Guerlain libera novo vídeo promocional com Angelina Jolie
17 de novembro de 2017
Nesta sexta-feira, dia 17 de Novembro, a famosa marca de perfumes, Guerlain, lançou uma nova versão da campanha publicitária do perfume “Mon Guerlain” estrelada por Angelina Jolie.
A campanha publicitária foi originalmente lançada em Março. Agora, no final do ano – provavelmente para as vendas do Natal – a marca decidiu lançar um novo vídeo com cenas exclusivas. Confira:
Em francês, “Mon Guerlain” significa “Meu Guerlain”. A fragrância conta com notas de lavanda Carla, uma variedade excepcional cultivada na Provença, de jasmim sambac da Índia, sândalo da Austrália e baunilha tahitensis.
O comercial foi dirigido pelo renomado diretor Terrence Malick, no qual a atriz aparece “interpretando o papel” de uma mulher multifacetada, sedutora e carismática.
As screencaps (capturas) do novo comercial já foram adicionadas em nossa Galeria.
Fotos:
LA Times entrevista Angelina Jolie e Loung Ung
17 de novembro de 2017
Angelina Jolie e Loung Ung estão sentadas em uma sala de conferências nos confins dos novos e brilhantes escritórios da Netflix em Hollywood. Parece como qualquer outro dia e, de vários modos, para essas duas amigas de longa data, essa entrevista é exatamente isso, mais uma oportunidade de garantir que o mundo não se esqueça dos horrores que aconteceram no Camboja durante o regime do Khmer Vermelho. Esta é uma missão que não terminará para nenhuma das duas tão cedo.
Essas duas mulheres não apenas se conhecem há mais de uma década, mas as duas estão unidas por esta colaboração, este épico filme chamado “First They Killed My Father”. O longa, lançado pela Netflix em Setembro deste ano, foi adaptado do livro escrito por Ung , lançado no ano 2000, que conta as experiências de sua família. O célebre trabalho narra a infância de Ung sob o regime do Khmer Vermelho durante a década de 70. Jolie dirigiu o projeto, que foi enviado oficialmente pelo Camboja para concorrer ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeria, e co-escreveu o roteiro ao lado de Ung.
Angelina Jolie e a pequena atriz cambojana Sareum Srey Moch.
Até dirigir o filme dramático que se passa durante a Guerra da Bósnia lançado em 2011, “Na Terra de Amor e Ódio”, Jolie admite sem rodeios que nunca se viu como uma diretora. Depois deste filme, entretanto, ela começou a se perguntar que tipo de histórias deveria contar em seguida. Foi quando ela se lembrou da história de sua amiga Ung e percebeu que esta era uma história que seu filho Maddox, adotado por ela no Camboja, precisava vivenciar.
“Não pensei algo como ‘será que seria um filme legal?’. Foi mais para ‘no eu deveria passar anos da minha vida fazendo? O que importa? O que conseguiu me afetar?’ E então, ficou muito claro para mim que tinha sido esse livro,” disse Jolie. “E enquanto Maddox crescia, eu realmente precisava que ele compreendesse o que tinha acontecido e eu sentia que o país nunca tinha realmente lidado com isso. Este não era um tema aberto e discutido como deveria ser”.
Quando mais Jolie e Ung conversam, mais fácil fica de entender a amizade entre as duas. O par primeiramente se conheceu quando Jolie se encontrava em uma missão humanitária na região rural do Camboja. Anos depois, Jolie pergundou a Ung se ela tinha interesse em fazer uma versão cinematográfica de seu livro e se ela queria escrever o roteiro ao seu lado. De acordo com Ung, o roteiro foi escrito em um período de três dias na casa de Jolie.
Um momento do livro que Jolie se lembra e que insistiu incluir no filme foi a cena em que a mãe de Ung esconde uma camisa azul, para que seus filhos nunca se esquecessem dela ou da vida que família tinha antes que o Khmer Vermelho comandasse o país. E, de fato, esta camisa ainda existe até os dias de hoje em um cofre à prova de fogo que se encontra na casa do irmão de Ung em Vermont.
