Enviada Especial/ Refugiados/ Trabalho Humanitário/ UNHCR

Jolie lança Centro para Crianças Desacompanhadas

20 de junho de 2018

As crianças que fogem de perseguições e que chegam sozinhas aos Estados Unidos terão um acesso melhor a aconselhamento jurídico gratuito graças no novo Centro Nacional para Refugiados e Crianças Imigrantes lançado na cidade de Washington.

O centro foi lançado nesta terça-feira, dia 19 de Junho de 2018, pela Enviada Especial do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados, Angelina Jolie, que no ano passado doou 500 mil dólares para o Centro e tem defendido há mais de dois anos a situação das crianças desacompanhadas que buscam asilo e que estão detidas nos Estados Unidos. Falando aos repórteres do National Press Club, Jolie disse:

“O principal problema de tudo isso é que, quando as crianças cruzam este país sozinhas elas estão assustadas e nós precisamos ouvi-las antes de fazermos a escolha de darmos asilo em nosso país ou de mandá-las embora. É antiético não ouvir essas crianças. Porque sem representação legal, estamos mandando as crianças aos tribunais para se defenderem em uma língua que a maioria delas não entende. Nessas situações, elas precisam falar sobre as coisas assustadoras e humilhantes que passaram. Só que essas coisas elas não querem contar para ninguém, muito menos para uma sala cheia de pessoas estranhas”.

Todos os anos, mais de 5.000 crianças de todo o mundo chegam aos Estados Unidos sem o acompanhamento de um adulto. Muitas dessas crianças precisam de asilo pois fugiram de conflitos armados, de abusos contra os direitos humanos em suas terras natais, incluindo recrutamento forçado de crianças-soldados, prostituição, servidão forçada, escravidão sexual, exploração, trabalho infantil, abuso de crianças de rua, casamentos e mutilação genital feminina. Algumas crianças vão para os Estados Unidos porque foram abusadas, abandonadas ou negligenciadas por seus pais ou cuidadores.

Algumas dessas crianças desacompanhadas são apreendidas imediatamente em aeroportos ou nas fronteiras terrestres quando chegam aos EUA, porque lhes falta documentação adequada. Outras são apreendidas depois que cruzam as fronteiras de forma ilegal. Muitas são traficadas para os EUA para trabalhar em fábricas clandestinas ou em prostituição.

O recém lançado Centro Nacional para as Crianças Refugiadas e Imigrantes está sendo implementado em parceria com o Comitê dos Estados Unidos para os Refugiados e Imigrantes e com a Associação Americana de Advogados de Imigração. A chave para o sucesso deste centro é o compromisso de grandes escritórios de advocacia em todos os Estados Unidos em fornecer serviços “pro bono” em suas comunidades.

Fonte: UNHCR

Enviada Especial/ Refugiados/ Trabalho Humanitário/ UNHCR

Angelina Jolie: Uma Carta de Mossul

19 de junho de 2018

A maior e mais longa batalha urbana em qualquer parte do mundo desde a Segunda Guerra Mundial foi travada para retomar Mossul do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIS). A liberdade chegou através de um preço horrível: milhares de civis foram mortos e grandes áreas da cidade iraquiana foram reduzidas a escombros.

Grande parte do lado leste de Mossul foi poupado, mas o lado oeste ainda está em ruínas um ano após o fim dos combates. Enquanto estive lá, senti como se as armas tivessem parado somente no dia anterior.

Se aprendemos algo na última década com relação ao Oriente Médio e ao Afeganistão, é que se uma “vitória” militar não é seguida de uma ajuda efetiva que garanta a estabilidade, então o ciclo de violência só continua.

Você pensaria, portanto, que nada poderia ser mais importante nessa situação do que tentar garantir que o extremismo violento nunca retorne a Mossul. Você esperaria que reconstruir uma cidade que era um ícone da diversidade, da coexistência pacífica e do patrimônio cultural seria prioridade máxima. Você imaginaria que as ruas de Mossul estariam repletas de equipamentos de reconstrução, desminadores, arquitetos, planejadores, agências governamentais e organizações não-governamentais e especialistas em patrimônio mundial que prestam assistência técnica ao Iraque em um plano mestre para a reconstrução da cidade.

Mas, um ano depois, o leste de Mossul está abandonado, arruinado e apocalíptico. Paredes que permanecem em pé estão cheias de buracos causados por morteiros e balas. As ruas estão estranhamente silenciosas: centenas de milhares dos antigos moradores da cidade estão vivendo em acampamentos ou em comunidades próximas porque não existe nada para o que retornarem. Cadáveres ainda se encontram contaminando as ruínas, aguardando para serem coletados.

