Transformando-se em Malévola
8 de março de 2014
A edição do dia 14 de Março da revista americana Entertainment Weekly trouxe uma entrevista exclusiva (já traduzida para o português pelo Angelina Fan Brasil) com a atriz Angelina Jolie. Nela, a atriz falou, pela primeira vez, sobre seu novo filme, intitulado “Malévola” – produzido pela Walt Disney Pictures e dirigido por Robert Stromberg. No filme, a atriz interpreta o papel da bruxa malvada presente no conto de fadas de “A Bela Adormecida”. Durante a entrevista, Angelina contou que trabalhou com vários profissionais para re-criar a famosa vilã. Veja as características da transformação:
Artigo escrito por Nina Terrero – Entertainment Weekly
• Os anéis: A designer de figurino, Anna B. Sheppard, criou cinco anéis – feitos de couro e com detalhes desenhados para parecer bicos de pássaros.”Angelina queria que os anéis fosse bem pontudos e que parecessem perigosos”.
• Os chifres: “Nós tivemos que fazê-los bem leves e bem removíveis”, disse Rick Baker, artista de maquiagem e efeitos especiais, sobre os longos chifres de Malévola. Justin Smith desenhou as faixas que os envolvem, assim como também algumas peças para a cabeça.
• O broche: Anna B. Sheppard peneirou várias pedras antes de colocá-las em um límpido cristal.
• A maquiagem: Rick Baker usou próteses para realçar os ossos da maça do rosto de Malévola. “Angelina gostou da maquiagem com formas triangulares utilizadas embaixo da pele por Lady Gaga’, explicou Baker, que utilizou próteses no nariz e nas orelhas para finalizar o visual de Jolie.
• A gola: Uma equipe da Espanha, liderada por Manuel Albarran, foi trazida para criar as golas de cada roupa utilizada por Malévola.
• O cajado: O toque final do visual de Malévola foi feito com madeira, com uma ponta esculpida. “Nós fizemos alguns antes do cajado certo ter sido feito”, contou Shppeard sobre o apetrecho.
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Miniaturas e bonecos de “Malévola” já estão em pré-venda
8 de março de 2014
A Funko, marca de brinquedos, anunciou um Bobble Head e dois bonecos Pop! do filme “Malévola”, dirigido por Robert Stromberg e produzido pela Walt Disney Pictures com estreia prevista para maio de 2014.
A Maleficent Bobble Head mede 17,8 cm de altura e tem as feições da atriz Angelina Jolie como a bruxa Malévola, vestida com a esquisita roupa negra e segurando o cajado mágico. Custa US$12,99 na pré-venda da Entertainment Earth.
E para quem prefere bonecos mais fofinhos, uma versão menos ameaçadora da bruxa, Maleficent Pop! Vinyl Figure com o estranho chapéu e a Bela Adormecida vivida pela atriz Elle Fanning Maleficent Movie Princess Aurora Pop! Vinyl Figure.
Cada boneca Maleficent Movie Pop! Vinyl Figure mede 9,5 cm de altura e custa US$9,99 na pré-venda da Entertainment Earth, que aceita encomendas do Brasil. Veja mais fotos dos bonecos no site Blog de Brinquedo.
Fonte: Blog de Brinquedo| Pop Vinyls.
Perversa e adorável – Parte 2
8 de março de 2014
Como foi assustar as outras crianças? Foi divertido?
Eu tenho uma amiga que foi aos sets com os filhos e quando eu os conheci, as crianças congelaram e começaram a gritar tanto que eu tive que ir esperar em meu trailer. Quando meu filho Pax me viu pela primeira vez, ele saiu correndo e ficou bravo – e eu pensei que ele estava somente brincando. Então, comecei fingir que o perseguia, até que, na verdade, eu o encontrei chorando. Eu tive que tirar pedaços da maquiagem na frente dele para mostrar que era tudo falso e para que não ficasse tão traumatizado.
Eu fico imaginando sobre o que filme diz a respeito da “vilanificação” dessa personagem. Você conhece o pensamento padrão – se um cara é mau, ele é valentão; se uma mulher é má, ela é uma v*dia. Isso faz parte da história de Malévola? Isso significa algo para você?
