Angelina Jolie e Brad Pitt aterrizam em Malta
27 de agosto de 2014
De acordo com o jornal local, Angelina Jolie e Brad Pitt já estariam em Malta para as gravações do filme “By the Sea”. O casal teria aterrizado no país abordo de um jato particular vindo da cidade de Nice, na França, onde desfrutou dos últimos dias de férias ao lado dos filhos na mansão da família, Château Miraval. Ao chegar em Malta, Angelina e Brad teriam ido direto para a ilha de Gozo, onde as filmagens acontecerão na praia de Mgarr ix-Xini.
A pequena baía e grande parte da paisagem que circunda a área estarão fechadas até o começo de Novembro já que o set de filmagem se encontra finalizado.
“By the Sea” foi escrito por Jolie. O filme, que também será dirigido por ela, será produzido pelo casal e pelos estúdios da Universal Pictures.
Esta será a primeira vez que Jolie e Pitt aparecerão juntos nas telonas desde 2005, quando estrelaram o filme “Sr. & Sra. Smith”.
Fonte: Times of Malta
Angelina Jolie não é mulher de um só papel. Aos 39 anos, assume o mais relevante deles: o de embaixadora de múltiplas causas sociais. E, acima de tudo, se diz consciente de sua verdadeira missão.
Dezesseis anos atrás, Angelina Jolie divulgava seu primeiro trabalho como protagonista no filme “Gia – Fama e Destruição”, da HBO. Era uma menina de 23 anos, tão magra quanto agora e assustada com tanta atenção – raramente levantava o olhar, mexia constantemente nos longos cabelos, sorriso nervoso. “Eu sabia o que queria como profissão, mas não tinha consciência de que realmente era a tal da fama. Na verdade, nunca me interessei muito por ela”, diz hoje a atriz, com a calma e a confiança de quem atingiu a maturidade.
Com “a tal da fama”, porém, Angelina teve de conviver desde cedo. Nascida em Los Angeles, filha do ator e produtor norte-americano, Jon Voight, e da modelo e também atriz norte-americana, Marcheline Bertrand, ela fez sua estréia no cinema aos 7 anos, ao lado do pai, no filme “Looking To Get Out”. Aos 11, foi estudar arte dramática no estúdio de Lee Strasberg, com quem sua mãe havia se formado. Teve uma adolescência difícil, com crises de depressão e uma fase punk-gótica, que superou com ajuda do trabalho. Entre 1995-1999, começou a se destacar em papéis que privilegiavam, além de sua beleza exótica, a habilidade em interpretar personagens complexos, como a sociopata Lisa Rowe, no filme “Garota, Interrompida” (1999). “Angelina é um grande talento. Tem o dom de ser frágil e forte ao mesmo tempo”, define a produtora e roteirista Deborah Calla, presidente do Producers Guild of America, o sindicato dos produtores dos Estados Unidos.
Essa personalidade multifacetada rendeu à atriz uma série de indicações e prêmios, entre eles três Globos de Ouro [pelo filme “George Wallace”, “Gia – Fama e Destruição” e “Garota, Interrompida”] e o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante [“Garota, Interrompida”]. Mas o sucesso profissional trouxe também conflitos interiores do passado e uma grande exposição de sua vida pessoal. A fama de rebelde, as brigas públicas com o pai, os casamentos tumultuados – com os atores Jonny Lee Miller e Billy Bob Thornton – e as aparições bizarras no tapete vermelho, como no Oscar de 2000, quando foi fotografada dando um beijo na boca do próprio irmão, o diretor James Haven Voight, passaram a ser assunto recorrente na mídia. Para Clint Eastwood, que a dirigiu no filme “A Troca” (2008), é esse interesse na vida particular de Angelina que acaba, por vezes, ofuscando sua competência profissional. “Como ela vive nas capas de revistas por motivos que não têm nada a ver com seu trabalho, é muito fácil para as pessoas esquecerem da grande profissional que é. Já trabalhei com atrizes ótimas, mas creio que nenhuma delas tenha chegado ao set tão preparada quanto Angelina. Ela não tem medo de se arriscar, de sentir e expor emoções diante da câmera. Trabalha ao mesmo tempo, com a inteligência e o instinto.”
Em 2001, Angelina resolveu direcionar essa dedicação para além do set de filmagem. Durante as gravações de “Lara Croft: Tomb Raider” no Camboja, ao deparar com problemas de uma região devastada por conflitos, a atriz teve o que chama de despertar: era o início de seu envolvimento em causas humanitárias. Ali, adotou seu primeiro filho, Maddox, hoje com 13 anos. Depois de assumir a união com o ator Brad Pitt, em 2005, ela repetiria o feito mais duas vezes: do Vietnã, trouxe Pax, que completa 11 anos no fim de novembro; da Etiópia, Zahara, hoje com 9 anos [na sequência vieram os filhos biológicos da dupla, Shiloh, 8 anos, e os gêmeos, Knox e Vivenne, 6 anos].
