Atelier Jolie/ Brasil

Angelina negocia abertura do Atelier Jolie em São Paulo

10 de abril de 2025

A atriz e diretora Angelina Jolie esteve na cidade de São Paulo, no Brasil, na semana passada para uma série de compromissos que envolveram desde negociações para a abertura de um ateliê de moda até encontros com estilistas locais e visitas a instituições de apoio a imigrantes.

Durante sua estadia, Jolie negociou a instalação de uma filial do Atelier Jolie na capital paulista. O espaço, que já possui uma unidade em Nova York, funciona como um hub para dar visibilidade a novos talentos da moda, design e arte, com foco em processos autorais e sustentáveis.

As negociações ocorreram na Cidade Matarazzo, complexo próximo à Avenida Paulista que abriga o hotel Rosewood, uma galeria de arte e a unidade brasileira do Soho House.

Na ocasião, a atriz almoçou com Alexandre Allard, um dos idealizadores do espaço, e visitou o centro de negócios Aya Earth Partners, que reúne empresas com impacto ambiental positivo.

Jolie também se encontrou com o estilista amazonense Maurício Duarte, pertencente à etnia Kaixanã, e com Juarez Tenório, da DoD Alfaiataria, com quem discutiu projetos sociais ligados ao skate e à moda sustentável.

Juarez conversou com a atriz sobre a história de sua marca, além de seus projetos sociais ligados ao skate. Ambos presentearam Angelina com peças de sua autoria: Juarez deu uma calça de alfaiataria e bonés.

Já Maurício a presenteou com uma faixa estilo cinturão confeccionada artesanalmente com arumã, planta típica da Amazônia. O item de moda foi produzido por Duarte em parceria com indígenas da etnia Curipaco, que produzem cestarias artesanais em São Gabriel da Cachoeira, no interior do Amazonas.

Preocupada com temas relacionados a minorias de direitos, incluindo refugiados e mulheres, a estrela também se encontrou com as irmãs Nadia e Julia Nasr, do Café Por elas – torrefação dedicada à curadoria de cafés especiais produzidos por mulheres cafeicultoras – com projeto de desenvolver uma cadeia produtiva mais justa e inclusiva.

Ainda em sua passagem durante a última semana pelo país, Angelina visitou e conversou com comunidades e autoridades indígenas. Na quarta (2), ela foi até a aldeia Piaraçu, na Terra Indígena Capoto-Jarina, no Xingu (MT), onde se reuniu com o cacique Raoni e outras lideranças indígenas para discutir questões como desmatamento, garimpo ilegal e avanço do agronegócio sobre terras indígenas. A atriz manifestou apoio à proteção da Amazônia e das culturas indígenas.

No dia seguinte, quinta-feira (3), a ativista esteve em São Paulo para um encontro com a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara. Elas trataram de estratégias voltadas à defesa dos direitos territoriais indígenas. Na ocasião, a atriz recebeu de presente um colar feito com sementes de tiririca.

Angelina Jolie esteve no Brasil acompanhada da organização Re:wild, que trabalha internacionalmente na conservação de ecossistemas naturais e na valorização de conhecimentos tradicionais de comunidades locais.

• Fonte: Forbes Brasil | FFW

 


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Trabalho Humanitário > Eventos, Missões e Outros > 2025 > AYA Earth Partners – Brasil – 04/04/25 (65x)
Brasil/ Trabalho Humanitário

Jolie se encontra com estilista indígena no Brasil

5 de abril de 2025

Na tarde desta sexta-feira, dia 04 de Abril de 2025, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – se encontrou com o estilista indígena manauara, Mauricio Duarte, no Hub da AYA Earth Partners, em São Paulo, Brasil.

O estilista compartilhou fotos com a atriz em seu perfil oficial na rede social Instagram, onde escreveu:

“Hoje foi um dia muito especial, tive a honra de apresentar o meu trabalho a Angelina Jolie, um trabalho feito por muitas mãos, com muito amor e afeto! São em momentos como o de hoje, que reforço a importância de acreditarmos nas nossas ideias e nos nossos sonhos. Angelina Jolie, além de uma atriz excepcional que interpreta personagens memoráveis no cinema, é uma voz ativa na luta pelos direitos humanos e causas humanitárias. Agradeço imensamente à todos que fizeram parte desse momento tão especial, que como sempre, atuam como ponte nos meus caminhos para que todo esse fôlego do nosso trabalho, possa chegar em mais pessoas. Tenho a satisfação de poder colaborar com mulheres potentes que fazem dos nossos saberes ancestrais verdadeiras obras de arte, que encantam os olhos de quem conhece mais da nossa cultura! Viva a força ancestral que vem da floresta, viva! Fico muito feliz em poder presenteá-la com uma das nossas faixas de arumã feitas em parceria com a @cestarias_indigenas_curipaco produzida em São Gabriel da Cachoeira, e de apresentar os trabalhos desenvolvidos em colaboração com a @numiakura, @amism_sateremawe, @assaisgc e a @fasamazonia.”