Eu não pensei nisso dessa forma, mas eu acho que as pessoas podem ler certas coisas e eu acho que há algo em mim que…. Eu gostaria de ser delicada como sou em casa com meus filhos, pela manhã e durante o dia. Eu gostaria de não ser desafiada a ponto de precisar ser dura, forte e batalhadora. Eu não gosto de me colocar em situações nas quais eu tenho que ser feia e má. Minha mãe (Marcheline Bertrand, que faleceu em 2007) era uma mulher muito feminina e muito delicada, mas eu sempre fui consciente de quando as coisas iriam acontecer e que poderia haver brigas com meu pai (Jon Vioight) em casa. Ela sempre achou que precisava ser firme para saber lidar com a vida e eu sempre dizia que não queria que ela fizesse isso – EU preferia ser firme e EU preferia brigar. Mas foi muito importante o fato dela sempre se manter gentil, delicada, aberta e doce porque é uma coisa horrível quando o mundo te endurece.
Parece que foi difícil pra você por um tempo. Você disse mais cedo que, quando você era jovem, você era mais dark, mais introvertida.
Sim eu fiquei “dura”. Eu era difícil.
O que você acha que fez você mudar?
Quando eu fiquei mais velha? Bem, eu comecei a viajar, a olhar além de mim mesma e comecei a ver como as outras pessoas lutavam no mundo.
Você disse isso em seu discurso no Governors Awards, quando você recebeu o Prêmio Humanitário Jean Hersholt.
Isso – e o fato de ter tido filhos. No momento em que você tem um filho, em apenas um instante, a sua vida não é mais para você e ela passa a ser 100% dedicada a outro ser humano, e isso sempre vem em primeiro lugar. Isso muda você para sempre. Eu fico desmotivada por um monte de coisas, mas eu acordei esta manhã para os meus filhos – e nós conversamos, rimos, brincamos e eu fiquei iluminada novamente, eu me tornei criança novamente. Eu sou amorosa e gentil novamente porque eles trouxeram isso de volta para a minha vida.
A sua Malévola gosta de ser má e dark?
Eu acho que você chega a um ponto onde você pensa, ‘Por favor, não me deixe com raiva – por favor, apenas me deixe ser eu mesma, me deixe sozinha’. E você entra numa fase – na qual todos nós passamos como pessoa – de se sentir machucada, de se sentir julgada e de se sentir atacada. E então surge aquele momento de: Bem, se você vai me chamar de má, então eu vou ser má e veja quão má eu posso ser.
Existe uma parte em nossa sociedade que apenas gosta de odiar – nós gostamos de fazer as pessoas de vilãs.
Isso me faz lembrar como as pessoas se comportam no colégio. Uma vez que crescemos e nos damos conta de quão humanos somos, de como somos tão parecidos e de como tão individualmente falhos nós somos, não há tempo para isso sabe? Existe um ódio real nesse mundo. Existe violência real e existe algo realmente inumano. Eu irei para o Líbano amanhã – para visitar a fronteira com a Síria – e quando você vê esse tipo de sofrimento, quando isso realmente existe, não existe tempo para certas coisas como ódio e julgamento mesquinhos. Porque já existe bastante crueldade e feiura no mundo. Nós realmente precisamos tentar proteger e ser melhor com os outros.
Vamos falar sobre algo bom que você fez. Exatamente há um ano, você estava prestes a se submeter a uma dupla mastectomia, depois que testes determinaram que você era geneticamente propensa a desenvolver câncer de mama. Antes de tudo, eu gostaria de saber, como você está hoje?
Eu estou ótima!… Eu fiquei muito feliz em ter tomado essa decisão. Eu sou muito sortuda por ter ótimos médicos, por ter tido uma boa recuperação, por tido um bom projeto como “Unbroken” no qual eu pudesse ficar realmente focada, e pelo qual eu precisasse ficar saudável, e também por ter voltado rapidamente ao trabalho.
Você manteve sua decisão em segredo por um tempo. Mas você escreveu um artigo para o jornal The New York Times inspirando outras mulheres a fazer o teste. Que tipo de reação você teve com isso?
