Funko lança nova figura colecionável de Malévola
18 de setembro de 2019
Com a estreia de “Malévola: Dona do Mal” se aproximando, a protagonista do filme, Angelina Jolie, ganhou uma bela nova figura colecionável da linha Funko Pop. Confira:
No exterior, a figura colecionável já está em pré venda em diversos sites. No entanto, ainda não há previsão de quando começará a ser vendida no Brasil.
“Malévola: Dona do Mal” é estrelado por Angelina Jolie, Elle Fanning, Chiwetel Ejiofor, Ed Skrein e Michelle Pfeiffer e é dirigido por Joachim Rønning.
O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 17 de Outubro e dia 18 nos Estados Unidos.
Fonte: Observatório do Cinema | Funko
Disney libera novo trailer de Malévola: Dona do Mal
18 de setembro de 2019
Os estúdios da Walt Disney disponibilizaram nesta terça-feira, dia 17 de Setembro de 2019, um novo trailer de “Malévola: Dona do Mal”, faltando apenas um mês para a estreia do tão aguardado filme estrelado pela atriz Angelina Jolie.
Em “Malévola: Dona do Mal”, Malévola e sua afilhada Aurora começam a questionar os complexos laços familiares que as prendem à medida que são puxadas em direções diferentes por casamentos, aliados inesperados e novas forças sombrias em jogo.
Os anos foram gentis com Malévola e Aurora. Seu relacionamento, nascido pelo desgosto, vingança e finalmente amor, floresceu. No entanto, o ódio entre o homem e as fadas ainda existe. O iminente casamento de Aurora com o príncipe Phillip é motivo de comemoração no reino de Ulstead e no reino dos Moors, pois o casamento servirá para unir os dois mundos.
Quando um encontro inesperado introduz uma nova e poderosa aliança, Malévola e Aurora são separadas para lados opostos em uma Grande Guerra, testando sua lealdade e fazendo com que elas questionem se podem ser verdadeiramente familiares.
“Malévola: Dona do Mal” é estrelado por Angelina Jolie, Elle Fanning, Chiwetel Ejiofor, Sam Riley, Harris Dickinson, Ed Skrein, Imelda Staunton, Juno Temple, Lesley Manville e Michelle Pfeiffer como Rainha Ingrith, e é dirigido por Joachim Rønning.
Com a história de Linda Woolverton e roteiro de Linda Woolverton e Noah Harpster & Micah Fitzerman-Blue, o filme é produzido por Joe Roth, Angelina Jolie e Duncan Henderson com Matt Smith, Jeff Kirschenbaum, Mike Vieira e Linda Woolverton como produtores executivos.
Em nossa Galeria, foram adicionadas 24 capturas de tela (screen-caps). Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso ao album.
Vídeo:
Fotos:
Neste domingo, dia 15 de Setembro, a mamãe Angelina Jolie levou os filhos ao parque de diversões “Thorpe Park”, localizado em na cidade de Staines-upon-Thames, Surrey, na Inglaterra.
A atriz foi flagrada por fãs ao lado dos filhos e, aparentemente, não demonstrou nenhum sinal de nervosismo quando se preparava para brincar na Stealth – a montanha-russa mais rápida do Reino Unido.
Fonte: Daily Mail
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Fotos:
Os ingressos para assistir o novo filme estrelado por Angelina Jolie, “Malévola: Dona do Mal” já estão em pré venda no Brasil.
Em “Malévola: Dona do Mal”, uma sequência do sucesso de bilheteria global de 2014, Malévola e sua afilhada Aurora começam a questionar os complexos laços familiares que as prendem à medida que são puxadas em direções diferentes por casamentos, aliados inesperados e novas forças sombrias em jogo.
Os anos foram gentis com Malévola e Aurora. Seu relacionamento, nascido pelo desgosto, vingança e finalmente amor, floresceu. No entanto, o ódio entre o homem e as fadas ainda existe. O iminente casamento de Aurora com o príncipe Phillip é motivo de comemoração no reino de Ulstead e no reino dos Moors, pois o casamento servirá para unir os dois mundos.
Quando um encontro inesperado introduz uma nova e poderosa aliança, Malévola e Aurora são separadas para lados opostos em uma Grande Guerra, testando sua lealdade e fazendo com que elas questionem se podem ser verdadeiramente familiares.