Nas ruas que parecem inteiramente inabitáveis, um pequeno número de famílias em estado de choque está limpando os escombros de suas casas com as próprias mãos, desafiando os explosivos escondidos deixados para trás. Na última semana, houve uma explosão em uma casa que matou e feriu 27 pessoas.

Ainda pior do que a ruína visual da cidade é o dano invisível no cenário emocional do povo. Residentes que retornaram perderam as casas em que suas famílias viveram por gerações, suas posses, suas economias, até mesmo os documentos que provam sua identidade. Comunidades de diferentes crenças que viviam lado a lado foram separadas e agora estão divididas.

Um homem que se aproximou de mim descreveu com lágrimas nos olhos como ele foi atacado por militantes. Uma criança me contou sobre como foi ver um homem morto em sua frente na rua. Uma mãe e um pai descreveram a manhã em que um morteiro atingiu sua filha adolescente, arrancando as pernas dela, deixando os ossos quebrados expostos. Eles a levaram para um hospital e pediram tratamento médico. Eles foram rejeitados e ela sangrou até a morte em seus braços.

Injustiça e sofrimento dessa magnitude são impossíveis de quantificar. Pois as pessoas que sobreviveram a essas experiências, foram deixadas sozinhas e, em grande parte das vezes, esquecidas, sentindo-se completamente erradas e profundamente inquietas. A lacuna de tempo entre o que eles merecem e a rapidez com que o mundo os esqueceu é chocante.

Eu me perguntei se, em outro momento da história, teríamos reagido de maneira diferente ao que aconteceu em Mossul. Teríamos reagido como fizemos quando a Europa se libertou depois da Segunda Guerra Mundial, inundando-a com ajuda para se reconstruir se recuperar?

Pensei também nos sobreviventes dos ataques com armas químicas, nos atentados aos hospitais, nos estupros organizados e na fome deliberada de civis que são características dos conflitos contemporâneos e perguntei a mim mesma: ficamos insensíveis ao sofrimento humano? Temos tantas dúvidas da nossa capacidade de agir efetivamente no exterior, à luz da história recente, que começamos a tolerar o intolerável? Somos culpados de realizar uma forma de triagem moral coletiva, escolhendo seletivamente quando e onde defenderemos os direitos humanos, por quanto tempo e em que nível?

Em Mossul, senti que estava na limiar das falhas da política externa na última década. Mas também em um lugar que representa a capacidade humana de sobrevivência, renovação e a resistência insistente dos valores universais nos corações individuais.

Penso em um pai que conheci e em sua alegria por suas duas filhas poderem ir à escola novamente. Sem dinheiro e sem um teto sobre a cabeça de sua família, ele falou como se não tivesse mais a posse de nenhum bem além de seus boletins. Não haveria um símbolo mais profundo de vitória do que qualquer moça de Mossul que pudesse voltar à escola e se destacar.

Nenhuma família que conheci no leste de Mossul me pediu algo. Elas não estão contando com a nossa ajuda. Mossul pode traçar sua história há 3.000 anos – tenho certeza de que seu povo superará esses três anos de terror. Mas quão melhor seria se víssemos sua recuperação como nosso esforço conjunto, da mesma forma que consideramos a derrota do ISIS como uma responsabilidade coletiva.

Escrito por Angelina Jolie | Tradução de Guilherme Leite

Fonte: Huffington Post

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Jolie agradece Governo Curdistão por ajudar refugiados

17 de junho de 2018

Neste domingo, dia 17 de Junho de 2018, juntamente com a equipe sênior da UNHCR / ACNUR foi recebida pelo porta voz do Governo Regional do Curdistão, Safin Dizayee, em reunião no Iraque.

Em nome do Primeiro Ministro Nechirvan Barzani do Governo Regional do Curdistão (CRC), Safin Dizayee deu as boas vindas à delegação e agradeceu à Sra. Jolie por sua atenção contínua à situação das pessoas deslocadas que se encontram na região do Curdistão. Ele disse que o CRV aprecia suas visitas continuadas ao Curdistão que tem como finalidade testemunhar a situação das pessoas que se encontram internamente deslocadas e dos refugiados sírios.

