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06.dez
Jolie participa do Women In Entertainment Breakfast

Na tarde desta quarta-feira, dia 06 de Dezembro de 2017, a cineasta norte americana, Angelina Jolie, marcou presença no evento “Women In Entertainment Breakfast” organizado pela revista The Hollywood Reporter, que aconteceu no Milk Studios, na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.

Durante seu discurso, a diretora falou sobre igualdade de gênero, não só a nível doméstico, mas também a nível internacional:

Existem tantas coisas que nós temos que fazer para mudar e para batalhar… mas nós não temos que pensar nos filmes que fazemos… a piada política que nós fazemos nos palcos nos levará para a prisão. Nós temos que continuar lutando para que, um dia, os outros tenham as liberdades que nós temo […] Acima de tudo, presto homenagem às mulheres artistas, jornalistas, defensoras dos direitos humanos e advogadas de todo o mundo que se recusam a ser intimidadas.

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21.fev
Jolie é entrevistada pelo programa Good Morning America

Nesta terça-feira, dia 21 de Fevereiro, Angelina Jolie concedeu uma entrevista exclusiva ao programa de televisão norte americano, “Good Morning America”.

A diretora de 41 anos, conversou sobre seu novo filme, que foi gravado no Camboja, e sobre o quão importante é esse país para ela. Ela também falou que tem se concentrado na sua família durante o processo de divórcio do ator Brad Pitt.

“Nós estamos focados no bem estar da nossa família. Então, nós estaremos mais fortes quando sairmos disso, porque estamos determinados a fazer isso como uma família”, disse Jolie.

Essas considerações a respeito do seu casamento surgiram quando ela falava sobre seu novo filme, “First They Killed My Father”, que foi gravado no Camboja, um país que “significa muito” para ela.

O filme, que será lançado pela Netflix em Setembro deste ano, é baseado no livro de memórias da ativista humanitária, Loung Ung, que foi lançado no ano 2000, com o mesmo nome, e que relata sua experiência como órfã de guerra sob o regime do Khmer Vermelho.

“Eu queria contar a história de Loung Ung, que é uma grande amiga minha,” disse Jolie, que co-escreveu o roteiro do filme juntamente com Ung.

A primeira vez que Jolie visitou o Camboja, foi no ano 2000, enquanto participava das gravações do filme “Lara Croft: Tomb Raider”. A cineasta se refere ao país como sua “segunda casa”.

Em 2002, ela adotou seu filho Maddox, agora com 15 anos de idade, em um orfanato da cidade de Battambang, no Camboja.

“Eu não sei muito sobre os pais biológicos do meu filho, mas eu acredito que eles devem ter passado por essa guerra. Eu queria compreender melhor Maddox e queria conhecer sua cultura de uma forma mais profunda. Por isso, eu quis contar a história deste país na sua língua nativa.”

“Portanto, estar nos sets de filmagens ao lado de Maddox, estudar a história deste país junto com ele e estar junto com seus compatriotas todos dias foi algo extraordinário”, disse Jolie. “Pax [seu outro filho, agora com 13 anos] também trabalhou no filme como fotógrafo e foi algo muito especial”.

Além de conversar sobre o filme, Jolie, que também é Enviada Especial do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (UNHCR/ACNUR), falou sobre sua preocupação com o humanitarismo global e sobre seu medo de que os refugiados tenham sido responsabilizados pela recente situação política.

“Usar táticas de medo e diferenciar grupos de pessoas com base em seus países, com base em suas religiões e acusá-los de serem pessoas das quais devemos ter medo, é uma política baseada no medo e isso não se aproxima da realidade do que realmente está acontecendo e sobre quem são essas pessoas”, disse ela ao apresentador Stephanopoluous.

Ao fazer o filme, Jolie apresentou uma visão clara de que gostaria de rodar o filme inteiramente no Camboja, no idioma Khmer cambojano, e com atores cambojanos – preferencialmente desconhecidos. Ela também disse que queria fazer justiça para o país, que é formado de pessoas que sofreram muito.