Eu me senti muito, muito próxima – realmente muito próxima – das outras mulheres e de mulheres que estavam passando pelas mesmas coisas. Aonde quer que eu vá normalmente eu acabo ficando ao lado de mulheres e nós conversamos sobre problemas de saúde, sobre assuntos femininos, sobre câncer de mama e de ovário. Eu também cheguei a conversar com os homens a respeito da saúde de suas filhas e de suas mulheres. Isto faz com que eu me sinta mais próxima das pessoas que passaram pelas mesmas coisas, que também perderam familiares, que estão considerando fazer cirurgias ou que estão preocupadas com seus filhos. A razão pela qual eu escrevi o artigo, foi para tentar me comunicar, ajudar e me conectar com outras mulheres e com outras famílias que estão passando pelas mesmas coisas. Eu fiquei realmente muito emocionada com todo o apoio e carinho dado por tantas pessoas.
Falar sobre isso faz com que você fique encabulada, não faz?
(Sorriso) Sim, um pouco.
Eu imagino que você deva receber cartas.
Eu recebo, e é adorável.
A reação foi útil para você, pessoalmente?
Ainda existe uma outra cirurgia, a qual eu ainda não fiz. (Jolie é também geneticamente propensa a desenvolver câncer de ovário, doença que levou a vida de sua mãe, quando ela tinha apenas 56 anos). E, você sabe, eu recebi conselhos de todas essas pessoas maravilhosas com quem eu conversei, para conseguir dar o próximo passo.
Eu achei que compartilhar a sua história do jeito que você fez, foi extremamente legal. Então, bom trabalho. (Ofereço um cumprimento)
(Risos) Obrigada. (Aceita o cumprimento).
Você esteve dirigindo “Unbroken” – que contará a história de Louis Zamperini – um corredor Olímpico que lutou na Segunda Guerra Mundial. Ele sofreu um acidente aéreo e caiu no Oceano Pacífico. Ele ficou perdido no Oceano durante dias e ficou retido em um campo de prisioneiros de guerra. A história é inspiradora e quase inacreditável, mas é verdade.
Eu sou atraída por pessoas guerreiras. Por força de vontade. Eu não sei como alguém pode não ser atraída pela história deste homem. Existem muitas pessoas diferentes que se identificaram com algo bom na história dele, como fé, perdão resiliência, atletismo, heroísmo puro – ou pessoas que tiveram problemas na juventude e que não sabiam que valiam alguma coisa, sabe?
Os dois filmes que você dirigiu, “Unbroken” e “Na Terra de Amor o Ódio”, são bem pesados.
Eu também acho isso. Os filmes que eu dirigi, são histórias reais (ou) baseados em histórias reais, e você tem que ter muita responsabilidade – você tem que ser muito cuidadosa ao equilibrar isso. Um dia, irá ser divertido dirigir algo no qual eu não precise ser tão cuidadosa. Na qual eu poderei ser completamente, completamente hm…corajosa, selvagem, irreverente e dark.
É bom saber que você ainda tem esse lado, caso você precise.
Eu sei!
– – –
Traduzido por Julia Leyte, Angelina Fan Brasil.
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Perversa e adorável – Parte 1
7 de março de 2014
Artigo escrito por Anthony Breznican – Entertainment Weekly.
Cuidado com as pessoas não amadas. A maioria dos vilões, quando você os encontra na vida real, nasceu da dor, e foi jogada de volta ao mundo para não se afogar nela. Alguns são sociopatas sem coração – e alguns são simplesmente maus porque não receberam o convite para a festa. Coloque Malévola, personagem da Disney, nesta última categoria.
Com toda a sua graça sofisticada e borbulhante sedução, com toda a magia que possui em seus dedos, o que realmente fez torcer seus chifres, no clássico de animação de 1959, assim como também nas encarnações anteriores do clássico, foi o fato dela não ter sido convidada ao batizado da recém-nascida filha do rei, a Princesa Aurora. Mas ela apareceu mesmo assim, na companhia de seu corvo de estimação: uma perversa fada madrinha, furiosa o bastante para amaldiçoar um bebê. E para uma motivação monstruosa, Malévola é bastante pequena. E o crédito para a imagem duradoura e, principalmente, elegante dela é dado ao design criado por Marc Davis (um dos “nove homens” que trabalharam como “animadores” originais da Walt Disney e que trouxe também a figura da Sininho, da Cinderela e da Cruela Cruel à vida) e à atriz Eleanor Audley (que também dublou a madrasta da Cinderela na versão original do desenho). Acrescente o fato, ainda, de que Malévola se transforma em um legítimo dragão que sopra fogo verde.
