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10.out
Jolie e Paltrow relatam assédios de Harvey Weinstein

Histórico de abuso do produtor de Hollywood vem sendo desmascarado nos EUA.

Angelina Jolie e Gwyneth Paltrow, duas das maiores estrelas de Hollywood, revelaram nesta terça-feira, ao The New York Times, que também foram vítimas dos assédios do produtor Harvey Weinstein. No domingo, tanto o “NYT” quanto a “New Yorker” publicaram artigos que detalham o histórico abusivo do figurão da indústria cinematográfica.

“Eu tive uma experiência ruim com Harvey Weinstein na minha juventude e, como resultado, escolhi nunca mais trabalhar com ele de novo e avisar outras pessoas que viessem a fazê-lo”, disse Angelina por e-mail. Segundo ela, o caso ocorreu durante o lançamento de “Corações apaixonados” (1998), estrelado pela atriz e distribuído pela Miramax, empresa de Weinstein. “Este comportamento contra mulheres é inaceitável em qualquer campo e em qualquer país”.

Gwyneth, por sua vez, fez um relato ainda mais detalhado ao jornal. O executivo a contratou aos 22 anos para fazer o papel principal em “Emma” (1996), adaptação de Jane Austen. A atriz contou que Weinstein a convidou para ser quarto de hotel no hotel Peninsula Beverly Hills para uma “reunião de trabalho” que resultou no produtor “passando a mão nela e sugerindo que eles fossem para o quarto para massagens”.

“Eu era uma criança, era contratada, e fiquei paralisada”, disse Gwyneth. Na época, ela namorava com Brad Pitt, e relatou a situação para ele. Pitt confrontou Weinstein sobre o assédio. Logo depois, Gwyneth recebeu ameaças do figurão e foi avisada de que não deveria relatar o ocorrido para ninguém. Pitt confirmou a denúncia ao “NYT”.

“Eu pensei que ele ia me demitir. Ele gritava muito comigo. Foi brutal”, disse a atriz.

Ela voltaria a trabalhar em um filme distribuído pela Miramax pouco depois: “Shakespeare apaixonado”, que lhe rendeu o Oscar de melhor atriz em 1999. A vitória, segundo Gwyneth, apenas a deixou mais nervosa para denunciar o caso de assédio.

“Agora, estamos em uma época em que as mulheres precisam mandar uma mensagem clara que isso acabou. Essa maneira de tratar as mulheres acaba agora”, concluiu.

Fonte: O Globo



25.abr
Angelina Jolie participa de documentario cambojano

Durante sua última visita ao Camboja, realizada durante o mês de Fevereiro deste ano, a cineasta Angelina Jolie não apenas divulgou seu novo filme “First They Killed My Father”, mas também fez uma participação especial em um documentario cambojano.

O site oficial do documentário, intitulado Breaking the Silence” (Quebrando o Silêncio), disponibilizou seu primeiro trailer oficial, nesta última sexta-feira, dia 21 de Abril.

No entanto, apesar do assunto tratado no longa ser de grande importância, os atuais meios de comunicação preferem compartilhar falsos rumores e falsas a respeito da atriz.

Depois de passar décadas em silêncio, um crescente número de pessoas que sobreviveram ao regime do Khmer Vermelho no Camboja, está desafiando o atual estigma presente no país a respeito da violência sexual. No documentário, os sobreviventes falam sobre experiências de casamentos forçados, estupro e abuso sexual sofridos durante o regime. Dos tribunais às salas de aula, dos fóruns da sociedade civil às mesas das famílias, os sobreviventes revelam as dimensões ocultas do sofrimento que continua a afetar a sociedade cambojana, quase 40 anos após colapso gerado pelo regime.

“Breaking the Silence” mostra como eram as acusações de crimes sexuais antes da criação do Tribunal do Khmer Vermelho. O documentário faz tal exibição através das filmagens dos depoimentos colhidos no tribunal, de entrevistas com especialistas, profissionais e estudiosos.

O longa destaca ainda os projetos atuais de reparação relacionados com os danos sofridos no passado e relata a história da violência sexual e de casamentos forçados e cometidos durante o regime do Khmer Vermelho. O filme analisa o impacto de tais crimes e como são os processos criminais na sociedade cambojana contemporânea. Assista o trailer oficial do documentário, legendado exclusivamente pelo Angelina Jolie Brasil:

Vídeo:

Fonte: site oficial



13.mar
Jolie celebra aniversário de iniciativa contra violência sexual

Nesta segunda-feira, dia 13 de Março de 2017, Enviada Especial do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados – Angelina Jolie – participou de um evento em comemoração ao quinto aniversário da Iniciativa de Prevenção à Violência Sexual.

