Jolie apoia as abelhas e apicultoras em campanha
20 de maio de 2021
A estrela do cinema e ativista humanitária – Angelina Jolie – conversou sobre ensinar mulheres a cuidar de abelhas em reservas da biosfera da Unesco.
Artigo por Indira A.R. Lakshmanan
É surpreendente ver um rosto de beleza icônica coberto por abelhas. Uma visão mais aproximada conta uma história mais profunda sobre o delicado equilíbrio entre humanos e insetos polinizadores de quem dependemos tanto para a comida que consumimos.
Na National Geographic, Angelina Jolie posou para um retrato impressionante a fim de, no Dia Mundial das Abelhas, chamar atenção para um programa da Unesco-Guerlain que oferece treinamento de apicultura, empreendedorismo e proteção de abelhas nativas e seus habitats para mulheres de todo o mundo. O fotógrafo Dan Winters, que também é apicultor amador, se inspirou em um famoso retrato de Richard Avedon de um apicultor careca, cujo torso estava coberto de abelhas.
Jolie se inspirou em diferentes visões: de abelhas como um pilar indispensável de nossa alimentação – um pilar que está ameaçado por parasitas, agrotóxicos, perda de habitat e mudanças climáticas – e uma rede global de mulheres que serão treinadas para proteger esses polinizadores essenciais.
A atriz, diretora e ativista humanitária se juntou a mim para uma entrevista em Los Angeles para falar sobre as conexões entre meio ambiente saudável, segurança alimentar, empoderamento feminino e as estimadas 4 mil espécies de abelhas nativas dos Estados Unidos. Proteger polinizadores que sustentam a vida é um desafio absolutamente possível, diz ela.
“Com tanta coisa para se preocupar no mundo, e tanta gente afundada em más notícias, sobre a realidade do que está acabando e o que está acontecendo”, diz ela, “isso [este problema] é algo com o que conseguimos lidar.”
Três em cada quatro dos cultivos mais importantes para o consumo humano – e mais de um terço da terra cultivada no mundo – dependem de polinizadores, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. Não se trata apenas de frutas, castanhas ou legumes; abelhas também polinizam alfafa consumida pelo gado e plantações usadas para vestimentas e remédios. Estima-se que somente as abelhas gerem US$ 20 bilhões para a agricultura dos EUA, de acordo com a Federação Americana de Apicultura; polinizadores são responsáveis por gerar mais de US$ 200 bilhões em produção de comida no mundo todo.
Mesmo assim, populações de abelhas sofreram reduções severas na última década. Mortes em massa de abelhas estão associadas a agrotóxicos (especialmente a um grupo de elementos químicos chamado neonicotinoides), ácaros parasitas e perda de habitat para a monocultura comercial em larga escala. Mudanças climáticas também afetaram espécies nativas em todo o mundo, levando mais de uma dúzia de espécies americanas à lista de espécies ameaçadas.
Jolie foi recentemente nomeada madrinha do Dia Mundial das Abelhas, um programa de cinco anos lançado pela Unesco, o braço para a educação, ciência e cultura das Nações Unidas, e Guerlain, uma empresa de cosméticos da França. A Guerlain diz que contribuiu com U$ 2 milhões para capacitar e apoiar 50 mulheres empreendedoras e apicultoras em 25 reservas da biosfera da Unesco pelo mundo.
Espera-se que as mulheres construam 2,5 mil colmeias nativas até 2025, protegendo 125 milhões de abelhas, de acordo com a Guerlain. Mulheres da Bulgária, Camboja, China, Etiópia, França, Rússia, Ruanda e Eslovênia serão treinadas este ano, com outras do Peru, Indonésia e outros países em 2022.