Maurício Duarte começou a customizar camisetas com pinturas à mão quando tinha 15 anos e acompanhava sua mãe em feiras de artesanato em Manaus. Indígena do povo Kaixana, o trabalho manual é tradição na família: a mãe esculpia e vendia peças de decoração em madeira; já a avó e a tia – ele cita as duas como suas principais inspirações – tinham como ofício a costura.

Nascido em Manaus, o criador passou uma parte da primeira infância em Iranduba, a 40 quilômetros da capital amazonense, numa comunidade formada por indígenas e povos ribeirinhos, antes de se reinstalar com a família em sua cidade natal. Ele Chegou a estudar desenho industrial, mas foi ao ganhar um concurso de vitrinismo do Senai que recebeu uma bolsa para estudar moda na Faculdade Santa Marcelina. Mudou-se para São Paulo e, em 2019, ano de sua formatura, abriu seu primeiro ateliê.

O encontro aconteceu no espaço Hub da AYA Earth Partners – o primeiro e maior ecossistema dedicado a acelerar a economia regenerativa e carbono zero do Brasil – que fica localizado no coração da cidade de São Paulo, próximo à Avenida Paulista. Os proprietários do espaço também fizeram uma publicação no Instagram onde escreveram:

“Hoje, tivemos o privilégio de receber Angelina Jolie no hub da AYA Earth Partners. Reconhecida internacionalmente por sua atuação em prol dos direitos humanos e causas humanitárias, sua presença inspira e fortalece caminhos que unem impacto e regeneração. Ao conhecer nosso espaço e propósito, Jolie também mergulhou em iniciativas que integram regeneração, bioeconomia e desenvolvimento territorial, pilares que sustentam nossa visão de futuro. Seguimos firmes na missão de construir pontes entre aqueles que inspiram e aqueles que transformam.”

Várias fotos foram adicionadas em nossa Galeria. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso ao álbum.

• Fonte: Instagram | Instagram | Associação Nacional de Ação Indigenista

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Brasil/ Trabalho Humanitário

Angelina Jolie visita ONG na zona leste de São Paulo

4 de abril de 2025

Na manhã desta sexta-feira, dia 04 de Abril de 2025, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – visitou o Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante – CDHI, localizado no bairro do Tatuapé, na cidade de São Paulo, Brasil.

A ONG usou as redes sociais para compartilhar momentos da atriz. No Instagram, a organização publicou:

“Um dia para ficar na memória! Recebemos a visita da atriz e ativista Angelina Jolie na sede do CDHIC, onde pôde conhecer de perto o espaço onde realizamos os atendimentos a imigrantes e refugiados. Após a visita, tivemos uma roda de conversa emocionante, em que lideranças migrantes compartilharam suas experiências, desafios e conquistas. A presença de Angelina trouxe não só visibilidade à causa migrante, mas também reconhecimento à luta e à resistência de tantas pessoas que constroem suas vidas longe de casa. Nosso muito obrigado pela escuta, pela presença e pelo apoio!”

Segundo o CDHIC, a atriz chegou a instituição por volta das 10h da manhã. Inicialmente, a visita duraria 20 minutos, mas ela acabou ficando no espaço por uma hora e meia.

