Angelina Jolie é a personalidade global mais importante entre os brasileiros, segundo dados do Celebrity DBI, ferramenta do IBOPE Repucom que quantifica e qualifica as percepções da população sobre as celebridades. É a primeira vez que uma artista internacional alcança maior nota no ranking Top 10 do estudo.
Ainda de acordo com o Celebrity DBI, entre as mais de 600 celebridades pesquisadas entre os brasileiros, Jolie foi a com maior pontuação, 92,77, um índice altíssimo, com 60% de peso, enquanto os demais atributos representam 40% do total (appeal, aspiration, breakthrough, endorsement, influence, trend-setter e trust). Entre os famosos nacionais, foram bem avaliados Silvio Santos, Fernanda Montenegro, Pelé, Gisele Bündchen e Tony Ramos.
Segundo a pesquisa, o casamento de Angelina e Brad Pitt, no final de agosto, pode ter sido um dos fatores que a levaram ao topo do ranking.
Fonte: Época
Vote em Angelina Jolie para o People’s Choice Awards
22 de outubro de 2014
As votações para a premiação “People’s Choice Awards” já estão abertas. A atriz Angelina Jolie e seu mais recente trabalho, “Malévola” (Maleficent) estão concorrendo em várias categorias. Acesse o site oficial da premiação e vote!!! Obs: Atenção, antes de mudar da categoria na hora da votação lembre de clicar em “CAST VOTES” para que seu voto seja computado.
Atriz Favorita: Angelina Jolie
Atriz de Ação Favorita: Angelina Jolie
Filme Para Toda a Família Favorito: Malévola (Maleficent)

Angelina Jolie é fotografada nos sets de “By the Sea”
18 de outubro de 2014
Nesta sexta-feira, dia 17 de outubro, a atriz e diretora, Angelina Jolie, foi fotografada ao lado da atriz Mélanie Laurent, enquanto participavam das filmagens de “By the Sea” em Malta.
O filme será a primeira colaboração do casal depois de “Sr. & Sra. Smith” em 2005. O filme, que será estrelado tanto por Brad como Jolie, foi escrito pela atriz e será também dirigido por ela.
“By the Sea” irá se passar na França, durante os anos 1970. Jolie interpretará Vanessa, uma ex-dançarina, e Pitt interpretará Roland, um escritor americano. Enquanto eles viajam pelo país juntos, os dois acabam se distanciando. No entanto, quando o casal se hospeda em uma tranquila cidade costeira, Vanessa e Roland passam a conhecer outros habitantes do local. Conforme conversam com as outras pessoas, os dois são levados por suas histórias, mudando a forma como um vê o outro. Em um comunicado ao site, Jolie disse:
“Eu escolhi a década de 70, não só porque foi uma época colorida e atraente, mas porque também ainda não existiam tantas distrações da vida contemporânea, possibilitando com que, assim, o foco recaia, diretamente, sobre as emoções e sobre as experiências dos personagens durante a filme.”
O filme, que será lançado pelos Estúdios da Universal Pictures, ainda não possui data de lançamento definida.
Pitt estará também produzindo o longa, ao lado de outros grandes profissionais como a editora Patricia Rommel (“A Vida dos Outros”); o designer de produção Jon Hutman (“Invencível”); a figurinista Ellen Mirojnick (“Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme”) e o diretor de fotografia Christian Berger (“A Fita Branca”). Os produtores executivos são Chris Brigham (“A Origem”), Holly Goline (“Invencível”) e Michael Vieira (“Invencível”).
“By the Sea”, que contará também com a participação dos atores Niels Arestrup e Mélanie Laurent, começou a ser gravado em Malta no dia 08 de Setembro e continuará a ser rodado até meados de Novembro.
Fotos:
• FILMES > 2015 – BY THE SEA > SETS DE FILMAGENS – 17 OUTUBRO 2014 (08x)
Universal disponibiliza segundo trailer oficial de “Invencível”
16 de outubro de 2014
Nesta quinta-feira, dia 16 de outubro, os estúdios da Universal Pictures divulgaram um novo trailer oficial do filme “Invencível” (Unbroken). Que é dirigido pela vencedora do Oscar, Angelina Jolie.