Um objetivo chave para o programa é mostrar a diversidade de práticas apicultoras locais, compartilhando saberes de diferentes culturas. Na reserva da biosfera Xishuangbanna, na China, por exemplo, moradores usam colmeias em troncos feitos de árvores caídas e seladas com esterco de vaca para proteger as abelhas no inverno. Na reserva Tonle Sap, no Camboja, apicultores criam colônias em galhos inclinados, o que facilita retirar mel sem destruir a colônia. Autoridades da Unesco me disseram que, no programa Mulheres pelas Abelhas, nem colônias, nem abelhas-rainhas seriam importadas para evitar extinguir abelhas nativas ou espalhar doenças.
Jolie assume o novo posto com uma experiência incomum. Enviada especial do Alto Comissariado da ONU para Refugiados, ela participou de quase 60 missões em zonas de guerra e campos de refugiados nos últimos 20 anos. Em 2003, ela criou uma fundação para conservação e desenvolvimento comunitário, batizada com o nome do filho mais velho, Maddox, em uma região rural protegida no noroeste do Camboja. A fundação trabalhou para remover minas terrestres de tempos de guerra, converter antigos caçadores ilegais em guardas florestais e promover igualdade de gênero, entre outros objetivos, ocmo também capacitar apicultores.
Em junho, Jolie se juntará às primeiras 10 Mulheres pelas Abelhas, que participarão de um treinamento de 30 dias conduzido por especialistas do Observatório Francês de Melitologia, na Provença, onde ela pretende ser capacitada também.
Há 20 anos você tem sido uma voz pelas populações mais vulneráveis, especialmente mulheres e crianças em zonas de guerra. Qual a conexão entre populações vulneráveis e abelhas?
Angelina Jolie: Muitas pessoas em situação vulnerável são deslocadas por causa das mudanças climáticas ou guerras por recursos limitados. Ter seu ambiente destruído, seu ganha-pão retirado de você, é uma das muitas razões pelas quais pessoas migram, são deslocadas ou lutam. Tudo isso está conectado. Os polinizadores são, claro, extremamente vitais para nossas vidas e nosso ambiente. Por isso, precisamos entender, cientificamente, o que acontece se os perdermos. Isso é algo que podemos trabalhar para resolver. O que é empolgante para mim é que, em vez de dizer: “Estamos perdendo as abelhas, temos algumas espécies que se extinguiram ou vão extinguir”, nós estamos dizendo: “Sim, é desta maneira que as protegemos”. É preciso ter mais consciência sobre os agrotóxicos e o desmatamento. Mas, também, tem estas coisas que as pessoas podem fazer. Você não precisa ter terra, mas pode considerar ser parte da solução. O empolgante é que estamos chegando com soluções e empoderando mulheres em seus modos de sustento.
São tantas as ameaças às abelhas no mundo.
Às vezes esses problemas parecem tão grandes. Mas há estas pequenas verdades e nós nos apegamos a elas. Quando estamos perdendo espécies, animais ou plantas, isso está destruindo algo. É quebrar o tecido de todas as coisas das quais dependemos. Somo todos inteligentes o suficiente para saber que essas peças são muito, muito interconectadas e cruciais. Eu sei que parece que agora eu estou trabalhando com abelhas, mas na verdade, para mim, está tudo conectado com o sustento de mulheres e os deslocamentos pelas mudanças climáticas.
Tem algumas maneiras simples para que todos possam ajudar – plantar vegetação nativa, não usar agrotóxicos nos quintais e jardins comunitários…
Com tanta coisa para se preocupar no mundo, e tanta gente afundada em más notícias, sobre a realidade do que está acabando e o que está acontecendo, isto é algo com que conseguimos lidar. Todos podemos fazer uma parte e fazer muito melhor. Eu acho que muita gente não sabe o dano que está causando. Muitas pessoas só estão tentando sobreviver mais um dia. Elas querem fazer o bem. Elas não querem ser destrutivas. Elas não sabem o que comprar. Não sabem o que usar. Então, eu acho que parte disso é ajudar a simplificar para todo mundo, porque eu preciso disso. Eu tenho seis filhos e muita coisa acontecendo, e eu não sei como ser a perfeita em nada. Então, se conseguimos ajudar uns aos outros a dizer: “Assim é como se faz, simples, e isto é algo que você pode fazer com seus filhos”. Os jovens são tão conscientes. Eles são conscientes dos problemas do mundo em que vivemos. E eles aprendem a comprar isso ou aquilo, não tocar aquilo ou não dirigir aquilo. Eles estão sobrecarregados com isso. Por isso uma das coisas que queremos fazer é tornar isso possível e simples [proteger as abelhas e a biodiversidade].