A história do conto de fadas, no entanto, nunca foi contada de forma completa, e no dia 30 de Maio, uma nova versão da história de A Bela Adormecida – intitulada simplesmente como “Maleficent” – irá preencher os espaços em branco com relação à Rainha de Todo o Mal, trazendo uma Angelina Jolie com olhos amarelos e com o sorriso de rubi.
“Nós tentamos criar camadas sobre esta personagem que você nunca imaginou”, disse o diretor Robert Stromberg, também ganhador do Oscar como o designer de produção dos filmes “Avatar” e “Alice no País das Maravilhas”. “Tudo se resume em examinar o outro lado, uma vez que você se torna dark o quão difícil é conseguir ver a luz novamente”. E como estrela, ele tem Jolie, de 38 anos, que talvez seja a melhor vilã desde quando Danny DeVito interpretou o Pinguim (só que um pouco mais sexy). Enquanto editava “Unbroken” – filme que contará a história real sobre um herói da Segunda Guerra Mundial, e o qual ela dirigiu – Jolie sentou-se com a Entertainment Weekly para um almoço nos Estúdios da Universal.
Quando a notícia de que você iria interpretar Malévola veio à tona, muitas pessoas disseram, ‘Oh, ela é perfeita para o papel!’ Você recebeu isso como um elogio ou como um insulto?
(Risos) É realmente muito engraçado quando as pessoas dizem que você é, de forma óbvia, perfeita para interpretar uma vilã. Malévola sempre foi a minha favorita, desde quando eu era pequena. Eu tinha medo dela, mas ao mesmo tempo, me sentia atraída. Eu a adorava. Houve até uma conversa sobre isso antes mesmo de eu fazer parte do projeto. Eu recebi um telefonema do meu irmão dizendo: “Você tem que colocar seu nome na lista por este papel!
Mas ela é tão cruel.
Ela tem uma escuridão. E como fazer um filme sobre alguém que amaldiçoa um bebê e torná-lo rentável? É como se fosse a pior coisa que você pudesse fazer. Mas eu achei que o script escrito por Linda (Woolverton) tem uma profunda compreensão. Nós tivemos que pensar não como poderíamos nos divertir com uma vilã, mas sim no por que as pessoas se tornam más, agressivas e cruéis? O que poderia ter acontecido com ela naquele momento do batizado? Ela teria ficado brava somente porque não havia sido convidada?
Você tem seis crianças em casa. O que elas pensaram de sua mãe como a vilã?
Eu disse aos meus filhos que eu estava interpretando a Malévola, e eles disseram, ‘Mas ela é tão assustadora!’ e eu disse, ‘Me deixe contar a verdadeira história dela, mas vocês não podem contar para ninguém’. E eu os coloquei em um quarto e contei a eles a história do filme. Isso também foi um teste para mim, assim como para qualquer mãe. No dia seguinte, eu escutei Shiloh começar a brigar com outra criança, e enquanto defendia Malévola, ela dizia: ‘Você não a entende!’ Eles discutiram um pouco e pensei que essa era a razão para eu fazer este filme. Não se trata apenas de algo que nunca foi mostrado, mas sim do fato de que existe injustiça no mundo. E as crianças odeiam injustiças. Elas querem que a personagem, na qual acreditam, se levante e lute. E quando esta personagem comete erros – algo que Malévola faz – e ultrapassa vários limites, você quer que as crianças fiquem bravas com ela, você quer que elas fiquem preocupadas e confusas, mas no final, de alguma forma, você quer que elas entendam algo que não tinham conhecimento antes.
Como foi estar na pele dela?