A deputada estadual Thainara Faria (PT) publicou nas redes sociais que também foi convidada a participar dessa reunião. Também no Instagram, a deputada falou sobre a visita e escreveu:

“Um prazer imenso estar ao lado dessa grande atriz e ativista humanitária. Angelina Jolie está no Brasil desde ontem e já se encontrou com lideranças indígenas para discutir questões ambientais e os desafios enfrentados pelas comunidades locais, como o desmatamento, o garimpo ilegal e a expansão do agronegócio em terras indígenas. Fui convidada a participar de uma importante reunião em sua visita no CDHIC – Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante, em razão da atuação do nosso mandato em defesa dos direitos do imigrantes no Brasil, e de minha atuação para trazer famílias em situação de risco ao nosso país. Angelina ouviu atentamente histórias de mulheres refugiadas e compartilhou experiências. A ativista se propõe a ser uma parceira internacional na defesa dos direitos das comunidades tradicionais. Neste ano de 2025, componho a Comissão de Assuntos Internacionais na ALESP e tenho realizado esforços no sentido de internacionalizar iniciativas de nosso país no combate à fome, às violências contra as mulheres e crianças e na proteção do nosso meio ambiente tão atingido pelo capitalismo predatório. Muito obrigada pela visita, Angelina! Uma honra conhecer uma pessoa tão generosa e realmente empenhada em causas humanitárias. Agradeço também a parceria e dedicação da equipe do CDHIC em nome do Paulo Illes e da Luciana da ONG estou refugiado.”

Fundado em 2009, o Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante (CDHIC) é uma organização da sociedade civil que tem como objetivo promover, organizar, realizar e articular ações que visem à construção de uma política migratória respeitosa dos direitos humanos de imigrantes e pessoas em situação de refúgio.

A organização atua por meio de ações diretas em assessoria jurídica, social e em regularização migratória, bem como através de atividades de formação e publicação de material informativo, visando assim promover a sustentabilidade dos empreendimentos das pessoas migrantes e a garantia de condições dignas de trabalho a todos.

Várias fotos foram adicionadas em nossa Galeria. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso ao álbum.

• Fonte: Instagram CDHIC | Instagram Thainara Faria | G1 | Estadão



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Trabalho Humanitário > Eventos, Missões e Outros > 2025 > CDHIC – Brasil – 04/04/25 (??x)
Brasil/ Trabalho Humanitário

Jolie se reúne com Ministra dos Povos Indígenas no Brasil

4 de abril de 2025

Nesta quinta-feira, dia 03 de Abril de 2025, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – deu continuidade à sua visita ao Brasil.

Depois de conhecer o Cacique Raoni e Aldeia Piaraçu, na Terra Indígena Capoto-Jarina, no região do Xingu, no estado do Mato Grosso, Jolie se reuniu brevemente com a Ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, na cidade de São Paulo.

Durante o encontro, a atriz e ativista expressou seu compromisso em dar visibilidade internacional às causas indígenas e ao papel das lideranças brasileiras na defesa da floresta.

A ministra presenteou a atriz com um colar feito com sementes de tiririca e pirauá, plantas tradicionais do povo Guajajara do Maranhão, simbolizando a conexão com a terra e o respeito pelas raízes ancestrais. Em uma publicação no Instagram, a ministra escreveu:

“Ontem conheci a atriz e aliada da luta pelo meio ambiente e direitos humanos, Angelina Jolie. Falamos sobre o papel que o mundo pode cumprir no apoio aos povos indígenas brasileiros, a importância da defesa dos territórios demarcados e apresentei algumas iniciativas do poder público brasileiro, como os Planos de Gestão Territorial e Ambiental (PGTAs). Angelina também esteve nesta semana com o grande cacique Raoni no Xingu, com quem estarei hoje ao lado do Presidente Lula. Ela teve a oportunidade de conhecer um território indígena e mais da cultura dos povos indígenas no Brasil. Esse é um esforço importante da comunidade internacional de reconhecimento que a sobrevivência e construção de um futuro possível para o mundo passa pela luta dos povos indígenas. Agradeço a visita, Angelina. Será sempre bem-vinda no Brasil.”

Jolie também posou para foto na companhia de Gasparine Kaingang, biólogo Indígena Kaingang que faz parte do Ministério dos Povos Indígenas.

Segundo informações da CNN Brasil, Angelina ficou na pousada “Rio Azul Jungle Lodge”, localizada na cidade de Novo Progresso, no Pará. A estrela de Hollywood esteve acompanhada pelo Cacique Raoni, líder da etnia caiapó, onde ficou hospedada por três dias e foi embora na quinta-feira (3).

A pousada é administrada pelo Instituto Líbio, que atua na criação e administração de reservas privadas por meio do turismo ecológico.

Durante a estadia, Jolie e o Cacique Raoni conversaram com Raquel Machado – presidente do instituto – sobre as ameaças causadas pelo desmatamento e à expansão do plantio de soja que atinge a região.

