Jolie concede entrevista ao site ET Canadá
7 de setembro de 2018
Angelina Jolie não acredita que o feminismo deve existir à custa dos homens. A atriz, cineasta e humanitária falou sobre o feminismo em uma sessão de perguntas e respostas sobre o perfume Mon Guerlain concedida ao site ET Canadá. Confira a entrevista abaixo, traduzida na íntegra pelo Angelina Jolie Brasil.
“Igualdade não é sobre todos sermos iguais, é sobre a liberdade de podermos fazer nossas próprias escolhas e viver nossas próprias vidas de forma plena e não às custas dos homens, mas ao lado deles,” disse Jolie. “Não se trata de um derrubar o outro, mas construir um ao outro. Eu acho que não é suficientemente dito o quanto precisamos de que os homens em nossas vidas sejam fortes, capazes e o melhor que puderem ser”.
Mas se expressar como mulher nem sempre foi algo tão fácil para Jolie. Na verdade, foi a maternidade que mudou sua perspectiva. “Aquela sensação de crescimento e mudanças a cada ano que passa e em cada etapa da vida. Para mim, trata-se de aprender aceitar a si mesmo e o que a vida traz,” explicou ela.
Jolie, de 43 anos, se recusa a acreditar na ideia de que as mulheres deixam de ser boas quando chegam aos 40 anos: “Isso simplesmente não é verdade. A sabedoria, a compreensão com a idade, a claridade de pensamento – todas as coisas que surgem com a idade – são também belas e femininas qualidades. Eu gosto de pensar que todos nós nos tornamos melhores com a idade, tanto os homens quanto as mulheres.”
“Não existe nada mais atraente do que uma pessoa que é totalmente ela mesma, sem inibições, de qualquer forma que seja. Todos nós reconhecemos quando vemos isso – aquelas mulheres cuja beleza é, na verdade, seu espírito e sua incapacidade de ser qualquer coisa senão fiel a elas mesmas”, disse Jolie quando questionada sobre como as mulheres deveriam lidar com as ideias conflitantes de feminilidade.
Uma das maneiras que Jolie expressa sua feminilidade é com a nova versão do perfume Mon Guerlain, Eau de Toilette. Como um perfume pode representar feminilidade, você pode se perguntar? “Servindo para todos os estados de ânimo e fugindo do padrão. É isso que eu amo no perfume Mon Guerlain.”
Ela descreve a fragância como “clássica, refinada, de uma elegância discreta combinada com a força da mente e do caráter. Equilíbrio.”
Trabalhando como atriz, Jolie teve várias oportunidade de se perder em uma das personagens. Seu papel no filme “O Preço da Coragem” (A Mighty Heart) se destacou para ela “porque Marianne é uma mulher que eu admiro e com quem eu aprendo. Ela superou tudo usando sua força e elegância.”
Jolie continua muito ocupada nos dias atuais e tem vários projetos notáveis no cinema. Ela vai dar voz à personagem de Stella no filme “The One and Only Ivan”, que também será estrelado por Bryan Cranston. Ela também vai reprisar seu papel como Malévola no filme “Malévola II”, da Disney, e irá contracenar com o ator David Oyelowo no filme “Come Away”.
Escrito por Shakiel Mahjouri
Traduzido por Angelina Jolie Brasil
Fonte: ET Canada
Nesta semana, o site oficial da produtora “Hammerstone Studios” disponibilizou o primeiro pôster do filme “Come Away” que será estrelado pela atriz Angelina Jolie e pelo ator David Oyelowo (“Selma: Uma Luta Pela Igualdade”).
Com direção de Brenda Chapman (“Valente”) e roteiro de Marissa Kate Goodhill, o drama fantástico imagina um cenário em que Peter [Pan] e Alice [no País das Maravilhas] são irmãos, um contexto anterior às suas famosas histórias.
Quando o primogênito da família falece precocemente em um trágico acidente, o casal de jovens protagonistas – muito antes de serem as estrelas de duas das mais famosas fábulas da história – se vê forçado a proteger seus pais Rose e Jack (Jolie e Oyelowo) do desespero do luto. O peso da tarefa apresentará uma encruzilhada: ou os dois irmãos escolhem pela realidade que conhecem em sua casa ou adentram no mundo da imaginação – o que começa a criar o cenário perfeito para suas jornadas futuras.
O papel de Peter será interpretado pelo jovem ator Jordan A. Nash e o papel de Alice será interpretado pela jovem atriz Keira Chansa. O filme ainda não tem data de estreia prevista e segundo informações do site IMDB já começou a ser gravado.
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Nesta segunda-feira, dia 03 de Setembro de 2018, a atriz norte americana, Angelina Jolie, foi flagrada pelos paparazzis quando caminhava com os filhos, na cidade de Los Angeles.
