Sumida desde “À Beira Mar”, não será dessa vez que Angelina Jolie voltará a mostrar seu rosto nas telonas. Segundo informações do site The Hollywood Reporter, ela vai dublar e produzir a animação “The One and Only Ivan”, inspirada no livro homônimo de Katherine Applegate.
Com o título nacional “O Grande Ivan”, a história gira ao redor de um gorila que mora numa jaula, dentro de um shopping, e que não lembra de nada antes de chegar lá. Quando passa a cuidar de Ruby, um filhote de elefante, ele decide proteger a pequena de seu dono abusivo.
A diretora de “Como Eu Era Antes de Você”, Thea Sharrock vai comandar a animação, que também será produzida por Allison Shearmur.
Jolie será responsável pela voz de Stella, a elefanta amiga do protagonista. Aliás, a atriz já está acostumada com tal desafio, pois dublou Tigresa na franquia “Kung Fu Panda”.
Ainda cotada para estrelar “A Noiva de Frankenstein”, Angelina Jolie está focada na carreira de diretora com “First They Killed My Father” – já disponível no catálogo da Netflix e eleito o filme representante do Camboja para a disputa do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
Fonte: Adoro Cinema
Da Namíbia, Angelina Jolie escreve uma carta para você
12 de outubro de 2017
Conforme a Harper’s Bazaar comemora seu 150º aniversário, Jolie compartilha seus pensamentos sobre os direitos das mulheres e sobre as nossas responsabilidades em relação ao meio ambiente.
A atriz e cineasta Angelina Jolie é conhecida por usar sua voz para defender as causas dos direitos humanos ao redor do mundo. Seu projeto mais recente, “The Breadwinner”, conta a história de uma garota afegã de 11 anos chamada Parvana que passa a se vestir de menino para conseguir sustentar sua família, que é controlada pelo Talibã no Afeganistão, onde as mulheres não podiam trabalhar ou frequentar a escola. Ao celebrar o 150º aniversário da Harper’s Bazaar, Jolie compartilha seus pensamentos sobre os direitos das mulheres e sobre a nossa responsabilidade uns com os outros e com o nosso meio ambiente.
Por Angelina Jolie
Quando fui convidada a escrever para esta edição especial de aniversário da Bazaar, eu imaginei uma leitora da revista, 150 anos atrás, em 1867. Se ela pudesse nos ver hoje – nós, mulheres atuais – o que ela pensaria?
A Bazaar foi primeiramente publicada na América dois anos após o fim da Guerra Civil e a abolição da escravatura. Era um mundo sem carros, sem antibióticos modernos ou energia elétrica. A maioria das pessoas não passavam dos 50 anos e ainda era comum as mulheres falecerem ao darem a luz.
Para uma mulher, muito comumente em países ocidentais no século 19, você não poderia ir para a universidade e ter profissões especializadas como medicina, ciência e direito, já que não eram abertas. Você não podia votar e ainda ficaria sem ganhar esse direito, em muitos países, por quase metade de um século.
Então eu imagino que se uma leitora da Bazaar pudesse nos ver agora, ela ficaria perplexa. E já que ela provavelmente defendeu os direitos das mulheres em toda sua vida, imagino que ela ficaria grata.
Mas também me pergunto o que essa mulher do século 19 pensaria sobre a desigualdade que ainda existe para milhares de mulheres e meninas ao redor do globo – como as que têm que ir trabalhar ao invés de estudar para ajudar suas famílias, como Parvana em “The Breadwinner”. Ou as mulheres que ainda morrem jovens por possuírem tão pouco ou nenhum acesso aos sistemas de saúde. Pensaria ela que fez tudo que pode por elas?
A mulher mais bonita e mais resiliente que eu já conheci foi uma refugiada afegã em um campo abandonado na fronteira com o Paquistão. Ela estava grávida e seu marido havia viajado para procurar um trabalho para ajudá-la. Haviam tratores espalhando lama o redor dela e ela esperava por ele, pois não havia outra maneira de se encontrarem. Ela não tinha nem um teto e não havia nenhum hospital por perto. Ela me convidou para entrar e me ofereceu um chá.