O Instituto Líbio atua na região por meio da reserva Rio Azul, que protege 16 km do rio Azul e conta ainda com da unidade de conservação que abrange também o rio São Benedito.

Por fim, o instituto declarou que Jolie pretende voltar à Amazônia em breve com seus filhos para conhecer melhor a região. Ela também teria revelado o desejo de ajudar na conscientização sobre a importância da proteção da área.

Algumas fotos já foram adicionadas em nossa Galeria. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso ao álbum.

• Fonte: Sonia Guajajara | Mídia Indígena Oficial | CNN Brasil

Vídeo:


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Trabalho Humanitário

Angelina Jolie visita aldeia indígena no Brasil

2 de abril de 2025

Nesta quarta-feira, dia 02 de Abril de 2025, nossa musa inspiradora – Angelina Jolie – visitou o Brasil pela primeira vez!

Surpreendendo a todos, a cineasta estadunidense visitou a aldeia Piaraçu, localizada na Terra Indígena Capoto-Jarina, no Parque do Xingu, em Mato Grosso.

Durante a visita, Jolie se encontrou com o cacique Raoni Metuktire, um dos mais reconhecidos líderes indígenas do mundo.

A artista esteve na aldeia junto com a organização Re:wild, para se encontrar com o cacique e outras lideranças Kayapó, conhecendo de perto a conexão entre o povo indígena e a floresta.

Ela também conversou com a coordenadora executiva do Instituto Raoni, Mayalu Txucarramãe, sobre assuntos que envolvem a comunidade e a cultura indígena.

Jolie, que há décadas apoia causas humanitárias e de direitos humanos, além de atuar na conservação ambiental no Camboja há mais de 20 anos, passou várias horas conversando com o cacique e outras lideranças indígenas locais, para saber sobre os desafios enfrentados pela comunidade — como o desmatamento, o garimpo ilegal e a expansão do agronegócio sobre terras indígenas. Ela expressou apoio aos esforços de proteção da Amazônia e da cultura indígena.

Após deixar o caro de Enviada Especial do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (UNHCR/ACNUR), Jolie passou a se dedicar a um conjunto mais amplo de questões humanitárias e de direitos humanos.

Raoni Metuktire é líder do povo Mebêngôkre-Kayapó e vive na Terra Indígena Capoto-Jarina, no município de Peixoto de Azevedo, no norte de Mato Grosso. Em 1977, um documentário sobre a vida de Raoni foi exibido no Festival de Cannes, na França, e, em 1989, ele se encontrou com o cantor Sting, da banda The Police. Os dois embarcaram em uma turnê ao redor do mundo em defesa dos povos indígenas.

Várias fotos foram adicionadas em nossa Galeria. Clique em qualquer uma das miniaturas abaixo para ter acesso ao álbum.

• Fonte: G1 | CNN

Vídeo:


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Trabalho Humanitário > Eventos, Missões e Outros > 2025 > Aldeia Piaraçu – Brasil (50x)
Diretora/ Filmes/ Without Blood

Trailer oficial de “Without Blood” é disponibilizado

31 de março de 2025

Nesta segunda-feira, dia 31 de Março de 2025, finalmente foi disponibilizado o primeiro trailer oficial do filme “Without Blood”, dirigido por nossa musa inspiradora, Angelina Jolie.

Estrelado por Salma Hayek e Demián Bichir, “Without Blood” é baseado no livro do escritor italiano Alessandro Baricco, “Sem Sangue” (em tradução livre não oficial) que conta uma história sobre guerra, vingança, memória e cura.

O longa é o quinto projeto de direção de Jolie e o primeiro após a cineasta assinar um mega contrato com a produtora Fremantle.

Entretanto, até o momento, o trailer foi compartilhado apenas na versão dublada em italiano, já que os direitos de distribuição do filme foram adquiridos pela empresa italiana, Vision Distribution.

No ano passado, “Without Blood” estreou no Festival de Cinema de Toronto e mais informações sobre a produção foram disponibilizadas através do website oficial do festival, onde constou:

Como diretora, Angelina Jolie deu uma guinada decisiva em sua imagem glamorosa das telonas, ao criar dramas profundos que iluminam os horrores que a guerra causa nas pessoas. Os filmes “Na Terra de Amor e Ódio” (2011) e “Primeiro Mataram Meu Pai” (2017) definem ainda mais esse foco no impacto causado pelas guerras nas mulheres e meninas da Bósnia e do Camboja, respectivamente.

