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18.mar
Jolie visita refugiados na ilha de Lesbos, na Grécia

A cineasta Angelina Jolie Pitt visitou nesta quinta-feira, dia 18 de Março de 2016, os centros de registro e amparo de refugiados de Moria e Kara Tepe, na ilha de Lesbos, na Grécia, em seu trabalho como Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR/ACNUR).

Em seu segundo dia de visita na Grécia, a atriz americana se informou sobre o processo de identificação e registro que é realizado com todos que chegam ao litoral grego e visitou as famílias de refugiados e menores que viajam sem acompanhantes.

Segundo alguns veículos de comunicação locais, Angelina prometeu voltar à ilha do Egeu durante as férias com sua família.

Ontem, Angelina visitou os acampamentos improvisados do porto do Pireo, onde há 4 mil pessoas, e Idomeni, o acampamento fronteiriço com a Antiga República Iugoslava da Macedônia (ARIM), no qual 10,5 mil pessoas vivem com a esperança de que a fronteira seja aberta.

Além disso, a atriz se reuniu com o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, com quem discutiu a crise de refugiados.

“A situação é muito difícil, especialmente na fronteira norte. Sei que a senhora visitou os centros de recepção no Pireo. A situação é melhor lá”, disse Tsipras ao recebê-la.

Esta visita ocorre no marco do quinto aniversário do conflito sírio e no dia em que começa a cúpula que pretende aprovar um acordo entre a União Europeia e Turquia para a devolução dos refugiados que entrarem em território europeu de maneira ilegal.

Texto: UOL

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16.mar
Angelina Jolie visita a Grécia por crise de refugiados

A cineasta Angelina Jolie Pitt, Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR/ACNUR), visitou nesta quarta-feira (16), o porto grego de Pireu, perto de Atenas, onde se encontram mais de 4.000 migrantes e refugiados.

A estrela, acompanhada por membros da organização, chegou ao terminal 1 do Pireu, onde a agência internacional possui uma instalação desde o início da crise migratória, e conversou com vários refugiados, principalmente sírios e iraquianos.

Apesar das precauções tomadas, meia centena de jornalistas se reuniram fora da instalação da organização internacional e vários ultrapassaram o cordão de segurança para falar com a atriz, que não fez declarações.

A alguns metros, dezenas de refugiados – dos centenas que chegam todos os dias ao Pireu procedentes das ilhas gregas, principal porta de entrada na Europa – gritavam em direção à Macedônia “Skopje, open the borders” (“Skopje, abra as fronteiras”). A Macedônia, vizinha da Grécia, fechou suas fronteiras em 7 de março, o que provocou o bloqueio no Estado grego de milhares de refugiados que desejam chegar aos países do norte da Europa.

Muitas celebridades, como o artista chinês Ai Weiwei ou a atriz americana Susan Sarandon, visitaram os campos de refugiados na Grécia nos últimos meses para se solidarizar com sua causa.

Texto: Exame

Após se encontrar com os refugiados, Jolie também participou de uma reunião com o Primeiro Ministro da Grécia, Aléxis Tsípras.

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16.mar
Jolie retorna ao Líbano e pede ajuda aos refugiados

Na manhã desta terça-feira, dia 15 de Março, a cineasta e Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, Angelina Jolie Pitt, retornou ao Líbano. Em um comunicado oficial feito à imprensa, debaixo de chuva, Jolie pediu ajuda, à comunidade internacional, para a situação dos refugiados sírios:

Bom dia, tenho o prazer de estar de volta ao Líbano hoje. Eu gostaria de agradecer ao povo libanês por ajudar a salvar as vidas de mais de 1 milhão de refugiados sírios. Não é fácil para um país receber um número de refugiados equivalente a um quarto de sua própria população. Mas, para tanto, é uma responsabilidade e eu espero que vocês estejam cientes da mensagem que está sendo enviada sobre valores, caráter e espírito pelo povo Libanês. O Líbano está dando um exemplo ao mundo de generosidade, humanidade, resiliência e solidariedade. Em noma da UNHCR (ACNUR), e em meu próprio nome, eu agradeço. Obrigada.