Uma cena do filme “First They Killed My Father: A Daughter of Cambodia Remembers”.
“As crianças ouviram essa história e um dia a surpreenderam dando a ela, como presente, uma camisa de seda azul”, lembra de Jolie enquanto fala sobre seus próprios filhos. “Eles dão presentes de aniversário aleatórios para ela, porque ela não sabe a data do seu aniversário”.
Ung explicou aos filhos de Jolie que ela não sabe a data de seu nascimento porque os registros foram destruídos, mas que seu irmão registrou como dia 17 de Abril.
“Neste dia, o Khmer Vermelho tomou o poder no país,” esclarece Ung. “Eu nunca achei que estava correto. Quando você tem 16 anos, você quer fazer uma festa de aniversário para comemorar, mas você sabe que neste mesmo dia, pessoas ao redor do mundo estão ascendendo velas para lembrar de 2 milhões de vidas perdidas. Como eu, realmente, poderia querer um bolo de aniversário nesta data?”
Jolie acrescenta, “Todo ano, nós criamos datas de aniversário diferentes para ela. Nós estavámos falando sobre isso ontem, tentando decidir quando seria sue próximo aniversário”.
Um dos aspectos mais marcantes do roteiro escrito por Jolie e Ung é sobre a pouca exposição que existe nele. Quase toda a história é mostrada através dos olhos da pequena Loung, interpretada pela pequena atriz Sareum Srey Moch.
“A coisa mais complicada a respeito disso é que você não pode saber muito mais do que ela sabe, já que ela é uma criança,” diz Jolie. “Você apenas pode saber a respeito dos seus pensamentos internos. O livro possibilita que as coisas sejam explicadas, já que nele você pode escrever o que estava acontecendo ou quais eram os pensamentos naquele momento. Mas no filme, não podíamos mostrar isso. Nós decidimos não colocarmos vozes para explicar os pensamentos dela. No filme, temos apenas que nos identificar com ela, mesmo que exista uma cena inteira em que ela não entende o que está acontecendo, a audiência acaba ficando confusa, assim como ela está”.
A jornada encontra a representação no filme de Loung atravessando florestas e plantações de arroz onde milhões de cambojanos urbanos foram enviados para trabalhar, enquanto o regime autoritário tentava voltar no tempo e remover toda a influência ocidental da nação.
“Em outras guerras, existiram campos de prisioneiros e muros. No Camboja, o país todo se transformou em uma prisão”, disse Jolie. “Não existiam muros. Não havia nenhum lugar para ir e se sentir seguro. O país todo se tornou prisioneiro”.
O sofrimento causado durante a era do Khmer Vermelho ainda traz lembranças dolorosas para muitas pessoas, mas quando Jolie teve que filmar as cenas em que as famílias foram ordenadas a deixar a capital Phnom Penh, ela ficou surpresa com o que os sobreviventes queriam ensinar aos filhos.
“Mesmo com as cenas do êxodo, os figurantes, que levaram suas famílias tambem, levaram seus próprios filhos. Eu conversei com alguns figurantes que lembravam da primeira vez que deixaram a cidade. Agora, eles estavam trazendo os filhos e os netos para mostrar a eles como tinha sido. Foi uma coisa realmente emocionante”.
Sareum Srey Moch durante uma cena do filme “”First They Killed My Father”.
Fonte: Los Angeles Times
Na Galeria de fotos, adicionamos 15 imagens feitas e compartilhadas pelo renomado fotógrafo, Roland Neveu, durante as gravações do filme no Camboja em 2015.
Fotos:
Enviada especial da Agência da ONU para Refugiados, Acnur, lembrou que o 4º Protocolo das Convenções de Genebra, que protegem mulheres de violência especialmente estupros, completou 68 anos, mas a exploração de “civis inocentes” em conflitos continua.
A atriz e enviada especial das Nações Unidas, Angelina Jolie, defendeu a proteção de mulheres da violência sexual em conflitos.
