Aparições Públicas/ Eventos/ Vídeo

Jolie participa do Women In Entertainment Breakfast

6 de dezembro de 2017

Na tarde desta quarta-feira, dia 06 de Dezembro de 2017, a cineasta norte americana, Angelina Jolie, marcou presença no evento “Women In Entertainment Breakfast” organizado pela revista The Hollywood Reporter, que aconteceu no Milk Studios, na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.

Durante seu discurso, a diretora falou sobre igualdade de gênero, não só a nível doméstico, mas também a nível internacional:

Existem tantas coisas que nós temos que fazer para mudar e para batalhar… mas nós não temos que pensar nos filmes que fazemos… a piada política que nós fazemos nos palcos nos levará para a prisão. Nós temos que continuar lutando para que, um dia, os outros tenham as liberdades que nós temo […] Acima de tudo, presto homenagem às mulheres artistas, jornalistas, defensoras dos direitos humanos e advogadas de todo o mundo que se recusam a ser intimidadas.

Vídeo:

Fotos:

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Entrevistas

Jolie fala sobre o pai e ex-marido em Podcast

5 de dezembro de 2017

Recentemente, a cineasta Angelina Jolie concedeu uma íntima entrevista para a revista norte americana, “The Hollywood Reporter”, no Podcast Awards Chatter. Durante a entrevista, Jolie falou sobre assuntos delicados como o término de seu casamento com o ator Brad Pitt e sobre o relacionamento com o seu pai, o ator Jon Voight.

No podcast, Jolie explicou porque decidiu usar o nome de sua mãe e não o nome de seu pai depois da separação dos dois em 1976.

Eu não me sentia próxima do meu pai. Quando eu era criança, eu me achava mais filha da minha mãe. Esse foi um dos motivos. O segundo motivo foi porque eu queria ter minha própria identidade e não queria entrar em uma sala sendo conhecida como a filha de Jon Voight. Eu queria tentar conseguir um trabalho por mim mesma e não ser contratada por conta de um nome.

Apesar do relaciomento com seu pai ter sido conturbado durante os anos, ela disse que seus filhos tem ajudado a curar as cicatrizes.

Através dos netos, agora nós estamos encontrando um novo relacionamento e está sendo algo muito, muito bom. Nós tivemos algumas dificuldades. Nós conseguimos conversar sobre arte. Essa é uma linguagem comum entre nós.

Como Jon Voight afirmou publicamente apoiar o Presidente norte americano, Donald Trump, ela admitiu:

Nós realmente não conversamos sobre politica.

Jolie também falou sobre o término de seu casamento com o ator Brad Pitt e sobre fazer um segundo filme, “À Beira Mar” (2015), ao lado dele:

Nós nos conhecemos enquanto trabalhávamos juntos e nós trabalhamos juntos muito bem. Eu queria que nós fizéssemos um trabalho sério juntos… Eu pensei que seria uma boa forma de nos comunicarmos. E em alguns aspectos, foi uma boa forma, nós aprendemos algumas coisas. Mas havia um problema muito mais pesado que continuou e não foi por causa do filme. Era algo que nós estávamos lidando… as coisas acontecem por diferentes razões e motivos… Por que eu escrevi exatamente aquele roteiro? Por que nós nos sentimos daquela forma quando trabalhávamos nele? Eu não tenho certeza… Ao longo daquela década, eu perdi minha mãe. Eu me submeti a uma dupla mastectomia e então, tive um aviso de câncer de ovário, o que precisou de mais uma cirurgia, e outras coisas, claro, que acontecem na vida. Uma peça de arte pode ser algo curador ou dificultador. Eu não sei. Eu fico feliz que fizemos aquele filme pois pudemos explorar algo juntos. O que quer que seja, talvez não tenha resolvido algumas coisas, mas nós certamente comunicamos algo que precisava ser comunicado um ao outro.

