Candids/ Nova York

Jolie é fotografada em aeroporto de Nova York

18 de setembro de 2026

Nesta quinta-feira, dia 17 de Setembro de 2026, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – foi flagrada pelos paparazzis de plantão quando chegava ao Aeroporto Internacional John F. Kennedy, na cidade de Nova York, Estados Unidos.

A atriz de “Malévola”, de 51 anos, foi vista caminhando pelo terminal usando um vestido de cor marfim transparente com mangas drapeadas. Para finalizar o look, a atriz optou em usar sapatilhas na cor preta, óculos de sol e uma bolsa de ombro combinando.

Durante o percurso, Angelina acabou deixando aparecer acidentalmente seu sutiã de renda sob o vestido decotado.

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• Candids > 2026 > 17/09/26 (20x)
Atelier Jolie/ Candids/ Nova York

Angelina participa de ensaio fotográfico no Atelier Jolie

17 de setembro de 2026

Na última semana (provavelmente no dia 15 de Setembro de 2026), nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – foi flagrada por paparazzis de plantão enquanto participava de um ensaio fotográfico na sede do Atelier Jolie, na cidade de Nova York, Estados Unidos.

A atriz foi fotografada exibindo um enorme sorriso enquanto fazia várias poses — inclusive apoiando os pés descalços na lateral da janela. As imagens foram compartilhadas nesta quinta-feira (17), pelo website Daily Mail.

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• Candids > 2026 > ??/09/26 (22x)
Capturas/ Entrevistas/ Vídeo/ Without Blood

Angelina Jolie fala sobre “Without Blood” ao ExtraTV

16 de setembro de 2026

Nesta quarta-feira, dia 16 de Setembro de 2026, o programa “Extra TV” disponibilizou em seu canal oficial no YouTube, uma entrevista exclusiva com nossa musa inspiradora, Angelina Jolie, na companhia da atriz Salma Hayek.

Ambas falaram sobre o filme “Without Blood”, que será lançado nos cinemas estadunidenses nesta sexta-feira, dia 18 de Setembro.

O longa é baseado no livro do escritor italiano Alessandro Baricco, “Sem Sangue” (em tradução livre não oficial) que conta uma história sobre guerra, vingança, memória e cura.

Durante a entrevista, Jolie e Hayek disseram que gravar “Without Blood” foi uma experiência completamente diferente com relação ao trabalho que desempenharam no filme “Eternos”, lançado no ano de 2021 pela Marvel.

Salma também comentou sobre a segurança que sentiu ao trabalhar com Angelina na direção, enquanto que Angelina falou sobre a identificação com o livro e a ideia de lidar com conflitos, tanto em um sentido pessoal quanto global. Confira a entrevista completa abaixo.

Vídeo:


Ative as opção disponíveis para assistir o vídeo legendado ou dublado.

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• Fonte: YouTube

 


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• Entrevistas & Capturas > 2026 > Extra TV (60x)
Eventos/ Exibição Especial/ Nova York/ Without Blood/ Zahara

Jolie divulga “Without Blood” em Nova York

15 de setembro de 2026

Na noite desta segunda-feira, dia 14 de Setembro de 2026, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – participou de uma Exibição Especial (Screening) do filme “Without Blood”, que aconteceu no Village East Cinema, na cidade de Nova York, Estados Unidos.

A diretora do longa de 51 anos, chegou ao cinema de mãos dadas com a filha mais velha, Zahara (21), usando um elegante terninho de cor preta da marca Fendi e sapatos scarpins da mesma cor.

O evento também contou com a presença dos atores principais, Salma Hayek Pinault e Demián Bichir, que posaram para fotos e participaram de uma sessão de perguntas e respostas após a exibição do filme, ao lado de Jolie.

“Without Blood” é baseado no livro do escritor italiano Alessandro Baricco, “Sem Sangue” (em tradução livre não oficial) que conta uma história sobre guerra, vingança, memória e cura.

Até o momento, não há previsão de lançamento do filme nos cinemas brasileiros, porém o longa entrará em exibição no dia 18 de Setembro de 2026 nos cinemas estadunidenses.

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• Eventos > 2026 > Exibição Especial “Without Blood” NY (??x)
Capturas/ Entrevistas/ Vídeo

Jolie concede entrevista para a revista L’Officiel EUA

12 de setembro de 2026

Nesta sexta-feira, dia 11 de Setembro de 2026, a revista L’Officiel dos Estados Unidos publicou em seu canal oficial no YouTube mais uma entrevista exclusiva com nossa musa inspiradora – Angelina Jolie.

No vídeo, Jolie responde mais algumas perguntas sobre seu trabalho com o Atelier Jolie e sobre seu novo filme, “Without Blood”, que será lançado nos cinemas dos Estados Unidos no próximo dia 29 de Setembro. Confira abaixo a entrevista traduzida na íntegra pelo Angelina Jolie Brasil!

Vídeo:

Qual foi a maior surpresa ao fundar o Atelier Jolie?

“É uma coisa estranha porque eu passei a maior parte da minha vida, fazendo filmes. E você não percebe que está acostumada a fazer coisas que não são permanentes. E nunca havia passado pela minha cabeça que, normalmente, eu trabalho por cerca de um ano e construo algo para ser meio que desmontado depois. Eu percebi o quanto você precisa se dedicar a algo que vai levar tempo e crescer… E eu construí o Atelier para ser um lar para outros artistas. Então, a coisa mais difícil para mim – e a melhor coisa para mim – é que eu dependo de outros artistas para me ajudarem a construi-lo. E, embora tenha sido um desafio explicar do que se trata, abrir as portas e receber as pessoas de braços abertos, também construí uma família realmente incrível. E agora estamos construindo-o juntos. Então, agora está começando a acontecer.”