Malévola sempre foi elegante. Ela sempre teve controle. E interpretá-la foi difícil. Eu trabalhei muito na minha voz. Ela é muito melhor que eu. Ela está em um nível de desempenho que eu nunca tinha feito. Ela é muito firme. Ela tem muita confiança em si mesma, mas eu não estava conseguindo fazer a voz dela. Eu fiquei brincando com vários tipos de sotaque britânico, deixando minha voz mais sombria e mais assustadora. E enquanto dava banho nas crianças, eu comecei a inventar outras histórias sobre a Malévola. Eles não ficavam realmente prestando atenção em mim… Até que eu comecei a brincar com a minha voz com certa sonoridade. Ela virou algo muito, muito dark, mas ainda tinha algumas cores. Meus filhos começaram a rir. E era assim que eu ensaiava minhas cenas. Eu fazia isso enquanto eles achavam que era engraçado ou enquanto estivessem sorrindo, porque, com ela, você precisa fazer isso e ir além. Assim, foi algo realmente muito divertido. Fazer algo completamente doido foi algo meio que libertador como artista.
No filme de animação, a Malévola amaldiçoa a Princesa Aurora dizendo que ela espetará o dedo na agulha de uma roca e morrerá. Mas na versão do seu filme, ela diz que a Aurora irá espetar o dedo na agulha de uma roca, mas que cairá um sono profundo como a morte. Por que a mudança?
Porque na verdade isso é mais malvado. É difícil explicar. Na animação, era das uma das fadas que dizia que Aurora acordaria com um beijo do verdadeiro amor. Na nova versão, sou eu que digo isso. Eles me deram essa fala porque Malévola acha que o amor é uma besteira ridícula e absurda. Então, quando ela diz isso é como se fosse uma maldição em cima de outra maldição. Ela tem muita raiva. Ela possui uma maldade muito intensa para falar sobre amor verdadeiro nessa cena.
Elle Fanning interpreta a versão adolescente da Princesa Aurora. Você e ela possuem aparências exóticas similares – apesar de ela parecer mais etérea e iluminada e você projetar esta sensualidade intimidadora.
Eu verei isso como um grande elogio. Eu a acho mágica. Você não consegue tirar os olhos dela quando ela está na tela. Eu gosto de pensar que eu sou uma pessoa calma e doce. Eu tendo a ser bem brincalhona em casa, com as crianças, mas na vida… Nós temos que enfrentar nossas batalhas. Nossas batalhas profissionais, políticas, nossas batalhas pessoais e nos manter focados. Eu sou uma pessoa bem privada em meu espaço – não que eu tente ser rude, de nenhuma forma, mas é assim que eu percorro meu caminho na vida. Eu posso ser um pouco séria. Na primeira vez que a Elle e eu nos conhecemos, ela correu através de um corredor, me abraçou e pulou em mim. Nós brincamos depois que isso foi algo como ser atraída por milhares de lindos coelhinhos fofos.
E como você reagiu?
Eu fiquei congelada. Nunca alguém tinha me visto dessa forma. Quando ela me viu, ela viu uma mãe, uma amiga, uma garota, e ela apenas quis ser a outra garota. Ela é cheia de amor, felicidade, fofura, confiança e doçura, e quando eu tinha a idade dela, eu era completamente o oposto. Eu era meio dark nessa idade.
Sua filha mais nova, Vivienne, interpreta a Aurora quando criança. Como isso aconteceu?
Nós achamos que é mais divertido para os nossos filhos, fazer participações especiais nos filmes e se juntar a nós nos sets, mas não para virarem atores. Esse não é nosso objetivo, tanto para Brad como para mim. Eu acho que nós dois preferíamos que eles não se tornassem atores. Mas ela tinha 4 anos na época e as outras crianças, de 3 e 4 anos que foram selecionadas para interpretar alguns papéis no filme, não chegavam perto de mim. As crianças mais velhas me achavam legal – mas as pequenas realmente não gostavam de mim. Assim, nós precisávamos de uma criança que gostasse de mim e que não tivesse medo dos meus chifres, dos meus olhos e das minhas garras. Então, teve que ser a Viv.
Traduzido por Julia Leyte, Angelina Fan Brasil.
