Filmes/ News

Revelado o salário de Vivienne Jolie-Pitt em “Maleficent”

12 de fevereiro de 2013

A filha mais nova de Angelina Jolie e Brad Pitt, Vivienne Jolie-Pitt, fará sua primeira aparição nas telonas dos cinemas intepretando a bebê Aurora no novo filme da Disney, “Maleficent.” Vivienne participou das gravações do filme no ano passado e para isso ela teria recebido 3.000 dólares por semana, acrescentados de 60 dólares adicionais por dia de trabalho, de acordo com o que foi reportado pelo site TMZ.

No mês de Agosto de 2012, foi anunciado pela Disney que Vivienne teria sido escalada para interpretar a versão criança da Princesa Aurora. O filme será um remake em 3D do filme “A Bela Adormecida” de 1959, que contará a história da icônica vilã, Malévola. Jolie interpretará a bruxa malvada que lança um feitiço em Aurora. Já versão adulta da Princesa será interpretada pela atriz Elle Fanning.

Outros dois filhos de Jolie, Pax (9) e Zahara (8), também irão participar do filme como figurantes na cena em que Malévola amaldiçoa a bebê Aurora com um feitiço, fazendo com que ela caia em sono eterno que só poderá ser quebrado com um beijo de amor verdadeiro.

“Maleficent” tem sua data prevista para Junho de 2014.

Fonte: E! Online

Aparições Públicas

Angelina Jolie no American Society of Cinematographers Awards

11 de fevereiro de 2013

Na noite deste domingo, dia 10 de Fevereiro de 2013, a atriz e diretora, Angelina Jolie, fez sua primeira aparição pública durante o ano de 2013. Angelina esteve presente no evento American Society of Cinematographers Outstanding Achievement Awards, que aconteceu no Hollywood & Highland Center, em Hollywood, Los Angeles. Desmentindo todos os rumores de uma suposta gravidez, ela apareceu exibindo uma esbelta forma enquanto usava um vestido cinza Atelier Versace.

A atriz esteve presente no evento para apresentar o prêmio ‘ASC Lifetime Achievement Award’ para Dean Semler, que foi diretor de fotografia do filme “In the Land of Blood and Honey.”

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News

Angelina e Madonna são criticadas por adotar crianças africanas

8 de fevereiro de 2013

A supermodelo e humanitária nascida em Moçambique, Tasha De Vascolcelos, criticou adoção de crianças africanas por celebridades como Angelina Jolie e Madonna. De acordo com ela, ao levarem as crianças embora, elas “dilaceram o coração da África.” Enquanto se prepara para inaugurar uma nova clínica em Malawi – que foi construída através de sua Fundação – Tasha também criticou estrangeiros ricos que “jogam dinheiro” na África, ao invés de se envolver e trabalhar diretamente com os sistemas do lugar.

Há algo dentro de mim que chora todos os dias por não estar no lugar em que nasci,” disse Tasha.

Sua família fugiu da guerra civil em Moçambique quando ela tinha 10 anos de idade.

É por este motivo que eu realmente sei que você não deve levar uma criança embora da África. Se você quer ajudá-las, ajude-as dentro de seus países. Você tem que se tornar próximo de pessoas importantes: os ministros, o chefe da aldeia, as pessoas que estão executando projetos no local, o significa fazer algo com as próprias mãos. Enviar cheques apenas, não é suficiente.

Tasha De Vasconcelos, que cresceu no Canadá e que agora vive em Londres, lançou o projeto ‘Amor’ em 2006. Ela disse:

“Como refugiada, eu vivi o impacto de deixar para trás primos, membros da família, avós e acima de tudo, a terra que amamos. É por isso que eu não defendo adotar crianças africanas para terem um estilo de vida hollywoodiano, como Madonna e Angelina Jolie tem feito.”

A menos que os estrangeiros estejam dispostos a se envolver diretamente, Tasha acrescentou que estão todos envolvidos em um desserviço.

“As pessoas como Madonna não entendem. Elas não sabem como é ser um africano, como é ser parte de uma tribo, como é ter um chefe, ter uma comunidade.”