“Without Blood” leva novamente Jolie para este tema negligenciado pelos filmes de guerra. Desta vez, ela dirige outro ícone global do cinema, Salma Hayek.

Numa paisagem fronteiriça no início do século XX, homens armados vão até uma fazenda remota, determinados por vingança. O alvo trata-se de um médico que tenta desesperadamente proteger seu filho e sua filha, Nina. Inevitavelmente, as balas voam.

Anos depois, Nina (Hayek) envolve Tito (Demián Bichir), um vendedor de loteria, no que parece ser uma conversa casual no quiosque dele. Mas o encontro é tudo menos casual. Logo ele percebe. “Eu sei quem você é e sei por que você veio” diz Tito. Conforme a conversa continua, fica claro que a vingança projeta uma longa sombra e assume muitas formas.

Adaptando o romance de mesmo nome escrito por Alessandro Baricco, Jolie mantém a qualidade de parábola do livro, mas com uma precisão crepitante, especialmente nas cenas de Hayek e Bichir — entre uma mulher que testemunhou sua família sofrer uma violência chocante e o homem que a infligiu.

Filmado nos lendários estúdios Cinecittà de Roma, esta é uma obra íntima sobre como a guerra se infiltra dentro de cada pessoa, muito tempo depois que as armas se silenciam.

Infelizmente, “Without Blood” ainda não possui título oficial em português ou data de estreia prevista no Brasil.

Vídeo:



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Filmes > Diretora > 2023 – Without Blood > Pôsteres (01x)
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Filmes

Woolverton é confirmada como roteirista de Malévola 3

29 de março de 2025

No final desta semana, o renomado website sobre cinema e entretenimento, Deadline, publicou um artigo sobre Linda Woolverton, a roteirista dos filmes “Malévola” e “Malévola 2: Dona do Mal”.

Na matéria, foi anunciado que a veterana roteirista de Hollywood se juntou ao projeto “Winnie and Friends” como produtora executiva. Woolverton também foi citada como roteirista do filme “Malévola 3”, onde constou:

“A oportunidade de reimaginar o Ursinho Pooh para uma nova geração é realmente uma honra”, disse Woolverton, que foi produtora do filme “Enfeitiçados” da Netflix e é roteirista de “Malévola 3”. “Essas histórias amadas ocupam um lugar especial em muitos corações, incluindo o meu. Estou animada para criar novas narrativas que capturem o calor, o charme, o humor e a sabedoria gentil do Bosque dos Cem Acres, ao mesmo tempo em que introduzo novas camadas de narrativa, celebrando a neurodiversidade em meio a esses personagens mais especiais.”

A participação de Angelina Jolie já estava confirmada desde 2023, ano em que a atriz concedeu uma entrevista para a revista “WSJ. Magazine”, onde foi afirmado que:

“Ela está contratada para atuar em vários outros projetos, incluindo um terceiro filme sobre a Malévola.”

Embora mais informações não tenham sido reveladas, é provável que o terceiro filme continue em tempo real desde a última vez que vimos a personagem em “Malévola 2: Dona do Mal”.

A produção de “Malévola 3” já está em desenvolvimento, apesar de maiores detalhes ainda não terem sido divulgados. Também não existem confirmações se Elle Fanning, que interpreta a Princesa Aurora, ou Sam Riley, que interpreta Diaval, retornarão para estrelar o novo filme ao lado de Jolie.

• Fonte: Deadline

Atelier Jolie/ Entrevistas/ Photoshoots

Angelina fala sobre o Atelier Jolie ao New York Times

24 de março de 2025

Nesta segunda-feira, dia 24 de Março de 2025, o website oficial do renomado jornal, The New York Times, compartilhou uma entrevista exclusiva com nossa musa inspiradora – Angelina Jolie, através da qual a atriz falou sobre o Atelier Jolie. Confira a matéria completa abaixo.

Por Melena Ryzik

Era uma noite de sábado, e por trás da fachada pichada do Atelier Jolie, um espaço criativo e galeria localizado no centro da cidade de Nova York, Angelina Jolie estava conversando com a artista Shirin Neshat.

Os tópicos eram inebriantes: a situação dos refugiados, os direitos das mulheres, como extrair sentido do exílio; o valor da arte em tudo isso. Jolie, etérea em um vestido creme com uma capa bordada, estava graciosa. “Estou muito feliz de estar com todos vocês”, disse ela aos cerca de 50 convidados, acrescentando ter buscado comunidade para “continuar tentando entender maneiras de ajudar”. Para ela, ser artista é uma forma de comunicação: “Quero saber se você sente a mesma dor”.