Em 2003, Angelina criou a instituição Maddox Jolie, responsável pela construção de escolas e hospitais no Quênia, no Camboja, no Afeganistão e na Etiópia – onde fica, por exemplo, o Zahara’s Children Center, dedicado a portadores de HIV e tuberculose. Quatro anos depois, já ao lado do marido, rebatizou o projeto de Fundação Maddox Jolie-Pitt. Hoje, a atriz ocupa o posto de Enviada Especial do Alto Comissariado para Refugiados das Nações Unidas e, desde junho, é Dama Angelina Jolie, Comandante da Ordem de São Miguel e São Jorge, título concedido pela rainha Elizabeth II pela importância de seu trabalho social. “Poder dar pequenos passos na direção de alguma melhoria real é uma grande satisfação”, diz ela.
Difícil é imaginar essa mulher num discreto Valentino preto e saltos Louis Vuitton, atravessando áreas de conflito, visitando acampamentos de refugiados ou dormindo em tendas. Mas essa é uma missão que Angelina abraçou com a mesma paixão que dedica a outras coisas de sua vida – um jeito, segundo a própria, de dar sentido a tudo o que conquistou ao longo da carreira. Em entrevista à revista Cidade, durante o lançamento de seu último filme, “Malévola”, a atriz falou sobre as suas escolhas, incluindo sobre como é administrar a numerosa família Jolie-Pitt.
O que é luxo para você?
Tempo e saúde.
E de que maneira você administra o tempo na casa da família Jolie-Pitt?
Se estou filmando, chego em casa – seja onde a “casa” esteja, porque em geral, levamos as crianças conosco quando estamos fora – e reservo um tempo para eles, individualmente. Sempre conversando com cada um para saber como foi o dia, o que estão pensando. Quando estão dispostos, brincamos, mas muitas vezes eles só querem conversar. Como são educados em casa, é importante ter um planejamento de atividades. Brad e eu levantamos às 7:30, preparamos o café da manhã e vamos acordá-los. Às 8:30, os deixamos com os professores. Depois, saímos para trabalhar e voltamos a tempo para o jantar, que é sempre as 18:30. Não importa como foi o dia, fazemos de tudo para estar em casa.
Você acredita que seus filhos tenham interesse em seguir a carreira dos pais?
Não queremos mantê-los afastados da possibilidade de atuar, só achamos que não é boa coisa ter apenas isso como centro da vida. Maddox, por exemplo, gosta muito de música e de literatura e nas férias, trabalha como estagiário em nosso escritório [Brad Pitt tem sua própria produtora, a Plan B]. Os outros acabam sempre dando um jeito de aparecer nas filmagens, o que pode ser um caos, mas é sempre divertido. Não queremos atrapalhar a formação deles, queremos apenas que cresçam com orgulho de quem são e do que gostam.
Assim como você estreou no cinema com seu pai, Vivienne atua pela primeira vez, ao seu lado, em “Malévola”. Foi você quem fez o convite, não?
Eu não tive coragem de fazer um convite formal, porque sei bem que a última coisa que Vivienne quer na vida e ser princesa [ela interpreta a princesa Aurora jovem no filme]. Então, fiz uma abordagem bem informal e ela achou engraçado. Ficou ligeiramente ofendida de ser considerada para o papel de princesa, mas acabou aceitando a ideia principalmente depois te der inventado um outro personagem, o Marcus, melhor amigo de Malévola, que também tem chifres e um arco e flecha.
Ela não teve medo de ver você transformada na personagem?
Estranhou um pouco, mas o mais difícil foi colocá-la num vestido de princesa. Depois, ela começou a se divertir. E fui fazendo uns testes em casa. À noite, antes de dormir, ao contar histórias para as crianças, comecei a usar as vozes que queria fazer como Malévola. Foi fácil: escolhi a que provocou mais risos entre eles.
Como é o relacionamento entre seus filhos? Eles se dão bem?
Shiloh é uma moleca. Maddox é o mais sério. Como são seis, acabam formando pares. Pax e Shiloh fazem skate juntos, os dois são loucos por skate. Já Zahara e Vivienne amam brincar de boneca. E todos gostam de nadar, pegar onda e são extremamente curiosos e interessados em aprender coisas novas. Isso faz nosso trabalho como pais, seja muito mais fácil.
Como você equilibra a rotina de atriz e seu ativismo?
Procuro dedicar períodos específicos a uma coisa e à outra. Hoje, o trabalho que mais me move é o humanitário. É algo que eu nunca poderia deixar de fazer.
Você envolve as crianças nos seus trabalhos sociais?