Já faz um ano desde que o casal anunciou o divórcio (nós podemos nos lembrar desse dia como se fosse ontem, você também?), mas eles ainda não finalizaram o divórcio. Em Setembro de 2016, o poderoso casal de Hollywood anunciou sua separação, causada pela dependência de drogas e álcool de Brad. Desde então, Angelina possui a guarda dos seis filhos.

O podcast tem cerca de uma hora de duração e pode ser escutado na íntegra abaixo:

Áudio:

Candids

Angelina Jolie leva a filha a aula de karatê

5 de dezembro de 2017

Na tarde desta segunda-feira, dia 04 de Dezembro de 2017, a mamãe Angelina Jolie levou sua filha mais nova, Vivienne (9), para fazer aula de karatê na Academia de Defesa Pessoal “Shaolin American”, que fica localizada na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.

Mãe e filha foram fotografadas pelos paparazzis quando desciam do carro e caminhavam em direção ao local. Veja 15 imagens em nossa galeria de fotos!

Fotos:

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Candids

Angelina Jolie visita templo budista com os filhos

2 de dezembro de 2017

Nesta última terça-feira, dia 28 de Dezembro de 2017, a cineasta norte americana, Angelina Jolie, levou cinco – Maddox, Zahara, Shiloh, Knox e Vivienne – dos seus seis filhos para visitar o templo budista “Wat Samakidhammaram”.

O templo fica localizado na cidade de Long Beach, no estado da Califórnia, nos Estados Unidos. A amiga de Jolie e escritora do livro “First They Killed My Father”, Loung Ung, também estava acompanhando a família durante o passeio.

Apesar de pouco falar sobre religião, depois de gravar o filme “First They Killed My Father” no Camboja no ano de 2015, Jolie foi, em diversas vezes, fotografada enquanto visitava diferentes templos budistas ao longo dos anos.

Depois da visita, Jolie e os filhos também foram flagrados por fãs enquanto faziam compras no super mercado “Kim Long Market” também em Long Beach.

Fotos:

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Entrevistas/ Eventos/ First They Killed My Father

Angelina participa de mesa redonda do LA Times

30 de novembro de 2017

A página “The Envelope” do jornal norte americano “Los Angeles Times” juntou sete cineastas para sua anual Mesa Redonda de Diretores – com as mais fortes representações de mulheres até hoje.

A abrangente conversa, liderada por Mark Olsen do The Times, incluiu Darren Aronofsky (diretor do recente “Mãe!”), Sean Baker (“Projeto Flórida”), Kathryn Bigelow (“Detroit em Rebelião”), Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), Greta Gerwig (“Lady Bird”), Angelina Jolie (“First They Killed My Father”) e Jordan Peele (“Corra!”). O grupo encontrou semelhanças em seus trabalhos, nas histórias externas, o poder da parábola e verdades emocionais.

Durante a entrevista, Jolie foi questionada a respeito do seu mais recente projeto, o filme “First They Killed My Father” que foi co-escrito e dirigido por ela. Apesar da matéria, das fotos e do vídeo terem sidos liberados apenas hoje, o evento aconteceu no dia 10 de Novembro deste ano.

Angelina, onde começa o processo de narrativa em seu filme?

O que acontece é que eu tive o livro por muitos anos. Para mim, é muito mais sobre o país. Eu me senti muito honrada, todos os dias, por fazer parte da criação de um filme da história de alguém e realmente poder ouvir a comunidade. É uma coisa linda fazer um filme estrangeiro e o fato de você estar realmente estar ouvindo a linguagem de, você sabe, ouvir a sonoridade de sua linguagem, ouvir a forma em que eles falam, ouvir o jeito que – você só pode dirigir até um certo ponto pois você está realmente está tentando ser um viés para permitir que o país fale por si.

Vídeo:

Além do vídeo e das fotos ao lado dos diretores, Angie também posou sozinha para as lentes do fotógrafo Kirk McKoy. As imagens deste ensaio fotográfico já foram adicionadas em nossa Galeria. Confira:

Fotos:

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Aniversários

Feliz aniversário Pax Jolie-Pitt!!