Qual a sua visão para o Atelier Jolie?

“Meu sonho para o Atelier era viajar ao redor do mundo e conhecer artistas incríveis, que não tinham oportunidade, talvez por conta de onde estavam, talvez por conta de suas experiências, de seus países, seja lá qual fosse essa barreira que os impedia, mas pessoas extraordinárias, pensadores e artistas que não tinham uma comunidade, uma rede de contatos e um lugar para serem vistos. Então, eu pensei que, se eu pudesse construir isso… Na minha mente, seriam como pequenas embaixadas da arte onde pessoas de todo o mundo poderiam se reunir… e nós estamos em negociações com Viena, com o Camboja e com diferentes países. Então, a ideia é que… Também teremos um artista residente vindo de Ruanda em Setembro… Ou seja, a esperança é que existam esses núcleos e que todos possam se revezar, dormir nos sofás uns dos outros, passarem momentos juntos e fazerem mais projetos juntos. Então… o sonho é esse tipo de rede internacional de um lugar que não seja construído por algum curador ou empresa de marketing, mas sim construído por artistas e para artistas.”

Para onde você espera que o Atelier Jolie vá a partir de agora?

“Sabe, é uma coisa engraçada quando você está criando algo e não sabe no que isso vai se tornar. Então, eu acho que o que mais me entusiasma é que estamos todos nos unindo, nos tornando amigos de verdade, estamos aprendendo sobre o trabalho uns dos outros e experimentando coisas novas juntos. Eu acho que é ótimo não sabermos no que isso vai se transformar, porque significa que não temos um plano, um objetivo além de sermos capazes de fazer nosso trabalho e compartilhá-lo. Mas eu tive a oportunidade de ver diferentes projetos começando a se concretizar. Eu vi pessoas de diferentes países e que trabalham em diferentes áreas, se unirem em projetos. Eu tenho um casal que também se formou. Ou seja, nós temos uma família. A casa, na verdade, pertencia a Warhol, que cedeu para Basquiat e… eu acho que todos nós temos uma ideia de como eram esses tempos passados, desses grandes movimentos artísticos, mas nós os idolatramos como se fossem perfeitos, como se soubessem quem eles iriam ser e como se tivessem um plano. E eu acho que o plano era criar um espaço para simplesmente ser, ser ousado, ter experiências de vida e experimentar coisas novas.”

Há algum artista ou artesão que desperte seu interesse ou te inspire no momento?

“Eu tenho gostado muito do trabalho de Ferrari Shepard, ele é um pintor, que também faz algumas joias e alguns vídeos. Ele é um artista muito interessante. Eu acho que o trabalho dele tem sido belíssimo. Hum… tem também minha amiga, Prune, que atualmente está em residência no Atelier. Eu acho que o trabalho dela é muito, muito bonito e significativo. Mas eu gosto de muitos artistas diferentes. Eu acho, sabe que não existe apenas uma pessoa. Qualquer um que seja ousado e venha de um lugar legal, eu apoio totalmente.”

Existem práticas criativas que você particularmente gosta?

“Existe uma prática chamada ‘Exquisite Corpse’. Tem um nome estranho, mas é um tipo de pintura feita por diferentes pessoas. Todo mundo faz uma parte e é muito legal. Pode procurar. A ideia é estar sentado em uma mesa, ir passando a tela de mão em mão e cada um faz uma parte dela, por isso se chama ‘Exquisite Corpse’ (Cadáver Esquisito). Pode ser também com uma jaqueta, onde cada um tenta adicionar algo nela… Eu amo isso.

Você tem algum conselho ou filosofia que possa inspirar as gerações mais jovens que buscam promover um tipo semelhante de mudança positiva no mundo?

“Nunca acho que eu sou a pessoa certa para dar conselhos a alguém. Tenho sempre a sensação de que ainda estou tentando entender tanta coisa… Mas acho que é importante entender que temos permissão para falhar. Dar, a você mesmo, a compreensão de que você não precisa saber tudo agora. Então, se você é uma pessoa apaixonada por uma questão global e quer ajudar… Você pode simplesmente começar, se importar, aprender… E você não precisa ser perfeito de imediato. Mas se for importante para você, é isso o que importa. Se isso realmente importar para você então, seja lá o que você ame fazer, você vai fazer isso bem e vai continuar fazendo, não importa o quão difícil seja, porque isso realmente importa para você.”

Na sua experiência, a narrativa é uma forma de defender uma causa?

“Eu acho que a narrativa é uma ótima forma de ativismo. Não da maneira que todo mundo imagina, sabe? Às vezes, basta simplesmente contar uma história humana com a qual as pessoas se identificam, vinda de um país que você não conhece e com o qual você não se sente tão próximo. Assim, você acaba rindo com pessoas que nunca conheceu. E isso pode ser mais importante do que apenas ouvir fatos sobre desafios, sabe? De estarmos próximos uns dos outros.”

Que tipo de história você acha que as pessoas precisam agora?

“Acho que em momentos como este, você pode até se inclinar para coisas mais leves, como comédias, ou coisas esperançosas, ou algo elegante, que leve as pessoas a um lugar agradável sabe? Como poesia ou beleza…”

Por que histórias difíceis como “Without Blood” são importantes?

