Neste sábado, dia 22 de Dezembro de 2018, Angelina Jolie e seu filho Pax foram fotografados quando faziam compras pela cidade de Santa Monica, no estado da Califórnia, nos Estados Unidos.
A mamãe de 43 anos foi flagrada pelos paparazzis usando um casaco bege da marca Max Mara quando visitava a loja Burton Snowboards, especializada em roupas e equipamentos para esqui e snowboard. Será que a atriz planeja passar as festas de final de ano na neve com os filhos?
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Angelina Jolie escreve artigo sobre crise de refugiados
18 de dezembro de 2018
Nossa resposta à situação dos refugiados no próximo ano será o medidor da nossa humanidade, escreve Angelina Jolie, atriz e Enviada Especial da UNHCR.
O número de refugiados em todo o mundo subiu durante seis anos consecutivos. Cerca de 68 milhões de pessoas estão agora deslocadas pela violência e pela perseguição – o equivalente a um quinto da população da América, quase metade da população da Rússia e mais do que toda a população da Grã-Bretanha.
Ao mesmo tempo, o apoio humanitário é cronicamente subfinanciado. Em setembro de 2018, a Agência para os Refugiados das Nações Unidas, o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (UNHCR / ACNUR) e seus parceiros receberam apenas 31% dos fundos necessários para fornecer assistência básica a milhões de refugiados sírios e pessoas deslocadas.
A mesma situação terrível também existe em outros lugares, com menos da metade dos recursos humanitários necessários, na grande maioria dos países afetados por conflitos. Se nada for feito, esta tendência de números crescendo e recursos escassos continuará com graves consequências em 2019.
Esta não é uma situação sustentável. A resposta não está nos países que adotam medidas unilaterais severas que miram nos refugiados e que são contrárias aos valores e às responsabilidades humanitárias. Isso só vai piorar o problema.
Em vez disso, devemos reduzir o número de pessoas deslocadas em todo o mundo, prevenindo e resolvendo os conflitos que as expulsam de suas casas.
Temos de reunir pessoas e países para agirem juntos com base em interesses comuns e aspirações universais de segurança, dignidade e igualdade. Este assunto não tem que vir às custas da nossa segurança e bem-estar econômico em casa, mas é um requisito essencial para enfrentar problemas de dimensões internacionais.
Direitos, financiamento, ação
Vamos aos fatos. Em primeiro lugar, 85% de todos os refugiados vive em países de baixa e média renda. A maioria das pessoas deslocadas pela violência permanece dentro das fronteiras de seus próprios países. Aqueles que são forçados a sair, tendem a permanecer o mais perto possível de casa, em nações vizinhas.
Menos de 1% de todos os refugiados são reassentados, inclusive nos países ocidentais. Os países mais pobres do mundo estão arcando com o peso deste fardo. Não podemos supor que eles continuarão a fazer isso, independentemente das políticas das nações mais ricas. Se o número de refugiados crescer, como provavelmente ocorrerá em 2019, o mesmo ocorrerá com a tensão desse desequilíbrio, a menos que façamos um trabalho melhor para compartilhar responsabilidades.
Em segundo lugar, apesar de toda a generosidade dos contribuintes no Ocidente e de todas as vidas salvas, os bilhões de dólares para ajuda humanitária fornecidos anualmente não chegam nem perto de atender às necessidades de 68 milhões de pessoas deslocadas à força, ainda mais se os números continuarem crescendo.
Terceiro, até dois terços de todos os refugiados que estão sob o mandato do ACNUR vêm de apenas cinco países: Síria, Afeganistão, Sudão do Sul, Mianmar e Somália. A paz, em qualquer um deles, criaria condições para as pessoas voltarem para casa e reduzir o número de refugiados em todo o mundo, em milhões. Nas democracias, nós, como eleitores, devemos desafiar nossos políticos a responder como suas políticas abordam as raízes do problema.
Já conseguimos reduzir os números anteriormente. Quando comecei a trabalhar com o ACNUR em 2001, o número de refugiados em todo o mundo estava diminuindo. Uma das minhas primeiras missões foi acompanhar os refugiados cambojanos que retornavam para casa. Conheci algumas das muitas pessoas que voltaram para seus lares após o fim dos conflitos na antiga Iugoslávia. Olhando mais fundo na história, após a Segunda Guerra Mundial, milhões de refugiados foram reassentados.
Esta estratégia dará visão, persistência e força. Não será a paródia de força envolvida em conversas duras contra os refugiados, mas a determinação, a vontade e a habilidade diplomática necessárias para negociar acordos de paz, estabilizar países inseguros e manter o estado de direito.
O refugiado é um homem, uma mulher ou uma criança em seus estado mais vulnerável: forçados a sair de casa, vivendo sem a proteção de seu estado e, em muitos casos, sem os meios de sobrevivência. É a condição humana que testa nossa crença de que todos os seres humanos têm direitos iguais e merecem proteção.