Nós não devemos nos esquecer que apesar de toda a atenção que está sendo dada à situação dos refugiados na Europa atualmente, a maior pressão está sendo sentida pelos países do Oriente Médio e do Norte da África, assim como tem sido ao longo dos últimos cino anos. Existem 4.8 milhões de refugiados sírios na região e 6.5 milhões de pessoas deslocadas dentro da Síria. Hoje, o conflito na Síria completa 5 anos e é lá que eu esperava estar: na Síria, ajudando a UNHCR com os retornos e vendo as famílias que eu conheci, voltando para a casa. É trágico e vergonhoso o fato de nós estarmos tão longe disso.

Todo refugiado sírio com quem eu conversei durante esta visita, sem nenhuma exceção, falou sobre sua vontade de voltar para casa quando a guerra acabar e quando for seguro – eles não falaram isso com resignação, mas com a luz, de pessoas que sonham em estar reunidas com o país que amam, nos olhos. Eu vi, durante esta visita, o quão desesperadora é a luta dessas famílias para sobreviver . Após cinco anos de exílio, todas as poupanças que possuiam se esgotaram. Muitos que começaram a viver em apartamentos por aqui, estão, agora, morando em centros comerciais abandonados ou em tendas de acampamentos informais, enquanto se afundam cada vez mais em dívidas.

O número de refugiados é mais alto do que da última vez que tivemos uma Guerra Mundial. Estamos em um momento excepcionalmente difícil internacionalmente, quando as consequências da crise de refugiados parecem estar superando a nossa vontade e capacidade e até mesmo a nossa coragem para responde-las. Em tempos convencionais de guerra, pessoas que são deslocadas para áreas mais estáveis, ou para países vizinhos para refugiar-se, ou se estabelecem em campos de refugiados até que seja seguro para ir para casa.

Em circunstâncias excepcionais, alguns são enviados para o estrangeiro para reassentamento ou para asilos. Mas com 60 milhões de pessoas deslocadas, como acontece hoje, não existe formas para que os governos do mundo todo – não importa o quão ricos ou dispostas sejam – possam sustentar a ONU suficientemente para cuidar de todas essas pessoas de forma permanente e esperar que isso resolva o problema.

Nós não podemos gerenciar o mundo através de assistência humanitária no lugar de diplomacia e soluções políticas. Nós não podemos discutir isso como se fosse um problema confinado a uma situação de dezenas de milhares de refugiados na Europa. Nós não podemos melhorar esta realidade através de respostas parciais, respondendo a algumas crises e outras não, ou ajudando alguns refugiados e outros não – por exemplo, através da exclusão dos refugiados afegãos, entre outros – ou fazendo uma distinção entre refugiados por motivos de religião. O resultado seria de mais caos, mais injustiça e insegurança, e finalmente, mais conflitos, e mais refugiados. Nós temos que nos focar na absoluta raiz do problema, e isso necessita de uma certa quantidade de coragem e liderança.

E em minha visão, liderança nessa situação se trata de fazer mais do que simplesmente proteger suas fronteiras e simplesmente ceder mais ajuda, significa tomar decisões para assegurar que não estejamos em direção à uma crise de refugiados futura maior ainda. É por isso que, mesmo que seja doloroso e enfurecedor ouvir as histórias individuais dos refugiados, não é um hora de emoção. Esta é a hora de ter razão, calma e previsão.

Para ler o comunicado inteiro, em inglês, acesse o site oficial da UNHCR.

O vídeo foi legendado exclusivamente pelo Angelina Jolie Brasil. Para ativar as legendas, clique no botão “CC” que se encontra localizado na parte inferior direita do vídeo:



Ainda durante a visita, a Enviada Especial também participou de reuniões com ministros do país.

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22.set
Jolie pede que o povo de Myanmar participe das eleições

Na última sexta-feira, dia 18 de Setembro, a cineasta e Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, Angelina Jolie Pitt, apareceu em um vídeo, divulgado pela página oficial da Comissão Eleitoral União (Union Election Commission) no Facebook, pedindo para que os cidadãos de Myanmar (ou Birmânia) participem das eleições que ocorrerão no país em Novembro deste ano. Com a intenção de sensibilizar os eleitores, Jolie disse:

“Eu vi, através da minha última visita feita ao país, quão importante são as eleições. E por isso, quero encorajar você a exercer seu direito de votar no dia 8 de Novembro. Não fique para trás. Faça parte deste momento histórico. Procure pelas listas de eleitores em sua comunidade. Verifique se o seu nome está nesta lista para então, poder votar no dia da eleição.”