Jolie agradeceu ao Governo Regional e ao povo do Curdistão por hospedar e receber um número tão grande de pessoas deslocadas e por continuar a ajudá-las. Ela disse que a região do Curdistão desempenhou um papel muito bom ao ajudar essas pessoas vulneráveis e é um modelo nesse tipo de assistência humanitária. A Enviada Especial da UNHCR assegurou que continuará a transmitir a situação das pessoas deslocadas para a comunidade internacional com o objetivo de encorajar mais apoio à região.

Atualmente a região do Curdistão está hospedando cerca de 1.4 milhões de pessoas internamente deslocadas e refugiados. 97% dos refugiados são sírios e 37% deles vivem nos 9 campos, espalhados pela região enquanto outros vivem nas demais comunidades de acolhimento.

Fonte: Kurdistan Regional Government

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Jolie pede investimento em educação para os refugiados

17 de junho de 2018

A atriz norte americana Angelina Jolie, embaixadora especial da agência das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR / ACNUR), pediu neste domingo à comunidade internacional que invista mais em educação para as pessoas refugiadas e deslocadas com o objetivo de que adquiram novas habilidades.

“Quando nem sequer existe uma ajuda mínima, as famílias dos refugiados não podem receber o tratamento médico adequado, as mulheres e as meninas são vulneráveis à violência sexual (…) desperdiçamos a oportunidade de investir nos refugiados para que possam adquirir novas habilidades”, disse em uma visita ao campo de refugiados de Domiz, no norte do Iraque.

A atriz fez referência à falta de recursos econômicos da ACNUR para responder aos conflitos, já que neste ano “só recebeu 17% do seu financiamento”, afirmou em comunicado, além de acrescentar que isto pode causar “terríveis consequências humanas”.

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No entanto, forneceu uma visão otimista à situação e indicou que a “única resposta” para que não aconteça é “pôr fim aos conflitos que fazem com que as pessoas fujam de seus lares e que todos os governos cumpram com suas responsabilidades”.

Além disso, Angelina apontou que ainda existe esperança, após visitar no sábado a cidade de Mossul e hoje o campo de Domiz, na região do Curdistão iraquiano, onde estão assentados um grande número de refugiados sírios que fugiram da guerra no país, que começou em 2011 e que continua hoje em dia.

“Há milhões de refugiados e pessoas deslocadas que desejam retornar aos seus lares e trabalhar e começar de novo, como ontem vi em Mossul, onde tijolo a tijolo, com as suas próprias mãos, estão reconstruindo os seus lares”, indicou.

A ofensiva em Mossul para derrotar o grupo jihadista Estado Islâmico, que terminou há quase um ano, durou quase nove meses e foi a mais sangrenta de todas as iniciadas pelas forças iraquianas apoiadas pela coalizão internacional, liderada pelos Estados Unidos.

A visita de Angelina ao Iraque coincidiu com a festa do Eid al-Fitr, a festividade que põe fim ao mês sagrado do Ramadã e que termina hoje, para celebrar o Dia Mundial dos Refugiados, que será comemorado em 20 de junho.

Texto: UOL

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Enviada Especial/ Trabalho Humanitário/ UNHCR

Jolie visita refugiados na cidade de Mossul, Iraque

16 de junho de 2018

Neste sábado, dia 16 de Junho, a Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, Angelina Jolie, visitou refugiados na região de Mossul, no Iraque.

Esta é a 61ª missão de campo de Jolie e sua quinta visita ao Iraque em nome da UNHCR (ACNUR) desde 2001. Ela chegou na cidade no segundo dia do feriado Eid al-Fitr, uma celebração muçulmana que marca o fim do jejum do Ramadã.

Jolie caminhou nos escombros de prédios bombardeados nas ruas estreitas da Cidade Velha e se encontrou com famílias deslocadas para conversar sobre os esforços em reconstruir a cidade e sobre as necessidades da população que retorna para o local.

A região Oeste de Mossul foi mantida em “cativeiro” pelo ISIS durante três anos. A operação de combate para retomar a cidade foi a maior e mais longa batalha urbana desde a Segunda Guerra Mundial. Civis enfrentaram bombardeios aéreos, barragens de artilharia, fogo cruzado, franco atiradores e artefatos explosivos. Centenas de milhares de pessoas foram submetidas a condições de cerco, foram usadas como escudos humanos e alvejadas quando fugiam da cidade.