“Malévola: Dona do Mal” é estrelado por Angelina Jolie, Elle Fanning, Chiwetel Ejiofor, Sam Riley, Harris Dickinson, Ed Skrein, Imelda Staunton, Juno Temple, Lesley Manville e Michelle Pfeiffer como Rainha Ingrith, e é dirigido por Joachim Rønning.
Com a história de Linda Woolverton e roteiro de Linda Woolverton e Noah Harpster & Micah Fitzerman-Blue, o filme é produzido por Joe Roth, Angelina Jolie e Duncan Henderson com Matt Smith, Jeff Kirschenbaum, Mike Vieira e Linda Woolverton como produtores executivos.
A Disney também liberou hoje um novo vídeo e dois novos cartazes do filme. “Malévola: Dona do Mal” estreia nos cinemas brasileiros dia 17 de Outubro e dia 18 nos Estados Unidos. Adquira já seu ingresso clicando aqui.
Vídeo:
Fotos:
Jolie aborda as mudanças climáticas em artigo para a Time
12 de setembro de 2019
Por Angelina Jolie
A sofisticação tecnológica da vida moderna mascara uma realidade simples: todos nós precisamos de oxigênio, água e comida para sobreviver. Mas a divisão existente entre aqueles que possuem os recursos necessários para viver e aqueles que não possuem, apenas continua a crescer. E com o crescente espectro das mudanças climáticas, as pessoas que vivem em regiões vulneráveis como a Oceania – países e territórios localizados no sudoeste do Oceano Pacífico – enfrentam a perda de seus meios de subsistência, lares e futuro.
Vinte e quatro milhões de pessoas no mundo são deslocadas em seus países a cada ano, em média, devido a causas relacionadas ao clima e a desastres naturais, e isso só está piorando: a probabilidade de qualquer um de nós sermos deslocados dessa maneira hoje é o dobro da década de 1970. Isso vem acima dos níveis sem precedentes de deslocamento forçado em todo o mundo por causa de conflitos e perseguições.
Se não forem controladas, as mudanças climáticas e a degradação ambiental têm o potencial de agravar o deslocamento global pior do que tudo o que humanidade já experimentou, com países de baixa renda e estados frágeis destinados a suportar o peso do impacto. De acordo com o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, um aumento do nível do mar em 1 metro pode fazer com que Bangladesh perca cerca de 17,5% de suas terras. Um aumento semelhante no nível do mar pode colocar 3 milhões de pessoas no norte da Nigéria em risco de deslocamento. Como estamos nos preparando para isso? Melhor ainda, como estamos trabalhando para evitar que isso aconteça?
Mais de 40 milhões de pessoas vivem na Oceania. Em 2018, a região – que abrange a Austrália e as ilhas que compõem Micronésia, Polinésia e Melanésia – teve seu terceiro ano mais quente já registrado. Muitas das ilhas que compõem esta região são particularmente vulneráveis ??ao aumento da temperatura e do nível do mar, duas das muitas consequências das mudanças climáticas. Se esses lugares se perderem nas águas ou se tornarem inabitáveis, a humanidade perderá muito: vida selvagem, recursos naturais, culturas, idiomas e valores únicos. Mas as pessoas que moram lá vão perder tudo.
Através das minhas experiências de me reunir com refugiados ao redor todo o mundo, sei que sempre que as pessoas são deslocadas, seu primeiro instinto é procurar uma solução local prática dentro de seu próprio país. Somente quando isso não é sustentável é que essas pessoas geralmente atravessam uma fronteira. E mesmo assim, elas tendem a permanecer em sua região.
Cerca de 80% de todos os refugiados – pessoas que fugiram de conflitos ou perseguições em seus países – vivem em nações vizinhas de suas nações de origem. Menos de 1% dos refugiados são permanentemente reassentados em países estrangeiros.
A maioria dos refugiados que encontrei, quer voltar para casa e retomar suas vidas. Mas e se não houver mais um lar para o qual voltar? E se sua casa estiver embaixo d’água? Se a ilha onde sua família e seu povo vivem há séculos, afundou nos oceanos em ascensão? A quem você vai pedir ajuda? O que acontece com sua cultura, seu sustento, sua cidadania e a existência contínua de seu país como um Estado nação?