No final do mês de Julho e no começo de Agosto, Angelina esteve no país a convite da candidata Suu Kyi, vencedora do prêmio Nobel da Paz. Durante a missão humanitária, Jolie visitou o campo de refugiados Ja Mai Kaung Baptist, o Monastério Phayar Pyu e a sede da organização “Young Men’s Christian Associations – YMCA”. Além de conversar com os refugiados, a Enviada Especial da UNHCR também conversou com líderes da comunidade Rohingya e com funcionárias birmanesas da indústria têxtil. Durante a visita, Jolie destacou a importância do acesso humanitário para ajudar as famílias deslocadas e que as mulheres e meninas precisam ter um papel significativo e ativo no processo de paz. Em um comunicado, a atriz disse:

“Com as negociações de cessar fogo e as próximas eleições, é essencial o acesso de todas as pessoas de Mianmar, incluindo os desabrigados, às decisões que afetam seu futuro”.



08.set
No parlamento britânico, Jolie fala sobre a violência sexual

A atriz norte americana Angelina Jolie compareceu nesta terça-feira (08/09) a uma Comissão no Parlamento Britânico que busca soluções para a violência sexual em áreas de conflito. A cineasta aproveitou para pedir que os governos tomem “ações reais” para acabar com o problema.

“Como artista, posso expressar certas coisas e chegar a pessoas de todo o mundo, mas são os governos e os líderes, os únicos que podem fazer a diferença com ações reais, com políticas que vão de cima para baixo. Essa é a única coisa que pode finalmente acabar com a violência sexual”, afirmou a atriz, de 40 anos.

Jolie, Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR/ACNUR), compareceu à comissão na Câmara dos Lordes junto com o ex-ministro britânico das Relações Exteriores, William Hague. Durante o discurso, Hague expressou o desejo de que “muitos outros parlamentos façam uma comissão” como essa. Ele argumentou ainda que a luta contra a violência sexual é “fundamental para que qualquer política de Relações Exteriores funcione”.

“Não é algo que fazemos quando não estamos ocupados demais com outros temas. Prevenir essa violência é algo crucial”, afirmou Hague, que ressaltou que os homens devem se envolver mais na solução do problema. “Me perguntam frequentemente por que um homem se preocupa com isto. Estes são crimes cometidos, quase que exclusivamente, por homens. Estes que muitas vezes ficam impunes. Isto deveria seria motivo de vergonha para todos os homens, e os líderes mundiais devem liderar uma solução”, argumentou.

Jolie manifestou “gratidão” ao Reino Unido e ao Governo britânico por ter “liderado” uma resposta à violência sexual.

Hague e Jolie empreenderam, nos últimos anos, diversas viagens a zonas de conflito para avaliar a situação de campo. Em 2012, os dois lançaram uma campanha contra a violência sexual em zonas de guerra abrangendo países como a República Democrática do Congo e a Bósnia.

Em 2014, a atriz foi nomeada Dama Honorária pela Rainha Elizabeth II em reconhecimento por sua contribuição à política de Relações Exteriores britânica e por seu trabalho contra a violência sexual nas zonas de conflito.

“Recentemente conheci no Iraque, uma menina de 13 anos que tinha sido trancada em um quarto junto com outras meninas. Todas eram repetidamente estupradas, mas me explicaram que, além da violência física, tinham que ouvir seus sequestradores contarem como vendiam as outras meninas. Elas ouviam como os homens discutiam os preços por elas e isso era humilhante. Hoje, ao estar aqui, diante dos senhores, que estão estudando a melhor forma de acabar com essas situações, sinto que estamos dizendo a essa menina qual o seu valor. Estamos avaliando e trabalhando juntos por ela, e é um privilégio fazer parte disso”, afirmou a atriz.

Texto: Terra



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