Nós vivemos em tempos de divisão. No entanto, a história também mostra nossa capacidade de nos unir, superar uma crise global e renovar nosso senso de propósito e comunidade com outras nações. Essa é a maior força de uma sociedade aberta.
Em 2019, não devemos deixar o debate para aqueles que exploram a ansiedade do público em benefício político. Estamos sendo testados hoje. Nossa resposta será o medidor de nossa humanidade.
Fonte: The World in 2019 – The Economist
Nesta segunda-feira, dia 17 de Dezembro de 2018, a cineasta norte americana, Angelina Jolie, foi flagrada pelos paparazzis no Aeroporto de Hollywood Burbank, na cidade de Los Angeles, Estados Unidos.
No mesmo dia, a atriz também acompanhou a filha mais nova, Vivienne, durante uma aula de karatê. As fotos já foram adicionadas em nossa Galeria. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso aos álbuns.
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Neste domingo, dia 16 de Dezembro de 2018, a mamãe Angelina Jolie levou dois – Shiloh (12) e Knox (10) – dos seus seis filhos para fazer compras de Natal.
O trio foi flagrado quando comprava brinquedos entre outras coisas em uma unidade da rede de lojas “Target”, localizada na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.
No dia anterior, sábado (15), Jolie também foi fotografada quando visitava mulheres e crianças em um estabelecimento, provavelmente uma ONG. O nome do local não foi divulgado, porém, sabe-se que também fica localizado na cidade de Los Angeles.
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Neste domingo, dia 09 de Dezembro de 2018, a mamãe Angelina Jolie levou seus três filhos mais novos – Shiloh (12), Knox (10) e Vivienne (10) – para passear e fazer compras.
O trio foi flagrado pelos paparazzis quando caminhava pelo centro comercial conhecido como “O Grove”, um complexo de varejo e entretenimento que fica localizado na cidade de Los Angeles, no estado da Califórnia, localizado em partes do histórico Farmers Market.
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Jolie aparece em vídeo do Conselho de Direitos Humanos da ONU
5 de dezembro de 2018
Nesta quarta-feira, dia 05 de Dezembro de 2018, o canal oficial do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas no YouTube compartilhou uma mensagem de vídeo gravada por Angelina Jolie em comemoração aos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos adotada pela ONU em 10 de Dezembro de 1948.
No vídeo, Jolie deixa a seguinte mensagem:
“Todos os seres humanos nascem lives e iguais em dignidade e direitos.
Essa é a mensagem que a Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU. A Declaração é um guia para os direitos que cada um de nós tem e para proteções que nenhum governo tem o direito de remover. Estabelece o nosso direito à liberdade, igualdade e justiça, independentemente do sexo, raça, idioma, religião ou posição social. Está incluso nosso direito de sermos protegidos contra a tortura, discriminação, perseguição e escravidão.
Nela está previsto: Todos e cada um de nós tem o direito de pensar livremente, ou de mudar nossa religião e que temos o direito de votar nos assuntos de nosso país. Setenta anos depois que a Declaração foi adotada, alguns países chegaram mais longe que outros. Nós não podemos ser indiferentes ao destino das pessoas que são afetadas pelos conflitos e pela opressão ao redor do mundo. Nós devemos manter todos os governos com os padrões não negociáveis estabelecidos pela Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU, que se aplicam a todas as pessoas, em todos os lugares, em todos os momentos.
Ainda não existe ideia mais poderosa ou revolucionária do que o princípio de que todos nascemos iguais. De que somos todos iguais. Não existe poder na terra que tenha o direito de nos dizer o contrário. E não existe nenhuma causa mais importante do que defender os direitos humanos fundamentais de nossos companheiros homens e mulheres.”
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Jolie fala sobre o estigma do estupro em entrevista
4 de dezembro de 2018
Angelina Jolie está aumentando sua batalha contra o estigma do estupro. Lançada em 2012, por Jolie ao lado do antigo Secretário de Relações Exteriores do Reino Unido, William Hague, a Prevenção à Violência Sexual em Conflitos é uma Iniciativa global focada não apenas em acabar com os estupros, mas também em acabar com o estigma social enfrentado pelos sobreviventes da violência sexual e em prover justiça às vítimas.
“A violência sexual em conflitos ainda é um assunto visto como tabu. Sobreviventes do sexo feminino e do sexo masculino, crianças nascidas do estupro, são pessoas frenquentemente tratadas como se tivessem feito algo errado. Essas pessoas são rejeitadas e estigmatizadas enquanto seus agressores continuam impunes. É isso o que precisa ser mudado e quebrar o tabu existente, faz parte disso,” disse Jolie à revista Marie Claire durante uma entrevista exclusiva através da qual, explicou porque o estigma existe.