29 de novembro de 2017

Hoje, dia 29 de Novembro de 2017, Pax comemora seu 14º aniversário! Feliz aniversário Pax!

Pax Thien Jolie-Pitt nasceu no dia 29 de Novembro de 2003 na cidade de Ho Chi Minh no Vietnã e foi adotado por Angelina Jolie em 2007. Pax foi abandonado em um hospital local por sua mãe biológica. No dia 15 de Maio de 2007, Angelina viajou ao país junto com seu filho mais velho, Maddox, para adotar Pax.

No entanto, as leis do Vietnã só permitiam que uma criança de seu país fosse adotada por um casal oficialmente casado. Angelina, então, adotou Pax como mãe solteira e ao retornar para a Califórnia, nos Estados Unidos, ela e Brad o adotaram oficialmente. Em uma entrevista, Angelina falou a respeito do filho:

“Pax é, talvez, o mais parecido comigo com relação a temperamento. Ele é extremamente selvagem, mas tem um coração muito bom. Você sabe, como aqueles punks rockers. Quando você realmente os conhece, são apenas uns gatinhos. Mas, ao mesmo tempo, acho que irá se meter em problemas”

Em outra declaração, Angelina disse que o nome Pax tinha sido sugerido por sua mãe, Marcheline Bertrand, antes de falecer, sendo que “Pax” significa Paz em latim.

Happy birthday Pax Thien Jolie-Pitt!

Entrevistas/ First They Killed My Father/ Revistas & Scans

The Wrap entrevista Angelina Jolie e Loung Ung

20 de novembro de 2017

A cineasta Angelina Jolie e sua amiga de longa data, Loung Ung, juntamente com o cineasta cambojano, Rithy Panh, foram entrevistados pela revista norte americana “The Wrap”. A conversa dos três foi recentemente publicada na edição de Novembro da revista, que trouxe ainda um novo ensaio fotográfico (photoshoot) feito pelo fotógrafo Yu Tsai. Confira abaixo a matéria traduzida na íntegra pelo Angelina Jolie Brasil.

Por Steve Pond

Angelina Jolie não é a única diretora, na corrida para ganhar o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, que não nasceu no país que seu filme representa, mas certamente é a mais famosa. Sendo uma norte americana cuja cidadania cambojana foi concedida uma década atrás, por conta do seu trabalho humanitário, Jolie retornou ao país para gravar “First They Killed My Father”, um filme lindo mas brutal que conta a história de Loung Ung, que tinha cinco anos de idade quando sua família foi expulsa da cidade de Phnom Penh em 1975.

Guiada para campos de trabalho forçados no interior do país pelo assassino regime do Khmer Vermelho, comandado por Pol Pot, Ung sobreviveu a um terrível tratamento nos seus quatro anos seguintes, enquanto observava seus pais e amigos se tornarem vítimas de um genocídio ostensivamente destinado a criar uma sociedade sem influência ocidental.

Ung sobreviveu e escreveu suas memórias, que tem como subtítulo “Lembra Uma Filha do Camboja” e que foi lançado no ano 2000. Jolie convidou Ung para co-escrever o roteiro e, então, trouxe Rithy Panh – diretor cambojano do extraordinário filme indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, “A Imagem que Falta” – para produzir o longa.

Gravado no Camboja com atores cambojanos, o filme foi exibido nos Festivais de Cinema de Telluride e Toronto antes de ficar disponível na Netflix. Jolie, Ung e Panh conversaram com a revista “The Wrap” quando se encontravam em Toronto sobre “First They Killed My Father” e sobre sua ressonância no mundo atual.

O que levou você a querer contar essa história?

ANGELINA JOLIE: O Camboja é um país que mudou minha miga quando viajei para lá 16 anos atrás. Na época eu me dei conta do quão pouco sabia sobre o mundo. Isso me deixou mais humilde e mais comprometida. Eu encontrei uma cópia do livro de Loung e eu amei o fato dela escrever suas memórias através dos olhos de uma criança. Esta foi uma forma de se conectar com o público e esta foi a forma que nós fizemos o filme. Agora, eu tenho um filho de 16 anos que é Cambojano e eu quis fazer esse filme ao dele e para ele. Mas, acima de tudo, para o Camboja porque eu acho que esta é realmente a hora de falar sobre isso. Eu queria fazer um filme não apenas sobre um país, mas junto com o país.

