Enviada Especial/ Trabalho Humanitário/ UNHCR

Jolie visita região com mais de 100 mil desabrigados em Mianmar

4 de agosto de 2015

A atriz ganhadora do Oscar e Enviada Especial da Agência da ONU para os Refugiados, Angelina Jolie, viajou na última quinta-feira (30) para Kachin, estado de Mianmar, onde ouviu histórias de pessoas desabrigadas internamente, incluindo mulheres. Ela destacou que “mulheres e meninas precisam ter um papel significativo e ativo no processo de paz”.

A Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR/ACNUR) também visitou o município Myitkyina, onde mais de 100 mil pessoas estão desabrigadas desde quando um acordo de cessar fogo entre as forças armadas de Mianmar e os grupos armados foi quebrado, em 2011. Jolie conversou com famílias desabrigadas sobre os desafios relacionados ao acesso a serviços básicos, em especial aos de saúde.

“Com as negociações de cessar fogo e as próximas eleições, é essencial o acesso de todas as pessoas de Mianmar, incluindo os desabrigados, às decisões que afetam seu futuro”, disse Jolie, que também destacou a importância do acesso humanitário para ajudar as famílias deslocadas. Agentes humanitários locais ou internacionais não têm acesso à área de conflito desde o início dos confrontos, no final de junho de 2015.

Fonte: Nações Unidas

Enviada Especial/ News/ Trabalho Humanitário/ UNHCR

Angelina Jolie: reunião com trabalhadoras em Myanmar

2 de agosto de 2015

A cineasta norte americana Angelina Jolie Pitt, Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR/ACNUR}), e Aung San Suu Kyi se reuniram neste sábado, dia 1º de Agosto, com funcionárias birmanesas da indústria têxtil para conversar sobre as condições de trabalho do país, que é um dos mais pobres da Ásia.

Primeiramente, Jolie se reuniu com Suu Kyi na residência da líder política localizada na cidade de Rangun, em Myanmar. Depois, as duas seguiram para uma localidade da periferia. Lá, dezenas de pessoas se reuniram para receber a dupla, perto da residência das trabalhadoras. Angelina Jolie e Aung San Suu Kyi conversaram com elas sobre as condições de trabalho e também sobre educação, segundo um comunicado publicado no Facebook do partido da líder opositora, a Liga Nacional pela Democracia (LND).

A atriz americana está em Myanmar desde quarta-feira, a convite de Suu Kyi, vencedora do prêmio Nobel da Paz, que será candidata nas eleições legislativas que acontecerão em Novembro e que, provavelmente, serão decisivas para o futuro democrático do país.

No dia anterior (31 de Julho) Jolie visitou o Monastério Phayar Pyu, a sede da organização “Young Men’s Christian Associations – YMCA” (ou Associação Cristã de Moços) localizados em Rangun, e conversou com os líderes da comunidade Rohingya. Os Rohingya foram marginalizados em vários países, sendo perseguidos por motivações étnicas e religiosas. Eles tiveram que se refugiar em guetos e favelas, até que a ONU os nomeou como uma das minorias mais perseguidas do mundo. Os Rohingya destacaram-se na mídia em junho de 2012, quando conflitos étnicos deixaram 88 mortos e 90.000 pessoas desabrigadas.

Após quatro dias de missão humanitária, Angelina foi fotografada ao lado do filho Pax em um Aeroporto, enquanto se preparava para deixar o país.

Parte do texto foi retirado do site G1.

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Enviada Especial/ News/ Trabalho Humanitário/ UNHCR

Angelina e Pax visitam campo de refugiados em Myanmar

30 de julho de 2015

Nesta quinta-feira, dia 30 de Julho, a cineasta e Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR/ACNUR), Angelina Jolie Pitt, visitou um campo de refugiados chamado Ja Mai Kaung Baptist, que fica localizado na cidade de Myitkyina, no Estado de Kachin, em Myanmar. No entanto, diferentemente do que está sendo divulgado em outros sites de notícias, Angelina estava na companhia do filho PAX (e não Maddox), de 11 anos de idade, que foi adotado pela atriz em 2007 no Vietnã.

Durante a viagem, Jolie se reuniu com uma senhora idosa extraordinariamente forte, com 90 anos de idade, que já chegou a morar 10 vezes no acampamento de Ja Mai Kaung Baptist, por ficar desabrigada. A refugiada foi expulsa de sua residência no ano de 2011. Como Enviada Especial do UNHCR ou como co-fundadora da Iniciativa de Prevenção Contra a Violência Sexual em Conflitos, Angelina esteve com a agenda lotada durante a visita ao país. Seu itinerário incluiu encontros com ativistas residentes em Myanmar e uma reunião com o Presidente do país, Thein Sein. Ao chegar no país para mais uma missão humanitária nesta quarta-feira (29), Jolie se pronunciou:

“Eu estou ansiosa para me reunir com muitas pessoas daqui, incluindo grupos de mulheres, membros da sociedade civil, pessoas desabrigadas e jovens para ouvir diretamente deles suas preocupações e esperanças com relação ao futuro do país”.