Estamos em um momento único da história. À medida que os desertos avançam, florestas são derrubadas, o nível do mar aumenta e os eventos climáticos extremos se tornam mais frequentes e mais destrutivos, temos uma pequena janela para identificar o perigo e trabalhar para levar a ordem ao caos. Existe muitas coisas que podem ser feitas para evitar ou ajudar a mitigar os piores cenários: reduzir as emissões e ajudar os países a se adaptarem ou se prepararem para que as pessoas não sejam obrigadas a deixar suas casas por causa de desastres repentinos ou crises climáticas de início lento.
Os Estados Unidos devem ter um interesse vital em ajudar a desenvolver soluções. Nossa segurança é afetada pela instabilidade global. E investimos por gerações no desenvolvimento das nações mais pobres. Em vez disso, os EUA declararam sua intenção de se retirar do Acordo de Paris – provavelmente nos negando um assento na mesa para influenciar e contribuir para as decisões internacionais sobre essas questões.
E em muitos países, os compromissos de longa data, feitos com os direitos legais e com a proteção dos refugiados, estão sendo questionados. Os efeitos das mudanças climáticas interagem cada vez mais com os fatores de conflito, agravando as situações de refugiados em países como Chade, Sudão e Somália. Em tais situações, podem ser aplicadas as estruturas do direito dos refugiados. Mas ignorar nossas responsabilidades legais em relação aos refugiados apenas aprofundará o sofrimento humano e aumentará o deslocamento global. O novo Pacto Global sobre Refugiados, adotado este ano pela Assembléia Geral da ONU, apresenta novos acordos internacionais para compartilhar a responsabilidade pelos refugiados.
A cooperação internacional também será fundamental para prevenir, mitigar e resolver os deslocamentos relacionados ao clima. Muitas pessoas deslocadas pelas mudanças climáticas não se qualificam como refugiados, mas a forma como são tratadas afetará a estabilidade futura do mundo.
Tuvalu pediu uma resolução da ONU que crie uma estrutura legal buscando proteger os direitos humanos e a vida dos migrantes deslocados pelas mudanças climáticas. Em uma reunião no país neste verão, líderes de várias ilhas do Pacífico reafirmaram seu compromisso com a implementação do Acordo de Paris e pediram à comunidade internacional para tomar medidas urgentes com a intenção de manter o aquecimento abaixo de 1,5 ° C.
Essas nações vêem as mudanças climáticas como a maior ameaça às suas populações. A mensagem urgente de nossas nações mais vulneráveis deve inspirar o resto do mundo a agir. A Declaração Universal dos Direitos Humanos – a base do direito internacional dos direitos humanos – deixa claro que os direitos do cidadão de um pequeno estado insular ou de um pastor de uma região afetada pela seca na África têm uma classificação igual à sua ou à minha. No entanto, na prática, isso não acontece. É uma forma de discriminação tão profundamente conectada ao nosso mundo que não temos consciência disso.
Já nós, na América, não enfrentamos a perspectiva iminente de que toda a nossa pátria e toda a nossa cultura se afogará em mares revoltos, diferentemente dos muitos jovens da cultura Pasifika, ou dos ilhéus do Pacífico. Nosso país tem uma voz muito maior nas decisões que afetam o futuro do meio ambiente, do que as pessoas que já encaram isso como uma questão existencial. Visto sob esse prisma, permanecer à margem dos esforços globais não é uma posição moralmente neutra: afetará negativamente a vida de milhões de pessoas.
Uma nação que se preocupa apenas consigo mesma, não é um país de liderança. Como americanos, raramente tememos exercer nossa influência nas questões globais que afetam a paz e a segurança do mundo, bem como nossa própria prosperidade. Com relação às mudanças climáticas, não deve ser diferente. No passado, a América era um país definido pela visão. Essa ainda deve ser nosso maior qualidade.
Jolie, editora colaboradora da TIME, é atriz ganhadora do Oscar e Enviada Especial do Alto Comissariado da ONU para Refugiados.
Fonte: TIME
A contagem regressiva para a estreia de Malévola 2: Dona do Mal já começou: o filme entra em cartaz no Brasil dia 17 de Outubro, mas enquanto isso não acontece, a Walt Disney Studios acaba de divulgar mais um precioso material de bastidores que promete levar os fãs de Angelina Jolie e sua personagem saída das páginas de contos de fadas ao delírio.
Em um vídeo de efeito timelapse (acelerado), é possível acompanhar toda a transformação de Angelina em Malévola em menos de um minuto – quando, na verdade, o processo levava cerca de três horas diárias.