Ela perguntou sobre a minha família e sobre meu país. Quando eu ofereci ajuda, de qualquer forma que fosse, ela disse que não podia pedir por mais do que uma visita e uma conversa. Ela era generosa e digna, com os olhos brilhantes. Às vezes quando eu tenho um dia difícil, eu lembro de seu sorriso e do jeito que ela segurava seu próprio corpo, como se ela fosse dar toda a sua restante força para seu bebê. Duas semanas depois que nós nos conhecemos, aconteceu o 11 de Setembro. Com tudo que aconteceu no Afeganistão, eu não imagino se ela conseguiu sobreviver. Seu marido conseguiu voltar antes que destruíssem seu acampamento? Ela deu o parto lá, ou foi forçada a sair? Estará ela, agora, em uma tenda em alguma fronteira com sua criança, que agora deve ser adolescente?
Eu recentemente li que o Fórum Econômico Mundial previu que levará 83 anos para que as lacunas nos direitos e oportunidades entre homens e mulheres, possam acabar. Isso não se trata de progresso para mulheres à custa dos homens, mas sim de encontrar um equilíbrio igual que beneficie todos. Oitenta e três anos parece mais tempo do que qualquer pessoa, homem ou mulher, esperaria ou imaginaria.
Minha mãe, que era mestiça de índios iroqueses pelo lado de seu pai, me ensinou que os iroqueses diziam que devemos considerar o impacto de nossas decisões para até as sete gerações posteriores. É difícil para nós sermos pensativos assim, com toda a pressão em nossas vidas, mas parece, para mim, ser uma bela aspiração.
Então seja lá quem você for e que estiver lendo isso – uma médica, advogada, cientista, ativista dos direitos humanos, estudante, professora, mãe, esposa, ou um menino ou uma menina folheando a revista da sua mãe – eu espero que você se junte à mim ao dedicarmos um momento, hoje, para pensar em como podemos contribuir para um futuro melhor. Existem muitas coisas que não podemos prever sobre o mundo daqui 150 anos. Mas o que nós sabemos é que nossos bisnetos estarão vivendo com as consequências das decisões que fazemos agora, assim como podemos traçar a origem dos problemas que estamos enfrentando hoje, nas raízes dos séculos anteriores.
Foi no início do século 19, por exemplo, que a onda de marfim e a venda outros produtos feitos de animais selvagens alavancavam em alguns países, juntamente com a destruição do meio ambiente. Onde milhões de elefantes, leões e outras espécies viviam no continente africano, hoje, pequenas e dispersas populações se apegam à caça e à expansão das terras agrícolas, reduzindo seu habitat natural.
As fotos e este artigo foram feitos na reserva natural da Namíbia, no deserto Namib. A reserva é preservada pela Fundação N/a’an ku sê, comandada pelos meus amigos Marlice e Rudie van Vuuren. Nossa filha Shiloh nasceu na Namíbia, e nossa família tem trabalhado ao lado de Rudie e Marlice na área da conservação deste país ao longo da última década. Para mim, a Namíbia representa não apenas laços familiares e de amizade, mas também o esforço de se encontrar um equilíbrio entre os humanos e o meio ambiente, algo que é tão crucial para o nosso futuro.
A fundação N/a’an ku trabalha com a população da Namibia’s San, considerada a cultura mais antiga do mundo. Eles representam centenas de anos da vida humana e selvagem coexistindo em harmonia, mas eles sofreram, assim como outros povos indígenas, ao serem forçados a deixar suas terras em razão do cultivo, do desenvolvimento não controlado e do esgotamento da vida selvagem. A destruição do habitat natural e da vida selvagem deste local deixou o povo de San incapaz de caçar e de sustentar suas famílias.