“Este filme, que estreia em Setembro, é difícil de assistir e não estou dizendo que seja de forma intencional, mas é honesto dizer que, em situações de trauma real e pós conflito, simplesmente não existe aquele final feliz de Hollywood. Sabe, não é nada fácil. Não é fácil estar em um lugar como naquela mesa de restaurante. Não é fácil lidar com algumas dessas coisas e alguns desses pensamentos. Portanto, não é um filme fácil de forma alguma. Por isso, eu sou grata por ter tido a oportunidade de dar vida a este livro, pois eu sei que é difícil de assistir. No entanto, eu acho que a essência disso é muito importante para as pessoas e há algo muito bonito neste livro que me tocou, quando diz que nós ‘retornamos para o momento em que quebramos’. O que significa que, para todos nós, existe algum momento da sua vida, pode ser algo que aconteceu na sua infância, pode ser qualquer coisa na verdade, mas algo que realmente transformou quem você era e esse acontecimento, de alguma forma, te afeta tanto que você sempre acaba voltando para aquele momento, de alguma forma. Você acaba voltando para isso e acaba carregando isso com você. E isso é muito formativo. Então, eu acho que todos nós gostaríamos de ter a oportunidade de sentarmon em uma mesa, frente à frente com a pessoa que nos machucou, e ter a oportunidade de compreendê-la. Ou seja, é isso o que acontece neste filme. São duas pessoas com perspectivas diferentes, sobre uma situação de conflito, que teve um profundo impacto na vida de ambos quando eram jovens e que passarem anos lidando com as consequências disso. E agora, os dois estão ali dispostos a se sentarem em uma mesa e ouvirem a perspectiva um do outro.”

Você trabalhou com alguns dos diretores mais renomados da indústria cinematográfica. Que lições dessas colaborações ainda moldam a sua abordagem em novos projetos?

“Eu acho que o que eu mais aprendi é você não está sozinho nessa jornada. Então, realmente reúna cuidadosamente a equipe certa. Forme uma equipe, virem uma família, escutem uns aos outros. Saiba que todos tem uma mente brilhante em suas respectivas áreas. E se todos vocês se derem bem, então todos estarão trabalhando de forma unida. E é ai que você consegue extrair um do outro. E isso é ótimo e funciona muito bem.”

Quais foram alguns dos desafios na direção de “Without Blood”?

“Ter cuidado com os atores, pois os atores são atores muito fortes e talentosos. Salma, que é minha amiga, fez um trabalho incrível, mas eu sabia que ela teria que enfrentar muita coisa. Então, eu acho que quando você está incentivando – especialmente quando uma mulher está incentivando outra mulher – a confrontar seus traumas ou ir para aqueles lugares onde você sente como se estivesse gritando sozinha e pensando nas piores coisas de sua vida… Então você quer ajudá-la a chegar lá e depois quer ajudá-la a sair desse sentimento, ou você quer ajudar a criar um espaço bastante seguro… Então eu acho que foi isso. O desafio foi simplesmente complexo durante os momentos em que eu precisava ser bastante protetora com relação a saúde emocional de todos e, você sabe, desfrutar do processo. Isso foi tudo. Obrigada por me receber, L’Officiel.”

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• Entrevistas & Capturas > 2026 > L’Officiel EUA (50x)
Entrevistas/ Photoshoots/ Revistas & Scans

Angelina Jolie é capa da revista L’Officiel EUA

9 de setembro de 2026

Nesta quarta-feira, dia 09 de Setembro de 2026, a revista L’Officiel dos Estados Unidos publicou em seu website oficial uma entrevista exclusiva com nossa musa inspiradora – Angelina Jolie.

Além de uma nova entrevista, a revista também disponibilizou um ensaio fotográfico registrado por Norman Jean Roy. Confira a matéria completa abaixo, traduzida na íntegra pelo Angelina Jolie Brasil!

Angelina Jolie: Uma Vida Sem Fronteiras

Com os filhos já adultos e uma nova visão criativa ganhando forma, Angelina Jolie abraça uma vida guiada pela arte, pelo propósito e pela liberdade de explorar o que ainda está por vir.

Por Yohana Desta

Angelina Jolie está sentada tranquilamente em uma sala em Los Angeles, cidade onde nasceu e que, no momento, mal pode esperar para deixar. Ela está cercada por caixas de mudança, tendo à sua direita sua amada rottweiler, Dusty, que está deitada junto à janela, iluminada por trás, pelo sol radiante de uma manhã do fim de julho.

“É o fim de uma fase para mim”, diz a estrela de cinema e ativista humanitária através do Zoom. Agora que todos os seus seis filhos são adultos (os mais novos, os gêmeos Knox e Vivienne, completaram 18 anos em julho), Jolie está livre para morar onde quiser. Para a ganhadora do Oscar — famosa tanto por protagonizar filmes que vão de “Garota, Interrompida” a “Malévola”, da Disney, quanto por seu trabalho humanitário, que inclui visitar zonas de conflito, dar visibilidade para as crises de refugiados e liderar iniciativas por meio da Maddox Foundation – sua organização sem fins lucrativos sediada no Camboja — o mundo inteiro está, mais uma vez, aos seus pés.