Vídeo:

Os moradores estão retornando lentamente para o cenário de completa destruição. Assim como outras pessoas que viveram em redutos do ISIS, elas sofreram níveis quase sem precedentes de trauma psicológico. Em um comunicado, Jolie disse:

“Esta é a pior devastação que eu já vi em todos os meus anos de trabalho com a UNHCR. As pessoas aqui perderam tudo: suas casas estão destruídas. As pessoas encontram-se destituídas. Elas não tem remédios para seus filhos e muitas não tem água corrente nem serviços básicos. Essas pessoas ainda estão cercadas por corpos nos escombros. Após o trauma inimaginável da ocupação, agora elas estão tentando reconstruir suas casas muitas vezes com pouca ou nenhuma assistência.

Eu não tenho palavras para descrever a força que será necessária para reconstruir as coisas depois de uma perda como essa. Mas é isso o que as pessoas desta cidade estão fazendo. Elas estão tão tristes e traumatizadas, mas também estão esperançosas. Elas estão limpando as casas com as próprias mãos, estão voluntariando-se e ajudando uns aos outros. Mas essas pessoas precisam da nossa ajuda”.

Fonte: UNHCR

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Divorcio

Jolie fala sobre vazamento de informações a respeito da custódia

13 de junho de 2018

A divulgação de informações sobre uma nova negociação de custódia entre Angelina Jolie e Brad Pitt pelos seis filhos do casal recebeu uma reação fervorosa da atriz, que chamou o fato de “ilusório” e “deplorável”.

De acordo com documentos oficiais que foram obtidos pelo “The Blast” e revisados pela “ABC News”, o juiz que que cuida do divórcio do casal fez diversas demandas que visam garantir a proximidade de Pitt com as crianças, das quais Jolie tem a guarda total. Porém, a atriz de 43 anos ganhadora do Oscar se posicionou na manhã desta quarta-feira (13). Em um comunicado fornecido à ABC News o representante da atriz afirma:

“Esse vazamento enganoso não visa os melhores interesses das crianças. Desde o início, Angelina tem se concentrado em sua saúde e em suas necessidades, razão pela qual foi tão importante que esta última audiência tenha sido conduzida em particular. É deplorável que alguém, por suas próprias razões egoístas, vazou porções seletivas do registro confidencial e selado do tribunal para criar uma imagem imprecisa e injusta do que realmente está acontecendo”.

Já o representante de Pitt não fez comentários.

As duras palavras da equipe de Jolie vieram depois que o “The Blast” noticiou nesta terça-feira que o juiz do divórcio acha que as crianças deveriam ter o direito de ver seu pai o mais frequentemente possível para manter um relacionamento saudável.

“Como os filhos menores permanecerem proibidos de ver o pai, dependendo das circunstâncias que cercam esta condição, isso pode resultar em uma redução do tempo que eles passam com Jolie e pode resultar na ordem judicial primária da guarda apresentada por Pitt”, dizem os documentos do tribunal. “Não ter um relacionamento com o pai é prejudicial para eles.”

Em Setembro de 2016, Jolie entrou com o pedido de divórcio depois de um casamento de dois anos com Pitt, 54, com quem ela teve seis filhos: Maddox, 16; Pax, 14; Zahara, 13; Shiloh, 12; e os gêmeos Knox e Vivienne, 9.

Imediatamente após a separação, Jolie manteve a custódia física exclusiva de todas as crianças. Na época, o FBI e o Departamento de Crianças e Serviços Familiares de Los Angeles estavam investigando Pitt sobre uma alegação de abuso infantil, decorrente de uma discussão que ele teve com um de seus filhos durante um voo entre França e Estados Unidos. Posteriormente, Pitt foi inocentado e nenhuma acusação foi apresentada. Ele passou a pedir a guarda conjunta dos filhos.

Nos documentos judiciais mais recentes, o juiz ordenou que Jolie fornecesse a Pitt os números de celular das crianças e marcasse um telefonema com as crianças e seus médicos para explicar-lhes que “o tribunal determinou que cada um deles esteja seguro com o pai”.

O juiz também afirmou que a atriz não pode monitorar as mensagens de texto das crianças para Pitt ou ouvir seus telefonemas.

Um horário de visitação foi determinado para o verão, durante o qual Pitt passará uma quantidade específica de tempo entre junho e julho com cada um dos filhos, exceto Maddox, que o juiz decidiu ter idade suficiente para decidir com que frequência ele vê o pai.

Essas visitas serão monitoradas por um terapeuta, que também se encontrará com cada criança, informam os documentos. Enquanto as crianças estão com Pitt por uma semana na Califórnia no final de julho, Jolie só pode ligar para elas uma vez por dia, em um horário mutuamente acordado.

“É fundamental que cada um deles tenha uma relação saudável e forte com a mãe e o pai”, afirmou o juiz nos documentos.