Jolie ouviu atentamente Neshat, a artista visual e cineasta iraniana, uma figura marcante com olhos pintados de kohlra. “A arte não vem da intuição”, disse Neshat. “Tem que vir da vida que você levou. Tem que se relacionar com o mundo.”

Na recepção, personalidades como o músico Jon Batiste e sua esposa, a autora Suleika Jaouad; e Jack Harlow, o rapper líder das paradas, se misturaram em meio às obras de arte. Uma dançarina sufi com um vestido vermelho girava entre as paredes pichadas.

E Jolie, atriz vencedora do Oscar, humanitária e objeto de fascínio global, não era o centro das atenções. Que é exatamente o que ela quer. “Gosto de ver o que outras pessoas fazem”, ela disse. “Isso faz parte da minha criatividade.”

Por pouco mais de um ano, ela se esforçou para transformar o Atelier Jolie em um centro para artistas e criadores — além de chefs, estudantes e estrelas da Broadway. O edifício tem uma linhagem artística quase inigualável: o número 57 da Rua Great Jones pertenceu a Andy Warhol e foi habitado por Jean-Michel Basquiat, onde ele fez seu estúdio até sua morte em 1988.

O sonho de Jolie era que o espaço voltasse a ser um foco cultural, um clube cheio de criações inspiradoras e internacionais, e também um ímã para um público curioso – para vir e dar uma olhada, fazer uma aula, e se reabastecer com uma fatia de bolo de laranja e amêndoa no café de culinária global, Eat Offbeat.

Não funcionou imediatamente como ela imaginou. “Tem sido complicado”, disse ela em uma entrevista recente. “Descobri que isso tem muito a ver com o que não se deve fazer.”

Sua primeira encarnação foi como um estúdio de moda pop-up para designers visitantes, “porque acho que o mundo está mais interessado nisso”, ela disse. “As pessoas focam na moda.”

“Mas”, acrescentou, “rapidamente ficou claro para mim que essa não seria a minha paixão”, em parte porque ela rejeita o impacto ambiental do ciclo típico da moda – poluição da água, emissões de gases de efeito estufa, consumo de combustível de aterro. “Não quero dizer às pessoas que elas precisam comprar uma roupa nova a cada poucos meses.”

Então ela mudou, expandindo sua rede e compartilhando a mais rara mercadoria de Nova York: metragem quadrada. De graça.

A artista francesa Prune Nourry, que ajudou a organizar o evento com Neshat, como parte de uma exposição chamada “Strand for Women”, tornou-se a artista residente do ateliê, com um estúdio no segundo andar onde ela espera esculpir obras até mesmo gigantescas nos próximos dois anos.

O Invisible Dog, um adorado espaço de arte de 16 anos, cujo edifício original de vários andares no Brooklyn está sendo reformado, também chegou como uma galeria residente. Nourry apresentou seu fundador e curador, Lucien Zayan, a Jolie, e agora ele encontra-se bastante ocupado programando exibições e cultivando a comunidade em seu novo bairro em Manhattan. Na era Warhol-Basquiat, conforme ele disse, o edifício também era um local de encontro: “Havia uma grande mesa comunitária no espaço. As pessoas sempre vinham para conversar”, disse ele. “Era exatamente isso o que ela queria.”

Para Jolie, uma celebridade singular com reputação de incognoscível — um mistério, numa época em que os famosos compartilham tudo nas redes sociais — inaugurar um espaço de reunião pública parecia uma atitude improvável. Ela era muito mais vista defendendo os outros, como Enviada Especial do Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ela deixou o cargo em 2022, depois de mais de duas décadas).

Mas em seus círculos, ela é conhecida como uma pessoa que faz conexões, que abre rapidamente sua casa, oferece ajuda e aprende individualmente; ela pintou, dançou e frequentou aulas de serigrafia, feltragem e culinária no Atelier Jolie. “Eu queria um lugar onde pudesse passar um tempo com artistas locais”, ela disse. Ela esperava evocar a vibração de um set de filmagem, disse ela, especialmente um formado por uma equipe de todos os cantos do mundo: “Você pode sentir aquela sensação de ter um propósito com os outros.”