A prioridade é expandir e abrir novas unidades globais do Atelier Jolie, a casa criativa que ela inaugurou em 2023, antiga residência e ateliê de Jean-Michel Basquiat no bairro SoHo, em Nova York. Em uma tarde chuvosa de Julho, na véspera da entrevista de Jolie, o ateliê tinha um ar aconchegante e acolhedor. Qualquer pessoa pode entrar no Atelier Jolie, que se abre para uma pequena galeria de arte com obras de Bing Lee e Janette Beckman em exposição (bem como obras de arte de parede de Basquiat lindamente preservadas), e depois relaxar no café, onde chefs refugiados criam um cardápio que inclui biscoitos ma’amoul sírios e baklava de pistache, enquanto se acomodam em suntuosos móveis de couro e folheiam uma variedade de livros de arte sob uma generosa claraboia.

Quando foi inaugurado, o Atelier foi saudado como uma porta de entrada séria para o mundo da moda, estreando com uma coleção prêt-à-porter desenhada por Gabriela Hearst e conquistando seu espaço no nicho criado por marcas como “The Row”. Desde então, evoluiu de um espaço de varejo para um santuário acolhedor para artesãos e criadores de diversas áreas. Jolie admite que a moda “nunca foi meu principal interesse”.

“Houve uma grande discussão sobre sustentabilidade”, diz Jolie, cujo estilo pessoal evoluiu ao longo dos anos, de um estilo gótico punk para um gótico glamoroso com peças de couro, até chegar ao luxo discreto com toques góticos mais leves, como o elegante suéter preto que ela usa durante nossa entrevista. “Percebi que não queria apenas incentivar as pessoas a consumir. Meu principal objetivo é acolher visitantes que desejam aprender, criar e fazer parte de uma comunidade. Qualquer pessoa que contribua, comparecendo e visitando o local, está retribuindo aos artistas que vêm para cá. Nossas portas estão abertas a todos, e eu adoro quando novos visitantes continuam a nos descobrir e a se juntar a nós.”

Desde então, o Atelier se transformou em um centro para residências artísticas, palestras públicas, aulas e outras atividades como o Tatale – um conceito gastronômico pan-africano criado pelo chef Akwasi Brenya-Mensa. Na noite em que compareci, o menu de vários pratos incluía deliciosas releituras de chichinga beef suya e chin chin cheesecake. Novas unidades do Atelier Jolie serão inauguradas antes do final do ano, adaptando-se às necessidades de cada comunidade local.

Jolie também está entusiasmada com o lançamento, este mês, de “Without Blood”, o quinto longa-metragem de sua carreira como diretora. Estrelado por Salma Hayek Pinault e Demián Bichir, o filme é baseado no livro homônimo de Alessandro Baricco e acompanha dois sobreviventes que refletem sobre lados opostos de um conflito por meio de uma série de monólogos contidos. “No primeiro dia, depois de voltar para casa, tive um colapso porque guardei as emoções por muito tempo”, disse Hayek Pinault à revista L’OFFICIEL em 2025. Mas ela confiava em Jolie, com quem fez amizade no set de filmagem de “Eternos” da Marvel em 2021, descrevendo-a como uma diretora “genial” que também escreve roteiros belíssimos. “Essa foi a época mais fácil que já tive, memorizando as falas automaticamente, sem esforço.”

“Without Blood” oferece uma perspectiva diferente sobre a guerra em comparação com os últimos filmes de Jolie, como “Na Terra de Amor e Ódio” e “Invencível”, que levam o público para o âmago da violência. “Mas acho que é reconfortante para as pessoas que gostam de se conectar com coisas que parecem verdadeiras.”

L’OFFICIEL: Vamos falar sobre o Atelier Jolie. O que você acha que funcionou bem nesses primeiros anos? E o que acabou tendo que ser adaptado?

ANGELINA JOLIE: Eu não sabia exatamente o que seria quando abri as portas. Minha ideia era abrir um espaço e disponibilizar áreas para diferentes pensadores e pessoas criativas. Eu assisti Prune Nourry [uma artista multidisciplinar francesa] se mudar para lá e transformar o último andar em um estúdio para si mesma, onde realiza palestras mensais. Testemunhei os chefs refugiados do “Eat Offbeat” [empreendimento gastronômico de Nova York voltado para o treinamento de imigrantes] encontrarem maneiras diferentes de levar sua cultura às pessoas diariamente. Atividades relacionadas à comunidade — como palestras, jantares e o espaço da galeria — pareciam ganhar mais destaque naturalmente do que as iniciativas relacionadas à moda. Oferecer o espaço, em regime de rodízio, a artesãos de todo o mundo era mais interessante do que ter uma loja tradicional aberta diariamente. Uma de nossas primeiras residentes foi a artista têxtil e designer, Zolaykha Sherzad, fundadora da “Zarif Design”, uma empresa de moda e artesanato fino com sede em Cabul, que reflete a rica herança cultural afegã da tecelagem tradicional de seda, do algodão listrado chapan e do bordado. Todos os produtos são fabricados no Afeganistão, dando às mulheres envolvidas a oportunidade de ter um negócio e mostrar seu talento artesanal. Teremos um designer de Ruanda em Setembro. Estou ansiosa para ver como vão personalizar o espaço.

LO: Quando visitei o Atelier pela primeira vez, a moda era o ponto central; havia roupas em exposição. Mas a evolução fez sentido.