Parte do texto foi retirada do site da revista People.

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Enviada Especial/ Trabalho Humanitário/ UNHCR

Angelina Jolie: missão humanitária em Myanmar

30 de julho de 2015

A cineasta americana Angelina Jolie, chegou na manhã desta quarta-feira (29) a Myanmar para uma missão humanitária.

“Estou ansiosa para conhecer pessoas, conversar com grupos de mulheres, desabrigados e jovens para ouvir diretamente deles suas preocupações e esperanças para o futuro do país”, disse a atriz que é Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR/ACNUR).

De acordo com informações contidas em vários sites de notícias, esta primeira visita de Jolie ao país teria ocorrido a convite de Aung San Suu Kyi, cujo partido é o favorito para as eleições legislativas que devem acontecer no dia 8 de novembro no país. No entanto, a Enviada Especial da ONU já realizou dezenas de visitas a outros campos de refugiados na Ásia.

Especialmente afetada pela situação dos rohingyas – uma perseguida minoria muçulmana – Jolie criticou abertamente o governo tailandês em 2009 por não fazer o suficiente para ajudá-los. Na época, a atriz visitou um campo de refugiados na fronteira entre Myanmar e a Tailândia. Desta vez, seu itinerário não foi anunciado por razões de segurança, mas é provável que ela visite o estado de Arakan, onde os rohingyas vivem.

Antes de Myanmar, Angelina esteve no Camboja, onde pretende gravar um filme para a Netflix, sobre o regime do Khmer Vermelho através dos olhos de uma criança. Jolie irá adaptar o livro “First They Killed My Father: A Daughter of Cambodia Remembers” em que a cambojana e ativista de direitos humanos, Loung Ung, recorda os horrores vividos durante o regime que fez cerca de dois milhões de mortes entre os anos de 1975 e 1979.

Parte do texto foi retirada do site UOL.


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• CANDIDS > 2015 > 29/07/15 (3x)
• TRABALHO HUMANITÁRIO > 2015 > 29/07/15 – MYANMAR (30x)

Camboja/ Diretora/ Filmes/ News

Novo filme de Angelina Jolie prestará tributo ao Camboja

30 de julho de 2015

O Camboja ajudou Angelina Jolie a se tornar uma super estrela e a começar uma família. Para contar a história da população do país que conseguiu sensibilizá-la, ela irá dirigir um filme para a Netflix que será baseado em um livro que contém lembranças do holocausto ocorrido durante a década de 70, sob o regime comunista do Khmer Vermelho, responsabilizado pela morte de 1.7 milhões de pessoas.

E seu filho nascido no Camboja, Maddox, vai ajudá-la com a pesquisa e com as preparações para o filme, de acordo com o que Jolie contou nesta terça-feira em uma entrevista feita por e-mail para a ‘The Associated Press’.

Parte do filme de sucesso estrelado por Jolie em 2001, “Lara Croft: Tomb Raider”, foi filmada no famoso complexo de templos localizado em Angkor Wat no Camboja. Em 2002, ela retornou ao país para adotar Maddox, com 7 meses de idade em um orfanato localizado na parte ocidental do país. Determinada em retribuir algo ao país, ela abriu uma fundação no Camboja há 12 anos para promover o desenvolvimento da comunidade, assim como também a conservação ambiental.

No fim de semana passado, Jolie visitou alguns projetos da ‘Fundação Maddox Jolie-Pitt’ que se concentram em programas que “visam ajudar as famílias locais a superar os problemas associados à pobreza na região e a preservar o habitat natural da notável vida selvagem do país para as gerações futuras”, disse ela.

Ela está se programando para começar a filmar o longa em Novembro para o novo projeto da Netflix – uma adaptação das memórias de Loung Ung, autora do livro “First they Killed My Father: A Daughter of Cambodia Remembers,” que retrata as lembranças de sua infância sob o regime do Khmer Vermelho. Jolie dirigiu recentemente o filme biográfico de Louis Zamperini, “Invencível”, e também está atualmente trabalhando na pós produção do filme “By the Sea”, o qual dirige e atua ao lado do marido Brad Pitt.