Sentada em uma cadeira de maquiagem, ela aparece cercada por maquiadores e cabeleireiros que fazem o trabalho, enquanto fotos de bastidores detalham o processo de aplicação de próteses no rosto e a colocação dos famosos chifres da personagem.
Texto: Vogue Brasil
Em nossa Galeria, foram adicionadas mais de 100 capturas de tela (screencaps) do vídeo e três fotos. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso ao álbum.
Vídeo:
Fotos:
Nesta terça-feira, dia 10 de Setembro, a revista Cosmopolitan da Russia compartilhou através de seu perfil oficial no Instagram a capa de sua edição de Outubro de 2019, que traz a atriz norte americana, Angelina Jolie.
Com um ensaio fotográfico exclusivo, feito pelo renomado fotógrafo Jason Bell, para a divulgação do novo filme estrelado pela atriz, “Malévola: Dona do Mal”, a revista ainda traz uma entrevista com Jolie, na qual ela fala sobre ser mãe, sobre sua personagem ter asas nas costas e sobre seu senso elevado senso de justiça.
Foto por Jason Bell para a Disney. Na capa, Angelina usa vestido da marca Olivia Von Halle, colar Serpenti da Bvlgari, anel David Webb e brincos da Cartier.
Fonte: Cosmopolitan Russia
Jolie revela à revista Hello! como seus filhos a mimam
10 de setembro de 2019
Na manhã desta segunda-feira, dia 09 de Setembro de 2019, a revista britânica “Hello!” publicou em seu website oficial uma nova entrevista concedida pela cineasta norte americana, Angelina Jolie. Confira abaixo a entrevista traduzida na íntegra.
Entrevista por Charlotte Jolly
Tradução Angelina Jolie Brasil
Angelina Jolie está observando a vista espetacular a partir de sua varanda particular no exclusivo Hotel de Crillon em Paris. Ela está na cidade com sua madrinha, a atriz britânica Jacqueline Bisset, para o lançamento da edição Intense do perfume Mon Guerlain, do qual Angelina é musa.
“É ótimo estar de volta a Paris. Isso me faz lembrar que eu não passo tempo suficiente aqui. Às vezes, estamos em um ponto de nossas vidas e não podemos imaginar algo diferente – não nos permitimos sair do lugar. Mas quando estou em Paris, me sinto como uma pessoa diferente – e estou curiosa sobre esse meu lado. É esclarecedor estar aqui.”
A visita de Angelina ao país que tanto ama – foi na França que ela deu à luz aos seus gêmeos – também coincide com o lançamento prévio à imprensa da nova propaganda do perfume, filmada pelo diretor e ganhador do Oscar, Emmanuel Lubezki, na nova casa de Angelina no Camboja. “Ela foi muito generosa,” contou o diretor executivo da Guerlain, Laurent Boillot. “Ela nos convidou para irmos ao Camboja, lugar que é muito especial para ela e disse: ‘Eu vou lhes mostrar a nova Angelina'”.
CAPTURANDO O ESPÍRITO
O novo comercial não dá apenas uma ideia sobre a vida da atriz; a música “Wild Thing” que toca no vídeo também tem um significado especial já que foi escrita pelo tio dela, Chip Taylor. Mas a trilha sonora reflete como ela se sente agora?
“Toda mulher sente isso, mas normalmente, não podemos ser livres, selvagens e abertas como merecemos ser. Esta é uma das coisas que queríamos mostrar no comercial: que uma mulher livre e selvagem não é uma pessoa com raiva, agressiva ou anti homem. E não se trata apenas de ser dark e sexy – mas também de ser feliz e alegre,” disse ela.
O mestre perfumista da Guerlain, Thierry Wasser, teve o interesse em mostrar como a nova fragrância captura o atual estado de espirito da atriz de 44 anos. “Todo mundo conhece a Angelina sobre a qual lemos, mas quando você a conhece pessoalmente, vê que ela começa a se soltar – algo realmente difícil para uma pessoa que costuma estar sempre no controle”. Ele continua: “Assim como a baunilha e o sândalo, este perfume contem patchouli [oriza no Brasil], que cresce no Camboja à sombra das florestas. Isso faz com que esta versão do perfume seja mais profunda e dê uma sensação de mistério, mas que ainda conversa com a força de Angelina e com o brilho que ela erradia.”