Sempre que possível. Quando estive, recentemente, nos campos de refugiados na fronteira da Jordânia, levei Pax comigo. Quero que eles tenham, desde já, consciência do que acontece no mundo. Quando não podem ir, estudam em casa com os professores sobre onde eu estou, sobre o que está acontecendo naquela região e como estou tentando ajudar. Quero que meus filhos saibam como é difícil ser criança em certos lugares e como essas pessoas são sobreviventes.
Você se tornou líder na luta pelos direitos humanos, especialmente pelo film da violência contra as mulheres. Como começou o interesse por essas questões?
Essa ideia sempre esteve presente na minha vida. Minha mãe costumava se envolver em questões de direitos humanos [Marcheline Bertrand morreu aos 56 anos vítima de câncer]. Ela era descendente da tribo indígena Huron [uma das primeiras a habitar regiões como o Canadá] e foi uma das criadoras da ‘Fundação Para Todas as Tribos’, que dá apoio aos primeiros habitantes das Américas. E eu sempre a acompanhava nos eventos.
Houve algum acontecimento especial para que você começasse a colocar “a mão na massa”?
Meu despertar veio no Camboja quando estava filmando o primeiro “Tomb Raider”. Escutava histórias de tudo aquilo que o país tinha passado e comecei a conversar com mulheres que trabalhavam na equipe do filme. Tanto sofrimento, tantas perdas e elas continuavam de pé. Me senti muito mal e comecei a questionar: “Quem sou eu para merecer tanto privilégio? De onde vem a força dessas mulheres? E o que eu posso fazer por elas?
E qual foi a resposta?
Primeiro, tinha que entender melhor o que se passava no mundo. Quando acabaram as filmagens, procurei as Nações Unidas para me informar. Fui encaminhada para o Comissariado para os Refugiados e pedi a eles, autorização para visitar, como observadora, as áreas consideras mais críticas. Quando pus a mochila nas costas e fui para a África, para Bangladesh, para o Sudoeste Asiático [as viagens aconteceram entre 2001 e 2005], pude ver o que realmente estava acontecendo. Entendi que a carreira que eu estava construindo poderia ter um significado muito maior.
Você foi nomeada pelas Nações Unidas, Enviada Especial do Alto Comissariado para os Refugiados. Como é seu trabalho?
Me vejo como testemunha ocular do que está se passando em áreas das quais o mundo e a mídia facilmente se esquecem. Eu sei que é quase impossível manter a atenção dos veículos e das autoridades em todos os lugares. É aí que eu posso fazer a diferença, interagindo com as pessoas em campo, ouvindo as necessidades, compreendendo obstáculos e dificuldades. Em geral, peço para passar pelas mesmas situações que vivem as pessoas locais e as equipes de apoio. Sempre que possível vou sozinha para observar e ouvir, sem interferência. Mas muitas vezes o que eles precisam é escutar. “Estou aqui, sou um ser humano como você e você é importante para mim”. Depois, cabe a mim levar essas situações ao conhecimento das Nações Unidas e fazer o possível para que as necessidades sejam atendidas. Posso falar a portas fechadas com presidentes ou primeiros-ministros e altos secretários. Minha missão é fazer com que minha voz seja a voz de todas essas pessoas.”
Jeans & Camiseta
A relação de Angelina Jolie com a moda vai além das propagandas publicitárias. Ela está entre as preferidas dos fotógrafos no tapete vermelho e, pelo estilo cheio de personalidade, já foi comparada a Greta Garbo e Elizabeth Taylor. Mas a atriz confessa: “Se dependesse de mim eu andaria sempre de jeans, camiseta e descalça. É assim que me visto diariamente”. Quando a ocasião pede uma produção mais caprichada, ela recorre à sua personal stylist, Jennifer Rade, uma das mais influentes de Hollywood. As regras do guarda-roupa da atriz são simples: “Não me importo com o que é “cool”. O essencial é vestir aquilo que gosto. Para uma aparição pública, levo isso muito a sério e preciso, principalmente, me sentir bem. Posso até cometer erros, mas eles são sempre o resultado de minhas escolhas”, enfatiza. Angelina costuma ser vista desfilando peças de marcas como Louis Vuitton, da qual foi garota propaganda; Salvatore Ferragamo, Valentino e Atelier Versace – que assinou o famoso vestido preto do Oscar de 2012, aquele que deixava sua perna direita à mostra. Preto, aliás, é sua cor favorita, seguida por branco, neutros e vermelho – a única exceção à estrita paleta neutra. “Não me sinto bem em cores muito fortes. A não ser vermelho, porque é paixão”. Mais Angelina, impossível.
Confira o que uma turma de especialistas em moda pensa sobre o estilo de Angelina:
“Angelina é uma mulher clássica, mas nada óbvia; uma camaleoa. Tem noção das próprias medidas e proporções e usa a moda a favor de seus pontos fortes, explorando bem o decote, no limite elegante entre o sexy e o vulgar. Ela sabe que suas tatuagens a diferenciam de outras atrizes e, apesar de desfilar looks clássicos no red carpet, faz questão de deixá-las sempre à mostra para quebrar a imagem de moça comportada. Angelina acerta também pelos detalhes: sabe valorizar seu rosto com o penteado, que não tira a atenção dos olhos nem da boca” – Sylvain Justum, editor de moda da GQ.