Durante a sua visita no Camboja, realizada nesta semana, Jolie concordou em responder algumas perguntas a ‘The Associated Press’ enviadas por e-mail. Aqui está uma versão editada da troca de mensagens:

Você sente uma responsabilidade política/social ao contar as histórias do Camboja, já que Maddox nasceu lá?

“Eu sinto uma profunda ligação com o Camboja. Quero respeitar sua história e levar um filme ao mundo, que não só irá mostrar os horrores da guerra, mas também a dignidade e resistência de um povo que eu respeito profundamente. Como Maddox e eu estamos preparando filme, nós iremos aprender mais sobre este país um ao lado do outro. Ele fará 14 anos na próxima semana e este é um momento muito importante para ele compreender melhor quem ele é. Ele é meu filho, mas ele também é um filho do Camboja. Este é o momento para a nossa família entender o que tudo isso significa para ele e para nós. Meu desejo de contar esta história da maneira mais verdadeira e precisa possível será a minha homenagem à força e à dignidade de todo o povo cambojano”.

Existem muitas histórias horríveis de pessoas que viveram sob o regime do Khmer Vermelho. O que existe especificamente nesta história que você acredita ser importante para ser mostrado em um filme?

“A intenção deste projeto não é para reviver os horrores da guerra, mas levar às telas personagens que pessoas ao redor do mundo possam se identificar e simpatizar; assim como também ajudar as outras pessoas a aprender mais sobre o Camboja. O que existe de especial nesta história especificamente é que ela é contada a partir do ponto de vista de uma criança de 5 anos de idade e se baseia na experiência de guerra emocional de uma criança. Esta história ilustra não são só a experiência vivida por uma criança durante o genocídio no Camboja, mas a experiência de todas as crianças que sofreram e sofrem com a guerra”.

Maddox estará envolvido com o filme ou com sua produção?

“Maddox estará nos sets de filmagens durante todos os dias depois da escola e estará envolvido com os bastidores. E sim, Maddox já está envolvido com a Fundação Maddox Jolie-Pitt e irá assumir meu papel quando ele for mais velho”.

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Jolie esteve na capital do Camboja, Phnom Penh, nesta segunda-feira fazendo pesquisas no Centro Bophana – em arquivo audiovisual co-fundado por Rithy Pan, um renomado documentarista cambojano cujo trabalho tem incidido sobre a tragédia promovida pelo Khmer Vermelho e que irá colaborar com o novo projeto da Netflix. O filme será rodado também na língua Khmer. Em um discurso feito durante a visita o Centro Bophana, Jolie disse:

“Nós vamos passar os próximos meses procurando por locações e fazendo testes com atores locais para o filme, mas o mais importante é pesquisar todos os eventos para termos certeza de que, historicamente, o filme mostre exatamente o que aconteceu e que devemos honrar não apenas Loung Ung e sua família, mas todas as pessoas que individualmente sofreram sob o regime do Khmer Vermelho […] O livro é um guia que conta a história de uma garotinha, mas nós vamos completar sua história com as experiências de outras pessoas e adicioná-las ao filme. Através da história de Loung Ung, nós também contaremos muitas outras de modo que o filme não seja baseado apenas na memória de uma criança, mas na memória coletiva do povo do Camboja”.

Fonte: The New York Times

Camboja/ Candids/ News/ Trabalho Humanitário

Angelina Jolie faz viagem emocionante ao Camboja

29 de julho de 2015

Este foi o país que mudou sua vida, portanto, o Camboja sempre será um lugar especial para Angelina Jolie Pitt.

A estrela e Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR/ACNUR) retornou ao Camboja – país onde participou das gravações do filme “Lara Croft: Tomb Raider” e onde adotou seu filho Maddox em 2002 – para conferir o trabalho das suas duas organizações e para começar a trabalhar na produção do seu próximo filme.

Nos próximos meses, a diretora começará a trabalhar nas filmagens da adaptação cinematográfica do livro “First They Killed My Father: A Daughter of Cambodia Remembers” [algo como ‘Primeiro Eles Mataram Meu Pai: As Lembranças de uma Filha do Camboja’] escrito por Loung Ung. O livro contém as memórias detalhadas de Ung, enquanto ela crescia sob o regime do Khmer Vermelho – responsável por um genocídio ocorrido durante a década de 70, no qual 1.7 milhões de pessoas foram mortas. Jolie escreveu o roteiro do filme ao lado de Ung, com quem Angelina desenvolveu uma íntima amizade após ler o livro.

“A intenção deste projeto não é reviver os horrores da guerra, mas levar personagens às telas que as pessoas ao redor do mundo possam se identificar, sentir empatia e ensinar outras pessoas sobre este país que eu amo tanto e respeito, assim como mostrar a cultura e a vida familiar cambojanas que eu tanto admiro”, disse Jolie a um jornal cambojano em Phnom Penh.