Seus filhos inspiraram seu interesse em conservação e meio ambiente?
Eles estão certamente crescendo muito mais informados. Veja, é uma questão de geração. Estamos no limite. Decisões feitas ou coisas que feitas nos próximos 10, 20 anos serão determinantes para a maneira como vivemos neste planeta. É triste, eles sabem disso. É muito difícil para eles. Eu não posso imaginar se uma criança de novo. Se a Terra poderá existir do mesmo jeito, ou se haverá abelhas e polinização, não era algo com o que eu me preocupava quando tinha 12 anos.
Você começou uma fundação no Camboja que a fez testemunhar desmatamento extração ilegal de madeira. Qual foi sua inspiração para apoiar um programa de apicultura lá?
Ver o meio ambiente e os modos de sustento. Trabalhamos com muitos caçadores que se tornaram guardas-florestais, e eles fizeram muito para conter a extração ilegal de madeira e proteger os animais onde podiam. E tem muita coleta de mel selvagem no Camboja. É importante que você não vá ao país e diga: “Sem infraestrutura, sem estradas, sem progresso, sem nada, vamos manter esta área especial e preservá-la”. Precisamos fazer isso, mas para isso, precisamos ser sustentáveis, precisamos encontrar maneiras para as pessoas viverem nessas comunidades e prosperarem conectadas a este ambiente natural.
Abelhas praticam uma forma de democracia na qual cada abelha vota individualmente na hora de escolher um novo local para a colmeia. Me parece um paralelo interessante para o Mulheres pelas Abelhas. Por que envolver mulheres na apicultura, como isso as dará voz, liderança, poder econômico?
Mulheres são muito capazes. E há muitas mulheres em áreas onde elas não tiveram oportunidades. Mas elas estão famintas para aprender, têm um enorme instinto para negócios. Ter uma rede, saber como ser apicultoras melhores com todos os avanços da ciência e métodos e ter algo que elas podem fazer e vender. Não é apenas sair ensinando mulheres, mas sobre aprender com essas mulheres de todo o mundo, que têm práticas diferentes. Mulheres são muito capazes e quando elas aprendem uma habilidade, ela ensina outras mulheres, homens e seus filhos. Então, se você realmente quer fazer algo e quer ampliá-lo, você encontra uma mulher, você a ajuda a entender o problema e ela vai trabalhar duro para informar sua comunidade.
Você recentemente participou de um retrato extraordinário para a National Geographic pelo fotógrafo Dan Winters, e você ficou literalmente coberta de abelhas, que ficaram voando até no seu rosto. Como você se sentiu?
Vou soar como meu professor de budismo, mas foi uma sensação amorosa estar conectada com essas criaturas maravilhosas. Tinha um zumbido. Você precisa ficar muito parada, no seu corpo, no momento, o que não é fácil para mim. Eu acho que parte do pensamento por trás disso era, esta criatura é vista como perigosa, às vezes. Então como simplesmente convivemos com ela? A intenção é compartilhar este planeta. Somos afetados uns pelos outros. É assim que precisava ser a sensação, e realmente foi, e eu me senti muito honrada e sortuda de ter essa experiência.
Dan Winters buscou o mesmo feromônio para atrair abelhas que Richard Avedon usou há 40 anos para fazer seu famoso retrato de um apicultor.
Foi tão engraçado estar com o cabelo e a maquiagem feita e me passarem feromônios. Não pude tomar banho por três dias antes. Porque eles me disseram: ‘Se você tem todos esses cheiros diferentes, xampus e perfumes e outras coisas, a abelha não sabe quem você’. [Eles] não querem [que abelhas] confundem você com uma flor, eu suponho.