“Gosto mais da atitude do que do estilo de Angelina. Ela não é um ícone de moda, mas de mulher contemporânea: sabe conciliar a rotina com o marido, filhos e causas sociais. Em relação ao guarda-roupa, ainda não entendi se ela quer ser mulher fatal ou elegante. Às vezes, investe num modelo mais discreto e acerta. Em outras, ela opta por fendas e o resultado é bem sofrível, na minha opinião. Pela sua personalidade, acho que ela deveria usar mais smokings e peças andróginas” – Mario Mendes, jornalista.
“Gosto do estilo da Angelina. Parece que ela não está nem aí para a moda e sua relevância está exatamente no fato de ela ser irrelevante para o mundo fashion. Ela usa muito preto e vestidos longos, inclusive de dia. E essa simplicidade dela condiz com o que é: uma mulher mais interessada em cuidar dos filhos e da África do que em estar na moda. As pessoas criaram uma personagem para ela. Querem que ela seja sexy e, por isso, pode parecer estranha a forma como ela lida com a própria aparência. Mas eu não mudaria nada nela, porque há coerência em seu estilo” – Flavia Lafer, stylist.
Fonte: Shopping Cidade Jardim
• REVISTAS & SCANS > SCANS DE 2014 > CIDADE – EDIÇÃO 36 (11x)
Nesta última sexta-feira, dia 22 de agosto, o casal mais famoso de Hollywood foi fotografado enquanto desembarcava de um avião no Aeroporto Internacional da cidade de Nice, na França. Angelina Jolie, Brad Pitt e os seis filhos – Maddox, Pax, Zahara, Shiloh, Knox e Vivienne – desembarcaram na cidade francesa, após longos dias afastados da mídia.
De acordo com rumores, os Jolie-Pitts estariam no país francês para desfrutar dos últimos dias do verão na enorme propriedade da família, o Château Miraval. No entanto, outros rumores informam que o casal está no continente europeu para começar a trabalhar nas gravações do filme “By the Sea”.
O filme, que foi escrito por Angelina, será dirigido pela atriz, estrelado e produzido pelo casal. De acordo com informações, o filme será independente e contará a história de relacionamento de um casal. As gravações devem começar nesta semana na ilha de Gozo, em Malta.
Angelina Jolie: “Ainda sou um pouco rebelde”
21 de agosto de 2014
Em entrevista ao site ‘Cover Media’ disponibilizada com exclusividade pelo Yahoo, Angelina Jolie (39 anos) conta como foi dirigir seu novo filme, “Invencível” (Unbroken), que é baseado na história de vida do atleta olímpico, Louis Zamperini. Esta notável mulher é noiva de Brad Pitt, mãe de seis filhos, ganhadora de um Oscar, Enviada Especial e antiga Embaixadora da Boa Vontade para os Refugiados. Sem mencionar o fato de que, regularmente, ela é citada como a mulher mais bonita do mundo, Angelina Jolie é uma força da natureza. Confira a entrevista:
O que a religião significa para você? Como você vê a religião em sua vida?
Bem, penso que todos nós podemos ver, hoje em dia, os lados negativos de uma religião já que ela também é utilizada como um instrumento para a agressão. Com relação ao filme, eu quis que ele tivesse a fé como foco. Por este motivo, foi muito importante para nós que este filme tivesse temas que são universais para todas as crenças, independentemente da forma que você interpreta Deus e o que ele significa para você.
Este filme mostra que existe um herói dentro de nós e que talvez, nós possamos descobrir isso em nós mesmos. Você pode compartilhar um momento da sua vida no qual você descobriu que era mais forte do que imaginava? Tenho certeza que devem existir vários.
Sim, todos os dias eu penso sobre isso. Acho que foi quando eu me tornei mãe, porque isso era, obviamente, uma experiência um pouco diferente para mim já que não dei à luz ao meu primeiro filho e, de repente, ele estava lá, quando o peguei no aeroporto (risos). Ele tinha seis meses de idade e nós ficávamos sozinhos. Antes de adotá-lo eu estava na África e não sabia como iria enfrentar esse desafio; eu não conseguia acreditar que eu seria a mãe de alguém e, naquele momento, eu me dei conta de que em apenas um instante, sua vida começa a pertencer a outra pessoa e que cada escolha que você fizer vai afetar esta outra pessoa. Então, a partir daí, você tem que ser firme e se tornar uma versão melhor de si mesma, simplesmente porque você tem que fazer isso. E eu me lembro da primeira vez que ele se machucou e eu disse: “Oh, está tudo bem. Está tudo bem!” E então, você se dá conta: “Agora você se tornou essa pessoa”. Você é aquela pessoa que tem que dizer que está tudo bem com a total confiança de que você está fazendo isso muito bem, porque esta é sua obrigação agora, fazer com que tudo fique bem. Você não é mais aquela pessoa que chora sozinha.