“Muitas das cenas que nós estávamos recriando, as pessoas, realmente, tinham passado por aquilo pessoalmente. Todos os dias nos sets é algo muito emotivo”.

No período histórico em que o filme de Jolie se passa, quase um quarto da população do Camboja, ou cerca de 1.7 milhões de pessoas, foi morta durante a ditadura brutal do Khmer Vermelho.

Jolie permaneceu, na maior parte, longe dos holofotes desde sua recente separação do ator Brad Pitt. Os dois atores estiveram juntos por mais de uma década e ficaram casados por dois anos, antes de Jolie ingressar com o pedido de divórcio no mês de setembro do ano passado. Em uma declaração conjunta divulgada em Janeiro, o dois anunciaram que iriam lidar com o iminente divórcio de forma privada, uma decisão que foi tomada visando o melhor interesse da família. Eles tem seis filhos juntos.

Fonte: ABC News

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• Entrevistas > 2017 > Good Morning America (100x)



16.mar
Jolie retorna ao Líbano e pede ajuda aos refugiados

Na manhã desta terça-feira, dia 15 de Março, a cineasta e Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, Angelina Jolie Pitt, retornou ao Líbano. Em um comunicado oficial feito à imprensa, debaixo de chuva, Jolie pediu ajuda, à comunidade internacional, para a situação dos refugiados sírios:

Bom dia, tenho o prazer de estar de volta ao Líbano hoje. Eu gostaria de agradecer ao povo libanês por ajudar a salvar as vidas de mais de 1 milhão de refugiados sírios. Não é fácil para um país receber um número de refugiados equivalente a um quarto de sua própria população. Mas, para tanto, é uma responsabilidade e eu espero que vocês estejam cientes da mensagem que está sendo enviada sobre valores, caráter e espírito pelo povo Libanês. O Líbano está dando um exemplo ao mundo de generosidade, humanidade, resiliência e solidariedade. Em noma da UNHCR (ACNUR), e em meu próprio nome, eu agradeço. Obrigada.

Nós não devemos nos esquecer que apesar de toda a atenção que está sendo dada à situação dos refugiados na Europa atualmente, a maior pressão está sendo sentida pelos países do Oriente Médio e do Norte da África, assim como tem sido ao longo dos últimos cino anos. Existem 4.8 milhões de refugiados sírios na região e 6.5 milhões de pessoas deslocadas dentro da Síria. Hoje, o conflito na Síria completa 5 anos e é lá que eu esperava estar: na Síria, ajudando a UNHCR com os retornos e vendo as famílias que eu conheci, voltando para a casa. É trágico e vergonhoso o fato de nós estarmos tão longe disso.

Todo refugiado sírio com quem eu conversei durante esta visita, sem nenhuma exceção, falou sobre sua vontade de voltar para casa quando a guerra acabar e quando for seguro – eles não falaram isso com resignação, mas com a luz, de pessoas que sonham em estar reunidas com o país que amam, nos olhos. Eu vi, durante esta visita, o quão desesperadora é a luta dessas famílias para sobreviver . Após cinco anos de exílio, todas as poupanças que possuiam se esgotaram. Muitos que começaram a viver em apartamentos por aqui, estão, agora, morando em centros comerciais abandonados ou em tendas de acampamentos informais, enquanto se afundam cada vez mais em dívidas.

O número de refugiados é mais alto do que da última vez que tivemos uma Guerra Mundial. Estamos em um momento excepcionalmente difícil internacionalmente, quando as consequências da crise de refugiados parecem estar superando a nossa vontade e capacidade e até mesmo a nossa coragem para responde-las. Em tempos convencionais de guerra, pessoas que são deslocadas para áreas mais estáveis, ou para países vizinhos para refugiar-se, ou se estabelecem em campos de refugiados até que seja seguro para ir para casa.