O filme é baseado em “Unbroken: A world War II Story of Survival, Resilience, and Redemption” escrito por Laura Hillenbrand, que também escreveu “Seabiscuit: An American Legend”. Desde a sua publicação em 2010, “Unbroken” esteve por mais de 145 semanas na lista de best-sellers do ‘The New York times’, sendo 14 deles na primeira posição, e vendeu quase 3,5 milhões de cópias em todo o mundo. O livro foi eleito o Melhor Livro de Não-Ficção do ano pela revista ‘Time’ e ganhou o prêmio de livro não-ficção do ano do ‘Los Angeles Times’.
Jolie e Zamperini, vizinhos em Hollywood Hills, tornaram-se amigos muito próximos durante o desenvolvimento do filme, quando a cineasta ouviu o herói de guerra contar os incríveis incidentes de sua vida ao longo dos muitos meses de preparação. Antes de falecer, Zamperini deu a Jolie um pingente com a forma de um tênis de corrida, em homenagem ao prêmio de uma de suas primeiras corridas, que foi utilizado pela cineasta enquanto dirigia o filme na Austrália.
No Brasil, o filme tem data de estreia prevista para o dia 15 de janeiro de 2015.
Dois novos pôsteres do filme também foram disponibilizados:
Estilista fala sobre como foi vestir a Dama Angelina Jolie
13 de outubro de 2014
Os estilistas da marca britânica de roupas, ‘Ralph & Russo’ contaram, exclusivamente, ao site da revista Vogue inglesa, que foi uma honra vestir Angelina Jolie para o evento no qual ela recebeu das mãos da própria Rainha Elizabeth II, o título honorário de Dama do império britânico. A cineasta e ativista foi condecorada com o título em um evento que aconteceu nesta última sexta-feira, dia 10 de outubro, no Palácio de Buckingham em Londres. O título foi entregue a Jolie por conta do seu trabalho em combater a violência sexual e pelos serviços prestados à política externa do Reino Unido.
Para a ocasião, Jolie optou em usar um terno e uma saia da coleção primavera/verão da marca que foram vistos, originalmente, na passarela, mas na cor cor vermelha. No entanto, Jolie requereu à marca que o conjunto fosse refeito na cor cinza claro, sendo utilizado pela atriz com sapatos peep-toe também na cor cinza. Em um comunicado, a co-fundadora e designer da marca, Tamara Ralph, disse:
“Foi um grande honra o fato de Angelina Jolie pedir para nós criarmos sua roupa para um evento tão importante e tão significativo. Já que a ‘Ralph & Russo’ é uma marca da alta costura britânica, foi apropriado ela escolher usar uma das nossas criações no Palácio de Buckingham. O conjunto de lã na cor cinza claro foi perfeitamente adequado para a ocasião. Simples, elegante e refinado”.
Fonte: Vogue
Rainha Elizabeth II entrega a Jolie, título de Dama do império britânico
10 de outubro de 2014
Nesta sexta-feira, dia 10 de outubro, Angelina Jolie recebeu o título de Dama do Império Britânico pela Rainha Elizabeth II do Reino Unido. A atriz e humanitária de 39 anos – que co-presidiu uma cúpula internacional a favor do fim da violência sexual em conflitos em Junho deste ano – se tornou oficialmente uma Dama Comenda da Mais Distinta Ordem de São Miguel e São Jorge pelos serviços prestados à política externa do Reino Unido e pela campanha contra violência sexual em zonas de guerra.
O título é a versão feminina do que seria o título honorário de Cavalheiro. Jolie estava entre as 1.149 pessoas que receberam um prêmio pela sua contribuição à sociedade britânica, na lista anual Queen’s Birthday Honours publicada neste sábado.
O reconhecimento de honra de Jolie se deu pela contribuição da atriz com relação a política externa britânica para o fim da violência sexual em conflitos – a atriz, inclusive, fundou a ‘Preventing Sexual Violence Initiative’ (Iniciativa de Prevenção a Violência Sexual) dois anos atrás ao lado do Ministro de Relações Exteriores do Reino Unido, William Hague. Como Jolie não é cidadã britânica, ela não pode ser tratada como Dama, mas pode receber o prêmio de forma honorária. Em um comunicado, a atriz – que vem sendo nomeada como a Princesa Diana de nossa era – agradeceu ao título:
“Receber uma honra relacionada à política externa tem um grande significado para mim, pois isso é algo que eu gostaria de dedicar a minha vida. Trabalhar com a ‘Preventing Sexual Violence Initiative’ e os sobreviventes de estupro é uma honra. Eu sei que o sucesso com relação aos nossos objetivos pode demorar uma vida inteira, mas serei dedicada a isso por toda minha vida”.