De acordo com ela, ainda, ajudar a África não se trata apenas de construir edifícios, mas criar postos de trabalho e de educação.

Um porta-voz de Madonna disse que os comentários feitos pela modelo foram “imprudentes” já que seus filhos estão prosperando bem e estão sendo cuidados, e certamente, educados sobre sua cultura e sobre onde vieram.”

Fonte: Independent

Aparições Públicas/ Gallery Update

Gallery Update: Aparições Públicas 2008

25 de janeiro de 2013

De acordo com a Enquete criada no Facebook oficial do Angelina Fan Brasil, os poucos fãs e visitantes do site que participaram da votação, gostariam que a categoria “Aparições Públicas” da galeria do site tivesse mais fotos. Assim, como estamos sem fotos novas decidi atualizar esta categoria e adicionar 800 antigas novas fotos de Aparições Públicas que Angelina participou no ano de 2008. Espero que gostem!

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Entrevistas/ Revistas & Scans

Total Film entrevista Angelina Jolie

20 de janeiro de 2013

Beleza icônica, mãe de seis filhos, ganhadora do Oscar, embaixadora e agora diretora de “In the Land of Blood and Honey,” a gata selvagem Angelina Jolie navegou em uma tremenda carreira – e ela ainda continua com apenas 37 anos.

Irresistível. É uma palavra que descreve Angelina Jolie perfeitamente. Não apenas o sensual ‘sex appel’ que tem enfeitiçado incontáveis homens ( e mulheres). Nem aqueles lábios picados por abelhas, os olhos verde esmeralda e as curvas de Lara Croft. Não, é sua carreira que provou ser impossível de resistir. Não se esqueça que certa vez ela disse à revista Vogue, “Em meu coração eu ainda sou – e sempre serei – apenas uma garota punk com tatuagens.” Sua evolução de ‘bad girl’ para humanitária de Hollywood e mãe é enormente sensacional; e é uma trajetória que a nova geração de moças deveria seguir. Hoje em dia, a cobertura dela e de seu parceiro Brad Pitt, de suas cruzadas nômades até as zonas de conflito ao redor do mundo com sua prole de seis filhos, mostra que o bonde Brangelina fez de tudo, menos cansar Jolie.

Voltando para quando ela estourou nas telonas durante o tecnológico e fantasioso filme “Hackers” ela cheirava à rebelião. A coleção de facas. As confissões sobre bissexualidade e sado-masoquismo. As histórias de auto agressão e uso de drogas. Ah, e ainda o tempestuoso relacionamento com seu pai-ator, Jon Voight. Então, vieram as tendências góticas – casando-se com Johnny Lee Miller enquanto usava uma camiseta com o nome dele escrito em sangue; casando-se com Billy Bob Thornton usando um pingente com o sangue dele ao redor do pescoço. Tudo isso alimentava a energia desenfreada dos seus primeiros papéis – notavelmente vista no filme “Gia” (com cenas de nudez e lésbicas), “Corações Apaixonados” e no seu papel de paciente sociopata no filme “Garota, Interrompida” que lhe rendeu um Oscar.

Estranhamente, foi interpretando a aventureira Lara Croft em “Tomb Raider” que as coisas mudaram – não apenas porque isto a transformou em uma heroína de ação. Ao participar das gravações do filme no Camboja, ela tomou um caminho filantrópico e então foi nomeada Embaixadora da Boa Vontade para o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (UNHCR), passando a visitar áreas perigosas ao redor do mundo e a doar milhões de dólares. Durante este período, ela visitou a Bósnia-Herzegovina – inspirando-a a dirigir “In the Land of Blood and Honey”, que conta uma história de amor brutal passada durante a guerra de Bósnia que parece ter sido esculpida pela mesma parte de Jolie que nos trouxe “O Preço da Coragem.” Indicado ao Globo de Ouro por Melhor Filme Estrangeiro, é angustiante saber que o filme recebeu fortes críticas em alguns lugares (The Hollywood Reporter, por exemplo, alegou que Jolie merecia um crédito significativo pelo filme, por mostrar acontecimentos horríveis de um modo tão crível).