AJ: Acho muito mais interessante incentivar as pessoas a aprenderem uma nova habilidade, comprarem obras de arte, conhecerem criadores internacionais ou reaproveitarem suas próprias roupas. Você pode trazer suas roupas para o Atelier e reformá-las, fazer um curso de costura, coisas desse tipo. Aprendi por conta própria a melhor maneira de abordar a arte e as roupas — fiz serigrafia e um pouco de feltragem. Não tive a oportunidade de morar em Nova York por um longo período desde que o Atelier abriu. Assim que puder estar lá com mais frequência, frequentarei as aulas regularmente.

LO: Então, você planeja passar mais tempo em Nova York na próxima fase da sua vida?

AJ: Acho que mais para fora dos Estados Unidos. A ambição do Atelier sempre foi ser global; O Brasil pode se tornar o primeiro espaço onde abriremos fora dos EUA. A ideia seria visitar diferentes lugares ao redor do mundo e conhecer artistas e artesãos locais. Pretendo retomar o trabalho prático com minha fundação no Camboja e meu trabalho de campo. Na verdade, não pretendo ter uma base. Eu gostaria de ter um ponto de referência para minha família, um lugar onde ficassem algumas coisas de mãe e as fotos da família. E depois gostaria de ser um pouco nômade por um tempo. Minha casa no Camboja também servirá como residência por alguns meses do ano para imersão na cultura Khmer.

LO: Que tipo de cronograma você prevê para as novas unidades do Atelier Jolie?

AJ: Algumas vão abrir bem em breve. Estamos conversando com equipes em Viena e no Camboja. Não existe um país onde eu não cogitaria trabalhar. A ideia é que, onde quer que esteja no mundo, o projeto seja sempre gerido localmente e traga benefícios para a própria comunidade, já que somos uma organização sem fins lucrativos. Quando trabalhei como diplomata, percebi que havia um foco excessivo em caridade e ajuda, e não o suficiente no apoio a negócios e à independência; por isso, quis criar um modelo que impulsionasse as carreiras de outras pessoas e fortalecesse a comunidade.

LO: Vocês já organizam vários de jantares. Há outros projetos ou eventos que vocês esperam lançar nos futuros Ateliers?

AJ: Vou ficar muito empolgada quando vir essas residências regulares em várias partes do mundo. Um equívoco sobre o Atelier é que ele é um espaço privado. Há coisas nele que são privadas, mas a absoluta maioria é totalmente aberta ao público. Todas as aulas, a série de jantares, algumas das palestras, a galeria. Estou ansiosa para ver mais pessoas usando o espaço. E, por ser coletivo, o espaço realmente é aquilo que as pessoas fazem dele. Acredito que, hoje em dia, uma pessoa comum consegue perceber quando algo é criado por uma marca. Leva um pouco mais de tempo e é mais difícil, mas quando você constrói algo organicamente com amigos e artistas de verdade e convida as pessoas a participarem como uma comunidade, o resultado é mais autêntico e um tanto ousado. É algo desconhecido e representa uma oportunidade de ajudar outras pessoas a fazer negócios e compartilhar seus trabalhos. É isso que é empolgante.

LO: Isso me faz pensar em artistas criando algo, em contraste com a crescente ansiedade de que tudo acabará sendo gerado por IA. Estou curiosa para saber se você quer entrar nessa discussão — por que ainda é tão importante incentivar e valorizar a criatividade humana.

AJ: A realidade do futuro é que haverá todas essas novas tecnologias [como resultado da IA]. Espera-se que elas ajudem na pesquisa do câncer e na educação global a um preço mais acessível. Haverá pontos positivos. Por outro lado, existem coisas que ela jamais poderá substituir como o toque humano, a conexão humana e o ato de construir algo com as próprias mãos. Precisamos compreender a realidade do que está acontecendo com muitas das novas tecnologias, ver como isso afeta nossas vidas e estar ainda mais unidos e atuantes no mundo. É isso que significa estar vivo.

LO: Há mais de vinte anos, você também dirige a Fundação Maddox na zona rural do Camboja — uma organização totalmente liderada por pessoas da região e focada em conservação e desenvolvimento comunitário. O que há nesse trabalho que continua a empolgar você?

AJ: Isso evoluiu ao longo dos anos. Quando me mudei para o Camboja, pensei em comprar um imóvel e contratar moradores locais para trabalhar comigo na remoção de minas terrestres, em iniciativas de educação e desenvolvimento na região. Nós realmente fizemos isso. Mas ficou claro que havia muitos problemas relacionados ao desmatamento, à extração de pedras preciosas e ao comércio ilegal da vida selvagem. Dessa forma, nossa atuação expandiu-se para o trabalho de conservação. Já fazemos isso há muito tempo. Agora, acredito que o foco no desenvolvimento e na independência seja a próxima etapa, para identificar diferentes oportunidades de negócios e educação para as pessoas da comunidade. Apenas para continuar ajudando a região desenvolver e crescer.

LO: Eu também queria perguntar sobre seu trabalho com os refugiados. Sei que você realiza essas atividades de forma independente agora, trabalhando com organizações que atuam diretamente em campo, ao contrário de quando você era Enviada Especial da ONU. Como tem sido essa transição?