Ela discursou no encerramento da Conferência Ministerial de Defesa, realizada pelo governo do Canadá e pela ONU, em Vancouver.
A enviada especial lembrou que o sofrimento das vítimas continua apesar dos 68 anos da publicação do 4º Protocolo das Convenções de Genebra que protegem as mulheres da violência, especialmente estupros.
Conflitos
Angelina Jolie que atua na Agência da ONU para Refugiados, Acnur, lembrou os 65 milhões de pessoas obrigadas a fugir de suas casas por causa da violência. Ela ressaltou os conflitos armados no Iêmen, no Iraque, em Mianmar e na Síria.
Jolie afirmou que as mulheres e as crianças são a maioria das vítimas de conflitos em guerras no mundo. Ela lembrou ainda que a Resolução do Conselho de Segurança 1325 que pede o fim da exclusão de mulheres das negociações de paz, e proteção especial para mulheres e meninas de violência sexual em conflitos e um fim à impunidade.
A atriz contou que a violência sexual está presente em todos os setores e que afeta mulheres e homens.
Vontade
Jolie disse afirmou que existem três mitos sobre o tema da violência sexual. O primeiro é de que o crime é sexual. Ela contou as visitas que fez a acampamentos de refugiados e os casos de estupros que ouviu. Segundo a enviada especial, existe o mito de que violência sexual é crime, mas uma espécie menor de delito. Para a atriz, o terceiro mito sobre o tema: muitas pessoas ainda acreditam que não é possível fazer nada contra o crime da violência sexual em situações de guerra.
Angelina Jolie afirmou que apesar de ser difícil não é impossível porque existem leis e instituições e perícia para colher as provas. Segundo ela, o que falta é a vontade política de fazer mais.
A enviada especial do Acnur encerrou dizendo que não existe nada pior que pessoas em uniforme militar, que devem proteger a população, tornarem-se agressores.
Angelina Jolie lembrou o bom exemplo de boinas-azuis que conheceu ao visitar missões de paz da ONU e como eles trabalhavam com afinco para levar proteção em meio a conflitos.
Missões
Já o subsecretário-geral para Operações de Paz, Jean-Pierre Lacroix, lembrou que a ONU não pode vencer sozinha os desafios da reforma das operações de paz e que precisa de parceiros. Durante a conferências em Vancouver, foram feitas 46 novas promessas de colaboração par as missões de paz no mundo. Ao todo, 48 delegações participam da reunião no Canadá.
O primeiro-ministro do país, Justin Trudeau, discursou no encerramento divulgando os Princípios de Vancouver, acordados por 55 países, e que incluem esforços para prevenção do recrutamento de crianças-soldado entre outras ações.
Fonte: Rádio das Nações Unidas
Jolie diz que violência sexual é arma de guerra e pede punição
16 de novembro de 2017
A atriz e ativista Angelina Jolie defendeu nesta quarta-feira (15), durante uma conferência de ministros de Defesa sobre as missões de paz da ONU, em Vancouver, que a violência sexual deve que ser reconhecida como uma arma de guerra pela comunidade internacional e punida com mais rigor.
Em discurso, Jolie afirmou que a violência sexual está sendo utilizada como arma de guerra porque é “mais barata que uma bala e tem consequências duradouras que a tornam cruelmente efetiva”.
A atriz, que citou como exemplo as agressões contra as refugiadas rohingyas em Mianmar, disse que esses abusos são cometidos para “torturar, aterrorizar e forçar a população a fugir.
“Isso não é sexo, mas sim abuso de poder e comportamento criminoso”, disse Jolie.
Além disso, a atriz rejeitou a ideia de que os abusos sexuais cometidos em conflitos sejam consequências inevitáveis das guerras. Para ela, esses crimes devem ser punidos e incluídos nas negociações de paz entre as partes em confronto.
“É difícil, mas não impossível. Temos as leis, as instituições e a experiência para obter as provas. Somos capazes de identificar os autores. O que não há é a vontade política”, concluiu Jolie.