Quando nós nos conhecemos no Hotel Adlon em Berlim, a Jolie de 37 anos estava usando um vestido revelador de cor creme e sapatos de salto de cor bege. Ela tinha acabado de sair de uma reunião com o Presidente Obama que aconteceu na Casa Branca, seguida por uma exibição do filme “In the Land of Blood and Honey” no Holocaust Museum na cidade na cidade Washington, nos Estados Unidos. Eles conversaram sobre as necessidades humanitárias da Bósnia e da Sérvia. “Normalmente, quando você se encontra com políticos, é bom saber o que está no topo de suas agendas, para ter uma noção do que está acontecendo no mundo.”

Encantar líderes mundiais é apenas uma parte da habilidade de Jolie. Aberta, honesta, sem censuras, hoje em dia sem nenhum agente publicitário, você não deve imaginar como ela enfrentou o furor da mídia quando, durante as filmagens de “Sr. & Sra. Smith” ela ficou rotulada como ‘a outra mulher’ quando Pitt separou-se de Jennifer Aniston. Na maior parte, no entanto, sua ascensão em Hollywood fez ela emergir como uma cidadã modelo. “Eu apenas quero ser uma estudante do mundo,” disse ela. Até agora, ela conseguiu tirar as melhores notas.

Em uma era de celebridades de Hollywood cautelosas, você sempre foi muito aberta com a imprensa em suas entrevistas. Como você consegue?

Eu sempre quis ser aberta com a imprensa porque eu acredito que se você vai participar de uma entrevista, você pode muito bem compartilhar alguma coisa, que poderá significar algo para quem estiver lendo – ou então você não deveria conceder entrevistas. Então, eu não me importo.

Mas você já foi afetada por esta atitude?

Milhares de vezes. Mas eu não quero ser alguém que pensa sobre o que as pessoas vão dizer, e censurar – nunca em minha vida. Eu não quero fazer este tipo de coisa, porque se não começarei a fazer isto em minha vida. Eu acredito que todos nós estamos aqui para nos comunicarmos uns com os outros. Às vezes, os erros que eu cometi e o modo pelo qual eu me recuperei deles, pode significar alguma coisa para alguém. Ninguém se identifica com uma pessoa perfeita. Se eu ler alguma coisa sobre alguém que tem uma vida perfeita, não significará nada para mim.

Então você não acha que um ator precisa fazer mistério sobre sua vida privada?

Eu não acho que isto é necessariamente verdadeiro. Você conhece o ator. Você o viu em Awards Shows, você o tem visto em suas Premieres. Então não importa o que ele compartilha ou não. Eu tenho sido bastante aberta e espero que as pessoas assistam meus filmes e gostem das personagens. E às vezes isto ajuda, porque talvez você se sente próximo do que você está assistindo.

Você sempre interpreta personagens que são ao mesmo tempo muito fortes mas também muito femininas. Isto é uma obrigação para você?

Eu acredito que isto é muito próximo do que é uma mulher, esta combinação, e eu acho interessante os papéis que tem esta combinação – pessoas mais complexas tem estes dois lados em suas personalidades. Na verdade, eu me sinto mais atraída por estes papéis do que por papéis de vítimas. Isto tende a ser mais parecido com uma pessoa de verdade.

É dito que um de seus primeiros sucessos foi ganhar o Globo de Ouro pelo filme “Gia”, interpretando a trágica modelo viciada em heroína, Gia Carangi. Quais memórias você tem disso?

Depois de “Gia”, eu senti como se eu não tivesse mais nada para dar porque ela era muito parecida comigo, ela me quebrou. De certa forma eu morri com ela, então eu me mudei para Nova Iorque e me separei de meu marido [Jonny Lee Miller] porque ele não queria se mudar comigo; ambos concordamos que esta foi a melhor decisão.

Você também ganhou um Oscar por “Garota Interrompida”. Ela também é uma personagem parecida com você?