A mesma coisa está acontecendo ao redor do mundo – na África, na América Latina, Asia e no Pacífico – e as mulheres normalmente são as mais afetadas. As mulheres constituem a maioria dos pobres no mundo. Frequentemente recai a elas a responsabilidade de encontrar comida, água e óleo para cozinhar para suas famílias. Quando o meio ambiente está danificado – por exemplo, quando os estoques de pesca estão destruídos, a vida selvagem é morta por caçadores furtivos ou quando as florestas tropicais são desmatadas – isso agrava ainda mais a situação de pobreza. A educação e a saúde das mulheres são as primeiras coisas atingidas. O ambiente também é um fator crucial na futura estabilidade global. A cada ano, 21.5 milhões de pessoas se deslocam em todo o mundo em virtude das mudanças climáticas, de um total de 65 milhões de pessoas que se encontram atualmente desabrigadas.
A Fundação N/a’an ku trabalha para preservar o habitat natural e para proteger as especies ameaçadas de extinção, como elefantes, rinocerontes e guepardos, como os retratados nas fotos deste artigo. Eu os conheci pela primeira vez em 2015, quando ainda eram pequenos filhotes e que foram “adotados” pela nossa família. Eles ficaram órfãos e quase morreram. Eles foram alimentados e recuperaram a saúde, porém, não podem ser devolvidos à vida selvagem pois perderam o medo de seres humanos e podem ser mortos por eles caso se afastem da reserva. Como só existem em torno de 7.100 guepardos em todo mundo, a missão é salvar todo animal possível.
Esses guepardos não são animais de estimação e nenhum animal selvagem deve ser mantido como um. Eles nos inspiram a querer preservar estas únicas e majestosas criaturas na natureza, como um dos vários passos que devemos dar para preservar o meio ambiente para as futuras gerações.
Cada um de nós tem o poder de fazer um impacto através das nossas escolhas diárias. Por exemplo, podemos nos comprometer em nunca comprar produtos ilegais da vida selvagem, como marfim ou chifres de rinoceronte.
A moda já foi um fator importante na hora de incentivar a compra de roupas, jóias e acessórios feitos com partes de animais selvagens. Mas as revistas, agora, podem enviar uma mensagem diferente: que os animais pertencem à natureza e que o marfim não é algo belo, a não ser que esteja na presa de um animal vivo.
O que fazemos, em nossas pequenas maneiras, é importante. O pensamento esperançoso é este que se encontra em nossas mãos. Ao longo dos próximos 150 anos, a tecnologia nos dará mais e cada vez melhores meios de se comunicar, de combater a pobreza, de defender os direitos humanos e de cuidar do meio ambiente. Mas é aquilo o que escolhemos fazer com a liberdade que possuímos, que faz toda a diferença. Se a minha experiencia de vida me ensinou uma coisa é que, o que você defende e o que você escolhe ir contra, é o que define você. Como as pessoas de San dizem: “Você nunca está perdido se você consegue ver seu caminho para o horizonte”.
DIREITOS DAS MULHERES
O Direito Internacional exige mulheres e meninas sejam iguais aos homens e aos meninos. Isso significa igualdade total em:
• O direito de participar na política internacional, nacional e local e na sociedade.
• O direito à educação, ao trabalho e ao acesso à economia.
• O direito à saúde, incluindo a saúde sexual e reprodutiva.
• O direito à vida e de não ser vítima de violência, especialmente de violência doméstica.
• O direito à igualdade em suas relações familiares, em suas comunidades e religiões
O dever legal de garantir igualdade de gênero é obrigatório para todos os países do mundo.
Fonte: London School Of Economics Center for Women Peace and Security
INFORMAÇÕES SOBRE OS GUEPARDOS
• A população atual de guepardos é inferior a 7.100
• Os guepardos estão desaparecendo das áreas, que diminuiu em 89% nos últimos 100 anos.
• Os guepardos são capturados e vendidos ilegalmente para o comércio de animais de estimação e também são caçados em virtude de suas peles.
• O destino principal dos guepardos vivos, no comércio ilegal de animais selvagens, é o Estado do Golfo.
• Estima-se que dois terços dos filhotes de guepardos traficados morrem em virtude do comércio ilegal.
Fonte: Harper’s Bazaar
Fotos:
Jolie vai a Premiere de Faces Places em Los Angeles
12 de outubro de 2017
Na noite desta quarta-feira, dia 11 de Outubro, a cineasta norte americana Angelina Jolie marcou presença na Premiere (pré estreia) do filme “Faces Places”, que aconteceu no Pacific Design Center, em Los Angeles, nos Estados Unidos.