A conferência de Vancouver é a maior reunião de ministros de Defesa dedicada às missões de paz da ONU, que quer reformar esse tipo de operação após várias denúncias de abusos sexuais cometidas por militares que atuavam como “capacetes azuis” na África e no Haiti.
Fonte: UOL
No Canada, Jolie pede pelo fim da violência sexual
15 de novembro de 2017
Na tarde desta quarta-feira, dia 15 de Novembro, a Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR / ACNUR), Angelina Jolie, esteve presente na Conferência Ministerial de Defesa da Paz (Peacekeeping Defense Ministerial Conference) que aconteceu no Vancouver Convention Centre, na cidade de Vancouver, no Canadá.
Em um discurso firme direcionado aos oficiais mantenedores da paz da ONU que se encontravam reunidos no local, Jolie pediu que os negociadores de conflitos internacionais assumissem, de forma mais séria, seus papeis na busca da prevenção e da punição da violência sexual.
Referindo-se à violência sexual como um “obstáculo crítico existente quando se busca alcançar igualdade no direito das mulheres e nos direitos humanos como um todo”, Jolie pediu que os reunidos reconhecessem a violência sexual como uma arma de guerra e que atuassem na prevenção desses crimes.
“A violência sexual é mais barata que munições de arma e tem consequências duradouras que se desenrolam com uma previsibilidade doentia, o que torna isso algo tão cruelmente eficaz,” disse ela.
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Jolie exibe “First They Killed My Father” no AFI Fest
14 de novembro de 2017
Na noite desta segunda-feira, dia 13 de Novembro de 2017, a cineasta norte americana Angelina Jolie esteve presente em mais uma Exibição Especial (Screening) do filme “First They Killed My Father”.
O evento aconteceu durante o AFI Fest no Egyptian Theatre, localizado na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.
Depois da exibição do filme, Jolie, ao lado da amiga e escritora Loung Ung, respondeu algumas questões a respeito do longa que foi dirigido, co-produzido e co-escrito por ela.
Antes de ingressar no evento, Jolie ainda distribuiu autógrafos e selfies com os fãs que se encontravam aglomerados ao lado de fora do local.
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Na tarde deste domingo, dia 12 de Novembro, a cineasta Angelina Jolie foi fotografada pelos paparazzis enquanto conversava com alguns colegas de trabalho antes de entrar em um edifício, localizado na região de Hollywood, na cidade de Los Angeles, Estados Unidos.
Na noite anterior, Jolie marcou presença nos Governors Awards onde prestou homenagem à cineasta e fotógrafa Agnès Varda, entregando a ela um prêmio Oscar honorário.
Fotos:
Jolie homenageia Agnes Varda nos Governors Awards
12 de novembro de 2017
Na noite deste sábado, dia 11 de Novembro de 2017, a cineasta Angelina Jolie marcou presença na 9ª Edição dos Governors Awards, que aconteceu no Hollywood and Highland Center, na cidade de Los Angeles, Estados Unidos.
Jolie esteve presente no evento para homenagear a cineasta e fotógrafa Agnès Varda, entregando a ela um prêmio Oscar honorário.
Em uma entrevista recente concedida ao jornal Los Angeles Times Varda disse que Jolie é uma mulher incrível:
“Eu sei que Angelina Jolie irá entregar o prêmio para mim. Ela é uma mulher incrível e interessante. Ela não tem apenas o talento na hora de atuar, mas ela tem uma posição de vida que me faz gostar dela. Eu sou muito feminista, como você sabe e como todo mundo sabe. O posicionamento que ela tem com relação às mulheres, crianças e à sua própria fama… ela usa isso de uma maneira muito interessante”.
Varda é diretora do documentário “Faces Places”, filme produzido em parceria com o fotógrafo JR. Quando os dois se conheceram, em 2015, imediatamente quiseram trabalhar juntos —fazer um filme na França, longe das cidades. Em encontros aleatórios ou planos pré-concebidos, no longa, eles partem em direção a outras pessoas e as convidam a segui-los em sua viagem no caminhão fotográfico de JR. O filme foi vencedor do Olho de Ouro de melhor documentário no Festival de Cannes.
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