Loung, está é, basicamente, sua experiência quando criança e a experiência de sua família. Foi doloroso reviver essas experiências?

LOUNG UNG: Foi doloroso. Entretanto, eu senti que não eram apenas as minhas memórias que eu queria contar, era a história dos meus irmãos, dos meus pais e de muitos outros cambojanos que passaram por experiências similares entre os anos de 1975 e 1979. No período de 4 anos – ou 3 anos, 8 meses e 20 dias – do genocídio khmer, cerca de 2 milhões de cambojanos morreram. Eu queria homenagear suas vidas, espíritos, resiliência e humanidade. E também, eu queria que os descendentes dos meus pais, seus netos e bisnetos, que nunca tiveram a chance de conhecê-los, tivessem a oportunidade de saber que guerreiros, sobreviventes e pais amorosos eles foram. Isso foi importante para mim.

Você algum dia imaginou que isso se tornaria um filme?

LOUNG UNG: Foi um sonho. E eu sempre pensei que se isso acontecesse um dia, tinha que ser com a equipe certa, com as pessoas certas, que tivessem grande integridade, decência e bondade. E este, absolutamente, foi o time dos sonhos. Angie e Rithy e suas famílias, somos muito próximos. Isso está muito além do que eu imaginei. Mas, você sabe, quando você sonha, sonha grande mesmo, às vezes as coisas acontecem.

Rithy, você fez um filme muito pessoal sobre o genocídio cambojano alguns anos atrás, “A Imagem que Falta”. O que fez você acreditar que uma cineasta, que não passou por essas experiências, pudesse realmente fazer justiça?

RITHY PANH: Angelina veio me visitar quando ela foi ao Camboja e eu já a conhecia pelos filmes que tinha feito, sabe? Mas o que é mais importante, é que ela fez este filme junto com a gente. Nós não queremos ser vistos apenas como sobreviventes. Nós precisávamos de um ser humano com imaginação para fazer este filme. Nós precisávamos voltar para nossas imaginações. O genocídio não é apenas uma matança, ele também destrói sua identidade, sua imaginação. E você precisa aprender isso de novo, até que você seja capaz de imaginar, de fazer poesias. Alguém escreveu, um tempo atrás, que depois de Auschwitz, a poesia não era mais possível. Eu acho que depois de Auschwitz, nós precisamos de mais poesia, que nós precisamos de mais cinema, que nós precisamos de mais livros para conseguir explicar às pessoas o que é isso tudo. O que aconteceu conosco pode acontecer com você, já que a história se repete o tempo todo e nós precisamos deste tipo de filme para explicar à próxima geração, qual o valor do ser humano.

Este é um filme lindamente gravado, mas o que acontece nas telas é horrível. Angelina, foi complicado descobrir até que ponto o público iria aguentar e quanto você deveria mostrar?

ANGELINA JOLIE: Sim, mas eu realmente nunca pensei no público. Eu pensei mais em ser fiel à história, ser fiel à experiência. Porque o filme foi gravado a partir do ponto de vista da pequena Loung, portanto, o interessante é que você consegue aguentar o que ela consegue aguentar, quando ela consegue aguentar. Assim, quando ela é mais nova, ela constantemente olha para longe das coisas que ela não consegue lidar. E, de certa forma, a visão dela amadurece e cresce. Eu acho que no final, o público está mais preparado, assim como ela está, para realmente olhar as coisas e enfrentá-las. Portanto, isso foi bastante útil. Eu não gosto de palavrões, violência e sangue. E por não gostar disso, eu apenas mostro quando é realmente necessário. Eu acho que essas coisas podem ser mais eficazes se você as usa com cuidado, se você as usa de uma forma real e apenas quando é necessário. E elas foram certamente necessárias quando eu as usei.