Os impulsos dela são completamente livres. Então eu deixei meus impulsos completamente livres… para mim, ela era desoladora, e a essência dela era de que apenas queria ter alguém pra conversar. Ela queria alguém pra poder abaixar a guarda e parar de besteiras, apenas admitir o que quer que seja e parar de fingir.

Com estes filmes, juntamente com “Corações Apaixonados” e “Alto Controle”, você começou a se tornar um “sex symbol”…

E isso é uma coisa boa!

Então este não é um rótulo que te incomoda?

Eu sou uma mulher, e toda vez que você diz a uma mulher que ela é bonita, isso não vai irritá-la. É muito bom se sentir sexy, e importante. Mas se você não se envolve com o mundo, de repente isto significa que você não é uma pessoa sexy…

É verdade – Embora o seu trabalho como Embaixadora da Boa Vontade da ONU tenha mudado radicalmente sua imagem pública. Você tem alguma ideia de como isto aconteceu?

É engraçado porque sempre pedem para você resumir quem você é, sua personalidade e suas mudanças – e eu nunca fiz terapia, então eu não sei exatamente como eu fiz isso! Eu só sei que eu me abri para aprender mais sobre o mundo, sobre outras pessoas e o que realmente estava acontecendo. Então eu mudei. Eu adotei uma criança e isso me mudou, passei por um divórcio [Billy Bob Thornton] e isso também me mudou. Então todos estes diferentes acontecimentos me fizeram crescer, como acontece com todos. Eu me sinto realmente feliz por ter passado por isso e ter me tornado uma pessoa melhor.

Nunca teve muito impacto no meio, mas “Amor sem Fronteiras” foi um filme chave para você neste sentido, não é?

Sim. Eu realmente me senti comovida pela história e quando terminei de ler o script, eu chorei. Naquela época, o filme não fez sucesso porque é um filme muito difícil de se fazer – Eu nunca achei que conseguiria. Eu fiquei muito chateada com isso porque eu queria entender isto. Então eu percebi que eu conseguiria. Eu arrumei vários livros e fui até Washington e me encontrei com algumas pessoas da UNHCR e então eu fui até os campos [de refugiados] com eles. Então, em um ano eu fui a três países diferentes e eles pediram para que eu me juntasse à ONU. Minha primeira viagem ao exterior me mudou completamente…

Inclusive você escreveu sobre suas experiências no livro “Notes From My Travels.” Como isto surgiu?

Quando eu viajei para um campo de refugiado pela primeira vez, alguém disse para mim “Você irá voltar e terá tido sentimentos extremos, e você não conseguirá conversar sobre isto com seu marido ou com sua mãe, porque eles não estiveram lá… então faça um diário e entregue a eles, assim eles poderão conversar com você.” Então, eu fiz um diário e a ONU perguntou se poderia coloca-lo na internet, e eu recebi muitas cartas. Eu fiquei muito empolgada com isto, e então pediram para mim se poderiam publicá-lo.

Como você lidou com as coisas que você viu?

Quando eu viajei pela primeira vez, eu fiquei ridiculamente chorando para tudo. E talvez este foi o momento em que eu percebi que estava chorando mais do que as pessoas que tinham sofrido mais que eu. Eu acho que isso é algo que você percebe. Aquelas pessoas tiveram suas famílias assassinadas, tiveram suas casas queimadas e se tornaram apátridas – elas não estavam chorando porque elas não tinham tempo para isso, e eu não estava ajudando apenas sentindo pena por eles. Eu tinha que ser prática e focada.

O que você aprendeu com suas viagens?

Zonas de conflito ou situações no mundo onde não se está em paz, te mostram coisas ruins mas também te mostram o que há de melhor nas pessoas. Isto faz com que você realmente fique focada no que é a vida, e isto te ensina muito. Isto é inclusive algo que nós deveríamos estar fazendo com nossas vidas. Nós não podemos apenas ficar ao redor e não fazer parte do mundo em que vivemos. E no mundo que vivemos, existem muitas pessoas desabrigadas, muitas pessoas apátridas, muitas pessoas sendo traficadas, muitas pessoas sendo estupradas, muitas crianças sem escola, educação e sei pais. Então, sabendo disto… nós temos que estar engajados no mundo. Eu sou muito feliz por ter a oportunidade de fazer isto.

O que levou você a dirigir “In the Land of Blood and Honey?”

Eu nunca tive a intenção de me tornar uma diretora ou de escrever um roteiro. Eu nunca tive a intenção de fazer um filme. Eu costumo dar a mim mesma ‘lições de casa’ para fazer sobre coisas diversas; é um bom exercício manter sua mente trabalhando. E eu estava muito frustrada com a falta de intervenção. Eu estive viajando por 10 anos até as zonas de conflitos e de pós-conflito, e eu sempre pensava no que acontecia com as pessoas quando elas vivem dentro destas situações, e como suas humanidades foram tomadas. Eu passei muito tempo trazendo as pessoas de volta – como as pessoas estão em um campo de refugiados elas tem de retornar para o local onde enfrentaram a guerra. Então eu queria fazer uma reflexão sobre o que era isto e como as pessoas, que eram vizinhas, ficaram umas contra as outras.

Mas porque o conflito dos Balcãs?

Eu sempre senti que deveria saber mais sobre a guerra da Bósnia porque aconteceu em minha geração, mas eu nunca soube muito. Quanto eu viajei para a região, eu ainda não conseguia entendê-la. Este foi o conflito no qual eu não conseguia parar de pensar. Você tenta arrumar pessoas para explicar coisas para você, e você fica ‘Ok, e o que são os Balcãs? Como isto aconteceu? Por que isto aconteceu e por que isto durou quase quatro anos? Eu não conseguia entender. Então eu senti… como se eu fosse alguém que estava viva na época, que viajava pela Europa mas que não prestava atenção. Eu me senti responsável.

Como você conseguiu conciliar sua vida familiar com a direção do filme?

Bem, Brad e eu sempre trabalhamos em turnos, e ele é um ótimo pai. Ele cuidava das crianças e as levava para a escola. Existem trabalhos muito mais difíceis e existem coisas muito mais difíceis que esta. Mas nós tivemos pouco tempo para nos prepararmos, cerca de dois meses e meio. Como nós trabalhamos em turnos, eu estava com Brad – e ele esteve trabalhando no filme “O Homem que Mudou o Jogo” – até três dias antes de começar as filmagens de “In the Land of Blood and Honey.”

Brad é bem estabilizado como produtor. Você conversou com ele sobre este projeto inicialmente?

Na verdade não. Parcialmente, eu tive que descobrir isto sozinha. Eu não pedi a ele para produzir o filme também. Eu queria aprender. Eu falei com pessoas que eu conhecia. Mas Brad estava sempre lá. Eu acho que quando vocês formam um casal e vocês moram juntos, vocês se influenciam sem saber. Ele sempre me apoiou. E mesmo agora, depois de lançar o filme, tem sido tenso. Tem sido um momento tenso. É um filme difícil e é difícil fazer com que o filme saia – não é fácil. Há muito peso! Todo o peso das pessoas que foram hostis ou que viram isto da forma errada. Mas também tem um lado bonito. É como uma montanha russa.

Você ainda contou com a participação de Brad fazendo o papel de um figurante tomando um tiro. Como isto aconteceu?

Isto foi uma coisa prática, quando um diretor toma uma decisão… quando você precisa de alguém, você tem que encontrar alguém em sua volta que terá o melhor ângulo. Foi na verdade uma coisa difícil de se fazer. Ele de repente se tornou muito bom em tomar um tiro. Ele foi dublê!

Vocês costumam conversar sobre o fato de que se não fosse por “Sr. & Sra. Smith” vocês não estariam juntos?