Aparentemente, a mamãe de 43 anos levou Zahara, Shiloh, Knox e Vivienne para fazer atividades físicas e caminhas pela vizinhança do bairro em que residem. 20 fotos foram adicionadas em nossa Galeria. Clique em qualquer das miniaturas abaixo para ter acesso ao álbum.
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Jolie escreve artigo sobre refugiados para a CNN
29 de agosto de 2018
Famílias refugiadas sofrem inumeráveis formas de angústia física e mental, incluindo a dor de serem incapazes de prover ao seus filhos comida quando estão com fome ou remédios quando estão doentes ou feridos. Mas eu também vi o quanto isso pesa sobre os pais refugiados quando eles são incapazes de mandar seus filhos para a escola, sabendo que a cada ano que passa, suas perspectivas de vida estão diminuindo e sua vulnerabilidade aumentando.
Em um novo relatório, a ACNUR (UNHCR), a Agência de Refugiados da ONU, adverte que um número crescente de crianças refugiadas não está recebendo educação. Embora as implicações sejam graves, nossa resposta não deve ser o desespero, mas sim a oportunidade.
A crise global de refugiados é um grande desafio para a nossa geração. Mas a tarefa não é impossível. Os próprios refugiados não estão esperando passivamente por ajuda, mas estão ativamente procurando maneiras de fazer parte da recuperação de seus países. A educação é a chave para ajudá-los a fazer isso.
As vidas contrastantes de duas garotas sírias que conheci me fizeram vivenciar isso vividamente.
A primeira foi uma jovem que chegou ao Líbano com seus cinco irmãos quando tinha 11 anos. Sua mãe foi morta em um ataque aéreo e as crianças foram separadas de seu pai. Não havia pais para colocar comida na mesa, então ela passava seus dias coletando lixo para vender por quantias minúsculas de dinheiro e fazendo o trabalho de buscar água e cozinhar e limpar para que seus irmãos pudessem ir para a escola. Ela teve que deixar de lado o sonho de se tornar médica e aos 14 anos se casou e se tornou mãe. Hoje ainda não sabe ler nem escrever. Mesmo que a guerra termine amanhã, ela teve sua infância roubada e o que poderia ter sido do seu futuro.
A segunda menina síria que eu penso enquanto escrevo esta matéria tinha 16 anos quando fugiu com a família da Síria para o Iraque. Sua vida no árido acampamento foi extremamente difícil, mas ela conseguiu se matricular em uma escola local. As autoridades de educação do Iraque não reconheceram seu certificado de bacharelado sírio, então ela repetiu seu último ano do ensino médio.
Ela agora estuda odontologia em uma universidade iraquiana, enquanto ainda vive com sua família em um campo de refugiados. Quando a conheci, junto com sua família, ela me disse que, assim que pudesse, voltaria para sua terra natal e ajudaria em sua recuperação. “A Síria precisa do seu povo jovem”, disse ela.
Frequentemente falamos sobre refugiados como uma única massa de pessoas, um fardo. Nós não vemos o intrincado mosaico de homens, mulheres e crianças com suas diversas origens e um imenso potencial humano.
Há milhões de jovens refugiados com energia, desejo e compromisso de estudar e trabalhar, que querem contribuir para as sociedades que os acolhem e a ajudar a reconstruir seus países de origem. Há milhões de pais deslocados que fariam sacrifícios imagináveis para ajudar seus filhos a irem para a escola.
Lembro-me de um pai que conheci no leste de Mossul, que de alguma forma fez com que sua família passasse anos vivendo sob o governo brutal do Estado Islâmico e passasse pela violenta libertação da cidade. Embora eles não tivessem saído do Iraque e fossem classificados como deslocados internos em vez de refugiados, só recentemente puderam retornar à cidade. De pé ao lado de sua antiga casa destruída por balas, ele lutou contra as lágrimas de orgulho enquanto me mostrava os boletins escolares de suas duas filhas pequenas que haviam voltado para a escola.
Desta forma, afinal, pensei, é como você reconstrói um país: não com acordos e resoluções de paz, tão necessários como esses, mas com milhões de boletins escolares, exames aprovados, qualificações obtidas, empregos adquiridos e jovens vidas com um bom propósito, em vez de passar definhando nos campos.
Ninguém sonha em ser um refugiado; eles sonham em viver de acordo com seu potencial. Eles anseiam por melhorar a si mesmos e suas famílias. Isso é algo que todos nós instintivamente entendemos e podemos relacionar. Nós experimentamos o poder da educação em nossas próprias famílias.
A perda da educação de uma criança é uma tragédia. Com muitas guerras hoje perdurando mais do que a duração de uma infância, pode significar um país perdendo toda uma geração de educação e habilidades entre os jovens. Inversamente, investir na educação de refugiados é a maneira mais poderosa de ajudá-los a ser auto-suficientes e contribuir para a estabilidade futura dos países dilacerados pelo conflito.