Loung, como foi assistir este filme e ver suas próprias experiências de vida nas telonas?

LOUNG UNG: Foi uma experiência linda. Assim como muitas outras jornadas, existiram solavancos. Para mim, particularmente, existiram momentos tristes, momentos felizes e momentos de redenção e cura. E a coisa mais importante ao assistir este filme, foi ter a sensação de que eu não estou sozinha. Passar pela guerra quando eu era jovem, mesmo quando eu ainda estava ao lado dos meus pais e, posteriormente, quando eles foram levados e quando nós passamos a viver em vilarejos comunais com outras pessoas, você sempre está sozinho. É perigoso ficar junto com outras pessoas. É perigoso se emocionar, se apaixonar, ser um indivíduo, ser visto, ser ouvido. Você se encontra, realmente, se curvando para dentro e tentando desaparecer. Para sobreviver, eu tive que me tornar surda, muda, cega, burra e invisível. Mas agora, eu estava fazendo um filme ao lado dos meus amigos e da minha família. Eu estava sendo vista, eu estava sendo ouvida e nós pudermos estar juntos. Para mim, esta foi a experiência mais emocionalmente profunda, pois eu não estava sozinha e nunca mais tive que ficar sozinha novamente.

Rithy, você mencionou que a história se repete. Por que é tão importante contar uma história como essa para o mundo de hoje?

RITHY PANH: Quando você vê o que aconteceu em Charlottesville, você se pergunta, “Nós fizemos tudo o que podíamos? O que é possível hoje?” Como um artista, você também é um cidadão e você tem a obrigação de trabalhar para abrir a mente das pessoas. Você pensa, “Eu não posso lhe dar uma resposta certa, mas talvez eu posso ajudar você a fazer a escolha correta”. Você tem a escolha de viver junto com outras pessoas ou de viver sozinho. O fracasso da democracia pode machucar muito as pessoas ao redor do mundo.

ANGELINA JOLIE: Eu concordo com ele. O fracasso da democracia – ou uma democracia fraca, ou quando uma democracia forte não está liderando ou quando não tem uma voz tão forte – isso enfraquece outras democracias ou democracias potenciais ao redor do mundo. Eu cresci pensando que se nós conhecêssemos a Bósnia teríamos feito alguma coisa. Se nós conhecêssemos Auschwitz, se nós conhecêssemos o Camboja… Nós sabemos de muitas coisas hoje. Nós vimos o que aconteceu, nós vimos os vídeos. Assim como Rithy disse, nós vimos muito ódio e muitas pessoas usando discursos de ódio que constroem esta terrível ideologia que acaba dividindo as pessoas. Nós sabemos onde isso vai dar. Isso é muito sério. Este é o equilibro do nosso mundo – é pelo o que as pessoas vivem, é a natureza humana, é como nós respeitamos os direitos humanos uns dos outros. É por isso que nós encorajamos a democracia e a tolerância, porque esta é a diferença entre as pessoas que estão vivas e morrendo, das pessoas que são assassinadas, das massas que estão sendo apagadas. E nós estamos vendo isso atualmente. Nós vemos isso ao redor do mundo. Nós temos mais pessoas deslocadas do que nunca, nós temos guerras acontecendo, nós temos cada vez mais injustiças. E nós, realmente, temos que nos levantar firmemente e prestar atenção.

Fotos:

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Photoshoots/ Revistas & Scans

Jolie e Ung estampam capa da revista “The Wrap”

18 de novembro de 2017

A cineasta norte americana Angelina Jolie está ao lado de sua amiga de longa data e escritora, Loung Ung, na edição do dia 17 de Novembro da revista “The Wrap”.

As duas concederam uma entrevista exclusiva à revista e posaram para as lentes do fotógrafo Yu Tsai.

A entrevista estará disponível no site em breve. As scans e as fotos do ensaio fotográfico, no entanto, já podem ser visualizadas em nossa Galeria.

Fotos:

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