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Angelina Jolie lança um feitiço – Entertainment Weekly Scans
6 de março de 2014
Nesta quinta-feira, o site Team Jolie disponibilizou em sua Galeria de fotos, as scans da edição do dia 14 de Março deste ano, da revista Entertainment Weekly – que traz Angelina Jolie na capa, interpretando o papel de Malévola, no novo filme da Disney que tem data de estréia prevista para o dia 30 de Maio nos cinemas de todo o mundo.
Em uma entrevista exclusiva à revista, Jolie falou sobre sua família, sua saúde e sobre como encontrou o coração de sua personagem, que é sombria como a noite.
A entrevista estará disponível em português, em breve e com exclusividade, somente no Angelina Fan Brasil.
As scans foram retiradas do site Team-Jolie.com
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Angelina Jolie: Viv foi a única criança que não teve medo de mim
5 de março de 2014
Quando Angelina Jolie contou aos seus filhos que estava pensando em interpretar a vilã do filme “A Bela Adormecida”, os seis deram a mesma resposta: “NÃO!” Em uma entrevista concedida, em primeira mão, sobre o filme que estréia em 30 de Maio, Jolie contou à revista Entertainment Weekly:
“Eles disseram, ‘Ela é muito assustadora!”
Apenas Vivienne, sua filha mais nova com Brad Pitt, provou não se assustar com os chifres pretos intimidadores e com a gargalhada gélida. Viv, agora com 5 anos de idade, acabou interpretando a versão criança da Princesa Aurora no filme. Mas a seleção dela foi realizada mais por necessidade do que ambição.
“Nós achamos que é mais divertido para os nossos filhos, fazer participações especiais nos filmes e se juntar a nós nos sets, mas não para se tornarem atores. Esse não é nosso objetivo, tanto para Brad como para mim. Mas as outras crianças, de 3 e 4 anos, que foram selecionadas para interpretar alguns papéis, não chegavam perto de mim nos sets. No fim, precisávamos de uma criança que gostava de mim e que não tinha medo dos meus chifres, dos meus olhos e das minhas garras. Então, teve que ser a Viv.”
Para convencer seus filhos de que ela deveria fazer o papel de Malévola, a atriz teve que se reunir com eles para explicar a fantasia e a história do filme sobre a ‘Mestra de Todo o Mal’. Até o momento, ela contou detalhes sobre a nova origem da personagem, e então, surgiu certa simpatia pela bruxa.
“Eu disse, ‘Deixa eu contar a verdadeira história dela. Mas vocês não podem contar pra ninguém’, lembrou ela. Assim, isso foi um teste pra mim também – como qualquer pai. No dia seguinte, ouvi Shiloh começar a brigar com um garoto, enquanto defendia Malévola: “Você não a entende!” Eles começaram a discutir um pouco e eu pensei, essa é razão para fazer este filme”.
Não é que os atos de Malévola se justifiquem, mas essa versão da história mostra como ela se tornou odiada.
“Quando a personagem comete erros – coisa que Malévola faz, já que ela passa vários limites – você quer que as pessoas fiquem bravas com ela, você quer que elas fiquem preocupadas e confusas, mas no final, você quer que elas entendam algo que não tinham conhecimento antes.”
No entanto, ainda levou um tempo para as crianças mais velhas se acostumarem com a nova aparência de Malévola.
“Quando Pax me viu pela primeira vez, ele saiu correndo e ficou bravo – e eu pensei que ele estava, na verdade, brincando. Então, eu comecei a fingir que o estava perseguindo até que eu o encontrei chorando”, disse Jolie. “Eu tive que tirar pedaços da maquiagem na frente dele para mostrar que era tudo falso e para que não ficasse tão traumatizado”.
Eventualmente, eles acabaram se acostumando. Pax e Zahara também fizeram participações especiais na cena do batizado, quando Malévola aparece para colocar uma maldição na pequena princesa do reino.
“Eu tinha que andar por eles e ser muito má. Mas é claro que o que eu queria mesmo, era parar e piscar para eles”.