Sim, nós conversamos sobre isso. Nós olhamos nossos filhos. Eu não sou alguém que acredita em destino mas eu não fujo dele quando algo se desdobra. É igual com meus filhos. Especialmente quando você adota, em alguns países… Maddox teve uma pequena influência quando eu o conheci… mas como todos os meus outros filhos aconteceu algo como “Esta é a criança que foi escolhida para você,” e eu acho que isto é bem parecido com um filho que você pariu, já que você não pode escolher. Eu vejo isso quando olho meus filhos. Isto apenas parece certo. É difícil entender como isto pode ter se desdobrado tão lindamente; algumas vezes as coisas são dessa maneira.

É sua família que mantêm você com os pés no chão?

A melhor coisa em ter muitos filhos é que eles apenas lembram você de que você é a pessoa que os leva para fazer cocô. É isso o que você é! Nós temos uma vida muito normal, uma casa com os pés no chão. Nós somos amigos e damos risadas com nossos filhos. Nós não prestamos atenção a esta vida de celebridade que temos. Nós não compramos aquelas revistas, nós não assistimos programas de televisão. Nós simplesmente ignoramos. Nós explicamos aos nossos filhos que as pessoas gostam de tirar fotos de pessoas que fazem filmes. E isso é tudo. Não existe nada de especial sobre a Mamãe e o Papai – nós apenas fazemos filmes.

Você já se preocupou com a recepção de algum de seus filmes?

Eu nunca fiz nada pensando nas críticas e na resposta do público. Eu nunca trabalho assim. Eu só faço algo quando eu sinto que é algo que eu gostaria de fazer. Eu faço do jeito que eu quero fazer pelas razões que eu acho importantes, e eu defendo isto. Então, se todo mundo odeia isto, eu fiz o melhor que podia. Esta é a forma que você deve fazer a arte. Você não faz arte considerando como algo vai ser recebido.

Esta sempre foi sua abordagem ao fazer seus filmes, mesmo no começo?

Quase sempre. Eu nunca li uma crítica. Eu não leio revistas com artigos sobre mim. Se alguém diz “Este é um ótimo artigo sobre você,” não é saudável ler algo sobre você desse jeito. Se for algo ruim, a mesma coisa. Em que isto importa? Você apenas diz, “Se existe algum problema, me diga.” Assim como se existe algo errado. Eu tenho que concertar… mas se não, eu não tenho. Eu apenas quero viver minha vida.

Você gosta de ver você mesma nas telonas?

Eu não assisto meus filmes. Eu nunca me olho no monitor. Alguns atores gravam uma cena e então eles olham como ficou no monitor. Eu nunca assisto eu mesma enquanto sou filmada. Eu vi alguns dos meus filmes durante as Premieres, mas eu nunca vou à sala de edição. Eu não tenho interesse em ver eu mesma.

O que leva você a escolher seus papéis?

Eu nunca fiz um filme por uma razão ou outra, a não ser quando eu olho para um e penso “Eu vou aprender algo com este.” Mas eu nunca tento fazer algo que seja socialmente irresponsável! Eu narrei alguns documentários e trabalhei em coisas assim – mas as coisas que realmente me empolgam são papéis nos quais eu posso aprender algo.

Você acha que Hollywood é culpada por oferecer muita fantasia escapista?

Eu acho que Hollywood responde com aquilo que as pessoas querem. E, atualmente, muitas pessoas querem mais escapismo por causa daquilo que estão passando em casa.

Foi esta necessidade de escapismo que fez com que você interpretasse Lara Croft nos filmes de Tomb Raider?

Eu conheci uma criança que jogava o videogame, e nós costumávamos matar a Lara a todo momento porque nós gostávamos do barulho que ela fazia quando morria. Eu realmente não gostei dela quando vi o jogo pela primeira vez. Quando concordei em interpretá-la, eu não sabia o quão ícone ela era. Existiam revistas informando onde ela estudou e qual música ela gostava… é muito bizarro! Eu apenas fiz o filme porque ela é uma mulher muito forte. Foi algo bastante exposto, mas no sentido de que eu pensava “Eu realmente gosto do que ela representa como mulher e se eu ficar exposta desta forma, está tudo bem.”

