiado – 21% do valor é financiado, para ser exata. Enquanto isso, o número de refugiados e migrantes venezuelanos subiu para mais de 4 milhões.
Esta é uma situação de vida e morte para milhões de venezuelanos. Mas o UNHCR recebeu apenas uma fração dos recursos que precisa, para fazer o mínimo necessário para ajudá-los a sobreviver. Os países que os recebem, como a Colômbia, estão tentando administrar a situação com recursos insuficientes. Mas, nem eles e nem os atores humanitários, como o UNHCR, estão recebendo os fundos que necessitam para manter o ritmo do fluxo e ainda assim, fazem tudo o que podem. Isso não é verdade apenas com relação à crise da Venezuela. Esta imagem de números crescentes e fundos em declínio é replicada internacionalmente.
No dia 20 de Junho, comemoramos o Dia Mundial do Refugiado. O UNHCR espera outro aumento significativo no número total de pessoas deslocadas em todo o mundo e uma queda no número de pessoas que podem voltar para a casa – assim como a maioria dos refugiados que eu conheci ao longo dos anos.
Em vez de nos concentrarmos em lidar com a lacuna que existe na diplomacia, com a lacuna que existe na segurança e na paz, que fazem com que essas pessoas se movimentem, devemos ouvir cada vez mais o que os governos individuais não estão mais dispostos a fazer: receber refugiados ou pessoas que precisam de abrigo, ou contribuir com o financiamento das operações e dos recursos da ONU. Com o número de refugiados crescendo tão rapidamente em todo o mundo, é ingênuo apresentar essas políticas como se fossem algum tipo de solução.
Quando a casa do seu vizinho estiver pegando fogo, você não ficará seguro apenas trancando a porta de sua casa. Liderança significa assumir responsabilidade, já que gerações antes da nossa, assumiram a responsabilidade de enfrentar ameaças à paz e à segurança e construíram uma ordem mundial baseadas em regras. Precisamos deste tipo de liderança novamente agora, urgentemente.
Enquanto isso, não é possível colocar um valor no apoio que a Colômbia, o Peru e o Equador estão dando ao povo da Venezuela, porque isso está no centro do que é ser humano. A resposta humana não é fechar os olhos. É reconhecer seus companheiros, homens, mulheres e seus sofrimentos. É trabalhar para encontrar soluções, não importa o quão difíceis sejam. E, acima de tudo, a resposta humana não é culpar uma vítima de guerra, ou de violência, por suas circunstâncias, ou por seus pedidos de ajuda com relação ao seus filhos indefesos.
Hoje, precisamos dessa humanidade mais do que nunca, de um pensamento racional de pessoas que não tem medo de assumir uma responsabilidade e de mostrar liderança. Essa será minha mensagem enquanto deixo a Colômbia e servirá para os próximos meses, enquanto tento acompanhar o que observei nos últimos dois dias. Não vou esquecer do que vi aqui, não vou esquecer do povo venezuelano que conheci aqui. Meu coração está com eles e espero voltar em breve. Muito obrigada.
Fonte: UNHCR
Em nossa Galeria, foram adicionadas mais fotos da nossa musa, Angelina Jolie, durante os dois dias de missão humanitária na Colômbia. Clique nas miniaturas abaixo para ter acesso aos álbuns.
Fotos:
Jolie pede apoio internacional às crianças venezuelanas
8 de junho de 2019
A atriz Angelina Jolie pediu neste sábado (8) que a comunidade internacional forneça mais apoio a três países sul-americanos com mais imigrantes da crise da Venezuela, dizendo que 20 mil crianças venezuelanas estão em risco de ficar sem direitos básicos de cidadania.
Jolie falou na Colômbia como Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR / UNHCR). Ela está em uma viagem de dois dias para se encontrar com refugiados venezuelanos no país e se reuniu com o presidente colombiano, Iván Duque, em Cartagena.
Quatro milhões de refugiados e imigrantes venezuelanos fugiram da crise humanitária e econômica em seu país natal. Mais de um milhão deles estão vivendo na Colômbia, onde o governo e agências de auxílio têm se esforçado para fornecer moradia, comida e cuidados de saúde a um fluxo de imigrantes que não para de crescer vindo de regiões já pobres e violentas na fronteira.
Pais de crianças venezuelanas nascidas em outros países geralmente têm problemas para registrar o nascimento do bebê, porque não têm acesso a um número cada vez menor de consulados venezuelanos, ou porque não têm os papéis de imigração. Durante uma entrevista coletiva que aconteceu na Casa del Marqués, Jolie afirmou:
“O presidente e eu conversamos sobre o risco de deixar mais de 20 mil crianças apátridas, sobre seu compromisso em sempre ajudar crianças […] Concordamos sobre a necessidade urgente da comunidade internacional dar mais apoio à Colômbia, ao Peru e ao Equador, que estão carregando o fardo da crise”.
Duque disse que esperava que a visita alertasse o mundo para a seriedade da crise imigratória. Ele, Jolie e autoridades da ACNUR tiveram uma reunião produtiva na manhã deste sábado, incluindo uma discussão sobre como nacionalizar crianças sem pátria. A crise econômica da Venezuela levou à ampla escassez de comidas e remédios básicos, enquanto as hostilidades políticas motivaram onda de violência fatal.
Fonte: Reuters
No final do dia, Jolie também visitou a base militar da cidade de Maicao, na fronteira, e se reuniu com crianças refugiadas no Centro de Atención Integral para população proveniente da Venezuela.
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Jolie visita refugiados em La Guajira, na Colômbia
7 de junho de 2019
No final da tarde desta sexta-feira, dia 07 de Junho, a Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR / ACNUR), Angelina Jolie, visitou refugiados venezuelanos em Riohacha, na Província de La Guajira, Colômbia.
Jolie irá realizar uma missão humanitária de dois dias para avaliar os enormes desafios que a Colômbia e os demais países anfitriões estão enfrentando ao responderem a essa crise sem precedentes.
Durante sua visita, a Enviada Especial, juntamente com a Alta Comissária Adjunta do ACNUR, Kelly Clements, irão se reunir com membros do governo colombiano e com várias organizações que também auxiliam nesta resposta humanitária. As duas realizarão uma conferência de imprensa no final da visita, no sábado, dia 8 de Junho de 2019.
A Enviada Especial se concentra em grandes crises de deslocamento de pessoas e representa a UNHCR e o Alto Comissário em nível diplomático. Ela visitou, pela última vez, a região da América Latina em Outubro de 2018, quando destacou a situação dos refugiados venezuelanos no Peru.
Vídeo:
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Fotos: