Angelina Jolie confirmada para estrelar novo filme
12 de outubro de 2020
Angelina Jolie e Christoph Waltz estão confirmados para estrelar os papéis principais no filme “Every Note Played”, um drama baseado no último romance da autora Lisa Genova, escritora de “Para Sempre Alice”.
O livro conta a história de Richard (Christoph Waltz) um pianista e compositor conhecido mundialmente que está prestes a criar sua obra prima. Quando ele é diagnosticado com uma doença que mudará sua vida para sempre, sua distante ex-mulher, Karina (Angelina Jolie) decide cuidar dele, e ele se vê forçado a equilibrar a reconciliação de seus relacionamentos fracassados com a redefinição de sua busca pela grandeza.
A notícia foi confirmada pela própria escritora do livro, que publicou a informação através de suas redes sociais. No site oficial de Lisa, consta a sinopse oficial do livro. Confira:
O pianista talentoso, Richard, era ovacionado de pé pelo público em todo o mundo, admirado com sua rara combinação de ressonância emocional e técnica impecável. Cada dedo de suas mãos era um instrumento finamente calibrado, dançando nas teclas e tocando cada nota com precisão exata. Isso foi há oito meses. Richard agora tem Esclerose lateral amiotrófica (ALS) e todo o seu braço direito está paralisado. Seus dedos estão impotentes, imóveis, desprovidos de qualquer possibilidade. A perda de sua mão parece uma morte, uma perda do amor verdadeiro, um divórcio – seu próprio divórcio. Ele sabe que seu braço esquerdo será o próximo. Três anos atrás, Karina removeu a foto emoldurada de seu casamento da parede da sala e pendurou um espelho no lugar. Mas ela ainda não superou. Karina ficou estagnada com desculpas e por medo, presa em uma vida insatisfatória como professora de piano, com medo de seguir o caminho que abandonou quando ainda era jovem, culpando Richard e seu casamento fracassado por tudo. Quando Richard passa a ficar cada vez mais paralisado em razão da doença e a não conseguir mais viver sozinho, Karina se torna sua relutante cuidadora. Enquanto os músculos, voz e respiração de Richard vão sumindo, ele e Karina tentam reconciliar seu passado, antes que seja tarde demais.
Michael Sucsy deve dirigir o longa, com produção de Monet Clayton, Richard Barton Lewis e Gabrielle Jerou para a Southpaw Entertainment. STXfilms assumiu os direitos mundiais do projeto, ainda sem data de estreia prevista.
Fonte: Deadline
Em vídeo, Jolie fala sobre violência sexual e de gênero
11 de outubro de 2020
Nesta sexta-feira, dia 09 de Outubro de 2020, a “United Nations Association of the United States of America” (UNA-USA) publicou em seu canal oficial no YouTube uma vídeo conferência realizada por Rachel Bowen Pittman, Diretora Executiva da organização, com Angelina Jolie, Enviada Especial do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (UNHCR / ACNUR).
Também participaram da conversa, a representante dos Estados Unidos, Chrissy Houlahan, e a diretora executiva do United Nations Population Fund (UNFPA), Dra. Natalia Kanem. Durante o vídeo, Jolie falou sobre a violência de gênero, violência doméstica e sexual:
“Eu acho que nunca estive, eu sei que nunca estive, em uma missão humanitária, em nenhum país, onde não conheci vítimas de violência sexual e de gênero. E posso contar para você, desde a primeira vez, quando eu conheci uma menininha que estava se balançando e chorando, enquanto explicavam pra mim o que havia acontecido com ela e o que ela tinha visto. É um horror enorme. Está em todos os lugares. É verdade que, nós sabemos, cerca de 137 mulheres morrem por dia pelas mãos de seus companheiros. E isso não acontece muito longe daqui, nos campos de refugiados ou em outros lugares, isso acontece nos ambientes domésticos em todo mundo. Existe pouquíssimo trabalho que busca responsabilizar as pessoas que praticam esses crimes. Quase toda vítima que eu conheci, quando questionada sobre o que ela estava precisando, dizia “justiça, por favor!”, algo que elas nunca conseguem.
[…] “Existem regiões do mundo em que há hospitais inteiros dedicados a fístula e, para quem não sabe o que é isso, é um doença que aparece em vítimas de estupro ou em crianças que engravidam muito cedo, que faz com que o corpo crie fissuras internas e vaze. Eu não vou entrar em detalhes, mas como assim tem que existir um hospital inteiro dedicado para isso? Nós estamos falhando tanto que a solução não é parar os estupros, proteger as meninas, as crianças, dar segurança à comunidade, criar medidas, mas sim fazer hospitais para que essas pessoas possam ser “costuradas” de novo. Repetitivamente. E eu já estive nesses hospitais onde a avó, a mãe e a filha, todas foram estupradas e abusadas e nenhuma teve justiça. Nós estaremos continuando com este ciclo, se não reconhecermos o que está acontecendo globalmente. Quando as mulheres não tem seus valores reconhecidos, quando elas não vêm que o mundo está disposto a responsabilizar quem as abusou, quando elas continuam a ver as pessoas indo embora e não fazendo nada, o que isso diz para elas? Como nós as valorizamos? Nós sequer as valorizamos? Elas significam alguma coisa para nós? O fato da justiça responsabilizar quem as violentou, significa algo para nós? Porque nossa falta de ação diz tudo e, para alguém que foi vítima de violência, o que elas mais precisam, o que um especialista em trauma diz, é que elas precisam ser reconhecidas. Elas precisam reconhecer seus valores. Então sim, os fundos não são aplicados onde precisam ser, nós apenas fingimos que são. Quando dizemos que todos os direitos importam e que as meninas importam, isso não é a realidade. Nós precisamos responsabilizar quem faz isso”.
Fonte: YouTube – United Nations Association of the USA
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Jolie escreve importante artigo sobre o direito das mulheres
10 de outubro de 2020
Nesta sexta-feira, dia 09 de Outubro de 2020, a renomada revista estadunidense, TIME, publicou um importante artigo escrito por Angelina Jolie – Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR / ACNUR), editora colaboradora da revista e ganhadora do Oscar – através do qual a cineasta falou a respeito dos reflexos gerados pela pandemia do corona vírus sobre os direitos das mulheres, igualdade de gênero e violência doméstica. Confira a matéria traduzida na íntegra pelo Angelina Jolie Brasil.
Escrito por Angelina Jolie
O último relatório do Secretário-Geral da ONU sobre a COVID-19 contém uma declaração assustadora: “Todos os ganhos com relação à igualdade de gênero podem retroceder várias décadas” em razão da pandemia. Os números pintam um quadro nítido de possíveis 2 milhões de casos adicionais de mutilação genital feminina até 2030, 13 milhões de casamentos infantis adicionais, mais 15 milhões de mulheres e meninas submetidas à violência de gênero a cada 3 meses de quarentena e mais 47 milhões de mulheres forçadas à pobreza extrema.
A perspectiva de “décadas” de progresso nos direitos das mulheres serem anulados pela pandemia é intolerável e deveria ser impensável. Já se passou mais de meio século desde que a Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas prometeu direitos iguais para todas as mulheres, embora os direitos, as proteções e as liberdades básicas ainda não existam em alguns países. Em outros, eles são construídos sobre bases tão frágeis que a pandemia parece ser capaz de eliminá-los.
Esses problemas não podem ser atribuídos inteiramente ao corona vírus. Embora o vírus tenha inflamado as desigualdades nas sociedades, ele não as criou. Os seres humanos – não as doenças – são responsáveis pelas leis, por sistemas injustos e pela desigualdade racial e social. O corona vírus é apenas a última desculpa para tudo o que não consertamos.
Mesmo antes da pandemia, que levou a um aumento chocante da violência doméstica, mais de três mulheres por dia, em média, eram assassinadas por seus maridos ou namorados na América. Globalmente, estima-se que uma em cada três mulheres chegou a ser espancada, estuprada ou abusada de alguma forma durante sua vida sendo que, na maioria dos casos, o agressor é um membro de sua própria família. Houve três vezes mais mulheres vítimas de homicídio doloso em 2017 em todo o mundo do que vítimas de terrorismo – e mais da metade delas foram assassinadas por um membro da família.
Vivemos em uma era de inteligência artificial e da computação quântica. No entanto, os direitos básicos das mulheres à educação, ao voto, ao controle sobre seus próprios corpos, à igualdade de proteção perante a lei, à igualdade salarial e à plena representação na sociedade, ainda são debatidos em termos que seriam conhecidos pelas primeiras defensoras dos direitos das mulheres, com muito da mesma velha misoginia impenitente, das desculpas gastas e da violência escancarada. Em nosso mundo, a existência de um hospital na República Democrática do Congo, amplamente dedicado ao tratamento de vítimas de estupro brutal – entre eles bebês e crianças – é considerada normal.
Menos de 1% de toda a assistência humanitária internacional vai para os programas de violência sexual e de gênero – um sinal claro de que a prevenção de tais crimes não é considerada alta prioridade pelos governos. As pandemias anteriores, como a do Ebola, mostraram que é provável que morram mais mulheres por falta de serviços que respondam à violência e às outras doenças do que pela própria pandemia, mas os esforços internacionais para atender às necessidades das mulheres vulneráveis continuam subfinanciados e sujeitos a reações políticas.
Em retrospecto, aceitamos ou nos parabenizamos pelo progresso nos direitos das mulheres que tem sido incremental, dolorosamente lento e facilmente reversível. A geração mais jovem – incluindo aqueles que votarão pela primeira vez nas próximas eleições nos Estados Unidos – não deve ser tão paciente ou aceitar compromissos.
A possibilidade de um retrocesso nos direitos das mulheres em todo o mundo deve provocar uma onda de raiva, preocupação e pressão sobre os governos visando garantir que eles não tolerarão este resultado injusto e perigoso. A contínua supressão ou reversão dos direitos das mulheres levaria a um mundo mais inseguro e dividido, com maior número de refugiados e maior conflito. É tanto uma ameaça aos nossos interesses como uma afronta aos nossos valores. As mulheres não deveriam ser as vozes principais nesta luta. Os homens devem tomar uma posição.
Isso não deve ser uma questão partidária. Ainda assim, surgiu como uma linha divisória na eleição presidencial que acontecerá no próximo mês. A Violence Against Women Act (VAWA – Lei da Violência Contra a Mulher) foi autorizada a caducar em fevereiro de 2019 e ainda não foi revalidada. Apenas Joe Biden se comprometeu com a revalidação da VAWA durante seus primeiros 100 dias no cargo, sendo que a América lidera a luta contra a violência de gênero em todo o mundo.
Mas precisamos mais do que um retorno ao status quo anterior à pandemia. Em casa, precisamos de um foco muito maior na segurança: a prevenção da violência doméstica, muito mais apoio e serviços para sobreviventes, incluindo crianças expostas à violência, traumas, e um sistema que forneça responsabilidade.
No exterior, os Estados Unidos e outros países poderosos devemos reconhecer as flagrantes inconsistências em nossa abordagem da política externa: nossa disposição de fechar os olhos aos abusos dos direitos humanos praticados por países aliados ou parceiros com os quais queremos fazer negócios, ou quando simplesmente decidirmos que nossas próprias prioridades políticas mudaram. Fazer isso torna muito fácil para os outros se esquivar de suas responsabilidades.
No Afeganistão, por exemplo, após uma invasão que justificamos, em parte, com base no tratamento dado pelo Talibã às mulheres e nas duas décadas de esforços em apoiar as mulheres afegãs em suas demandas por um lugar igual na sociedade, participamos conscientemente de um processo diplomático que marginalizou as mulheres afegãs. A América está administrando um acordo de paz que pode nem mesmo exigir que o Talibã garanta o direito básico de todas as meninas afegãs irem à escola, sem exceção. Direitos iguais deveriam significar exatamente isso, não direitos iguais apenas quando forem oportuno.
Não usar nossa influência para defender e promover os direitos das mulheres em um momento em que elas são ameaçadas seria trair os princípios fundamentais de nossa democracia. Também enviaria uma mensagem para as meninas em todos os lugares – já conscientes de terem crescido em um mundo desigual e injusto – que, embora pudéssemos ver seus horizontes se estreitando durante esta pandemia, não nos importamos o suficiente para tentar impedi-la.
Fonte: TIME
Nesta sexta-feira, dia 09 de Outubro, a empresa estadunidense, “Relativity Media” publicou no YouTube o trailer oficial do mais novo filme estrelado por Angelina Jolie, “Come Away”. O drama de fantasia trará um cenário em que Peter (Pan) e Alice (no País das Maravilhas) são irmãos, em um contexto anterior às suas famosas histórias.
O longa conta com a participação dos atores David Oyelowo e Michael Caine, direção de Brenda Chapman e roteiro de Marissa Kate Goodhill. A pré-estreia de “Come Away” aconteceu no dia 24 de Janeiro de 2020 durante o Sundance Film Festival. No entanto, provavelmente em razão pandemia gerada pelo COVID-19, a estreia nos cinemas foi adiada para 13 de Novembro de 2020 nos Estados Unidos. Por enquanto, o filme ainda não possui data de estreia prevista no Brasil. Abaixo, confira a sinopse e o trailer oficiais do filme, que agora também possui site oficial:
Sinopse: Nesta história de origem imaginativa, com dois dos personagens mais amados da literatura – Peter Pan e Alice no País das Maravilhas – Alice (Keira Chansa), seu irmão travesso Peter (Jordan A. Nash) e seu brilhante irmão mais velho David (Reece Yates) deixam a imaginação correr solta durante um feliz verão no interior da Inglaterra. Incentivados por seus pais, Jack e Rose (David Oyelowo e Angelina Jolie), as brincadeiras de tomar chá, de lutar de espada e de navio pirata chegam a um abrupto fim com uma tragédia. Peter, ansioso por provar que é um herói para seus pais aflitos, que passam por dificuldades financeiras, viaja com Alice para Londres, onde eles tentam vender uma preciosa herança ao sinistro dono de uma casa de penhores conhecido como C.J. (David Gyasi). Voltando para casa, Alice busca refúgio temporário em uma maravilhosa toca de coelho enquanto Peter escapa permanentemente da realidade entrando em um reino mágico como líder dos “Garotos Perdidos”.
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Jolie homenageia ganhadora do prêmio Nansen Refugee
6 de outubro de 2020
Nesta segunda-feira, dia 05 de Outubro de 2020, aconteceu mais uma cerimônia de entrega do prêmio Nansen Refugee. A homenageada deste ano foi Mayerlín Vergara Pérez, uma mulher colombiana que passou décadas trabalhando para ajudar crianças e adolescentes sobreviventes de violência e exploração sexual.
Durante o evento, foi exibida uma mensagem de vídeo compartilhada pela Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR / ACNUR), Angelina Jolie, que se manifestou dizendo:
“Imagine uma mulher que passa seus dias resgatando crianças refugiadas dos traficantes de pessoas e contrabandistas, na região nordeste da Colômbia. Que patrulha comunidades remotas à noite, identificando crianças vítimas de exploração sexual e fornecendo ajuda. Que fala, destemidamente, contra os abusos que ela testemunhou e que ajudou a mudar as leis em seu país, para colocar os criminosos atrás das grades. Imagine essas coisas e você terá apenas uma ideia da coragem moral e física de Mayerlín Vergara Pérez, laureada com o prêmio Nansen Refugee deste ano. May, eu tive o privilégio de te conhecer no ano passado e algumas das crianças que você resgatou. Eu tenho visto a diferença absoluta que você fez em suas vidas. Encontrando formas de libertá-las, ajudando-as a superar seus traumas, suas dores e valorizando-as da forma que elas precisam ser valorizadas. Dando a elas esperança para o futuro. Muito obrigada por seu extraordinário trabalho, por sua coragem e por seu exemplo. Hoje, nós homenageamos corretamente você com este prêmio.”