Em Nourry, Jolie encontrou outra artista que luta por comunidade. Com sua organização sem fins lucrativos, Catharsis Arts Foundation, Nourry também planeja palestras mensais no Atelier Jolie como parte de sua residência. A primeira, com a Dra. Rita Charon, professora de medicina e estudiosa de literatura da Universidade de Columbia que criou o campo da medicina narrativa, atraiu outras mentes curiosas, como David Byrne. Os tópicos variam (em Março, Neshat falou sobre a libertação iraniana), mas os temas são semelhantes — se “a arte pode curar”, disse Nourry.

Jolie disse: “É como uma plataforma de discussão. Não é uma ditadura.”

Nourry, 40, e Jolie, 49, se conheceram há quase uma década por meio de uma amiga em comum, a cineasta Agnes Varda, depois que Nourry foi diagnosticada com câncer de mama. Jolie, que perdeu a mãe, a avó e a tia para o câncer, e que passou por uma dupla mastectomia preventiva em 2013, aconselhou Nourry desde o início. Ela também coproduziu o documentário lançado em 2019, “Serendipity”, no qual Nourry faz um balanço de sua própria doença por meio da criação artística. Na introdução de um dos livros de Nourry, Jolie se lembra de estar em seu estúdio em Paris, olhando para a escultura de um seio esculpido em madeira que havia se partido durante a fabricação. “Não ficou ainda mais bonito?” Nourry perguntou a ela.

O espaço iluminado de Nourry no Atelier Jolie (que já abrigou a cama de Basquiat) está repleto de modelos anatômicos e livros de história. Na “Strand for Women”, pessoas de todo o mundo cortam um pedaço de cabelo, em solidariedade ao movimento #WomanLifeFreedom pelos direitos e justiça das mulheres. (Jolie doou alguns fios com suas filhas.) Os cachos estão pendurados no porão do Atelier Jolie, abaixo do que parece um minivestido feito de cabelo, da artista iraniana-alemã, Homa Emamy, exibido através de uma exposição apresentada aqui com a ajuda do Invisible Dog.

A colaboração é o fio condutor: “Essa é meio que a regra — você não pode simplesmente vir por si mesmo”, disse Jolie. “Você tem que entrar e também estar presente para outros artistas.”

Por meio do café Eat Offbeat, Nourry organizou um “jantar arqueológico” com um chef afegão que preparou uma refeição tradicional coberta de argila. “Todo mundo tinha um pequeno martelo, como um arqueólogo, e tinha que quebrar o barro para pegar a comida”, disse Nourry. Foi uma referência aos antigos monumentos budistas, uma fonte de orgulho nacional, que foram destruídos pelo Talibã em 2001, e aos próprios Budas esculpidos por Nourry.

O Atelier Jolie tem apenas um quinto do tamanho do Invisible Dog, uma organização sem fins lucrativos de 2.800 metros quadrados que foi inaugurada em 2009 em uma antiga fábrica. Mas Zayan disse que ele e Jolie, desde a primeira conversa, compartilharam um projeto conceitual que incorporava a performance; via a gastronomia como uma forma de discurso cultural; e deu aos artistas acesso ao estúdio. “Quando você cria um trabalho em um espaço, isso faz uma grande diferença”, ele disse, “porque você deixa o espírito, a alma, naquele espaço. Não é só pendurar uma arte.”

O Atelier Jolie, uma corporação de benefício público com fins lucrativos (e certificado de Empresa B), com o objetivo do bem social, não está cobrando nenhum aluguel da Invisible Dog por sua residência de um ano. No Brooklyn, a galeria precisava desembolsar US$ 500.000 anualmente “só para abrir a porta”, disse Zayan, e realizava eventos de arrecadação de fundos regularmente. Agora as doações podem apoiar o trabalho diretamente. “Estamos indo bem e construindo um novo modelo”, disse Jolie sobre as perspectivas financeiras do Atelier Jolie, que tem um contrato de aluguel de oito anos no prédio.

Zayan pretende transformá-lo em um destino conhecido no centro da cidade e além, assim como o Invisible Dog era na seção Boerum Hill do Brooklyn. E Jolie tem sido uma parceira entusiasmada. Nos comunicamos quase diariamente, ele disse. “Quando você manda um e-mail para ela, você nunca sabe onde ela está, qual é o fuso horário, mas ela responde imediatamente. Ela é muito envolvida.”