“O filme será gravado a partir da perspectiva de uma criança,” disse ela, adicionando o fato de que o longa será realizado com pessoas nascidas no país, incluindo “elenco e equipe cambojanas, e será também gravado na língua cambojana”.

A fase de pré produção do filme deve durar até Novembro. Enquanto isso, Angelina pretende pesquisar detalhadamente os eventos que ocorreram durante a história de Ung para garantir que o filme seja historicamente preciso. As filmagens devem acontecer a partir de Novembro até o final de Janeiro.

“Loung era tão nova naquela época e por isso estamos trabalhando com o Centro Bophana, com outros historiadores e estamos conversando com muitas outras pessoas que também passaram pela guerra para garantir que os acontecimentos do filme sejam mostrados corretamente,” explicou ela.

Nesta segunda-feira, dia 27, Angelina se reuniu com o diretor e produtor cambojano Rithy Panh – que está ajudando na produção do filme – para rever imagens históricas durante o regime do Khmer Vermelho. Angelina também está contando com a ajuda do seu filho mais velho Maddox, atualmente, com 13 anos de idade.

“Maddox vai estar nos sets de filmagens durante todos os dias depois de ir para a escola e estará envolvido com os bastidores”, confirmou ela para a Associated Press.

Enquanto visitava o país, Jolie também conferiu o progresso de suas duas organizações localizadas no Camboja: a Fundação Maddox Jolie-Pitt (Maddox Jolie-Pitt Foundation) e o Centro Maddox Chivan para Crianças (Maddox Chivan Children’s Center). De acordo com Angelina, ela espera que os dois centros sejam, no futuro, administrados pelo filho.

A Fundação Maddox Jolie-Pitt, atualmente em seu 12º ano de existência, ajuda cerca de 7.000 pessoas que vivem em Samlout – uma remota área pós conflito localizada no Camboja. No ano passado, a organização cuidou de aproximadamente 64.000 casos médicos.

A Fundação ainda tem como foco as mulheres e as questões familiares, incluindo saúde materna, educação e atletismo. De fato, durante a sua mais recente visita, Angelina “brincou com as crianças enquanto desfrutavam da nova quadra de esportes – a primeira da comunidade.”

Além disso, a Fundação também serve como uma organização de conservação ambiental, com o objetivo de ajudar e proteger as florestas tropicais e as várias espécies de elefantes, leopardos entre outros animais que habitam essas terras. – Fonte: People

Fotos:
• CANDIDS > 2015 > 26/07/15 (2x)
• CANDIDS > 2015 > 27/07/15 (5x)
• TRABALHO HUMANITÁRIO > 2015 > 27/07/15 – CAMBOJA (1x)

Atriz/ Filmes/ News

DreamWorks divulga artes conceituais de Kung Fu Panda 3

28 de julho de 2015

Quem curtiu os dois primeiros capítulos da animação protagonizada pelo desastrado panda Po, que se torna lutador de kung fu, certamente vai se encantar – e gargalhar – com o terceiro filme da franquia: Kung Fu Panda 3, que chega aos cinemas dia 17 de março de 2016.

Na trama, Po (na voz de Jack Black) continua seu treinamento com o mestre Shifu (dublado por Dustin Hoffman), e, se surpreende quando seu pai verdadeiro (Bryan Cranston) aparece na cidade, procurando pelo filho. Ele também descobre que a vila onde nasceu ainda existe e é a residência de inúmeros pandas. As novas imagens conceituais divulgadas pelo site oficial da revista norte americana “Entertainment Weekly” mostram justamente isso: a aldeia dos pandas como uma paisagem orgânica, impressionante, pitoresca e, ao mesmo tempo, encantadora aos olhos do protagonista.

Segundo o designer de produção do filme, Raymond Zibach, eles construíram o local a partir da experiência de Po:

“Queríamos fazer algo realmente especial para ele. O fato de que ele volta para outros da sua espécie e percebe que o modo de vida deles é meio mágico, pois achava que nada disso existia.”

A diretora Jennifer Yuh, por sua vez, afirma que a reunião é a primeira vez que Po interage com outros pandas na vida adulta:

“É uma ótima oportunidade para vermos o que faz do Po, o Po; o que faz com que ele seja diferente, o que faz com que ele seja como os outros e realmente exploramos esse mundo dos pandas.”

O curioso é que, de acordo com o co-diretor Alessandro Carloni, eles tiveram que trabalhar com os diferentes pandas que existem no filme e as particularidades de cada um, para que o público os reconhecesse.