Fotos:
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Nesta última semana, foram liberadas novas imagens oficiais (stills) do filme estrelado por Angelina Jolie, “Come Away”. O drama de fantasia trará um cenário em que Peter (Pan) e Alice (no País das Maravilhas) são irmãos, em um contexto anterior às suas famosas histórias.
Quando o primogênito da família falece precocemente em um trágico acidente, o casal de jovens protagonistas – muito antes de se tornarem as estrelas de duas das mais famosas fábulas da história – se vê forçado a proteger seus pais, Rose (Angelina Jolie) e Jack (David Oyelowo), do desespero do luto. O peso da tarefa apresentará uma encruzilhada: ou os dois irmãos escolhem pela realidade que conhecem em sua casa ou adentram no mundo da imaginação – o que começa a criar o cenário perfeito para suas jornadas futuras.
O longa conta com a participação do ator Michael Caine, direção de Brenda Chapman e roteiro de Marissa Kate Goodhill. Além disso, o filme já tem data de estreia prevista. A Premiere mundial de “Come Away” aconteceu no dia 24 de Janeiro de 2020 durante o Sundance Film Festival. No entanto, ainda não há previsão de estreia do filme no Brasil. Abaixo, confira a sinopse oficial:
Sinopse: Antes de Peter se tornar Pan e antes de Alice visitar o País das Maravilhas, eles eram irmãos que moravam em uma casa de campo idílica com seus pais e seu irmão mais velho, David. Neste lugar mágico, eles eram livres para se divertirem e deixarem a imaginação correr solta enquanto brincavam em uma floresta próxima. No entanto, uma mudança acontece quando Tia Eleanor, que é extremamente crítica com relação à educação das crianças, providenciou que David passasse a frequentar um prestigiado internato. Enquanto a família se esforça para aceitar a partida iminente de David, um acidente mortal destrói suas maravilhosas vidas. Com a família desmoronando emocional e financeiramente, Alice e Peter decidem encontrar uma solução. Eles viajam para Londres para vender uma herança de família e logo se encontram em um submundo sombrio, misterioso e perigoso que os leva a uma aventura que mudará o curso de suas vidas.
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Nesta sexta-feira, dia 02 de Outubro, a renomada revista estadunidense de negócios e economia, Forbes, divulgou sua lista anual com as atrizes mais bem pagas do mundo.
Sofia Vergara, da série “Modern Family”, está no topo do novo ranking com US$ 43 milhões. A veterana de Hollywood, Angelina Jolie, ($35 milhões) e a estrela do filme “Red Notice”, Gal Gadot, ($31 milhões) vêm em segundo e terceiro lugar na lista, respectivamente.
Angelina é uma das poucas atrizes da lista a embolsar quase todo o seu dinheiro com filmes tradicionais. Seu maior pagamento foi recebido por interpretar o papel de Thena no filme “Eternos”, próximo lançamento da Marvel que teve um orçamento de US$ 200 milhões. Confira o ranking completo abaixo:
2. Angelina Jolie ($35.5 milhões)
3. Gal Gadot ($31.5 milhões)
4. Melissa McCarthy ($25 milhões)
5. Meryl Streep ($24 milhões)
6. Emily Blunt ($22.5 milhões)
7. Nicole Kidman ($22 milhões)
8. Ellen Pompeo ($19 milhões)
9. Elisabeth Moss ($16 milhões)
10. Viola Davis ($15.5 milhões)
Fonte: Forbes
Angelina, Zahara e Vivienne vão a restaurante
25 de setembro de 2020
Nesta sexta-feira, dia 25 de Setembro de 2020, a mamãe mais famosa de Hollywood, Angelina Jolie, levou as filhas – Zahara e Vivienne – para jantar no restaurante “Craig’s”, que fica situado na região de West Hollywood, na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.
O trio foi flagrados pelos paparazzis de plantão, quando chegavam ao local, acompanhado por um segurança particular. Em nossa Galeria, adicionamos 6 fotos. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso ao álbum.