Como foi a experiência de, temporariamente, morar na Austrália? É um mundo bem longe de Hollywood.
Bem, foi uma ótima experiência. Meus filhos aprenderam a surfar e mesmo que o papai não quisesse saber quando eles estavam no mar – porque enquanto isso ele participava das filmagens de “Fury”, na Inglaterra, e porque ele tem fobia de tubarões (risos) – eu não dizia especificamente quando eles estavam no mar. Nós estávamos com um ótimo grupo e tínhamos muitas opções. Trabalhar na Austrália foi extraordinário porque nós pudemos gravar na água, pois tínhamos três tanques diferentes a disposição; tínhamos o mar, a Ilha de Cockatoo, vastas paisagens de vários lugares diferentes para filmar e a equipe foi realmente extraordinária. Acho que por conta do estilo de vida que elas tem, elas são pessoas mais saudáveis, são pessoas muito inteligentes e muito fortes. Dessa forma, quando havia tanta coisa para ser feita e tanto trabalho que precisava ser feito, nós fizemos; muitas mangas foram arregaçadas e começamos logo com tudo aquilo. E além de tudo foi um ótimo lugar para as crianças. Eu passei muitas noites no zoológico e nós vestíamos roupas de animais (risos).
Com a roupa de qual animal você ia?
Eu não vou dizer (risos). Mas nossos filhos queriam que nós ficássemos parecidos, então no final da noite, nós estávamos dormindo no Zoológico Taronga e todos estavam com macacões e formamos um grupo de diversos animais.
Me parece que em sua vida, sua carreira, sua vida pessoa, sua vida pública e em seu trabalho, você tem tudo. Você já ganhou um Oscar, tem poder, dinheiro, fama, um marido maravilhoso e uma família fantástica.
Realmente parece algo muito bom vindo de você (risos)!
Existe alguma coisa que você ainda não fez? O que motiva você atualmente?
Meu foco está, agora, no meu filho mais velho que completou 13 anos. Eu quero ter certeza de que ele irá se tornar um grande homem. Eu sou como qualquer mãe, tenho seis filhos e quero ter certeza de que eles estão crescendo da forma adequada. Eu quero ter uma ótima família. Eu quero que nos próximos anos, eles sejam felizes, saudáveis e que tenham tudo o que precisam na vida. Eu percebi desde cedo que prêmios, dinheiro e tudo isso não fazem você feliz. De certa forma, isso ajuda você a saber que irá conseguir um próximo trabalho, algo que é ótimo, mas você só é feliz quando sente que está sendo útil. Você é feliz quando você faz coisas que indicam que você está no caminho certo, então, eu acho que apenas continuarei tentando descobrir onde posso fazer coisas boas. Eu sei quem eu sou em casa e estou tentando descobrir onde no mundo – com meu trabalho humanitário e com meu trabalho político – posso ser útil; estou tentando descobrir também o que sou capaz de fazer, porque ainda não sei, mas continuarei aprendendo e tentando. Vamos ver como estarei daqui cinco anos (risos).
Você se considera uma boa nadadora?
Esta é uma pergunta interessante. Quando eu nadei pela primeira vez no mar acho que eu era garotinha e estava com a minha mãe. Naquela época, eu até que era uma boa nadadora, mas eu sou uma daquelas mães que ensinam seus filhos a nadar muito cedo porque têm medo das crianças se afogarem. Eu sou muito paranoica com relação à água. E isso acontece muito em Los Angeles, então eu acho que você tem que ter segurança e por isso eu ensinei meus filhos a nadar o mais cedo possível. Mas eu não entro no mar já faz um bom tempo. Eu, provavelmente, deveria ir e entrar no mar porque todo mundo faz isso não faz? Nossas vidas ficam muito cheias de coisas e nós nos esquecemos de apenas desfrutar de um mergulho.
“Invencível” vai estrear no dia de Natal. O que você achou disso?
Quer saber? Eu estou tão feliz que o filme ira estrear no dia de natal porque eu realmente acho que é um filme de natal perfeito. E nós também estamos nos preparando para “By the Sea” e Brad está em casa praticando suas cenas em francês enquanto conversamos (risos).
Você tem sido um exemplo da força do espírito humano. Alguma vez você já pensou em escrever sua autobiografia ou fazer um filme sobre as suas experiências?
Eu sinto que eu tenho muito a aprender e que ainda estou no meio de tudo o que eu ainda vou ser. Eu espero e aprecio quando você diz isso. Eu acho que eu aprendi algumas coisas. Eu fiz algumas coisas, mas não sei. Eu apenas sou eu mesma. Eu ainda acordo todos os dias me questionando se estou fazendo o bastante e sobre o que eu deveria estar fazendo com a minha vida.