O ACNUR está solicitando que as crianças refugiadas tenham acesso a um currículo adequado durante todo o ensino fundamental e médio, para que possam obter qualificações reconhecidas e ter uma chance de educação superior.
Estamos pedindo que mais apoio seja dado aos países das regiões em desenvolvimento, que hospedam 92% dos refugiados em idade escolar, para que mais crianças refugiadas possam ser incluídas nos sistemas nacionais de educação. E nós estamos pedindo às nações mais ricas que lidem com os déficits de financiamento humanitário para que os pais refugiados não tenham que escolher entre comida e escola para seus filhos.
Dificilmente passa-se um dia sem notícias sombrias sobre violência, sofrimento e deslocamento de pessoas, do Afeganistão ao Iêmen. É difícil encontrar um só exemplo de onde estamos tendo sucesso como comunidade internacional por acabar com conflitos e garantir a paz. O resultado pode às vezes ser uma sensação impressionante de um mundo desequilibrado, no qual mesmo nossos melhores esforços de alguma forma ficam aquém.
No entanto, a resposta não é perder as esperanças ou se afastar da causa, mas sim trabalhar de uma maneira paciente, a longo prazo, guiada por nossos valores, para eliminar problemas que parecem vastos e intratáveis. Se ajudarmos os refugiados a obter uma educação, eles mesmos assumirão a tarefa mais difícil de reconstruir os países cuja futura paz e segurança é tão importante para nós. É o caminho de ação sábio e moralmente correto.
Escrito por Angelina Jolie
Traduzido por Guilherme Leite,
para o Angelina Jolie Brasil.
Fonte: CNN
Neste domingo, dia 26 de Agosto de 2018, a mamãe Angelina Jolie foi almoçar com o filho Pax no restaurante chamado “Perch”, na cidade de Los Angeles, Califórnia, nos Estados Unidos.
Mãe e filho também aproveitaram o passeio para fazer algumas compras na loja “rag & bone” enquanto eram flagrados pelos paparazzis.
Na Galeria, foram adicionadas 33 fotos em HQ. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso ao álbum.
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• CANDIDS » 2018 » 26/08/18 (33x)
Nesta terça-feira, dia 21 de Agosto, a cineasta norte americana e mamãe, Angelina Jolie, levou suas duas filhas mais velhas – Zahara e Shiloh – para fazer compras em algumas lojas, na cidade de Los Angeles, Estados Unidos.
Primeiro, o trio entrou em uma loja para comprar óculos de sol e, em seguida, entrou na loja “Kitson”, onde as meninas compraram roupas. Foram adicionadas 1-0-0 fotos na Galeria. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso ao álbum.
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Angelina Jolie: feminina, feminista, forte, frágil e diva. Ícone do glamour de Hollywood, ganhadora de um Oscar, considerada como uma das mulheres mais belas do planeta, símbolo da luta contra o câncer e defensora dos direitos humanos, Jolie se abre nesta entrevista exclusiva. A atriz, sinônimo de elegância e garota propaganda do perfume Mon Guerlain, fala sobre sua família, seu compromisso social e seu novo conceito de feminilidade. Angelina em seu estado mais puro.
Seu compromisso com as causas sociais assim como sua própria experiência de vida fizeram de Angelina uma das vozes mais respeitadas de Hollywood. Isso porque, cada vez que fala, suas palavras tem um peso diferente das demais estrelas da sétima arte. Jolie sabe o que é enfrentar a vida. E fez isso há pouco tempo, demonstrando sua força invejável ao combater o câncer de mama de uma maneira radical: “Minha mãe lutou contra o câncer quase durante uma década e morreu aos cinquenta e seis anos de idade. Viveu tempo suficiente para ver o primeiro de seus netos e para carregá-lo em seus braços, mas meus outros filhos nunca terão a oportunidade de conhecer-la nem saber quem era ela,” confessou Jolie em um carta publicada pelo jornal “The New York Times” depois de se submeter a uma dupla mastectomia. Três anos depois, seu divórcio de Brad Pitt fazia com que ela enfrentasse outro desafio. Defensora e impulsionadora de um novo feminismo, com uma personalidade forte mas cheia de fragilidade, Angelina nunca perdeu nem um pingo e sua elegante feminilidade.
O que significa a feminilidade para você?
Muitas coisas diferentes. Não existe apenas uma versão de feminilidade. Significa coisas diferentes em momentos diferentes e em lugares diferentes. Pode ser certa ternura e elegância, mas também pode ser mulheres marchando e lutando por seus direitos e pelos direitos dos outros.