E tentar te polinizar. [Risos]
Não tenho certeza, mas foi interessante. Daí você coloca umas coisas no nariz e nos ouvidos para que elas não tenham muitos buracos para entrar.
Uau, isso é um pouco assustador!
Eu tive uma que ficou embaixo do meu vestido o tempo todo. Foi como uma daquelas comédias antigas. Eu fiquei sentindo ela no meu joelho, na minha perna e pensei: ‘Este é o pior lugar para ser picada. Está chegando muito perto.’ Ela ficou lá durante todo o tempo do ensaio. Depois que tiraram todas as outras abelhas, levantei minha saia e ela saiu.
Essa entrevista foi editada para maior clareza e concisão.
Fonte: National Geographic Brasil
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Capturas: Those Who Wish Me Dead
18 de maio de 2021
Nesta terça-feira, dia 18 de Maio de 2021, adicionamos em nossa Galeria, 450 capturas de tela (screencaps) de nossa musa, Angelina Jolie, atuando em seu mais novo filme “Those Who Wish Me Dead” (Aqueles Que Me Desejam a Morte).
Inspirado no livro homônimo escrito por Michael Koryta, a obra gira ao redor de Connor, um adolescente traumatizado que presencia um brutal assassinato. No longa, Jolie interpreta o papel de Hannah Faber, uma bombeira florestal que trabalha em uma desolada torre de vigia e que se recupera da perda de três vidas que não conseguiu salvar em um incêndio.
Dirigido por Taylor Sheridan, o filme também é estrelado por Nicholas Hoult, Finn Little, Aidan Gillen, Medina Senghore, Tyler Perry, Jake Weber e Jon Bernthal.
“Aqueles Que Me Desejam a Morte” tem data de estreia prevista para o dia 27 de Maio de 2021 nos cinemas brasileiros.
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People entrevista Angelina Jolie e Medina Senghore
14 de maio de 2021
Angelina Jolie e sua nova amiga, Medina Senghore, estão entre as milhões de pessoas que se sentem abençoadas atualmente. Com as restrições à pandemia diminuindo, elas refletiram sobre os últimos 14 meses, gratas por elas – e principalmente suas famílias – terem sobrevivido.
“Ainda estamos sobrevivendo, não é Medina?” brincou Jolie, 45, na nova entrevista concedida à revista People que chegou às bancas nesta sexta-feira (14). “Sinto que devemos perguntar a todos os nossos filhos: ‘Como nos saímos durante a pandemia?'”
“Acho que eles definitivamente me dariam uma opinião mista”, diz Senghore. “Se estamos procurando o lado positivo das coisas, temos que ser ainda mais criativas ao entreter as crianças. Os meus filhos são muito jovens [Rayaan, 6, e Elyas, 3], então eles precisam de muito ar livre e escalada. Nós fizemos muito mais caminhadas e muito mais atividades ao ar livre do que antes da COVID. ”
Jolie acrescenta: “Eu vi que as crianças realmente se uniram. Tenho um grande grupo e, com Maddox voltando da faculdade e ficando na mesma casa, eles realmente tiveram que lidar com isso juntos. Nós também ficamos muito bons em “dark tag”, uma brincadeira nova em que apagamos todas as luzes e perseguimos uns aos outros.”
Senghore e Jolie se conheceram pela primeira vez recentemente, enquanto faziam a divulgação de seu novo filme, “Aqueles Que Me Desejam a Morte” (Those Who Wish Me Dead). Mesmo assim, as duas compartilharam um vínculo instantâneo, retratando mulheres fortes na tela e defendendo as mulheres ao redor do mundo.
Este é o primeiro filme de ação de Jolie após uma década e a mãe de seis filhos disse: “Quando nós duas finalmente conversamos, falamos sobre a força das mulheres e o que muitas vezes ouvimos sobre mulheres fortes. Às vezes isso vem como um elogio, mas às vezes isso é dito quando alguém não está querendo aceitar que uma mulher precisa de algo. Você diz: ‘Ah, ela é muito forte’, mas você também está dizendo: ‘Ah, ela consegue lidar com o peso do mundo em seus ombros.'”