Você se refere ao seu lado rebelde?
Um pouco (risos). Não descarte a rebeldia (risos).
Como você relaxa depois de um longo dia de trabalho em um grande projeto como esse?
Se você perguntar isso para o Brad ele vai lhe dizer que eu nunca descanso. Eu sou péssima nisso. Quero dizer, eu ainda estou trabalhando no filme. Hoje a noite irei até a sala de edição para fazer duas sessões de “ADR”, efeitos visuais e música logo que terminarmos aqui. Então, estou trabalhando. Eu odeio não fazer nada, sou terrível nisso. Por isso, eu adorei passar dois anos aprendendo tudo o que podia sobre cada aspecto da vida deste homem [Louis Zamperini]. E mesmo quando estava aprendendo sobre aquela época dos anos 20 na Califórnia, quando estava aprendendo sobre os imigrantes italianos, sobre a Olimpíada do Hitler e sobre Jesse Owens, foi um grande prazer. Então, não, eu não costumo relaxar. Meus filhos pulam na cama e eles são mais barulhentos que eu (risos). Então, nós vivemos nesse caos.
Você e Brad estavam trabalhando em dois filmes históricos. Ele estava fazendo “Fury” e você estava fazendo “Invencível”. Como isso funcionou?
Sim, eu estava trabalhando em “Invencível” e ele descobriu “Fury”. Ele realmente queria trabalhar nele, e por conta disso esta foi a primeira vez em que nós trabalhamos separados. Ele não estava lá enquanto eu gravada “Invencível”. Por isso, foi interessante, mas nós decidimos transformar isso em algo positivo, nós aderimos ao estilo da Segunda Guerra Mundial e começamos a escrever cartas, como se ele estivesse vivenciando a guerra na Europa e eu no Pacífico.
Olhando para trás, depois do seu lado selvagem vir à tona, quando as coisas começaram a mudar para você? Porque, no passado, você disse que sua mãe era como se fosse sua “bússola moral”. Quando foi que você fez as escolhas que transformaram você na diretora que você é hoje?
Bem, isso é engraçado. Eu me sinto mais selvagem hoje do que já mais fui. Apesar das viagens que eu faço, com a vida que eu tenho com meus filhos e com as decisões que eu tomo, o que importa é a forma que eu direciono esse tipo de energia. Eu acho que é apenas uma questão de ajuste. Para mim, eu acho que a grande mudança aconteceu quando eu tirei o foco de mim mesma e parei de pensar tanto em mim. Isso aconteceu durante a primeira vez que eu visitei um país devastado pela guerra, porque quando você cresce, especialmente quando você cresceu na cidade de Los Angeles, você acaba se importando com coisas muito medíocres, com coisas muito, muito tontas. Você está “dark”, você está deprimida e você tem vontade de fazer uma coisa ou outra e então, quando você viaja para um ludar desses você se dá conta de que, na verdade, você deveria dar em tapa em sua própria cara e dizer: “Como pude ser tão cega e pensar que podia reclamar das coisas e que podia querer um monte de coisas quando tantas pessoas não têm nada e sofrem tanto.” E assim, logo que eu me atentei a isso, eu fiquei muito envergonhada por ter me preocupado tanto apenas com meus próprios problemas, então isso me mudou completamente e faz com que eu lembre disso durante todos os dias da minha vida. É por isso que quando eu acordo pela manhã, a primeira coisa que eu faço é ler sobre as coisas que estão acontecendo ao redor do mundo para checar, como ser humano, para onde devo ir e o que eu posso fazer.
Você doa tando o tempo da sua vida e você tem essa grande família. Seria compreensível se você aparecesse e dissesse algo como “Pessoal, estou com minhas mãos atadas”. Mas, na verdade, você vai até as zonas de guerra. Quão frustrante é, basicamente, ver o que está acontecendo e saber que você não pode fazer muita coisa, mesmo se doando tanto?
É algo que vai além da frustração. Anos atrás, eu estava tendo um ótimo almoço com a Jane Goodall e eu disse a ela: “É difícil ter esperança porque não é apenas uma coisa ou outra”. E ela bateu com o punho na mesa e disse: “Sempre existe esperança!” Ou seja, você não tem o direito de desistir da chance de tornar o mundo melhor, porque você está em uma posição através da qual, você realmente pode fazer algo melhor. E para todas as outras pessoas, você não está autorizada a levantar e sentir o peso em seus ombros, você tem que encontrar soluções. Então, eu olho para o mundo hoje e penso: “Como isso poderia ficar pior?” E ao mesmo tempo, eu olho para trás e vejo que mesmo com todos aqueles momentos sombrios que aconteceram durante a história, as coisas mudaram, as coisas andaram e se reestruturaram. Eu não sei se isso vai acontecer, mas eu sei que algo vai ruir, é isso que parece estar acontecendo, como se uma represa estivesse ruindo. E alguma coisa vai acontecer para reconstruirmos e teremos que repensar a forma pela qual nos aproximamos uns dos outros e a forma em que trabalhamos juntos. Nós precisamos que grandiosas vozes de liderança apareçam. Eu tenho que acreditar que isso é possível porque se não, a Jane ficará muito brava comigo (risos).