Um dos seus papéis mais sérios foi o de Mariane Pearl em “O Preço da Coragem.” Vocês eram amigas antes de você começar a filmar. Isto ajudou?

Me ajudou no sentido de que eu era capaz de estudá-la e conhecê-la e de ter uma ideia muito boa e clara de quem era a pessoa que eu iria interpretar. Mas ao mesmo tempo, quando você é muito próxima, isto faz com que você hesite ao fazer coisas; você sente que está imitando uma amiga e se sente muito envergonhada por isto. Eu nunca conseguiria fazer o sotaque na frente dela. Porque eu comecei a me preocupar com ela e com seu filho, é difícil quando você conhece a pessoa, de um modo diferente, de uma forma emocional. E o filme se tornou muito, muito secundário ao fazer perceber que realmente existe uma mulher e que este foi um momento de sua vida, é muita responsabilidade… Eu não consegui dormir bem por muitas noites durante as gravações do filme.

Falando em papéis traumáticos, você interpretou uma mãe que perde o filho no filme de Clint Eastwood, “A Troca.” Como foi esta experiência?

Eu costumo me emocionar quando começo a falar sobre Clint. Ele é tudo aquilo que você espera que ele seja. Ele é uma daquelas pessoas de quem você muito ouviu falar. Ele parece muito aquele incrível macho-alfa – muito decisivo, muito forte e muito legal. E quando você o conhece, você vê que ele é exatamente assim! E então você fica apenas em reverência. E no topo disto tudo, eu nunca vi um diretor tão gentil com sua equipe, muito apreciativo com cada membro da equipe. Ele é o líder que você esperaria para todos os aspectos de sua vida.

Clint, obviamente, teve seu momento como Prefeito da cidade de Carmel, na Califórnia. Você já pensou em se tornar política?

Eu acho que eu não seria uma política muito boa! Eu não sei se eu conseguiria seguir as regras. Talvez minhas opiniões sejam muito fortes. Eu apenas acho que eu não conseguiria seguir as regras muito bem. Eu acho que os políticos precisam seguir as regras algumas vezes, e eu não seria muito boa nisso.

Você prefere usar sua fama para levantar questões importantes? É muito difícil fazer a diferença?

Eu posso fazer coisas. Eu posso trabalhar em uma diplomacia particular. Eu posso ter muitas coisas feitas, e mudar algumas coisas – sem ninguém saber. Mas quando você se torna mais política, de repente isto se torna algo muito diferente.

Você está em negociação para dirigir novamente – Com a história da Segunda Guerra Mundial de “Unbroken.” O quanto isto significa para você chamar a si mesma de diretora?

Se eu nunca fizer isso de novo, eu ficaria feliz. Eu amei a experiência ao fazer “In the Land of Blood and Honey,” mas eu não tenho que fazer isto novamente. Eu acho que dependeria da história – eu amei fazer este filme porque eu amei a história, e eu me senti honrada por poder trabalhar com pessoas que sobreviveram ao conflito. Todos os dias foram educativos para mim – e eu fiquei muito apaixonada. Eu teria que sentir a mesma coisa para fazer isto novamente.

OBS: Se você copiar esta entrevista por algum motivo, COLOQUE OS CRÉDITOS.

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News

Lana Del Rey quer ser uma espécie de Angelina Jolie

19 de janeiro de 2013

Lançado no final de 2011, o vídeo clipe “Video Games” foi visualizado milhões de vezes no You Tube em poucas semanas. Em apenas um ano a cantora Lana Del Rey começou a brilhar com sua melancolia. Em tempo recorde, esta jovem americana alcançou o topo. Mesmo com o sucesso, indo além de todas as probabilidades, a cantora faz força para fazer valer o seu caráter e apresenta ainda uma consciência muito inesperada. Em entrevista concedida à revista francesa ‘Madame Figaro,’ Lana del Rey contou que planeja seguir o exemplo da mulher de Brad Pitt:

“Eu quero me tornar uma espécie de Angelina Jolie. Assim como ela, eu acho que a notoriedade não é nada em si mesmo, mas pode ser colocada à serviço da ambição – arrecadando dinheiro por exemplo. Eu tenho passado menos tempo na fundação, mas em julho do ano passado abrimos dois centros, um em Nova Iorque e outro em Los Angeles, com a intenção de criar um grupo de reflexão dedicado ao desenvolvimento sustentável e à eco-inovação. Vender discos é algo inseparável do meu compromisso, mas isto dá outra dimensão.”