Senghore, certamente lidou com muita coisa em sua vida. Uma estrela em ascensão, ela se formou na Faculdade de Direito de Harvard e seguiu seus sonhos aos 30 anos, estudando na Juilliard School [uma escola de Ensino superior de Música, Dança e Dramaturgia].
Ela disse: “Agora eu sei que a força e a necessidade de ajuda vivem lado a lado. Uma das coisas pelas quais sou grata é que o silêncio forçado desta época me ensinou sobre o equilíbrio entre força e vulnerabilidade. Isso me colocou mais em contato com as pessoas quando precisei de ajuda e não vi isso como uma falha.
No filme, Jolie interpreta uma “smokejumper”, uma bombeira que salta em incêndios florestais e Senghore interpreta uma sobrevivente grávida.
“Nossas personagens são essas sobreviventes, essas bombeiras “smokejumpers”, e existem muitas mulheres reais e extraordinárias que vivem fazendo isso e não são super-heroinas”, disse Jolie.
“Elas são mulheres americanas normais”, acrescenta a vencedora do Oscar. “Outra coisa interessante para mim foi interpretar uma trabalhadora da linha de frente – acho que todos nós passamos muito tempo pensando muito sobre aquelas pessoas que estão na linha de frente do COVID e ao redor do mundo.”
Senghore acrescenta: “Uma das coisas que me atraiu foi o fato de que minha personagem está grávida e isso realmente me fez pensar nas mulheres que enfrentam desafios, dificuldades e que se encontram em perigo – ter a chance de incorporar esse tipo de força, foi muito atraente.”
Ensaio Fotográfico por Eric Ray Davidson
Fonte: People
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Warner libera nova cena de Those Who Wish Me Dead
11 de maio de 2021
Nesta terça-feira, dia 11 de Maio de 2021, os estúdios da Warner Bros Pictures disponibilizaram mais um featurette de “Those Who Wish Me Dead” (Aqueles Que Me Desejam a Morte), novo filme estrelado por Angelina Jolie.
Inspirado no livro homônimo escrito por Michael Koryta, a obra gira ao redor de Connor, um adolescente traumatizado que presencia um brutal assassinato. No longa, Jolie interpreta o papel de Hannah Faber, uma bombeira florestal que trabalha em uma desolada torre de vigia e que se recupera da perda de três vidas que não conseguiu salvar em um incêndio.
Dirigido por Taylor Sheridan, o filme também é estrelado por Nicholas Hoult, Finn Little, Aidan Gillen, Medina Senghore, Tyler Perry, Jake Weber e Jon Bernthal.
“Aqueles Que Me Desejam a Morte” chega aos cinemas norte americanos e à HBO Max no dia 14 de maio de 2021. No Brasil, a estreia está prevista para o dia 27 de Maio nos cinemas.
O filme agora também conta com website oficial e a trilha sonora já está disponível no Spotify.
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CBS This Morning entrevista Angelina Jolie
10 de maio de 2021
Na última quinta-feira, dia 06 de Maio de 2021, Angelina Jolie concedeu uma entrevista ao programa “CBS This Morning”, que foi gravada no Hotel Four Seasons, em Beverly Hills, na cidade de Los Angeles, Estados Unidos. No entanto, a entrevista foi exibida somente nesta segunda-feira, dia 10.
Jolie conversou com o apresentador Vladimir Duthiers sobre o lançamento de seu mais novo filme, “Aqueles Que Me Desejam a Morte” (Those Who Wish Me Dead) juntamente com a atriz Medina Senghore.
Inspirado no livro homônimo escrito por Michael Koryta, a obra gira ao redor de Connor, um adolescente traumatizado que presencia um brutal assassinato. No longa, Jolie interpreta o papel de Hannah Faber, uma bombeira florestal que trabalha em uma desolada torre de vigia e que se recupera da perda de três vidas que não conseguiu salvar em um incêndio.
