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08.set
No parlamento britânico, Jolie fala sobre a violência sexual

A atriz norte americana Angelina Jolie compareceu nesta terça-feira (08/09) a uma Comissão no Parlamento Britânico que busca soluções para a violência sexual em áreas de conflito. A cineasta aproveitou para pedir que os governos tomem “ações reais” para acabar com o problema.

“Como artista, posso expressar certas coisas e chegar a pessoas de todo o mundo, mas são os governos e os líderes, os únicos que podem fazer a diferença com ações reais, com políticas que vão de cima para baixo. Essa é a única coisa que pode finalmente acabar com a violência sexual”, afirmou a atriz, de 40 anos.

Jolie, Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR/ACNUR), compareceu à comissão na Câmara dos Lordes junto com o ex-ministro britânico das Relações Exteriores, William Hague. Durante o discurso, Hague expressou o desejo de que “muitos outros parlamentos façam uma comissão” como essa. Ele argumentou ainda que a luta contra a violência sexual é “fundamental para que qualquer política de Relações Exteriores funcione”.

“Não é algo que fazemos quando não estamos ocupados demais com outros temas. Prevenir essa violência é algo crucial”, afirmou Hague, que ressaltou que os homens devem se envolver mais na solução do problema. “Me perguntam frequentemente por que um homem se preocupa com isto. Estes são crimes cometidos, quase que exclusivamente, por homens. Estes que muitas vezes ficam impunes. Isto deveria seria motivo de vergonha para todos os homens, e os líderes mundiais devem liderar uma solução”, argumentou.

Jolie manifestou “gratidão” ao Reino Unido e ao Governo britânico por ter “liderado” uma resposta à violência sexual.

Hague e Jolie empreenderam, nos últimos anos, diversas viagens a zonas de conflito para avaliar a situação de campo. Em 2012, os dois lançaram uma campanha contra a violência sexual em zonas de guerra abrangendo países como a República Democrática do Congo e a Bósnia.

Em 2014, a atriz foi nomeada Dama Honorária pela Rainha Elizabeth II em reconhecimento por sua contribuição à política de Relações Exteriores britânica e por seu trabalho contra a violência sexual nas zonas de conflito.

“Recentemente conheci no Iraque, uma menina de 13 anos que tinha sido trancada em um quarto junto com outras meninas. Todas eram repetidamente estupradas, mas me explicaram que, além da violência física, tinham que ouvir seus sequestradores contarem como vendiam as outras meninas. Elas ouviam como os homens discutiam os preços por elas e isso era humilhante. Hoje, ao estar aqui, diante dos senhores, que estão estudando a melhor forma de acabar com essas situações, sinto que estamos dizendo a essa menina qual o seu valor. Estamos avaliando e trabalhando juntos por ela, e é um privilégio fazer parte disso”, afirmou a atriz.

Texto: Terra



08.set
Jolie faz alerta sobre a violência sexual em conflitos

Angelina Jolie fez um alerta ao Parlamento Inglês, em Westminster (Londres), sobre a violência sexual contra adolescentes nos países em guerra, como o Iraque e a Síria. Ativista dos direitos humanos, a atriz relatou ter conhecido meninas com idades entre 7 a 13 anos que foram brutalmente estupradas. Ela também falou sobre práticas de prevenção à violência sexual em áreas de conflitos.

Na manhã desta terça-feira (8), Jolie mencionou que os jihadistas, atualmente, formam “o grupo terrorista mais agressivo do mundo, que usa os ataques sexuais como armas muito eficazes” e cobrou uma resposta dos políticos para o que chama de “um novo horror que o mundo não tinha visto antes”.

Antes de falar ao Parlamento como Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR/ACNUR), Jolie distribuiu cópias de seu filme “Na Terra de Amor e Ódio”, que descreve um história de amor que tem como pano de fundo a Guerra da Bósnia. Lançado em 2011, o longa foi o primeiro da carreira de Angelina Jolie como diretora e roteirista.

Desde o ano passado, ao lado do ex-ministro britânico das Relações Exteriores, William Hague, Angelina Jolie vem participando de encontros e reuniões com diplomatas, funcionários e representantes de entidades sem fins lucrativos de mais de 100 países para pressionar pelos direitos das vítimas de violência sexual em áreas de conflitos.

“Eu acho que a coisa mais importante para entender é que não se trata de uma questão sexual, é uma arma aterrorizante, uma arma brutal e violenta. É uma política que eles usam como um ponto central de seu terror e também uma maneira de destruir comunidades e famílias dessas regiões”, observou a atriz.

Texto: UOL



08.set
Jolie participa de Comissão sobre a Violência Sexual

Na tarde desta terça-feira, dia 08 de Setembro, a Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, Angelina Jolie Pitt, novamente usou sua fama e notoriedade em prol de uma boa causa. A cineasta participou de uma Comissão sobre a Violência Sexual em Conflitos que aconteceu na Câmara dos Lordes, no Palácio de Westminster, na cidade de Londres, Inglaterra.