“Faces Places” é um documentário que reúne o fotógrafo JR e a cineasta Agnès Varda numa viagem / registro pela região da França rural.
Fotos:
Neste último final de semana, a mamãe Angelina Jolie foi fotografada enquanto fazia compras para o Halloween na loja “Glendale Halloween”, Califórnia, nos Estados Unidos.
Angelina estava na companhia das filhas Zahara e Vivienne e segundo informações do site Daily Mail, teria gastado em torno de 1.000 dólares com objetos e acessórios temáticos.
De fato, em uma entrevista recentemente concedida para a revista norte americana “People”, a atriz afirmou estar preparando uma festa para celebrar a data:
“Eu, realmente, vou participar este ano. Eu vou fazer uma festa de Halloween bem louca e ver se consigo agitar esse bairro.”
Será que teremos fotos!?
Fotos:
Angelina Jolie está na capa da revista Harpers Bazaar
11 de outubro de 2017
Nesta quarta-feira, dia 11 de Outubro, o site oficial da revista norte americana Harper’s Bazaar publicou a capa da edição de aniversário em comemoração aos 150 anos da revista.
Nela, está a cineasta Angelina Jolie em um novo ensaio fotográfico totalmente exclusivo feito no mês de Julho pelo fotógrafo Alexi Lubomirski na Namíbia, África.
“A atriz e cineasta Angelina Jolie é conhecida por usar sua voz para defender as causas dos direitos humanos ao redor do mundo. Seu projeto mais recente, “The Breadwinner”, conta a história de uma garota afegã de 11 anos chamada Parvana que passa a se vestir de menino para conseguir sustentar sua família, que é controlada pelo Talibã no Afeganistão, onde as mulheres não podiam trabalhar ou frequentar a escola. Ao celebrar o 150º aniversário da Harper’s Bazaar, Jolie compartilha seus pensamentos sobre os direitos das mulheres e sobre a nossa responsabilidade uns com os outros e com o nosso meio ambiente.”
A entrevista já está sendo traduzida pelo Angelina Jolie Brasil e estará disponível no site em breve. Por enquanto, deixamos vocês com as fotos do novo photoshoot e com um vídeo do making off compartilhado pela revista! Visite e nossa galeria e veja todas as imagens em alta resolução!
Fotos:
Jolie e Paltrow relatam assédios de Harvey Weinstein
10 de outubro de 2017
Histórico de abuso do produtor de Hollywood vem sendo desmascarado nos EUA.
Angelina Jolie e Gwyneth Paltrow, duas das maiores estrelas de Hollywood, revelaram nesta terça-feira, ao The New York Times, que também foram vítimas dos assédios do produtor Harvey Weinstein. No domingo, tanto o “NYT” quanto a “New Yorker” publicaram artigos que detalham o histórico abusivo do figurão da indústria cinematográfica.
“Eu tive uma experiência ruim com Harvey Weinstein na minha juventude e, como resultado, escolhi nunca mais trabalhar com ele de novo e avisar outras pessoas que viessem a fazê-lo”, disse Angelina por e-mail. Segundo ela, o caso ocorreu durante o lançamento de “Corações apaixonados” (1998), estrelado pela atriz e distribuído pela Miramax, empresa de Weinstein. “Este comportamento contra mulheres é inaceitável em qualquer campo e em qualquer país”.
Gwyneth, por sua vez, fez um relato ainda mais detalhado ao jornal. O executivo a contratou aos 22 anos para fazer o papel principal em “Emma” (1996), adaptação de Jane Austen. A atriz contou que Weinstein a convidou para ser quarto de hotel no hotel Peninsula Beverly Hills para uma “reunião de trabalho” que resultou no produtor “passando a mão nela e sugerindo que eles fossem para o quarto para massagens”.
“Eu era uma criança, era contratada, e fiquei paralisada”, disse Gwyneth. Na época, ela namorava com Brad Pitt, e relatou a situação para ele. Pitt confrontou Weinstein sobre o assédio. Logo depois, Gwyneth recebeu ameaças do figurão e foi avisada de que não deveria relatar o ocorrido para ninguém. Pitt confirmou a denúncia ao “NYT”.