AJ: Honestamente, não mudou muita coisa. Sempre arquei com as minhas próprias despesas — mesmo durante os anos em que trabalhei na ONU, minhas viagens nunca ficaram a cargo da agência. O mesmo vale para hospedagem, segurança e qualquer coisa do tipo. Eu nunca quis uma agência carregando esse peso por mim. E os relacionamentos continuam lá, com pessoas na ONU, na Cruz Vermelha, na INARA e em tantas outras organizações locais que realizam esse trabalho em campo. Mesmo quando eu estava no ACNUR, o que realmente mais me importava era compreender a realidade local. O ACNUR funciona como uma espécie de guarda-chuva, é uma agência de proteção, portanto sua função é garantir as autorizações legais que permitem que você realmente permaneça em um país. Isso significa navegar por estruturas legais, proteções e negociações intermináveis com governos. É um trabalho importante, mas um tipo diferente de trabalho. Embora eu tenha preocupações reais quanto a certos aspectos do trabalho da ONU, continuo profundamente convencida de seu papel vital na proteção da dignidade humana, no fornecimento de ajuda emergencial àqueles que não têm a quem recorrer e na defesa dos direitos humanos quando ninguém mais o faz. E por fim, ao unir as nações na busca pela paz. Uma paz que, tão frequentemente e de forma tão trágica, ainda nos escapa. Se ao menos vivêssemos de acordo com os princípios da Carta da ONU e se ao menos essas palavras fossem acompanhadas de ações, acredito que o mundo seria um lugar muito melhor.

LO: Como você escolhe suas próximas viagens? Vi que você foi para Ruanda recentemente.

AJ: Depende da onde sinto que posso ser útil. Shiloh e Pax estavam comigo em Ruanda. Lá nos encontramos com a “Legacy of War Foundation” e com as mulheres das fazendas, sobre as quais eu tanto ouvi falar. É muito bom ver coisas que realmente estão funcionando. Pode parecer bobagem dizer isso, mas acho que as pessoas estão muito sobrecarregadas com a quantidade de crises no mundo. Parece algo insuperável. É muito importante quando podemos destacar programas ou lideranças locais, ver mudanças e um caminho para o progresso. Estamos analisando alguns países com base em suas necessidades: um deles enfrenta uma crise atual que exige atenção e o outro vive uma emergência um tanto esquecida, mas que é fundamental manter no radar. A razão pela qual digo que tenho a honra de trabalhar com refugiados é porque eles são realmente algumas das pessoas mais maravilhosas que existem. Meus amigos mais próximos. Tão resilientes, tão extraordinários. A maior parte das lições de vida que aprendi — se não foi com meus filhos — veio deles.

LO: Eu adoraria falar sobre “Without Blood”, o filme que você escreveu e dirigiu sobre as repercussões da guerra. É realmente lindo. Qual foi o seu processo de escrita para adaptar o livro?

AJ: Eu me mantive muito fiel ao livro, o qual foi lindamente escrito. Eu sentia que estava mais editando e moldando do que escrevendo do zero. Escrevi meu primeiro filme, “Na Terra de Amor e Ódio”, a partir de uma página em branco. Meu processo tem sido um pouco peculiar, porque comecei a escrever quando já tinha todos os meus filhos e com a tendência de escrever sobre conflitos. Eu me via no meio de uma aula de arte ou de caratê para crianças, sentada num canto, fazendo pequenos esboços e anotando pensamentos em um caderno. Não havia espaço para me desligar completamente de tudo e começar a escrever. Eu arranjava algumas horas aqui e ali. Agradeço por dizer que gostou; sei que não é um filme fácil de assistir. Essa foi uma escolha para permanecer fiel ao livro. O período pós conflito é muito difícil. O filme trata menos de perdão e mais de honestidade. Discutir o perdão, quando há negação do dano, não promove a cura. O que eu amei em “Without Blood” é que Tito aceita sentar e ouvir como as ações dele mudaram o rumo da vida de Nina. Vivenciei esse tipo de cura com meu pai. Embora vejamos muitas coisas de maneira diferente, conseguimos ter conversas sinceras e encontrar a paz. Espero conseguir fazer isso em outros aspectos da minha vida.

LO: Você costuma fazer filmes sobre guerra. Tenho certeza de que você já ouviu dizer que todo diretor está, até certo ponto, fazendo o mesmo filme repetidamente.

AJ: Isso é interessante. Uma das coisas que o filme diz é que “voltamos para onde nos quebramos”. Acho que isso é verdade para muitas pessoas. Elas podem nem sequer reconhecer por que se comportam de certa maneira ou o que estão buscando, mas algo, em algum lugar, transformou aquela pessoa. Grande parte da sua vida consiste em tentar colocar aquela peça de volta ao lugar ou em compreendê-la. Quanto a mim, comecei a viajar para zonas de guerra quando tinha 23 anos. Provavelmente, na época, não percebi o quanto aquilo me impactou. Eu chorei muito no primeiro ano. Fiquei muito chocada e não sabia com o que. Eu mudei como pessoa. Trabalhando desde 2001 na fronteira com o Afeganistão e, depois vendo o retorno do Talibã, vendo a situação regredir e a realidade de tantos amigos… Eu tinha uma escola lá. Talvez seja por isso que quero focar tanto em soluções: porque acho que todos nós nos sentimos bastante sobrecarregados ao não ver o progresso e ao ver as coisas piorarem. Quando comecei a trabalhar com isso, havia 40 milhões de pessoas deslocadas; agora são 115 milhões. Isso teve um efeito sobre mim. Meu primeiro filme foi sobre o início de uma guerra. “Without Blood” é uma análise do momento em que a guerra termina. Quando tudo termina, como isso fica para nós? Não acaba simplesmente quando as bombas param.

LO: Estou curiosa para ver a próxima fase do ciclo de vida dos seus filmes.