Grande ativista dos direitos humanos, Jolie contou sobre o impactante momento em que conheceu uma garota de sete anos que havia sido violentada brutalmente em uma zona de guerra. A atriz aproveitou a ocasião para entregar evidências da sua alegação à Comissão. Durante o discurso, Jolie se manifestou dizendo:

“Acredito que a coisa mais importante que precisamos compreender é o que o estupro não é. O estupro não é sexo. O estupro é uma arma violenta, aterrorizante e brutal” […] “O mais violento grupo terrorista hoje em dia no mundo sabe o que nós sabemos: sabe que a violência sexual é uma arma muito eficaz e a está usando como foco central do seu terror e da sua maneira de destruir comunidades e famílias, atacando e desumanizando”.

Ao lado do antigo ministro de Relações Exteriores do Reino Unido, William Hague, e de Arminka Helic, membro da Câmara dos Lordes e ex-refugiada da Guerra dos Bálcãs, além de expressar sua gratidão ao Reino Unido, Jolie também entregou cópias do filme “Na Terra de Amor e Ódio” (escrito e dirigido por ela) para os demais membros da comissão.

Angelina Jolie participa de Comissão sobre a Violência Sexual em Conflitos

Na tarde desta terça-feira, dia 08 de Setembro, a Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, #AngelinaJolie, participou de uma Comissão sobre a Violência Sexual em Conflitos que aconteceu na Câmara dos Lordes, no Palácio de Westminster, em Londres, Inglaterra • angelinajoliebrasil.com.br

Posted by Angelina Jolie Brasil on Terça, 8 de setembro de 2015

No parlamento britânico, Angelin Jolie fala sobre a violência …

A atriz norte americana #AngelinaJolie compareceu nesta terça-feira (08/09) a uma Comissão no Parlamento Britânico que busca soluções para a violência sexual em áreas de conflito. A cineasta aproveitou para pedir que os governos tomem "ações reais" para acabar com o problema • http://angelinajoliebrasil.com.br/?p=9938

Posted by Angelina Jolie Brasil on Terça, 8 de setembro de 2015


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07.set
Não culpem os refugiados por buscarem uma vida melhor

Nesta segunda-feira, dia 07 de Setembro, o jornal britânico “The Times”, publicou um artigo escrito por Angelina Jolie Pitt e Arminka Helic que trata sobre a recente crise refugiados que afeta o mundo. Confira:

Em momento algum da história atual, precisou-se tanto de uma liderança para administrar as consequências e as causas da crise global de refugiados. Nada deixa isso mais claro do que a visão de centenas de refugiados marchando através das fronteiras europeias, vindos de países como o Iraque, o Afeganistão e a Síria.

O conflito na Síria criou uma onda de sofrimento humano que assolou toda a região e que agora atinge as encostas da Europa. Os sírios estão fugindo de bombas de barril, de armas químicas, estupros e de massacres. O país deles se tornou um campo de matança.

O fato das pessoas que passaram por anos de guerra, ou que tenham vivido em campos de refugiados com poucos suprimentos, estão resolvendo os problemas com suas próprias mãos deveria ser recebido sem nenhuma surpresa. Quantos de nós poderia dizer, honestamente, que se estivéssemos vestindo seus sapatos, não faríamos o mesmo, por medo, pela falta de esperança e por uma manifesta falta de vontade política internacional em acabar com o conflito?

Nós nos identificamos com os Sírios quando eles pediram por liberdade política e econômica na Síria. Ficamos indignados com as imagens de famílias sendo bombardeadas em suas casas, crianças sendo soterradas pelos escombros e com cidades sendo invadidas por extremistas. Seja na Europa ou em outro lugar do mundo, os refugiados sírios merecem nossa compaixão.

Nas últimas semanas, vimos muitas figuras públicas e um número crescente de líderes políticos tomando uma posição moral, grupo de refugiados sendo bem recebidos e novos compromissos de assistência sendo feitos. Pela primeira vez em anos, refugiados estão dominando as manchetes e estão no topo do debate. Precisamos usar isso, para que ocorra uma mudança na compreensão das pessoas, não apenas com relação ao conflito na Síria mas também com relação a toda crise global de refugiados. Isso exige que não usemos apenas nossos corações, mas também nossos cérebros; não apenas ajudando mas também fazendo diplomacia, direcionando nossos esforços não apenas para este ano, mas também para os anos que estão por vir.

Temos que enfrentar algumas duras verdades. A primeira é que a responsabilidade em ajudar não é determinada pela geografia, mas por respeito aos valores e aos direitos humanos universais. A responsabilidade em ajudar transcende religião, cultura e etnia. Não devemos buscar pelo menor denominador comum em nossa resposta para a crise de refugiados; nós devemos nos esforçar para viver de acordo com os nossos ideais mais elevados. Todos os países do mundo, não apenas os da Europa, devem fazer parte desta solução.