Em circunstâncias excepcionais, alguns são enviados para o estrangeiro para reassentamento ou para asilos. Mas com 60 milhões de pessoas deslocadas, como acontece hoje, não existe formas para que os governos do mundo todo – não importa o quão ricos ou dispostas sejam – possam sustentar a ONU suficientemente para cuidar de todas essas pessoas de forma permanente e esperar que isso resolva o problema.

Nós não podemos gerenciar o mundo através de assistência humanitária no lugar de diplomacia e soluções políticas. Nós não podemos discutir isso como se fosse um problema confinado a uma situação de dezenas de milhares de refugiados na Europa. Nós não podemos melhorar esta realidade através de respostas parciais, respondendo a algumas crises e outras não, ou ajudando alguns refugiados e outros não – por exemplo, através da exclusão dos refugiados afegãos, entre outros – ou fazendo uma distinção entre refugiados por motivos de religião. O resultado seria de mais caos, mais injustiça e insegurança, e finalmente, mais conflitos, e mais refugiados. Nós temos que nos focar na absoluta raiz do problema, e isso necessita de uma certa quantidade de coragem e liderança.

E em minha visão, liderança nessa situação se trata de fazer mais do que simplesmente proteger suas fronteiras e simplesmente ceder mais ajuda, significa tomar decisões para assegurar que não estejamos em direção à uma crise de refugiados futura maior ainda. É por isso que, mesmo que seja doloroso e enfurecedor ouvir as histórias individuais dos refugiados, não é um hora de emoção. Esta é a hora de ter razão, calma e previsão.

Para ler o comunicado inteiro, em inglês, acesse o site oficial da UNHCR.

O vídeo foi legendado exclusivamente pelo Angelina Jolie Brasil. Para ativar as legendas, clique no botão “CC” que se encontra localizado na parte inferior direita do vídeo:



Ainda durante a visita, a Enviada Especial também participou de reuniões com ministros do país.

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• TRABALHO HUMANITÁRIO > 2016 > LÍBANO – 15/03 (45x)
• TRABALHO HUMANITÁRIO > 2016 > LÍBANO #2 – 15/03 (13x)



07.mar
Jolie e Black concedem entrevista a programa britânico

Nesta segunda-feira, dia 07 de Março, o programa de televisão “Lorraine” publicou em seu canal oficial no YouTube uma entrevista concedida por Angelina Jolie e Jack Black ao apresentador Ross King.

No vídeo, Angelina e Jack conversam sobre o filme “Kung Fu Panda 3” que estreia no dia 11 de Março, no Reino Unido. Apesar de a entrevista ter sido divulgada somente agora, o vídeo foi gravado no dia 16 de Janeiro de 2016.

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• ENTREVISTAS > 2016 > LORRAINE – MARÇO (75x)



28.jan
Jolie: Maddox provavelmente já viu todos os meus filmes

A cineasta Angelina Jolie Pitt pensou que mantinha todos os seus filhos sob controle – até quatro anos atrás.

Em entrevista para a revista norte americana, “People”, enquanto trocava histórias educativas com seu co-star de “Kung Fu Panda 3”, Jack Black, a atriz de 40 anos – que é mãe de Maddox(14), Pax (12), Zahara (10), Shiloh (9), Knox (7) e Vivienne (7) – contou que, quatro anos atrás, ela descobriu que seu filho mais velho já havia assistido seus filmes não recomendados para menores de 16 anos (por conter violência, sexo, nudez e drogas):

“Você acha que seus filhos não sabem de nada, mas então você descobre que na verdade eles já dizem algo como ‘Ah sim, eu já assisti’.”

Angelina e Jack ainda participaram de um divertido vídeo no qual respondem algumas perguntas:

A entrevista completa com os dois atores estará disponível na edição da revista “People” que chegará às bancas norte americanas nesta sexta-feira, dia 29 de Janeiro.

Fonte: Celebrity Babies and Kids, Moms & Babies – People.com

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• PHOTOSHOOTS (ENSAIOS FOTOGRÁFICOS) > 2016 > ALEXEI HAY (1x)
• ENTREVISTAS > 2016 > PEOPLE – JANEIRO (100x)



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