No domingo, dia 08 de Março, a mamãe Angelina Jolie levou suas duas filhas, Shiloh (13) e Vivienne (11), para comprar flores na loja “My Secret Garden” na cidade de Los Angeles, Estados Unidos. O trio foi flagrado pelos paparazzis quando deixava a floricultura e caminhava em direção ao carro.
Em nossa Galeria, foram adicionadas 36 fotos. Clique em qualquer uma das miniaturas para ter acesso ao álbum.
Fotos:
Em um artigo publicado no dia 08 de Março pela renomada revista TIME, Angelina Jolie escreveu porque as meninas merecem amor e respeito no Dia Internacional da Mulher. Confira a matéria traduzida na íntegra pelo nosso colaborador, Gui Leite.
Escrito por Angelina Jolie
Eu passei os últimos dois meses entrando e saindo de cirurgias com a minha filha mais velha e, dias atrás, ela viu sua irmã mais nova ir para a faca ao ser submetida a uma cirurgia de quadril.
Elas sabem que estou escrevendo isso, porque respeito a privacidade delas. Nós discutimos isso juntas e elas me incentivaram a escrever. Elas entendem que passar por desafios médicos, lutar para sobreviver e se curar é algo para se orgulhar.
Eu assisti minhas filhas cuidarem umas das outras. Minha filha mais nova viu como as enfermeiras tratavam de sua irmã e depois ajudou na visita seguinte. Vi como todas as minhas garotas pararam tudo tão facilmente, se colocaram em primeiro lugar e eu senti a alegria de poder ajudar as pessoas que amamos.
Eu também assisti elas enfrentarem seus medos com uma coragem resoluta. Todos conhecemos aquele momento em que ninguém mais pode nos ajudar e tudo o que podemos fazer é fechar os olhos e respirar. Quando apenas podemos dar o próximo passo ou respirar através da dor, nós nos preparamos e fazemos.
Seus irmãos estavam lá para elas, solidários e doces. Mas, neste dia internacional da mulher, escrevendo no hospital, me vejo focando nas minhas filhas por um momento e em tudo o que aprendi com elas e com as outras meninas que conheci ao redor do mundo.
Alguém me disse, quando viu minhas filhas cuidando umas das outras, que “isso ocorre naturalmente com as meninas”. Eu sorri, mas depois pensei em quantas vezes essa noção é problemática. A menininha deve cuidar dos outros. Espera-se que a mulher que ela venha a se tornar, dê, cuide e sacrifique. As meninas geralmente são condicionadas a pensar que só são boas quando servem aos outros e que são egoístas ou erradas se alguma vez focam em suas próprias necessidades e desejos.
A delicadeza das meninas, sua abertura e seu instinto de nutrir e ajudar os outros, devem ser apreciados e não abusados. Devemos fazer muito mais para protegê-las, em todas as sociedades: não apenas contra as extremas formas de violação dos direitos das meninas, mas também com as mais sutis injustiças e atitudes que muitas vezes passam despercebidas ou desculpadas.
Então, meu desejo neste dia é que valorizemos as meninas. Cuidem delas. E saiba que, quanto mais fortes elas crescerem, mais saudáveis serão e mais retribuirão à família e à comunidade.
E minha mensagem para as meninas é: continuem lutando, menininhas. Seu cuidado, umas pela outras, será uma grande parte do seu caminho a seguir. Mantenha sua coragem. Conheça os seus direitos. E nunca deixe ninguém lhe dizer que você não é querida, especial e, acima de tudo, igual aos outros.
Fonte: TIME
Jolie e as filhas assistem show do Cirque Du Soleil
29 de fevereiro de 2020
No sábado, dia 29 de Fevereiro de 2020, a mamãe mais famosa de Hollywood, Angelina Jolie, levou suas duas filhas, Zahara (15) e Vivienne (11), para assistir ao show “Volta” do Cirque Du Soleil, que estava em exibição na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.
Depois do espetáculo, o trio aproveitou para conhecer e tirar fotos com o elenco. As imagens foram compartilhadas na rede social Instagram através dos perfis de Andrey e Paola Fraschini.