AJ: Eu também [risos]. Não sei o que vai acontecer. Espero que seja algo pós conflito.

LO: Falando em cinema, seus filhos Maddox e Pax trabalharam como assistentes de direção. Como eles foram parar lá?

AJ: Acho que, se você tem interesse em trabalhar com cinema, precisa fazer parte da equipe, encarar o trabalho pesado e conhecer todos os diferentes departamentos. Eles trabalharam em alguns filmes dessa maneira e ambos também estão fazendo outras coisas: Maddox está focado em se tornar piloto e Pax tem a fotografia, mas acho que ele também se interessa por cinema. É claro que é bom estar perto deles, mas sou apenas a mamãe, querendo estar com a família.

LO: Você disse que, durante a produção de “Maria Callas” [filme lançado em 2024, que acompanha a trajetória da cantora de ópera Maria Callas], percebeu que nunca havia realmente chorado na frente dos seus filhos. Houve alguma “revelação” semelhante sobre a maternidade nos sets de “Without Blood”?

AJ: Para deixar claro, não acho que exista alguma mãe que nunca tenha chorado na frente do filho. Se me derem um cartão de aniversário, eu choro [risos]. Sou meio famosa por chorar fácil. Mas aquela dor emocional lancinante é certamente algo que eu esconderia dos meus filhos — até a chegada de “Maria”. É angustiante ver alguém de quem você gosta sentindo tanta dor. Não acho que eu os tenha exposto a algo novo em “Without Blood”. Eles me conhecem muito bem. Para o bem ou para o mal, eles conhecem todos os meus lados. Nós fizemos uma filmagem maravilhosa. Estávamos na Itália. Estávamos no mesmo local, mas cada um tinha seu próprio espaço separado; portanto, não ficamos juntos em uma casa de família. Estávamos morando em um lugar no estilo de alojamento e todo mundo estava explorando a Europa, então foi muito bom.

LO: Falando em seus filhos, sei que você visitava frequentemente sua filha, Zahara, na Spelman antes da formatura dela na faculdade, em Maio. Eu adoraria ouvir sua perspectiva sobre a experiência nas HBCUs.

AJ: Eu me senti profundamente honrada por fazer parte disso. Cheguei sabendo que ela pertencia àquele lugar e que era especial para ela. Eu não imaginava que seria tão bem recebida, instruída e apoiada como fui. Não existe lugar melhor para ela — isso realmente a transformou e agora faz parte da nossa família. Na verdade, me chamaram de lado quando ela se tornou uma AKA [membro da Alpha Kappa Alpha, uma irmandade historicamente negra]. Eu não sabia o que aquilo realmente significava, mas me falaram que era para a vida toda. É um lugar extraordinário. Nossa família sentiu muito orgulho dela, se sentiu muito honrada em fazer parte disso e em sentir que fomos acolhidos em algo muito especial, único e importante.

LO: Vendo de fora, parece que você criou indivíduos autênticos.

AJ: Eles são, sem dúvida, muito individuais. Isso me deixa muito orgulhosa, porque uma das coisas mais importantes, eu acho, é basicamente não ficar no caminho deles. Como mãe, você tenta fazer muitas coisas, mas também tenta não atrapalhar esse ser humano que tem uma vida própria, separada da sua, e tanto potencial em sua própria mente. Você quer garantir que os apoia.

LO: Há algo que você esteja animada para fazer por si mesma agora que todos eles já são adultos?

AJ: Eu realmente adoro e estou ansiosa por mais conexão e comunidade. Não sou do tipo que tira férias, faz compras ou coisas do gênero. Imagino mais trabalho de campo, mais viagens e simplesmente estar pelo mundo. Voltar para minha motocicleta, voltar a pilotar avião. Eu não sei. Isso é definitivamente o que meus filhos querem! Eles tiveram a mamãe quando a mamãe precisava ser mamãe. Agora, eles querem que eu ligue da Tunísia, assim que chegar de avião, para me encontrar com artistas locais. Concordo que seria muito legal.

Fotografia: Norman Jean Roy; Styling: Carolina Orrico; Cabelo: Renato Campora da Kalpana, usando Joico; Maquiagem: Raoul Alejandre da MMXX Artists; Manicure: Alex Jachno usando Dior; Cenografia: Brittany Porter da Artistry; Produção: The Morrison Group; Assistentes de fotografia: Paul Gilmore e Eugenio Ruiz; Assistentes de Cenografia: Sunny Mills e Ethan Kankula; Assistentes de produção: Aaron Johnson e Avedis Oksozian; Assistentes de Styling: Melissa Gordillo e Natalia Zamudio; Assistentes de set: Caroline Hui, Charlotte Hui e Chloé Hui.

• Fonte: L’Officiel USA

Várias fotos foram adicionadas em nossa Galeria. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso aos álbuns.


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• Ensaios fotograficos (Photoshoots) > 2026 > Norman Jean Roy (12x)
Diretora/ Filmes/ Trailer/ Without Blood

Novo trailer de “Without Blood” é disponibilizado

19 de agosto de 2026

Nesta quarta-feira, dia 19 de Agosto de 2026, foi disponibilizado um novo trailer oficial do filme “Without Blood”, dirigido por nossa musa inspiradora, Angelina Jolie.

Estrelado por Salma Hayek e Demián Bichir, o filme é baseado no livro do escritor italiano Alessandro Baricco, “Sem Sangue” (em tradução livre não oficial) que conta uma história sobre guerra, vingança, memória e cura.