Fonte: ABC News

Aniversários/ Candids

Jolie comemora aniversário em parque de diversões com os filhos

4 de junho de 2018

Nesta segunda-feira, dia 04 de Junho, a mamãe mais famosa de Hollywood comemorou seu aniversário de 43 anos na companhia dos filhos em um parque de diversões localizado no Reino Unido.

Jolie e seus quatro filhos mais novos – Zahara, Shiloh, Knox e Vivienne – foram flagrados por fãs enquanto se divertiam pelo parque Thorpe Park. A cineasta, inclusive, foi fotografada quando brincava na montanha russa ao lado dos filhos.

Angelina está no Reino Unido pois atualmente participa das filmagens de “Malévola 2”, sequência do longa original lançado pela Disney em 2014 que faturou cerca de 750 milhões de dólares em todo o mundo.

As fotos foram divuladas pelo site Daily Mail.

Fotos:

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Aniversários/ Vídeo

Feliz Aniversário Angelina Jolie

4 de junho de 2018

Nesta segunda-feira, dia 04 de Junho de 2018, nossa musa inspiradora completa 43 anos de idade! Feliz Aniversário Angelina Jolie! No ano passado, fizemos um lindo e emocionante vídeo para comemorarmos o aniversário da atriz. Caso você não tenha visto, decidimos compartilhá-lo mais uma vez! Confira:

Angelina nasceu na cidade de Los Angeles, Califórnia, nos Estados Unidos. A jovem rebelde que colecionava facas, cicatrizes e andava de moto com calças e casacos de couro, começou sua carreira de atriz muito cedo e, no ano 2000, ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme “Garota, Interrompida”.

Entretanto, ela ficou realmente famosa somente depois de interpretar o papel da aventureira Lara Croft na adaptação do game “Tomb Raider” lançado em 2001. Após adotar seu primeiro filho, Maddox, no Camboja em 2002 e transformar-se em Embaixadora da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR/ACNUR), Angelina deixou a rebeldia de lado.

Em 2004, a atriz participou das gravações do filme “Sr. & Sra. Smith” ao lado do ator Brad Pitt. A partir de 2005, os dois assumiram o relacionamento e, no mesmo ano, adotaram Zahara na Etiópia. Em 2006, na África, Angelina deu luz à Shiloh. Em 2007, o casal adotou Pax no Vietnã e, em 2008, a atriz deu luz aos gêmeos Knox e Vivienne, na França.

Em 2011, ela estreou como diretora no filme “Na Terra de Amor e Ódio” e recebeu o status de Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados em Genebra; Em 2012, ficou noiva de Brad Pitt e em 2013, confessou ao mundo – através de um artigo intitulado “Minha Escolha Médica” – que havia decidido se submeter a uma dupla mastectomia preventiva por possuir uma mutação genética que aumenta em 87% as chances de desenvolver câncer. Ainda em 2013, ela recebeu o Prêmio Oscar Jean Hersholt Humanitarian no Governors Awards por seu Trabalho Humanitário.

Em Agosto de 2014, Angelina casou-se oficialmente com Brad Pitt em uma cerimônia privada na França. No mesmo ano, ela foi condecorada com o título de Dama Comenda da Mais Distinta Ordem de São Miguel e São Jorge do Império Britânico, entregue pela Rainha Elizabeth II, em um evento que aconteceu em Outubro, no Palácio de Buckingham em Londres, Inglaterra, pelos serviços prestados à política externa do país e pela campanha contra violência sexual em zonas de guerra.

Já em 2015, a cineasta compartilhou – através de uma artigo intitulado “O Diário de uma Cirurgia” – que havia se submetido a uma cirurgia de remoção dos ovários e das trompas de Falópio.

Apesar de ser constantemente alvo de rumores sobre falsas doenças (como anorexia, câncer, etc.), Angelina continua linda, saudável, totalmente focada em sua família, em seu trabalho humanitário como Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados e em seu trabalho como diretora.

Entretanto, no mês de Setembro de 2016, ela ingressou com o pedido de divórcio do ator Brad Pitt, citando motivos irreconciliáveis. Desde então, a cineasta tem permanecido ainda mais em casa, ficando ao lado dos filhos. Nós, fãs, esperamos que a família esteja bem, cada vez mais unida, com muito amor e saúde.

Para comemorar e desejar feliz aniversário à nossa Musa, vamos usar a hashtag #HappyBDayAngelinaJolie!?

HAPPY BIRTHDAY ANGELINA JOLIE!!!
FELIZ ANIVERSÁRIO!!