Liderando este esforço global está o Reino Unido que desde o lançamento da Iniciativa de Prevenção à Violência Sexual em Conflitos forneceu assistência médica, social e jurídica a milhares de sobreviventes, ajudou organizações em comunidades locais, apoiou sobreviventes e treinou mais de 17.000 militares e policiais sobre como prevenir e como reagir à violência sexual e criou diretrizes com a finalidade de ajudar e fortalecer a coleta de evidências e de documentos para levar os criminosos à justiça. Além de encontrar maneiras de tornar mais fácil, para os sobreviventes, a denunciar os crimes nas situações em que não podem ir até as autoridades locais, Jolie também está lutando para resolver déficits no financiamento realizado pelos governos que visam a proteção, o apoio psicossocial e outros programas de ajuda aos sobreviventes, bem como reparações que buscam auxiliar os sobreviventes a reconstruírem suas vidas. Ela também está pedindo pela criação de um órgão internacional de investigação que possa tomar medidas e determinar se um crime de violência sexual realmente ocorreu, coletar evidências e possibilitar um processo judicial rápido e eficaz.
Este é apenas o começo.
“Nossos parceiros neste esforço, são as vítimas que denunciaram, são as ONGs locais e os governos ao redor do mundo, bem como os militares. Temos que resolver isso compreensivamente. Nós precisamos ir ao centro de onde ocorrem os abusos e fazer mudanças, exigirmos novas práticas e responsabilização. Para dar um exemplo, 37 países ainda isentam os autores do crime estupro de um processo judicial se eles forem casados com suas vítimas ou se eles concordarem em se casar com elas depois. Mais de 60 países não incluem sobreviventes do sexo masculino dentro do escopo de sua legislação de violência sexual. Portanto, temos que mudar as leis e as atitudes. E temos que encontrar maneiras de conseguirmos condenações e ações penais bem sucedidas, de modo que não exista mais crime sem impunidade”, disse Jolie.
Como parte deste esforço, a Iniciativa realizou um Festival de Cinema em Londres no mês de Novembro deste ano. O evento, que recebeu o nome de “Fighting Stigma Through Film” visava abordar especificamente o aspecto social da causa e a discriminação que os sobreviventes de estupro em zonas de guerra enfrentam.
“Eu acho que o cinema tem o poder de nos fazer viver a experiência de outra pessoa de uma forma única e diferente. Mas também é uma maneira realmente importante de iniciar um dialogo, de afirmar que essas coisas acontecem ou aconteceram em nossos países e que precisamos falar sobre isso. Muitas vezes, depois de uma guerra, a violência sexual se torna um assunto sobre o qual ninguém quer falar, que é varrido para debaixo do tapete. E se ninguém fala a respeito disso, não existe justiça, não existe cura e encerramento”.
E a conversa não pode ser feita exclusivamente para mulheres, salienta Jolie. Para que a mudança aconteça, este assunto precisa ser um tópico sobre o qual homens e mulheres são informados. “Eu não falo sobre isso apenas com as minhas filhas. Eu converso sobre isso também com meus filhos. Talvez, essa seja a primeira distinção importante. Este não é apenas um problema das mulheres e a solução é trabalhar este assunto com homens e mulheres. Meninas e meninos. Não só com os homens e com os meninos que foram vítimas desses crimes, mas também com aqueles homens que praticaram esses crimes. É preciso que os homens lembrem os autores destes crimes sobre o que é realmente ser homem. Um homem com relacionamento saudável com mulheres. E todas as sociedades precisam ser claras em não tolerar esse comportamento”.
Artigo escrito por Sally Holmes.
Traduzido por Angelina Jolie Brasil.
Fonte: Marie Claire
Você pode ver as imagens do evento em nossa Galeria de Fotos.
É oficial: Jolie e Pitt chegam a acordo de custódia dos filhos
30 de novembro de 2018
Angelina Jolie e Brad Pitt chegaram a um acordo final com relação à custódia de seus seis filhos, disse a advogada de Jolie nesta sexta-feira (30), depois de mais de dois anos de negociações.
Em um comunicado oficial feito pela advogada de Jolie, Samantha Bley DeJean, ao renomado site de notícias Reuters, ela disse:
“Um acordo de custódia foi acertado há semanas, foi assinado por ambas as partes e pelo juiz. O acordo, que é baseado nas recomendações do avaliador de custódia infantil, elimina a necessidade de um julgamento. A ação e os detalhes do acordo são confidenciais para proteger os interesses das crianças”.
Angelina Jolie entrou com pedido de divórcio de Pitt em setembro de 2016, depois de 10 anos juntos e dois de casamento, chocando o mundo das celebridades. O casal, conhecido como Brangelina, travou uma amarga disputa pela guarda dos seis filhos, sendo três biológicos e três adotados.
O comunicado desta sexta-feira não informou como a custódia seria dividida e o porta-voz de Jolie se recusou a dar detalhes. Os representantes de Pitt ainda não comentaram.
Reportagem de Jill Serjeant.