Foram adicionadas 2 fotos em nossa Galeria. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso ao álbum.
Fotos:

Jolie escreve artigo sobre a falta de ação na Síria
20 de fevereiro de 2020
Em um artigo publicado no dia 20 de Fevereiro pela renomada revista TIME, Angelina Jolie falou sobre a falta de ação na Síria. Confira a matéria traduzida na íntegra pelo nosso colaborador, Gui Leite.
Escrito por Angelina Jolie
Poucos meses antes do conflito sírio começar em 2011, visitei a fronteira com a Jordânia à noite, onde as famílias sírias traumatizadas estavam atravessando a fronteira em baixo do escuro, para evitar serem atingidas por disparos de atiradores de elite. Um médico do posto da fronteira me contou sobre uma família que havia chegado recentemente. Eles trouxeram o filho de 8 anos, ferido e com a perna amputada. Sua perna havia sido amputada durante um ataque aéreo. Ele implorou para que eles trouxessem a perna enquanto fugiam, na esperança de que, de alguma forma, pudesse ser recolocada.
Na época, eu esperava que histórias como a dele pudessem forçar os países ricos e poderosos do mundo a intervir para impedir a violência. Mas, agora, quase uma década depois, isso me parece uma metáfora do próprio conflito sírio: a inocência destruída de uma geração de crianças; o dano irreversível infligido a uma sociedade secular e multiétnica; e os anos de pedidos de ajuda que ficaram sem resposta.
Estive na região síria cerca de 10 vezes desde o início do conflito. No começo, as famílias que conheci eram esperançosas. Elas diziam: “Por favor, conte às pessoas o que está acontecendo conosco”, confiando que, uma vez que a verdade viesse à tona, o mundo iria resgatá-las. Mas a esperança se transformou em raiva e na luta pela sobrevivência. Me lembro da raiva do pai que deu seu bebê para eu carregar, perguntando: “Isso é um terrorista? Meu filho é terrorista?” e a dor das famílias que conheci que enfrentavam escolhas diárias sobre quais dos seus filhos iriam receber escassos alimentos e remédios.
Vimos inúmeras imagens de crianças sírias asfixiadas por gás, mutiladas por estilhaços, afogadas nas margens da Europa ou – enquanto escrevo – morrendo de frio na província de Idlib, na Síria. Nada disso foi suficiente para anular a brutal indiferença das forças e interesses concorrentes que contribuem para a destruição da Síria. Longe de curar as feridas da Síria, a resposta de algumas potências externas foi infligir mais ferimentos, sujando suas mãos de sangue no processo. Outros países se concentraram na luta contra o terrorismo ou no esforço de ajuda humanitária, enquanto a própria guerra sangrou cada vez mais ferozmente.
Leis que proíbem a morte de civis, o bombardeio de hospitais e escolas ou estupro em massa; tratados que proíbem o uso de ataques químicos; o pacto de Responsabilidade de Proteger assinado pelos Estados membros da ONU; os poderes do Conselho de Segurança para agir para impedir um conflito – a própria Carta da ONU – estão todos quebrados, não utilizados ou mal utilizados no conflito sírio. Desde 2014, a ONU não consegue contar os mortos na Síria. Alguns estimam que mais de meio milhão de sírios morreram.
Os políticos geralmente sugerem que façamos a escolha entre intervenções militares e diplomáticas sem data de término, do tipo que vimos no Iraque e no Afeganistão e deixando outros países se defenderem, enviando qualquer quantia de ajuda humanitária que estivermos dispostos a fornecer e nos barrando. A Síria é a prova de que a falta de liderança e diplomacia tem consequências.
Isso também levanta questões fundamentais para nós, como americanos: quando deixamos de querer defender os menos favorecidos, os inocentes e os que lutam por seus direitos humanos? E que tipo de país seríamos se abandonássemos esse princípio? Hoje há muita atenção na América sobre autopreservação. Mas a paz é quase sempre lutada com mais força por aqueles que realmente entendem a guerra.