Na noite anterior, desta quinta-feira, dia 09 de Outubro, a atriz e o marido, Brad Pitt, foram fotografados ao lado dos filhos no Aeroporto, após aterrizar em Londres.
Fotos:
• APARIÇÕES PUBLICAS > 2014 > ENTREGA DE PRÊMIO HONORÁRIO (20x)
• CANDIDS > 2014 > 09/10/14 (10x)
Premiere Mundial de Unbroken acontecerá na Austrália
9 de outubro de 2014
De acordo com o site oficial do jornal australiano “Today” a Premiere Mundial do novo filme dirigido por Angelina Jolie acontecerá no dia 17 de Novembro na Austrália. A atriz e seu marido, Brad Pitt, assim como os atores do filme deverão marcar presença no evento. O local específico de onde acontecerá a Premiere, no entanto, ainda não foi divulgado.
Com estreia prevista para o dia 25 de Dezembro nos Estados Unidos, o filme contará a história de vida de Louis Zamperini – corredor olímpico e oficial da aeronáutica americana que sofreu um acidente aéreo durante a Segunda Guerra Mundial, e que sobreviveu durante 47 dias em um bote salva vidas no Oceano Pacífico e que posteriormente, virou prisioneiro de guerra no Japão. As filmagens começaram na Austrália no ano passado e foram finalizadas no começo deste ano.
No Brasil, o filme tem data de estreia prevista para o dia 15 de janeiro de 2015.
Assista o trailer oficial:
Duas espécies dividem a humanidade. A primeira, recebe você oferecendo algo para beber. A segunda não. Angelina Jolie, que pertence à primeira espécie, está preocupada se você está com sede e se não está com muito frio – porque os americanos têm o curioso hábito de ligar o ar condicionado de uma forma que você se sente como se estivesse na Groenlândia e não na Califórnia. A atriz deu a nós, em Los Angeles, uma entrevista excepcional que durou, aproximadamente, mais de uma hora, para promover “Invencível” (Unbroken), seu segundo filme como diretora. “Porque a Marie Claire vale a pena”, foi a explicação dada por ela para desligar o ar condicionado e abrir uma grande janela banhada por céus azuis e folhas de palmeira. Vale tanto a pena que parece meio óbvio que esta entrevista esteja nesta edição histórica (nós, ainda, iremos dedicar a edição de janeiro especificamente para o tão esperado filme, “Invencível”). Angelina Jolie simboliza, para nós, alguém muito maior do que uma atriz de cinema comprometida. Ela representa uma mulher batalhadora, que é, ao mesmo tempo, muito gentil e ultra-determinada. De um altruísmo absoluto. Uma mulher poderosa. Ou seja, um exemplo a ser seguido.
Por que você decidiu dar, a nós, mais tempo do que o previsto?
Eu amo o conceito da Marie Claire – uma mistura de artigos extremamente interessantes, que fazem dela uma ótima revista!
Estamos celebrando nosso sexagésimo aniversário e eu fiz essa pergunta para várias pessoas: O que é ser uma mulher poderosa para você?
Uma mulher honesta.
Você deu uma grande impressão em Junho, em Londres, durante o evento dedicado a acabar com a violência sexual. Você conseguiu mudar alguma coisa?
Sim, mas eu não sei se foi por minha causa. Eles já tinham estado na reunião do G8, que irá criminalizar mais fortemente o estupro utilizado em zonas de guerra. Muitos países fizeram da decisão, seus compromissos prioritários e, por isso, todos nós devemos trabalhar juntos, legisladores, políticos, médicos, investigadores, para conseguirmos uma responsabilização imediata com relação aos autores destes crimes de guerra.
Na prática, muitas coisas mudaram finalmente?
Sim, absolutamente. A coisa mais importante é identificar os autores dos estupros em massa que estão sendo praticados no Congo, no norte da Nigéria e em outros países. Equipes estão trabalhando duro e se dedicando a esta causa. Toda manhã, eu recebo um relatório feito pela ONU, com os crimes sexuais mais recentes, praticados contra mulheres em 20 países, e com o progresso das medidas que estão sendo tomadas. Eu, constantemente, tenho essa batalha em mente. Devemos reverter essa barbaridade.
Você não fica depressiva em ler essa lista de horrores pela manhã?