Certamente parece um novo capítulo na vida desta mãe de seis filhos. Seu filho Maddox, 18 anos, começou recentemente a faculdade na Coreia do Sul. Angelina, que também é mãe de Pax (15), Zahara (14), Shiloh (13), Knox (11) e Vivienne (11), diz que isso deu a ela uma nova perspectiva:
“Quando seus filhos são pequenos, você se sente mais ‘mamãe’. Quando são adolescentes, você começa a se lembrar de você mesma quando era adolescente. Você os vê indo a boates punks e se pergunta por quê você não pode ir. Estou neste momento divertido em que estou me redescobrindo.”
Aqui, Angelina se abre a respeito de sua vida, trabalho e por que ela está tirando um tempo para si mesma.
A nova versão Intense é a quarta fragrância da linha Mon Guerlain. Como este novo perfume pode ser comparado aos outros, Angelina?
Eu gosto de todos eles diferentemente. Eu tinha todos no meu quarto do Hotel e tentei escolher um favorito, mas não consegui. É uma vergonha da riqueza ter essas versões diferentes; você não sabe qual colocar de dia ou de noite. O novo parece mais forte, entretanto.
Ele evoca algumas lembranças ou emoções?
Sim porque tem uma força nele… Eu tenho falado sobre as mulheres e sobre como nós temos que lutar por nossos direitos, provar que podemos ser fortes, criar nossos filhos, trabalhar duro em nossos serviços – ou trabalhar duro apenas para conseguir terminar o dia. Existe muito foco na força e na luta, então nós, não necessariamente, temos tempo para fazer coisas que amamos, que são delicadas e femininas – nós nutrimos por natureza e isso deve ser protegido. É importante tirar um tempo. Portanto, ter algo como um bom perfume pode fazer você se sentir bem.
Muitas vezes você faz o papel de seus dublês nos filmes. Como você treina para os papeis nos filmes de ação?
É difícil, mas eu tento encontrar tempo para treinar. Eu estou atuando um pouco mais agora porque eu não posso ser o que minha família precisa dirigindo filmes – dirigir é algo que leva muito tempo e exige muito esforço, mas pretendo fazer isso novamente quando as coisas melhorarem. Mas como atriz, você tem uma boa desculpa: você precisa ter tempo para fazer certo exercício. Alguns dos motivos pelos quais escolhi meus papeis mais recentes, foram para exigir mais de mim mesma, porque eu sabia que para conseguir interpretá-los, eu teria que encontrar minha força novamente. Para o longa “Those Who Wish Me Dead”, minha personagem é muito capaz, então eu tive que aprender a cortar lenha e fazer fogueiras.
Seus filhos gostam de ficar nos sets de filmagens com você?
Sim eles gostam. Eles são ótimos nos sets – eles também aprenderam a fazer fogueiras recentemente! Mas quando eles me veem fazendo coisas legais de ação, acham que isso é algo engraçado, porque eles me conhecem muito bem. Eles estão acostumados a me ver como mãe, usando minhas camisolas, não tão boa fazendo o café da manhã, e sendo boba. Mas, sim, é divertido e interessante porque diferentes sets de filmagens levam você para diferentes mundos, diferentes culturas e diferentes lugares.
Quais valores você quer ensinar para seus filhos?
Bondade – para com os outros e com eles mesmos. É importante ser humilde – conhecer as liberdades que você tem, com o que você foi abençoado e não deixar de ajudar os outros. E lembrar-se sempre de seu lugar – somos todos humanos e com muitos defeitos. Somos pequenos pedaços em um mundo muito maior. À medida que crescem, vejo que meus filhos são indivíduos fortes, mas que ainda têm a mente aberta. Tento liderar através do exemplo, ser gentil e agradável como minha mãe era – e amorosa e tolerante. Mas quando houver uma luta que precisa ser travada, os ensino a entrar nela. Precisamos preparar a próxima geração, porque há muita coisa acontecendo no mundo – eles estão lidando com isso de frente. Estou trabalhando em um programa para crianças junto com a BBC. Estamos contando com nossos filhos, então devemos dar a eles o conhecimento e o apoio certos. Nós fizemos muitos avanços e também fizemos muitos erros – nós precisamos ser honestos e precisamos educá-los sobre o mundo. E também estou trabalhando em um livro sobre os direitos das crianças junto com a Anistia Internacional. Está sendo escrito para as crianças. Geralmente nós encorajamos as crianças a saber seus direitos e falar livremente, mas em várias partes o mundo elas são machucadas ou encarceradas por fazerem isso. Nós temos que ser realistas e dar aos nossos filhos as ferramentas certas e a informação.