A história mostra que, quando lutamos pela libertação da Europa na Segunda Guerra Mundial, ou contribuímos para a construção da ordem global pós-guerra, fizemos por nossos próprios interesses – e colhemos os benefícios. Quando os Estados Unidos foram atacados em 11 de setembro, muitos países fizeram uma causa comum conosco porque conquistamos a amizade deles.
Estamos assistindo o que resta da brutal da guerra na Síria, como se isso tivesse pouco a ver conosco. Mas tem. Deveríamos usar nosso poder diplomático para insistir em um cessar fogo e uma paz negociada com base em, pelo menos, alguma medida de participação política, responsabilidade e condições para o retorno seguro dos refugiados.
A alternativa é que a Síria seja um novo e famoso ponto de referência para a brutalidade e destruição que é possível infligir impunemente a uma população civil – e cairá sobre os ombros já carregados da próxima geração para reconstruir um sistema internacional destruído.
Fonte: TIME
No dia 06 de Janeiro, no período da tarde, a mamãe Angelina Jolie e seu filho Pax (16 anos) foram flagrados pelos paparazzis quando deixavam um estúdio cinematográfico localizado no bairro Universal City, na cidade de Los Angeles, Estados Unidos.
Foram adicionadas 10 fotos em nossa Galeria. Clique em qualquer uma das miniaturas para ter acesso ao álbum.
Fotos:
No dia 06 de Janeiro de 2020, a cineasta norte americana, Angelina Jolie, foi flagrada pelos paparazzis de plantão quando era levada para passear por sua cachorra da raça rottweiler. Jolie passeava ao lado de sua filha mais nova, Vivienne (11), pelo bairro Los Feliz, onde reside na companhia dos filhos.
20 fotos foram adicionadas em nossa Galeria. Clique em qualquer uma das miniaturas para ter acesso ao álbum.
Fotos:
No dia 05 de Janeiro de 2020, a mamãe Angelina Jolie levou sua filha mais nova, Vivienne (11), para passear e fazer compras no shopping center MaDang Courtyard que fica localizado no bairro conhecido como Koreatown da cidade de Los Angeles, Califórnia, nos Estados Unidos.
44 fotos foram adicionadas em nossa Galeria. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso ao álbum.
Fotos:
Angelina Jolie se reúne com Presidente da Etiópia
30 de dezembro de 2019
Nesta segunda-feira, dia 30 de Dezembro, a atriz norte americana e Enviada Especial do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados – Angelina Jolie – participou de uma reunião com a Presidente da Etiópia, Sahle-Work Zewde.
O encontro aconteceu no Palácio Nacional, localizado na capital do país, Adis Abeba. As duas filhas mais velhas da atriz, Zahara e Shiloh, aproveitaram a estadia no país para participar do evento.
Elas falaram sobre educação, sobre absorventes – para ajudar as meninas do país a continuarem seus estudos (as meninas costumam faltar na escola e ficar em casa quando menstruam devido à falta de suprimentos) – e sobre a cultura e história da Etiópia. O grupo também discutiu os esforços contínuos de Jolie para tratar a tuberculose resistente a medicamentos.
A atriz e ativista financiou esforços por mais de uma década através do Programa Zahara, em homenagem a sua filha. A Fundação Jolie Pitt fez uma parceria com a Global Health Foundation e o Ministério Federal da Saúde da Etiópia em 2009 para criar uma iniciativa visando tratar a tuberculose resistente a medicamentos. Seu trabalho levou ao sucesso contínuo no tratamento de pessoas com tuberculose na região. Em 2015, a iniciativa relatou os melhores resultados positivos para o sucesso do tratamento da tuberculose resistente a medicamentos na África Subsaariana, segundo o The New York Times.
Jolie e quatro – Zahara, Shiloh, Knox e Vivienne – dos seus seis filhos aterrizaram na capital da Etiópia na noite deste domingo, dia 29. Adicionamos diversas fotos em nossa Galeria. Clique nas miniaturas abaixo para ter acesso aos álbuns.