Provavelmente, mas não mais do que quando leio os jornais ou assisto às notícias na televisão. E eu posso dizer que eles não irão melhorar. Pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial, existem mais pessoas desabrigadas no mundo. 51 milhões, sem contar as vítimas recentes das atrocidades no Iraque. No momento em que conversamos, existirão mais do que 52 milhões. Nós estamos chegando a um ponto de ruptura, com tudo isso que acontece no mundo. As necessidades humanitárias estão aumentando, e isso não pode continuar.
Mas como se pode agir de forma mais concreta?
Nós temos que nos preocupar, mais do que nunca, com as leis e com a ordem onde existe o caos. É necessário colocar pressão nos criminosos de guerra, e fazer de tudo para levá-los à justiça. Para isso, é preciso ajudar os governos dos países que possuem estruturas apropriadas para identificar e neutralizar esses homicidas em massa, a estabilizar estruturas de prova legais. Devemos ser menos egoístas e realizar mais trabalhos em colaboração com os outros. Estou determinada a ver mais consciência, e isso será um progresso.
Será o bastante?
Não, provavelmente não. Por 12 anos, eu realizei trabalhos humanitários de campo e vi que nós continuamos a ser muito cautelosos com as leis e com o direito moral de interferência. Nós passamos muito tempo levando em consideração a importância das diferentes culturas, nos questionando se devemos tomar uma medida apropriada com base na estrutura moral de que temos de confiar, simplesmente, no campo jurídico para mudar as coisas.
Você defende o direito de intervenção?
Veja, nós não podemos simplesmente anunciar o fato de muitas meninas não tem acesso à escola. Temos de impor a obrigação de frequentar a escola em qualquer lugar do mundo. Parte da Carta das Nações Unidas prevê que a “não inscrição” de meninas na escola é um crime sujeito a processo e até prisão, se necessário. Se você se casa com uma menina, contra a vontade dela, isso é estupro, e não pode, indefinidamente, ser considerado como algo importante dentro de costumes tribais. É hora de agir! Não podemos mais ser apenas neutros ou entrar em uma zona cinzenta confortável de críticas suaves. Você tem que ver as coisas no preto ou no branco. Temos de aplicar as mesmas leis universais em todo o mundo. Obter os mesmos padrões legais para todos. Que não exista mais padrões duplos!
As mulheres, com certeza, estão na linha de fogo.
Sim, com certeza, e é por isso que é necessário, ao mesmo tempo, criminalizar essas questões sexuais e educar os homens, sejam pais, irmãos ou filhos. Colocá-los a frente de suas responsabilidades, explicando-lhes que não respeitar a lei é uma infração à lei. Protegendo, assim, aqueles que lutam para mudar atitudes, e que muitas vezes arriscam suas vidas. Existe, infelizmente, mais e mais pessoas com boa vontade em todo o mundo e isso é uma coisa reconfortante.
O Secretário de Estado, John Kerry, bem como os representantes de 140 países, calorosamente aplaudiram você no final do evento contra a violência sexual que aconteceu em Londres. Eles irão apoiar a sua vontade de estabelecer leis universais para as mulheres? Se sim, como?
Eu acredito que sim. Eles estão determinados a fazer a diferença. Eles poderiam, por exemplo, ajudar mais determinados países a mudar a condição das mulheres.
Ouvindo você hoje, surge uma questão: Você está tentando, através da política, impulsionar o nível real de mudanças?
Eu não acho que minha família iria concordar. Eu não sei como posso ser mais eficaz, neste momento, porque a minha posição como figura pública me ajuda muito na mídia a criar consciência sobre as minhas lutas.
Mas você pensa nisso, afinal?
Eu realmente não sei o que pode acontecer amanhã… Eu nunca pensei que um dia iria fazer um discurso para muitos líderes políticos, mas eu sempre soube que eu queria ser útil. Eu faria coisas para ajudar os outros. Portanto, não é um não definitivo.
Qual foi a primeira coisa que te deixou indignada?
Foi quando eu estava no Camboja para participar das filmagens de um filme, que eu tomei ciência do Khmer Vermelho. Você não consegue nem imaginar o estado deste país, com milhares de refugiados em acampamentos, órfãos, veteranos de guerra deficientes, com minas terrestres por todos os lados e a morte tão perto, com enormes valas comuns… Isso, significantemente, me ajudou a aumentar minha consciência. Logo depois, vi abomináveis imagens do que estava acontecendo na Serra Leoa, e então, entrei em contado com o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados, o qual me mandou para lá como uma enviada. Então, pude ver as brutais atrocidades cometidas contra civis. Eu jurei pensar todos os dias no que eu tinha visto. Eu não conseguia me imagina vivendo sem fazer nada.