Dirigido por Taylor Sheridan, o filme também é estrelado por Nicholas Hoult, Finn Little, Aidan Gillen, Medina Senghore, Tyler Perry, Jake Weber e Jon Bernthal.
“Aqueles Que Me Desejam a Morte” chega aos cinemas norte americanos e à HBO Max no dia 14 de maio de 2021. No Brasil, a estreia está prevista para o dia 27 de Maio nos cinemas.
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Por Trás das Câmeras: Those Who Wish Me Dead
9 de maio de 2021
Nesta última semana, os estúdios da Warner Bros disponibilizaram cenas gravadas por trás das câmeras do mais novo filme estrelado por Angelina Jolie, “Aqueles Que Me Desejam a Morte” (Those Who Wish Me Dead).
Inspirado no livro homônimo escrito por Michael Koryta, a obra gira ao redor de Connor, um adolescente traumatizado que presencia um brutal assassinato. No longa, Jolie interpreta o papel de Hannah Faber, uma bombeira florestal que trabalha em uma desolada torre de vigia e que se recupera da perda de três vidas que não conseguiu salvar em um incêndio.
“Eu me interesso por pessoas que sofreram algo, chegaram ao fundo do poço e voltaram, superando isso. Hannah é uma bombeira florestal. Mas, na verdade, ela é uma pessoa traumatizada, que carrega uma grande dose de culpa. Ela é alguém que pensa o pior de si e ao colocar uma pessoa assim, com um garoto que precisa dela para salvá-lo, ela é forçada a se conectar com o menino. Ela é forçada a enfrentar tudo o que ela teme e como o que ela não se sente capaz de lidar. Este filme é um grande thriller. Uma grande aventura num local incomum em meio a um grande incêndio. E por trás disso, é sobre pessoas que têm um grande impacto entre si, mudando umas às outras. Elas atravessam o fogo, na prática e no sentido figurado.”
Dirigido por Taylor Sheridan, o filme também é estrelado por Nicholas Hoult, Finn Little, Aidan Gillen, Medina Senghore, Tyler Perry, Jake Weber e Jon Bernthal.
“Aqueles Que Me Desejam a Morte” chega aos cinemas norte americanos e à HBO Max no dia 14 de maio de 2021. No Brasil, a estreia está prevista para o dia 27 de Maio nos cinemas.
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Nesta sexta-feira, dia 07 de Maio de 2021, a mamãe mais famosa de Hollywood – Angelina Jolie – levou sua filha mais nova para fazer compras, na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.
Mãe e filha fizeram compras em diferentes pet shops, assim como também passaram em uma banca de revistas. Em nossa Galeria, adicionamos mais de 80 fotos. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso aos álbuns.
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Jolie concede entrevistas e fala sobre novo filme
4 de maio de 2021
Nesta terça-feira, dia 04 de Maio de 2021, começaram oficialmente as divulgações de “Aqueles Que Me Desejam a Morte” (Those Who Wish Me Dead), o mais novo filme estrelado por Angelina Jolie.
A atriz participou, ao lado do ator Finn Little de uma Coletiva de Imprensa do filme realizada com os meios de comunicação da Coréia do Sul. O evento aconteceu no Cinema “CGV Yongsan”, localizado no centro da cidade de Seul. Lá, o filme estreia no dia 5 de maio, antes do lançamento mundial.
Jolie também participou de entrevistas virtuais para os websites “Access Hollywood” e “Extra Tv” e falou sobre seu retorno às telonas, interpretando o papel de Hannah, uma bombeira “smokejumper” ainda abalada pela perda de três vidas que não conseguiu salvar em um incêndio e que se depara com um menino de 12 anos traumatizado e sem ninguém a quem recorrer.
“Aqueles Que Me Desejam a Morte” chega aos cinemas norte americanos e à HBO Max no dia 14 de maio de 2021. O filme, no entanto, ainda não possui data de estreia prevista no Brasil.