A moda não é mais tão central no ateliê, mas Jolie ainda deu um espaço para Zarif, uma marca criada por artesãos de Cabul. Com sua fundadora, Zolaykha Sherzad, Jolie esboçou uma coleção cápsula de jaquetas e capas bordadas, uma das quais ela usou na palestra Neshat. Jolie ofereceu o ateliê “como uma plataforma para destacar o artesanato, talento e resiliência”, disse Sherzad sobre sua equipe de tecelões e alfaiates afegãos.

Embora os filmes ainda ocupem grande parte da vida de Jolie, ela tem passado mais tempo em Nova York ultimamente, para a galeria e como produtora de “The Outsiders”, o musical da Broadway vencedor do Tony. Membros do elenco aparecem no ateliê para ajudá-la a pensar em como o espaço pode servir aos jovens artistas. “Ver todos esses mundos se unindo é o que torna isso tão emocionante”, ela disse.

Jolie adorou a parte térrea pichada (que abrigava um restaurante) quando a viu pela primeira vez em 2023 com uma de suas filhas. “Eu não estava interessada em estar no Upper East Side”, disse ela, explicando por que procurou os bairros do centro pelos quais passou quando tinha 20 anos, enquanto estudava cinema na Universidade de Nova York. Mas, disse ela, “eu também fiquei intimidada pela história”. Ela entrou em contato com as irmãs de Basquiat, que deram sua bênção ao ateliê e apareceram nos eventos.

Os arquitetos Bonetti Kozerski, que projetaram a principal loja da Pace Gallery em Chelsea, supervisionaram uma reforma, preservando as paredes cobertas de grafite de Al Diaz, que criou a etiqueta SAMO© junto com Basquiat. Os primeiros rabiscos de Basquiat ainda estão colados lá também — um portal para outro legado de Nova York. A fachada muda constantemente, enquanto os pichadores continuam deixando suas homenagens.

Conversando este mês, Jolie parecia frustrada porque o ateliê era visto mais como uma boutique exclusiva no centro da cidade. “O ato de criação deve ser acessível a todos”, disse ela.

“É o que preciso como artista”, acrescentou. “É o que eu quero passar para meus filhos — aprender sobre outras pessoas, descobrir, conectar, compartilhar e brincar.”

Ela estava falando de um quarto de hotel em Manhattan; o apartamento em Nova York que ela comprou quando tinha 20 e poucos anos agora é habitado por um de seus filhos e serve de refúgio para seus cinco irmãos. A mamãe é bem-vinda — às vezes. “Outro dia eu disse que ia passar lá e ele disse, ‘você pode me dar um dia para limpar?’” contou ela. “Eu pensei, agradeço isso, você deve limpar a casa para sua mãe.” Mas também pensei, “o quão ruim ele está?” Ela riu, e eu tive o vislumbre de uma Jolie menos estudiosa que os amigos conhecem.

“Sempre que vejo a Angie em campo, ela adora se sentar ao lado de um grupo de pessoas, seja quem for, e simplesmente se sentir parte daquela comunidade”, disse Giles Duley, fotógrafo e chef britânico que conheceu Jolie por meio de seu trabalho na ONU.

No verão passado, Duley, que perdeu as duas pernas e um braço por conta de um dispositivo explosivo no Afeganistão em 2011, exibiu suas imagens de minas terrestres não detonadas no Atelier Jolie. “Eu fiz uma palestra lá, e as pessoas se sentaram no chão e meio que se empoleiraram nas laterais das mesas e cadeiras”, ele disse. “Certamente não é um lugar cheio de ares e graças.”

No evento com Neshat — no Dia Internacional da Mulher — Jolie respondeu a perguntas de estudantes do ensino médio do Bronx e cumprimentou artistas do Oriente Médio e da Europa. Seu amigo Mustafa, o músico canadense-sudanês de 28 anos, trouxe Harlow, o rapper, como seu convidado. Ele ficou maravilhado enquanto Jolie se relacionava com a multidão. “Ela não está em seu momento mais confortável”, confidenciou Mustafa, acrescentando que a atriz se colocou naquela situação para destacar o trabalho das pessoas ao seu redor.

Enquanto Jolie andava pelos cômodos de sua galeria com uma xícara de chá, ela parou para apreciar aquela improvável cena. “Às vezes eu penso: o que estamos fazendo mesmo?”, disse ela. Enquanto isso, um grupo de mulheres encontrou lugar ao lado dela, querendo falar urgentemente sobre arte e ativismo. “E então eu penso, não, isso é tudo.”

• Fonte: The New York Times

 


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