O que você diria para seu eu mais novo?
Eu fico imaginando: teria meu eu mais novo e selvagem realmente ido embora? Ou ele se manifesta através de outras formas? Mas eu sou uma pessoa que acredita grandemente em não ter arrependimentos, porque você não seria quem você é sem os erros que cometeu, mesmo aqueles bem grandes. Eu sou o produto de todas as boas e más decisões que eu tomei. Eu repetiria cada uma delas… e eu ainda faria minhas tatuagens!
Como uma mãe que trabalha, o que cuidado pessoal significa pra você?
Para a maioria das mulheres, essa é uma coisa que não fazemos ou é a última que fazemos. Nós quase sentimos culpa por tirar um tempo para nós mesmas. Minha mãe faleceu muitos anos atrás e eu sou sozinha como mulher – mas a vida ainda tem momentos adoráveis. No Dia das Mães, meus filhos fazem café da manhã para mim e me dão flores – eles me tratam como uma dama. Quando eu dedico um tempo para mim, redescubro esta suavidade sobre a qual eu falo… eu também percebo que existe mais luta e resiliência em mim do que eu sabia. Mas, no fundo, eu sou delicada e vulnerável – não é meu sonho apenas ser forte. Eu quero ter a permissão de ser delicada e não quero me sentir machucada ou sem apoio quando eu for.
Por que você quis gravar o novo comercial de Mon Guerlain no Camboja?
Quando comecei a trabalhar com a Guerlain, em 2017, nós conversamos sobre como os comerciais de perfume frequentemente capturam uma vida de fantasia – e queríamos oferecer algo um pouco mais elevado, mas que ainda fosse real. O primeiro comercial de Mon Guerlain foi filmado em minha casa na França. Para esse novo perfume, por conta de sua força e por conta das nossas conversas sobre feminilidade, liberdade e escolhas ousadas, minha nova casa no Camboja pareceu o cenário ideal. Minha Fundação [Maddox Jolie-Pitt] está sediada no Camboja há 17 anos e sempre foi um sonho meu viver nessa parte do mundo. O filme se passa na casa que eu finalmente construí lá.
Que tipo de trabalho sua Fundação faz no país?
Nós temos como foco a sustentabilidade, agricultura e é tudo executado localmente. Nós trabalhamos com fazendeiros e com escolas na criação de empregos – transformando caçadores furtivos em guardas florestais, por exemplo. E a Guerlain também empresta sua experiência aos nossos projetos. Nós sabemos que as abelhas estão ficando ameaçadas a extinção e a Guerlain sabe uma coisa ou outra sobre abelhas [a abelha é seu emblema e a marca foi reconhecida globalmente por seu trabalho com a conservação das abelhas]. A equipe da Guerlain passou um tempo trabalhando com a população local e ainda enviou um de seus etnobotânicos.
Como você tenta salvar o planeta no dia a dia?
Eu tento ser responsável sempre que eu posso, mas eu não sou perfeita de forma alguma. Além disso eu também não administro a casa perfeita – não é algo fácil com seis crianças. Eu faço o meu melhor ao educá-los e, quando viajamos, vemos os danos que estão sendo causados. No Camboja, a porção de selva intocada pelos humanos fica cada dia menor – nós estamos perdendo toda a biodiversidade natural e isso afeita o mundo como um todo. Mas nós estamos cientes destes problemas por muito tempo – eu lembro que minha mãe me levou a um evento, quando eu era mais nova, que procurava salvar as florestas tropicais – e tudo piorou desde então. Todos nós podemos fazer algo pequeno e garantir que funcione.
Fale algo sobre seu trabalho como Enviada Especial do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados…
Existem diferentes formas de pensar na crise de refugiados atual, onde 70 milhões de pessoas estão desabrigadas – e o número aumenta diariamente. Existe muita atenção – como é preciso ter – nas questões relacionadas às fronteiras. Mas nós também precisamos dar atenção para os países de onde essas pessoas vieram. Se a migração ocorre por causa da guerra, ou das mudanças climáticas, o que precisa ser feito para resolver essas questões nesses países? Se não nos focarmos isso, os números continuarão a aumentar. Não existe uma política de fronteira capaz de conter a maré do que está por vir se não entendermos o mundo em que estamos vivendo.
Fotógrafo: Andres Kudacki; Stylist: Alex White; Maquiagem: Toni G; Cabelo: Adam Campbell.
Fonte: Hello!
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