Cover Media / Viva Press
Agradecimentos especiais à Juliana pela ajuda com a tradução <3
Fonte: Yahoo
Gravações do novo filme de Jolie e Pitt devem começar nesta segunda
18 de agosto de 2014
De acordo com o site ‘The Hollywood Reporter’ o novo filme de Angelina Jolie e Brad Pitt deve começar a ser gravado nesta segunda-feira, dia 18 de agosto, em Malta. O filme que foi escrito por Jolie, será também estrelado e dirigido por ela ao lado do noivo, Brad Pitt. As filmagens acontecerão na praia de Mgarr ix-Xini, que fica na ilha de Gozo – a segunda maior ilha de Malta. A partir deste domingo, a praia estará fechada ao público exclusivamente por conta das filmagens, que devem acontecer até o dia 10 de Novembro deste ano.
De acordo com os jornais do país, as construções e os sets de filmagem já estão quase terminados. O filme, que recebeu o título de “By the Sea”, será a primeira vez em que Pitt e Jolie irão aparecer juntos nas telonas desde quando participaram das filmagens de “Sr. & Sra. Smith” em 2005. Os Estúdios da Universal compraram os direitos do novo filme, que segundo fontes, irá contar a história de relacionamento de um casal.
Esta, no entanto, não será a primeira vez que Pitt participa das gravações de um filme nas ilhas maltesas. No passado, o ator esteve no país enquanto participava das filmagens de “Tróia” durante o ano de 2004 assim como também, durante as filmagens de “Guerra Mundial Z” que aconteceram no ano passado.
Fonte: The Hollywood Reporter
Angelina conta detalhes sobre seu novo filme com Brad
16 de agosto de 2014
Em entrevista recente concedida a respeito de seu novo filme, “By the Sea” – seu primeiro filme com Brad Pitt desde 2005, quando participou do filme “Sr. & Sra. Smith – Angelina Jolie flou ao site ‘The Inquirer’:
“Não se trata de um filme de ação. Será um pequeno drama íntimo. Eu escrevi isso para nós há alguns anos. Nós estivemos muito tímidos com relação a este filme durante alguns anos porque é muito pesado, é sobre um relacionamento e sobre as pessoas que estão passando e sobrevivendo por muita coisa juntas. Não é fácil. Então, nós estávamos nervosos sobre sermos capazes de lidar com o material como atores e sobre conseguirmos fazer isso juntos. Mas, nós sentimos que estamos prontos para fazer isso agora. Estamos muito animados com o desafio – e eu irei dirigi-lo, sim.”
De acordo com a cineasta, seu noivo e também ator principal de “By the Sea” está igualmente entusiasmado:
“Obviamente, Brad quer que eu o dirija em um filme e quer trabalhar comigo. Ele está me apoiando extremamente, o que é algo maravilhoso, já que nós estamos interessados em diferentes aspectos do filme.”
Experimental
O filme irá ser gravado durante 8 semanas na ilha de Gozo, em Malta, e as filmagens começarão no final de agosto. Angelina também contou que o filme será bem experimental e do tipo independente. Enquanto isso, a atriz está trabalhando na pós produção de “Invencível” (Unbroken), seu segundo trabalho como diretora. Ela filmou na Austrália, a história de vida de Louis Zamperini, um atleta olímpico americano que se tornou oficial da Força Aérea americana e que foi privado de sua liberdade em um campo de prisioneiros de guerra japonês, durante a Segunda Guerra Mundial.
“Esta foi a primeira vez que Brad e eu trabalhamos separados porque ele queria participar das filmagens de “Fury””.
O casal geralmente alterna na hora de trabalhar para que, assim, um dos pais fique com as crianças enquanto o outro trabalha. Mas, neste caso, Angelina e Brad tiveram que trabalhar ao mesmo tempo em filmes que, por coincidência, se passam durante a Segunda Guerra Mundial.
“Ele estava participando das filmagens em Londres e eu estava na Austrália. Ele foi conseguiu ir para lá somente nos últimos 10 dias, mas Brad sempre esteve me apoiando mesmo à distância. De certa forma, foi muito romântico. Nós decidimos que, ao invés de ficarmos aborrecidos com a separação, nós poderíamos usar esse tempo para escrevermos cartas um para o outro. Como se ele estivesse vivendo a Segundo Guerra Mundial na Europa e eu estivesse vivendo a guerra no Pacífico. Decidimos usar esse tempo para pensar nas pessoas que viveram separadas por meses, se não anos, e tentamos transformar isso em algo romântico. Nós escrevíamos cartas à mão. Foi um ótimo exercício para se fazer no final do dia”.