“Eu pensei que ele ia me demitir. Ele gritava muito comigo. Foi brutal”, disse a atriz.
Ela voltaria a trabalhar em um filme distribuído pela Miramax pouco depois: “Shakespeare apaixonado”, que lhe rendeu o Oscar de melhor atriz em 1999. A vitória, segundo Gwyneth, apenas a deixou mais nervosa para denunciar o caso de assédio.
“Agora, estamos em uma época em que as mulheres precisam mandar uma mensagem clara que isso acabou. Essa maneira de tratar as mulheres acaba agora”, concluiu.
Fonte: O Globo
Na noite desta segunda-feira, dia 09 de Outubro, a cineasta norte americana Angelina Jolie marcou presença na Premiere do documentário “Jane”, que aconteceu na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.
O documentário retrata o trabalho pioneiro de Jane Goodall com chimpanzés no Parque Nacional Gombe Stream, na Tanzânia. Jane, que tem um enorme amor pelos animais é uma adepta da aventura e foi uma figura muito importante dos anos de 1960. Jane é uma primatóloga, etóloga e antropóloga britânica e estudou a vida social e familiar dos chimpanzés em Gombe, Tanzânia, ao longo de 40 anos. Ela também é amiga de Angelina há anos.
Durante o evento, Angelina falou à revista People sobre o quanto admira Jane, louvando a dedicação da ativista pela preservação da vida selvagem e do meio ambiente.
“Estou muito feliz por estar aqui prestigiando minha amiga e a causa pela qual ela dedicou toda sua vida adulta: nos ajudar a entender a natureza e nosso lugar nela. E agora, ela nos convoca para realmente compreendemos que não temos um tempo ilimitado para salvarmos a vida selvagem e o meio ambiente. Quando alguém que possui toda a riqueza de experiência, de conhecimento e de sabedoria de Jane nos diz isso, é porque nós realmente precisamos ouvir”.
A ganhadora do Oscar também disser que seus filhos veem Jane como um modelo a ser seguido.
“Meus filhos veem a Jane não apenas como alguém que viveu uma vida incrível, corajosa e aventureira, mas também como um exemplo de pessoa que batalha por aquilo que acredita. Ela é como um lembrete de que as grandes vozes não são sempre aquelas que gritam mais alto, mas aquelas que são comprometidas, consistentes e dedicadas durante muitos anos”.
Fotos:
Segundo uma notícia divulgada pelo jornal “The Sunday Times”, Angelina Jolie foi contatada pelo ex-procurador do Tribunal Penal Internacional para que ajudasse a prender um criminoso de guerra africano. A atriz sugeriu montar uma armadilha.
As notícias surgem com base nos mais de 40 mil documentos e emails privados encontrados pelo site de pesquisa francês Madiapart, a que o “The Sunday Time” teve acesso e que revelam que o ex-procurador do Tribunal Penal Internacional (TPI), Luis Moreno Ocampo, recorria à ajuda de várias estrelas de Hollywood para resolver conflitos internacionais.
De acordo com alguns dos emails enviados a partir do TPI, a atriz Angelina Jolie seria uma das celebridades contactadas, que teria se oferecido para ajudar a prender Joseph Kony, um dos maiores criminosos de guerra da África.
As conversações terão ocorrido há cerca de cinco anos com o então procurador do Tribunal, que pretendia que a atriz e o, na época marido, Brad Pitt, se unissem às forças especiais norte americanas para ajudar a prender Kony, na República Centro Africana.
Num e-mail enviado por Moreno Ocampo, ele afirma que Jolie tinha tido a ideia de convidar Kony para jantar e então prendê-lo. A troca de correspondência teria sido interrompida por Jolie, supostamente por conta dos avanços amorosos por parte do procurador, levando a atriz a deixar de responder.
De entre os vários contatos surgem nomes como os dos atores George Clooney e Sean Penn, bem como o de Pamela Kerr, mulher do fundador do eBay, Pierre Omidyar.