O longa é o quinto projeto de direção de Jolie, cuja estreia mundial aconteceu no Festival Internacional de Cinema de Toronto de 2024. Entretanto, o filme foi lançado oficialmente apenas na Itália, em 2025. Em um comunicado oficial recentemente enviado à revista Variety, Jolie disse:

“Without Blood”, de Alessandro Baricco, examina verdades universais sobre trauma, memória e cura. A intimidade emocional e a abertura que nosso elenco e equipe trouxeram para este filme foram extraordinárias e foi empolgante vivenciar isso. Espero que as atuações corajosas de Salma e Demián inspirem o tipo de conversa que Baricco buscou ao escrever o romance.”

Produzido por Jolie, juntamente com Lorenzo Mieli, Lorenzo De Maio e Simone Gattoni, “Without Blood” é uma coprodução da Fremantle North America e da The Apartment (uma empresa da Fremantle), em colaboração com a Jolie Productions e a De Maio Entertainment.

Até o momento, não há previsão de lançamento do filme nos cinemas brasileiros, porém o longa entrará em exibição no dia 18 de Setembro de 2026 nos cinemas estadunidenses.

Um novo pôster oficial também foi disponibilizado e já adicionado em nossa Galeria. Confira o trailer legendado exclusivamente pelo Angelina Jolie Brasil:

Vídeos:


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Diretora/ Filmes/ Without Blood

Jolie fala sobre “Without Blood” em nova entrevista

10 de agosto de 2026

Nesta segunda-feira, dia 10 de Agosto de 2026, a revista PEOPLE publicou em seu website oficial uma nova entrevista exclusiva com nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – através da qual, ela fala sobre o filme “Without Blood”, que estreia dia 18 de Setembro nos cinemas estadunidenses. Confira o artigo traduzido na íntegra pelo Angelina Jolie Brasil!

Por Angelique Brenes

Angelina Jolie oferece aos fãs um novo vislumbre de “Without Blood” e fala abertamente sobre a história profundamente pessoal que ela espera que o público consiga absorver.

Antes da estreia do filme nos cinemas, que acontecerá em 18 de Setembro, a cineasta ganhadora do Oscar revelou com exclusividade à PEOPLE que seu drama — estrelado por Salma Hayek e Demián Bichir — trata, no fundo, de “cura após o trauma” e de encontrar conexão por meio de conversas sinceras.

“Eu me senti atraída pelo romance de Alessandro Baricco, que é belissimamente escrito, porque ele examina verdades universais sobre conflito, memória e o que significa ser humano,” Jolie, de 51 anos, disse à PEOPLE sobre a adaptação do aclamado romance do autor. “Optei por me manter muito fiel a isso. Minha abordagem foi mais a de moldar e editar do que de escrever.”

Ela diz que a mensagem da história vai muito além de seu cenário.

“O filme é para quem busca respostas e cura após um trauma”, diz Jolie. “O livro discute como muitas vezes “voltamos para onde nos quebramos”. Isso vale para quase todo mundo. Ninguém sabe pelo o que a outra pessoa passou. Sentar e conversar com abertura e honestidade é um começo.”

O filme também marca mais uma colaboração entre Jolie e Hayek, que anteriormente contracenaram juntas em “Eternos”, da Marvel. Desta vez, no entanto, Jolie está atrás das câmeras dirigindo a amiga, a qual ela descreve como uma das atuações mais transformadoras da atriz.

“Foi maravilhoso”, disse Jolie à PEOPLE. “Eu me senti muito afortunada por dirigir Salma, Demián, o restante do elenco e da equipe, que trabalharam incansavelmente.”

Ela diz que o material, emocionalmente exigente, requeria que cada ator fosse destemido.
 

Salma Hayek e Demián Bichir em “Without Blood”.
Crédito: Brainstorm Media e People

“É uma obra muito desafiadora para os atores, que tiveram de ser muito corajosos e emocionalmente abertos”, disse Jolie. “Conhecê-la bem ajudou a orientá-la, mas havia tanto nela — como mulher e como artista — que ainda me surpreendia e me impressionava profundamente.”

Jolie acredita que o público descobrirá um lado de Hayek que nunca viu antes.

“Estou animada para que as pessoas vejam o trabalho incrível dela”, diz ela. “Para vê-la de uma forma como ela não foi vista antes.”

“Without Blood”, dirigido e produzido por Jolie, baseia-se no romance de Baricco de mesmo nome. Estrelado por Hayek, Bichir e Juan Minujín, o drama se desenrola após um conflito não especificado e explora temas como guerra, memória, trauma e cura.
 

Salma Hayek e Demián Bichir em “Without Blood”.
Crédito: Brainstorm Media e People.

O projeto foi desenvolvido durante anos. Quando a produção estava em andamento na Itália, em 2022, também se tornou um negócio de família.

Na época, os filhos de Jolie, Maddox e Pax, trabalharam nos bastidores, na equipe de assistência de direção e nos sets de filmagens. Refletindo sobre a experiência, Jolie disse à PEOPLE: “Nós trabalhamos bem juntos. Quando uma equipe de filmagem está no seu melhor, a sensação é a de ser como uma grande família; por isso, pareceu algo natural.”

Agora, com “Without Blood” finalmente prestes a chegar ao público, Jolie espera que os espectadores saiam com a mesma sensação de empatia que a atraiu inicialmente para o livro.

O filme não tem data de lançamento prevista no Brasil.

• Fonte: People

 


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