Angelina contou ainda que mostrou o filme “Invencível” (Unbroken) – que é baseado no livro de Laura Hillenbrand – aos seus dois filhos mais velhos, Maddox e Pax:
“Meus meninos viram o filme quando ele ainda estava em uma fase mais cru do que está agora. Foi uma espécie de teste para ver se eles iriam realmente ficar sentados para assistir, se eles não iriam ficar se mexendo em suas cadeiras e para ver o que eles iriam me perguntar no final. Foi muito revelador para mim – eles realmente responderam ao filme. Eles fizeram um monte de perguntas sobre o atletismo, sobre sobrevivência, sobre Deus e sobre Louis. Eles o conheceram e sabiam de sua história. Eu li o livro para eles. E a versão do livro para jovens estará disponível em alguns meses, assim, todas as crianças poderão ler sobre a história de Louis – o que é algo realmente emocionante. Eu fiquei muito feliz. Eu tenho certeza de que, em muitos aspectos, eu fiz esse filme pensando nos meus meninos. É uma história pesada, mas na qual nós também fizemos questão de mostrar certo humor. Queríamos ter certeza de que, se surgisse a oportunidade de mostrarmos algo bonito, nós mostraríamos. São jovens bonitos passando por situações horríveis, mas que estavam cercados por uma deslumbrante natureza e por vida épica. Queríamos ajudar as pessoas a absorver essas informações. É pesado, mas sempre que podíamos nos divertíamos de alguma forma. Então, a gente se divertiu um pouco com o filme. As crianças realmente gostaram”.
Fonte: The Inquirer
Mais fotos dos sets de filmagens de “By the Sea” foram adicionadas na Galeria do Angelina Fan Brasil:
• FILMES > 2015 – BY THE SEA > SETS DE FILMAGENS – AGOSTO 2014 (10x)
Nesta sexta-feira, dia 15 de agosto, foi adicionada na Galeria do Angelina Fan Brasil, um ensaio fotográfico feito de Angelina pelo famoso fotógrafo Lorenzo Agius no ano de 2003. As fotos foram capas e fizeram parte de matérias de várias revistas nacionais e internacionais. Quase todas estão em alta qualidade (HQ) e foram as melhores que eu consegui encontrar. Portanto, por favor, não retire os créditos ok? Obrigada.
• PHOTOSHOOTS (ENSAIOS FOTOGRÁFICOS) > 2003 > LORENZO AGIUS (23x)
Outros álbuns da Galeria também foram atualizados recentemente:
• PHOTOSHOOTS (ENSAIOS FOTOGRÁFICOS) > 2014 > JASON BELL #2 (17x)
• APARIÇÕES PUBLICAS > 2014 > SCREENING DE “INVENCÍVEL” (65x)
• COLETIVAS DE IMPRENSA > 2014 > “MALEFICENT” LOS ANGELES (25x)
• APARIÇÕES PUBLICAS > 2014 > PHOTOCALL PROMOCIONAL DE “MALEFICENT” EM LA (25x)
• FILMES > 2005 – SR. & SRA. SMITH > PHOTOSHOOT PROMOCIONAL #1 (10x)
O mal nunca pareceu tão bom: Sapatos criados por Louboutin inspirados em “Malevóla”
14 de agosto de 2014
Se você gosta de moda e de sapatos, você ficará fascinado (a) pelo mais recente trabalho criado por Christian Louboutin, chamado Malangeli – um salto inspirado na Rainha de Todo o Mal da Disney, Malévola – ou pelo menos, inspirado na forma como a atriz Angelina Jolie trouxe vida a personagem, no filme lançado no final de maio deste ano.
Quando desfilava pelos tapetes vermelhos mundo afora, divulgando o filme – hit de crítica e de bilheteria – Jolie estava quase sempre usando o sapato criado por Loubotin. Agora, o estilista se empolgou e resolveu oficializar o lançamento do sapato, antes limitado apenas aos pés da atriz.
Como todo conto de fadas, a colaboração tem um ótimo objetivo: os lucros advindos da venda dos sapatos irão beneficiar a ‘SOS Children’s Villages’, uma ONG apoiada por Jolie que proporciona carinho e estáveis lares a crianças órfãs e abandonadas em cerca de 133 países.
O sapato, no entanto, vai estar disponível para venda por tempo limitado. A partir do próximo mês, a edição estará à venda nas lojas de Louboutin pelo mundo. O preço? A bagatela de aproximadamente U$1.495 foi estipulada para a mulherada que quiser calçar o mesmo sapato que Angelina Jolie. Para poucas! Veja mais fotos visitando o site oficial da marca: Christian Louboutin.