Sua mãe influenciou você com relações às questões éticas e morais?
Sem dúvida. Minha mãe era muito delicada e amorosa, mas moveria montanhas pelos seus filhos. Isso é algo que eu sempre admirei nas mulheres: essa mistura de delicadeza e força. Ela tinha descendência indígena [do índio nativo americano], e eu lembro de que, quando eu ainda era pequena, ela me levou para jantar organizado pela Amnesty International [Anistia Internacional]. Ela sempre quis tentar entender a complexidade do mundo. Ela tinha um grande coração e ficou sensibilizada com a violência do mundo. Ela orava pela paz e não conseguia suportar toda essa violência.
Você acredita na vida após a morte? Se sim, de quem você se sente próxima?
Eu não tenho certeza se acredito na vida após a morte. Eu me sinto próxima da minha mãe quando eu olho para os meus filhos. E então, eu posso sentir a influência dela em mim. Vejo que a forma em que crio meus filhos é parecida com a dela; é parecida com a forma em que ela criou meu irmão e eu.Isso é ainda mais evidente no meu relacionamento com as minhas filhas Shiloh e Vivienne. Então, sim, minha mãe me influencia em todos os momentos. Eu não sei se nós iremos para algum lugar depois que partirmos, mas o que eu tenho certeza é com relação à influência que cada um de nós tem sobre o destino do mundo e que a corrente humana que existe entre o passado, presente e futuro continua viva, dando um espécie de eternidade para a humanidade.
O relacionamento com o seu pai continua complicado?
Não é que é complicado, o fato é que esse relacionamento nunca realmente existiu. Ele praticamente não me criou. É um pouco tarde, agora, para criar algo profundo.
O com Brad, está tudo bem?
Ele está ótimo e obrigada por perguntar sobre ele (risadas). Enquanto conversamos aqui, ele está fazendo aula de francês. Ele trabalha duro. E é por isso que eu irei dirigi-lo em meu novo filme, que deve se passar na França, embora por outras razões, nós iremos para Malta. Nós iremos interpretar um casal de americanos no Sul da França, que, sem dúvida, irá lembrar algo.
Viver no sul da França é o mesmo que viver na América?
Exatamente o mesmo. Você sabe, eu não sou muito boa em descansar. Descansar sempre me fazer coisas. Eu não consigo. Eu leio, eu escrevo, eu negocio filmes, eu fico no computador. Não, realmente, eu não sou a melhor pessoas para descansar. Miraval é o local romântico perfeito para nós mas também é perfeito porque está próximo de tudo – das cidades europeias, da África, do Oriente Médio e de todos os outros países que eu preciso visitar por conta do meu trabalho com a ONU. Los Angeles é realmente muito longe de tudo.
Você é coberta de tatuagens. Se você fosse fazer uma nova, qual seria?
Se eu quisesse que fazer uma nova, com certeza já estaria na minha pele (risos).Eu não tenho nenhum desejo no momento, mas você pode ter certeza que em breve irei fazer uma nova. Provavelmente uma inscrição japonesa.
Eu vejo uma inscrição em seu antebraço. O que significa?
É uma frase do grande poeta místico persa Rumi, que influenciou o Sufismo. Significa “força de vontade”.
Algo que pode mudar o mundo?
A Corte Penal Internacional. Ela irá mudar.
Você sabe, nós fomos avisados: sem questões sobre sua dupla mastectomia. Por que?
Porque eu já disse tudo sobre esse assunto. O que eu posso dizer é que eu não me arrependo da minha escolha, pelo contrário, eu interajo muito com as mulheres que me pedem conselho.
No seu primeiro filme, havia uma cena extraordinária dos dois amantes inimigos protagonistas, enquanto visitavam um museu em ruínas, e os dois saem em paz. Pode a arte também salvar o mundo?
Absolutamente. Eu estou convencida de que a arte pode nos deixar mais próximos uns dos outros. Independentemente de qual forma – através de reflexões ou distrações – a arte força as pessoas à pensar, à falar e à compartilhar.
Você é indestrutível?
Eu espero que sim. Pelo menos por enquanto (risos).
Fonte: Marie Claire e angelinajolie.forumfree.it
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Fotos:
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