Como novidade no elenco de vozes originais, além de Cranston (Breaking Bad), teremos o vencedor do Oscar J.K. Simmons dublando o vilão Kai. Retornam como dubladores os atores David Cross (Garça), Angelina Jolie (Tigresa), Seth Rogen (Louva-deus), Jackie Chan (Macaco) e Lucy Liu (Víbora). – Fonte: Adoro Cinema

Fotos:
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Camboja/ Candids/ Diretora/ Filmes/ News

Angelina começa a trabalhar em novo filme no Camboja

28 de julho de 2015

Na quinta-feira da semana passada, dia 23 de Julho, Angelina Jolie Pitt e seu filho Pax foram fotografados chegando ao Aeroporto Internacional de Los Angeles para pegar um voo com destino à Coréia do Sul – como já postado no Angelina Fan Brasil. Posteriormente, a dupla pegou mais um voo, mas desta vez com destino ao Camboja.

Nos dias que se seguiram, Angelina foi vista passeando pela capital do país, Phnom Penh, ao lado do filho. No entanto, sua recente visita ao Camboja teve outra finalidade: a de começar a trabalhar na pré produção do seu novo filme, “First They Killed My Father: A Daughter of Cambodia Remembers”.

Nesta segunda-feira, dia 27, Angelina visitou o Museu do Genocídio Tuol Sleng (Tuol Sleng Genocide Museum) e depois viu o arquivo de imagens que foram feitas durante o regime do Khmer Vermelho no Centro Bophana. Segundo a atriz e diretora, esta visita ao país foi realizada com o objetivo de pesquisar por locações para as filmagens do novo filme.

Embora Angelina tenha em torno de 15 anos de idas e vindas ao Camboja, esta última viagem realizada pela atriz provocou uma enxurrada de fotos nas redes sociais como o Instagram e o Facebook. Angelina foi fotografada posando ao lado das garçonetes do café “Blue Pumpkin”, localizado na cidade de Siem Reap, assim como também enquanto andava pela cidade a bordo de um tuk tuk ao lado do filho entre muitas outras fotos. Em um comunicado, Jolie se manifestou dizendo:

“Nós vamos passar os próximos meses procurando por locações e fazendo testes com atores locais para o filme, mas o mais importante é pesquisar todos os eventos para termos certeza de que, historicamente, o filme mostre exatamente o que aconteceu e que devemos honrar não apenas Loung Ung e sua família, mas todas as pessoas que individualmente sofreram sob o regime do Khmer Vermelho. As preparações para o filme começaram em Julho, e as filmagens devem acontecer a partir de Novembro até o final de Janeiro. O longa será filmado no país, com elenco e equipe cambojanas e será também gravado na língua cambojana. O filme vai ser feito para e com os cambojanos. Estou ansiosa para trabalhar com a equipe de produção do Camboja, a Bophana Productions, assim como também com todos os granders artistas locais”.

O filho mais velho de Angelina, Maddox Chivan Jolie-Pitt, atualmente com 13 anos de idade, também irá trabalhar no filme. Jolie adotou Maddox depois de participar das gravações do filme “Lara Croft: Tomb Raider” que foram feitas no Camboja em 2001. Em 2006, Maddox também foi adotado pelo atual marido de Angelina, o ator Brad Pitt. Posteriormente, Angelina e Brad fundaram a Fundação Maddox Jolie-Pitt (Maddox Jolie-Pitt Foundation), uma ONG localizada na cidade de Battambang, dedicada a proteger o meio ambiente e a diminuir a pobreza rural do noroeste do Camboja. Em outra declaração, Jolie ressaltou seu compromisso com o país:

“A intenção deste projeto não é reviver os horrores da guerra, mas levar personagens às telas que as pessoas ao redor do mundo possam se identificar, sentir empatia e ensinar outras pessoas sobre este país que eu amo tanto e respeito, assim como mostrar a cultura e a vida familiar cambojanas que eu tanto admiro. O livro é um guia que conta a história de uma garotinha, mas nós vamos completar sua história com as experiências de outras pessoas e adicioná-las ao filme. Através da história de Loung Ung, nós também contaremos muitas outras de modo que o filme não seja baseado apenas na memória de uma criança, mas na memória coletiva do povo do Camboja”.

“First They Killed My Father: A Daughter of Cambodia Remembers” será lançado pela Netflix no final de 2016 e será inscrito nos principais festivais internacionais de cinema. Na produção do longa também estão envolvidos Rithy Panh – diretor de “A Imagem que Falta”, indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e premiado no Festival de Cannes. – Fonte: Khmer Times

Fotos:
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