Fonte: Madame Figaro

Aparições Públicas/ News

Angelina Jolie é eleita como a Mulher Mais Elegante de 2012

16 de janeiro de 2013

No ano passado, Kate Middleton encerrou o reinado de Angelina Jolie ganhando a votação anual feita através do site oficial da revista ‘Hello!’ da Mulher Mais Elegante do ano, um título que a atriz manteve por dois anos consecutivos. Mas a atriz mais bela de Hollywood está de volta ao topo, recuperando a coroa de Kate Middleton, após ser escolhida a Mulher Mais Elegante do ano de 2012. A votação realizada através do website da revista durou 12 meses, atraiu interesses de todo o mundo e contou com os milhares cliques de seus leitores.

Este ano, Angelina foi a vencedora escolhida pelos leitores, vencendo na categoria da Mulher Mais Elegante do ano de 2012 com 40 por cento dos votos. Kate Middleton no entanto ficou com o terceiro lugar com apenas 22 por cento dos votos. Ela foi desbancada para o terceiro lugar por outra elegante senhorita real, a Princesa Mary da Dinamarca que ficou com o segundo lugar com 27 por cento dos votos.

Aparentemente, os leitores da ‘Hello!’ ficaram impressionados com as aparições de Angelina nos últimos 12 meses – ou apenas mais conscientes da existência da estrela após ter se tornado noiva do ator Brad Pitt. Angelina foi uma das favoritas do ano ficando também com o primeiro lugar da Mulher Mais Atraente. A mãe de seis filhos foi nomeada a Mulher Mais Atraente do ano de 2012 com 36 por cento dos votos.

Já a Melhor Capa do Ano, também eleita através do website pelos leitores da revista, foi aquela que trouxe Angelina na capa em comemoração à 69ª Edição do Globo de Ouro. Apesar de Angelina ter deixado a cerimônia de mãos vazias, a atriz e diretora estampou a capa da revista – agora, escolhida como a Melhor Capa do Ano – usando um vestido de cetim branco e vermelho da Atelier Versace que ainda possuía uma longa fenda lateral. A segunda melhor capa do ano ficou com Kate Middleton e a Rainha Elizabeth II enquanto comemoravam seu jubileu de diamante. Você pode ver as melhores capas no site oficial da revista.

Fonte: Hello Online

Você ainda pode relembrar os melhores looks de Angelina durante as Aparições Públicas de 2012 na Galeria de Fotos do Angelina Fan Brasil. Para você qual foi o melhor look?

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Filmes/ News

Disney prorroga o lançamento de “Malévola” para 2014

15 de janeiro de 2013

É isso mesmo. De acordo com o que foi divulgado ontem, dia 14 de Janeiro de 2013, no site oficial dos Estúdios da Walt Disney, o filme “Malévola”– que trará a história não contada da vilã mais adorada do clássico conto de fadas “A Bela Adormecida” – teve sua data de estréia prorrogada para o dia 07 do mês de Julho de 2014.

O filme, que é produzido por Joe Roth e dirigido por Robert Stromberg, será em 3D e trará Angelina Jolie interpretando o papel de Malévola, estrelando também Elle Fanning, Sharlto Copley, Juno Temple, Imelda Staunton, Brenton Thwaites, Miranda Richardson e Sam Riley. O filme contará ainda com a “participação especial” de Pax, Zahara e Vivienne, três dos seis filhos de Angelina Jolie e Brad Pitt. Agora, é sentar e esperar até a metade do ano que vem, ter paciência e controlar a ansiedade!

Fonte: The Walt Disney Company