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Angelina Jolie é capa da revista Entertainment Weekly
5 de março de 2014
Nesta quarta-feira, dia 05 de Março, o site oficial da revista americana Entertainment Weekly, divulgou a capa de sua nova edição, que traz a atriz Angelina Jolie.
Se alguém dissesse que Você é perfeita para interpretar um das vilãs mais cruéis de todos os tempos, você receberia isto como um elogio ou como um insulto?
Aparentemente, com relação ao novo filme da Disney, “Malévola” (que tem data de estréia prevista para 30 de Maio), o mundo inteiro concordou que a vilã do clássico conto de fadas, “A Bela Adormecida”, deveria, certamente, ser interpretada pela atriz Angelina Jolie.
“É muito engraçado quando as pessoas dizem que você é, de forma óbvia, perfeita pra interpretar uma vilã”, disse a atriz com um sorriso (e não com uma gargalhada).
Na edição desta semana da revista Entertainment Weekly, Angelina deu sua primeira entrevista sobre o novo filme da Disney, que recontará a versão do clássico “A Bela Adormecida” a partir do ponto de vista da vilã.
“Nós tivemos que pensar não como poderiamos nos divertir com uma vilã, mas sim no porque as pessoas se tornam más, agressivas e cruéis? O que teria acontecido com ela?”
Durante a ampla conversa mantida com o jornalista da revista, Anthony Breznican, Jolie também falou sobre seu novo projeto, intitulado “Unbroken”, o qual ela dirigiu e o qual ela está, atualmente,
editando. A atriz falou ainda sobre as preocupações que teve com relação ao câncer, e sobre os motivos pelos quais levaram-na a realizar a uma dupla mastectomia no começo do ano passado – sobre a qual, escreveu um artigo para o jornal The New York Times com a intenção de inspirar e encorajar outras mulheres que passam pela mesma situação.
“Aonde quer que eu vá, normalmente eu acabo conversando com mulheres sobre problemas de saúde, sobre assuntos femininos, sobre câncer de mama e de ovário. Inclusive com os homens, eu também acabo conversando a respeito da saúde de suas filhas e de suas mulheres. Isto faz com que eu me sinta mais próxima das pessoas que passaram pelas mesmas coisas, que também perderam familiares, que estão considerando fazer cirurgias ou que estão preocupadas com seus filhos. Eu fiquei realmente muito emocionada com todo o apoio e carinho dado por tantas pessoas.”
O restante da entrevista poderá ser lido na edição do dia 14 de Março, que chega às bancas dos Estados Unidos no próximo dia 07.
Fonte: Pop Watch
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Angelina Jolie apresenta Oscar de Melhor Diretor
3 de março de 2014
Na noite de ontem, dia 02 de Março, a atriz e diretora Angelina Jolie esteve, na companhia de seu noivo, o ator Brad Pitt, na 86ª Cerimônia do Oscar que aconteceu no Teatro Dolby, em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Brad marcou presença na cerimônia já que o filme “12 Anos de Escravidão” estava concorrendo em várias categorias. O filme, que conta a história de Solomon Northup, foi estrelado e produzido por ele.
Já Angelina, além de estar acompanhando Brad, foi convidada pelos organizadores do evento para apresentar um dos prêmios da noite. Quase no final da premiação, Angelina apareceu acompanhada por Sidney Poitier para apresentar a categoria de Melhor Diretor.
Sir Sidney Poitier é um premiado ator, diretor, autor e diplomata bahamense, nascido nos Estados Unidos. Poitier cresceu em Cat Island, nas Bahamas e fez história ao se tornar o primeiro ator negro da história a receber o prêmio Óscar de Melhor Ator por sua performance no drama “Uma Voz nas Sombras” em 1963.
O prêmio de Melhor Diretor foi entregue pela atriz a Afonso Cuarón, que dirigiu “Gravidade” – filme que levou 7 estatuetas para casa. Um fato curioso é que em entrevista, Cuarón afirmou que o papel de Ryan Stone, interpretado por Sandra Bullock, foi escrito, na verdade, para Angelina. A atriz, que foi inicialmente escalada para estrelar o longa, acabou saindo do projeto para dirigir “Unbroken”.
Texto por Julia Leyte – Angelina Fan Brasil.
