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16.dez
Jolie recebe prêmio de Cidadã do Mundo da ONU

Na noite desta sexta-feira, dia 15 de Dezembro, a cineasta norte americana Angelina Jolie recebeu o prêmio de Cidadã do Mundo (Global Citizen Of The Year) que foi entregue pela Associação de Correspondentes das Nações Unidas. O evento aconteceu no edifício Cipriani Wall Street na cidade de Nova York, nos Estados Unidos.

O prêmio foi entregue pelo Secretário Geral das Nações Unidas, António Guterres, e homenageou os serviços prestados pela cineasta como Enviada Especial do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (UNHCR / ACNUR).

Cinco – Pax, Zahara, Shiloh, Knox e Vivienne – dos seis filhos da ativista também estiveram presentes. Depois do evento, a famosa mamãe e os filhos foram flagrados quando deixavam o local e caminhavam em direção ao carro.

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13.dez
Angelina Jolie narra vídeo sobre os refugiados Rohingya

Na quinta-feira da semana passada, dia 07 de Dezembro, a página oficial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR / ACNUR), publicou um vídeo exclusivo narrado por Angelina Jolie.

Nele, a Enviada Especial narra os problemas dos refugiados Rohingya, que, recentemente, estão fugindo de Mianmar com destino à Bangladesh.

“Cerca de 600.000 pessoas do povo Rohingya fugiram de Mianmar para Bangladesh, no intervalo de dois meses. É a crise de refugiados com crescimento mais rápido no mundo. A grande maioria é formada por mulheres, crianças, recém nascidos e idosos. Eles chegam exaustos, machucados, famintos e traumatizados. Eles contam que seus vilarejos foram queimados, que mulheres e crianças foram estupradas; que crianças pequenas foram arrancadas dos braços de suas mães para serem mortas e que os pais foram executados na frente de suas famílias. Os Rohingya foram um povo apátrida. Em Mianmar, a eles são negados a cidadania, outros diretos humanos e o acesso aos serviços básicos, apesar de terem vivido no país durante séculos. Assim como todos nós, eles merecem pertencer e viver livres da violência, discriminação e perseguição. Eles precisam ter condições de voltar para seus lares em segurança, e que seus direitos humanos básicos sejam garantidos. Neste momento definitivo, enquanto eles lutam para conseguir sobreviver como refugiados, a vida deles depende da nossa ajuda. Eles estão contando conosco, para não nos esquecermos e para não darmos as costas a eles”.

Para doar, basta acessar: https://doar.acnur.org/acnur/bangladesh.html

Fonte: UNHCR



12.dez
Jolie escreve artigo sobre violência sexual em guerras

Angelina Jolie vem lutando ao redor do mundo contra a violência contra a mulher, apoiando-se no discurso de que “atualmente é mais perigoso ser uma mulher em zona de guerra do que um soldado”, e um dos seus últimos feitos foi feito com o apoio da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

Em um artigo publicado pelo jornal The Guardian, a atriz aponta como a aliança com a organização pode liderar um movimento para acabar com essa guerra de gêneros, especialmente em ações militares.

“Apesar de ser algo proibido pelo direito internacional, a violência sexual continua a ser empregada como uma tática de guerra em diversos conflitos no Mianmar, Ucrânia, Síria e Somália. Incluindo estupros em massa, escravidão sexual e estupro como tortura. Isso explica em grande parte o perigo de ser uma mulher em meio a esses conflitos”, disse ela.

Jolie complementou ainda, dizendo que “nesses conflitos, os corpos e direitos das mulheres são abusados e as consequências são muito mais duradouras, causando feridas mais profundas e que são muito mais difíceis de resolver e superar. Acabar com a violência sexual baseada no gênero é, portanto, uma questão vital de paz e segurança, bem como da justiça social”.

Fonte: Cosmopolitan



16.nov
Jolie diz que violência sexual é arma de guerra e pede punição

A atriz e ativista Angelina Jolie defendeu nesta quarta-feira (15), durante uma conferência de ministros de Defesa sobre as missões de paz da ONU, em Vancouver, que a violência sexual deve que ser reconhecida como uma arma de guerra pela comunidade internacional e punida com mais rigor.

Em discurso, Jolie afirmou que a violência sexual está sendo utilizada como arma de guerra porque é “mais barata que uma bala e tem consequências duradouras que a tornam cruelmente efetiva”.

A atriz, que citou como exemplo as agressões contra as refugiadas rohingyas em Mianmar, disse que esses abusos são cometidos para “torturar, aterrorizar e forçar a população a fugir.

“Isso não é sexo, mas sim abuso de poder e comportamento criminoso”, disse Jolie.

Além disso, a atriz rejeitou a ideia de que os abusos sexuais cometidos em conflitos sejam consequências inevitáveis das guerras. Para ela, esses crimes devem ser punidos e incluídos nas negociações de paz entre as partes em confronto.

“É difícil, mas não impossível. Temos as leis, as instituições e a experiência para obter as provas. Somos capazes de identificar os autores. O que não há é a vontade política”, concluiu Jolie.

A conferência de Vancouver é a maior reunião de ministros de Defesa dedicada às missões de paz da ONU, que quer reformar esse tipo de operação após várias denúncias de abusos sexuais cometidas por militares que atuavam como “capacetes azuis” na África e no Haiti.

Fonte: UOL



15.nov
No Canada, Jolie pede pelo fim da violência sexual

Na tarde desta quarta-feira, dia 15 de Novembro, a Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR / ACNUR), Angelina Jolie, esteve presente na Conferência Ministerial de Defesa da Paz (Peacekeeping Defense Ministerial Conference) que aconteceu no Vancouver Convention Centre, na cidade de Vancouver, no Canadá.

Em um discurso firme direcionado aos oficiais mantenedores da paz da ONU que se encontravam reunidos no local, Jolie pediu que os negociadores de conflitos internacionais assumissem, de forma mais séria, seus papeis na busca da prevenção e da punição da violência sexual.

Referindo-se à violência sexual como um “obstáculo crítico existente quando se busca alcançar igualdade no direito das mulheres e nos direitos humanos como um todo”, Jolie pediu que os reunidos reconhecessem a violência sexual como uma arma de guerra e que atuassem na prevenção desses crimes.

“A violência sexual é mais barata que munições de arma e tem consequências duradouras que se desenrolam com uma previsibilidade doentia, o que torna isso algo tão cruelmente eficaz,” disse ela.

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