Em segundo lugar, não há dúvida de que a atual escala do fluxo de refugiados para a Europa cria desafios políticos, sociais, econômicos e de segurança para os países da União Europeia. Quando isso ganha voz, é algo que não deve ser simplesmente ignorado. Isso coloca uma responsabilidade particular nos governos em encontrar recursos para lidar com as implicações nacionais e para ajudar os refugiados a se integrar. Os países vizinhos da Síria tem carregado grandes fardos por anos, com uma generosidade exemplar, e por isso precisam muito mais de ajuda. Cada país e cada governo, precisa ter um bom plano para cumprir com suas obrigações internacionais e equilibrar as necessidades de seus cidadãos.

Em terceiro lugar, neste momento de emergência, nós devemos estar conscientes da distinção entre os migrantes econômicos, que estão tentando fugir de uma pobreza extrema, e os refugiados, que estão fugindo de uma ameaça imediata as suas vidas. Todas as pessoas que estão se mudando sob essas trágicas circunstâncias, devem ter seus direitos humanos e dignidade respeitados, assim como também suas necessidades compreendidas e destacadas. Não devemos estigmatizar alguém por aspirar uma vida melhor.

Mas os refugiados estão enfrentando uma necessidade imediata de serem salvos de perseguições e morte já que seus direitos são definidos pela lei internacional. É por isso que efetivas recepções e triagens são importantes para permitir que os pedidos sejam analisados e as proteções sejam concedidas para quem precisa. Além disso, mesmo que os refugiados sejam acolhidos em nossos países, o problema só vai aumentar desde que o conflito na Síria continue. Não podemos arrumar apenas um modo de sair da crise; não podemos resolver o problema apenas recebendo os refugiados. Nós temos que encontrar uma alternativa diplomática para acabar com o conflito.

É impressionante que, desde o começo da guerra na Síria, o Conselho de Segurança das Nações Unidas ainda precise visitar a região; algo que muitos de nós vê como um ponto de partida essencial para a diplomacia. A iniciativa de paz que começou em Genebra quatro anos atrás, se esgotou e a energia com que as negociações nucleares iranianas estão sendo conduzidas, falharam até agora ao se tentar materializar algo para a Síria.

Finalmente, nós devemos ver isso da forma que é – parte de uma enorme crise de governança lobal. Nos últimos dez anos, o número de pessoas deslocadas no mundo dobrou para 60 milhões. É algo insustentável e que vai além do que as organizações humanitárias internacionais podem administrar. Tudo isso foi impulsionado por uma falha sistêmica em tentar resolver conflitos. Nada nos diz mais sobre a situação do mundo do que a movimentação das pessoas através das fronteiras.

É hora de procurar por soluções a longo prazo e reconhecer que são os governos, e não os refugiados, que precisam dar uma resposta.

Esta não é a primeira crise de refugidos que estamos enfrentando e não será a última. Da Europa até a América, nossos países foram construídos, em parte, em cima de uma tradição de ajudar os refugiados, desde a Segunda Guerra Mundial até a Guerra dos Bálcãs que aconteceu nos anos 90. A maneira como estamos reagindo agora irá confirmar que tipo de país nós somos e o quão profunda é a humanidade e a força das nossas democracias.

Angelina Jolie Pitt é Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados. Arminka Helic é membro da Câmara dos Lordes e ex-refugiada da Guerra dos Bálcãs.

Fonte: The Times.



04.ago
Jolie visita região com mais de 100 mil desabrigados em Mianmar

A atriz ganhadora do Oscar e Enviada Especial da Agência da ONU para os Refugiados, Angelina Jolie, viajou na última quinta-feira (30) para Kachin, estado de Mianmar, onde ouviu histórias de pessoas desabrigadas internamente, incluindo mulheres. Ela destacou que “mulheres e meninas precisam ter um papel significativo e ativo no processo de paz”.

A Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR/ACNUR) também visitou o município Myitkyina, onde mais de 100 mil pessoas estão desabrigadas desde quando um acordo de cessar fogo entre as forças armadas de Mianmar e os grupos armados foi quebrado, em 2011. Jolie conversou com famílias desabrigadas sobre os desafios relacionados ao acesso a serviços básicos, em especial aos de saúde.

“Com as negociações de cessar fogo e as próximas eleições, é essencial o acesso de todas as pessoas de Mianmar, incluindo os desabrigados, às decisões que afetam seu futuro”, disse Jolie, que também destacou a importância do acesso humanitário para ajudar as famílias deslocadas. Agentes humanitários locais ou internacionais não têm acesso à área de conflito desde o início dos confrontos, no final de junho de 2015.

Fonte: Nações Unidas



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