Em qual idade você se sentiu mais confortável com sua feminilidade?
Quando me tornei mãe pela primeira vez e atualmente. Essa sensação de facilidade, de crescer e mudar com cada ano que passa e a cada etapa da vida. Para mim, tem a ver com aprender e aceitar o que a vida lhe dá.
Você é porta voz de um perfume francês. Sempre escutamos a expressão de “feminilidade a lá francesa”, como a definiria?
Clássica, refinada, que entende a elegância combinada com a força da mente e da personalidade. Equilíbrio.
Como você explicaria essa ideia antiquada de que, passados os quarenta anos, a feminilidade desaparece enquanto que os homens se tornam melhores com a idade?
Isso simplesmente não é verdade. A sabedoria, a compreensão com a idade, a claridade de pensamento – todas as coisas que surgem com a idade – são também qualidades femininas e belas. Eu gosto de pensar que todos nós nos tornamos melhores com a idade, tanto os homens quanto as mulheres.
Qual dos papéis que você já interpretou, você acredita que melhor representa a feminilidade? E o feminismo?
O papel de Marianne Pearl no filme “O Preço da Coragem” (A Mighty Heart). É uma mulher que eu admiro e com quem eu aprendi. Ela superou tudo com força e elegância.
A mulheres nunca desempenharam tantos papeis na vida: mãe, esposa, mulher de negócios… Como podem ser tudo ao mesmo tempo?
As mulheres sempre assumiram muitas funções e estamos preparadas para assumir muitas mais, mas não devemos esquecer de também cuidar de nós mesmas.
Como um perfume pode representar a feminilidade?
Servindo para todos os estados de humor. É isso que eu gosto no perfume Mon Guerlain.
Como pode uma mulher estar realmente de bem com sua feminilidade quando muitas coisas diferentes são exigidas: ser bonita e sexy mas sem ceder aos ditames da moda e da dominação social masculina?
Não existe nada mais atraente do que uma pessoa que é totalmente ela mesma, sem inibições, de qualquer forma que seja. Todos nós reconhecemos quando vemos isso – aquelas mulheres cuja beleza é, na verdade, seu espírito e sua incapacidade de ser qualquer coisa senão fiel a elas mesmas.
A feminilidade e o feminismo são coisas incompatíveis?
Igualdade não é sobre todos nós sermos iguais. É sobre termos a liberdade de fazer nossas próprias escolhas e de viver nossas próprias vidas plenamente, não às custas dos homens, mas ao lado dos homens. Não se trata de um querer derrubar o outro, mas de se erguerem um ao outro juntos. Eu acho que não é dito de forma suficiente, o quanto nós precisamos que os homens em nossas vidas sejam fortes, capazes e o melhor que podem ser.
Podemos imaginar uma sociedade em que os homens e as mulheres sejam iguais, mas onde as mulheres não precisem “virar homens”?
Claro!
Como podemos introduzir e educar as crianças sobre o feminismo?
Através de diversos e fortes exemplos femininos e também estudando o passado: entendendo quanta liberdade nós tivemos que lutar para conquistar e a necessidade de se defender, e quantas mulheres vivem em países em que elas não são livres ainda hoje. Algumas das pessoas que meus filhos mais admiram são mulheres que passaram por conflitos ou superaram adversidades. Acontece de essas pessoas serem mulheres, mas isso não é o que as define. É a sua força e o seu exemplo.
O que você gostaria que suas meninas aprendessem ou levassem com a sua feminilidade?
A serem elas mesmas, completamente. Mas sinceramente, elas me ensinam, todos os dias. Elas são tão diferentes, e cada uma à sua maneira e com personalidades fortes.
Se houvesse um valor central que você gostaria que seus filhos transmitissem aos filhos deles, qual seria?
Liberdade e bondade!
A Guerlain trabalha há 10 anos para proteger a biodiversidade e o planeta. Que relação você tem com o meio ambiente e como você está transmitindo isso para seus filhos?
Temos projetos que ajudam a proteger o meio ambiente no Camboja e na Namíbia. Em nossa família, muitas vezes falamos sobre como tudo está conectado – a vida selvagem, o meio ambiente e o bem-estar das pessoas. Para proteger, você tem que proteger tudo. O mais bonito é que cada um de nós pode fazer nossa parte de várias maneiras diferentes.
Fonte: Fashion ¡HOLA!
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Neste domingo, dia 19 de Agosto de 2018, a mamãe Angelina Jolie levou seu filho mais novo, Knox, para tomar iogurte frozen e comprar alguns doces na loja “Pinkberry”, localizada na cidade de Los Angeles, Estados Unidos.
A dupla foi flagrada pelos paparazzis quando chegava ao local e postriormente quando saía e caminhava em direção ao carro.
Fonte: Daily Mail
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