A cineasta norte americana co-fundou a iniciativa ao lado do ex-ministro britânico de Relações Exteriores do Reino Unido, William Hague, em 2012. Os dois realizaram esta parceria que visa combater o uso do estupro e da violência sexual como uma arma de guerra em zonas de conflitos.

Agora, cinco anos depois, os dois se reuniram novamente no Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido, ao lado da ministra do Exterior e Comunidade, Baronesa Anelay, chefe da diplomacia britânica, para promover a iniciativa chamada “Time To Act” (Hora de Agir). Durante o evento, Jolie disse:

Quando este tipo de violência e de abuso acontece em tempos de paz, não resta dúvidas de que trata-se de um crime que merece ser punido por lei. No entanto, quando este tipo de abuso acontece no meio de conflitos e de guerras, em grande escala, com o uso de uma violência brutal, ele é tratado como algo impossível de prevenir ou é, de alguma forma, justificado pelo clima de guerra. Todos nós aqui sabemos que, simplesmente, isso não é o bastante. Estamos cansados das desculpas apresentadas, uma após outra, que tentam justificar a negligência de crimes que, desproporcionalmente, afetam mulheres e crianças, e que contribuem para conter os direitos das mulheres em muitos países, de geração em geração.

A Baronesa Anelay, que também é representante especial do Reino Unido para a Prevenção da Violência Sexual em Conflitos, anunciou novas medidas para desenvolver este trabalho, juntamente com um protocolo atualizado que dá mais foco no tratamento de traumas, nas análises de evidências e no apoio a crianças e homens sobreviventes.

Posteriormente, Angelina também participou de uma reunião com Atifete Jahjaga, a primeira mulher presidente do Kosovo.

Ainda nesta semana, Angelina visitará a Genebra, na Suiça, para continuar seu trabalho humanitário. Ela irá participar de uma Conferência Anual em homenagem ao brasileiro Sérgio Vieira de Mello na Assembleia das Nações Unidas, nesta quarta-feira, dia 15 de Março.

Fonte: People

Fotos:

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• Trabalho Humanitário > 2017 > 13/03/17 – Londres (??)
• Trabalho Humanitário > 2017 > 13/03/17 – Londres #2 (??x)



22.fev
No Camboja, Angelina Jolie fala sobre a violência sexual

Na noite desta terça-feira, dia 21 de Fevereiro de 2017, Angelina Jolie esteve em um evento organizado pela Embaixada Britânica no Camboja, onde falou sobre a violência sexual em conflitos.

Depois de participar da Premiere de seu novo filme, “First They Killed My Father”, no Estádio Olímpico Nacional, em Phnom Penh, a Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR/ACNUR), fez uma homenagem aos sobreviventes de casamentos forçados e da violência sexual, praticados durante o regime do Khmer Vermelho, no Camboja. A atriz ainda prometeu continuar a defender mulheres e meninas que sofrem violência sexual em zonas de guerra.

Angelina – que co-fundou a Iniciativa de Prevenção à Violência Sexual ao lado de William Hague em 2012 – saudou os esforços em condenar a prática de casamentos forçados que aconteceram durante o período do regime do Khmer Vermelho, entre os anos de 1975 e 1979, no Camboja.

“Sou, naturalmente, muito consciente do papel desempenhado pelo sofrimento das mulheres cambojanas durante o genocídio. Eu congratulo o fato do julgamento do Khmer Vermelho ter começado a abordar esta questão e eu presto homenagem a todos aqueles que sobreviveram, incluindo aqueles que, tão bravamente, forneceram provas. Eu acredito que estes são como heróis para todos nós”.

Um número desconhecido de mulheres e homens passou por casamentos forçados durante o regime do Khmer Vermelho, que tinha como objetivo, destruir a estrutura da família tradicional cambojana e gerar uma nova população de descendentes fiéis ao regime.

A maioria foi forçada, sob a mira de armas e sob a ameaça de morte, a consumar essas uniões forçadas. No entanto, foram apenas nestes últimos anos, que os testemunhos de mulheres e homens sobreviventes a essa prática começaram a ser escutados. Muitos contaram suas histórias em “fóruns” criados por ONGs empenhadas em trazer esse tipo de violência sexual à tona.

O crime de casamento forçado é, agora, julgado pelo tribunal cambojano como parte de um caso conhecido pelo nome de “002/02”. Entretanto, esforços estão sendo feitos para que o crime de estupro, além do casamento forçado, também seja incluído nos casos que ainda não foram julgados.

O evento, que aconteceu nesta terça-feira, teve como objetivo fazer com que Angelina entrasse em contato com as pessoas que estão trabalhando nesses casos. Angelina ainda assegurou que estava “aqui para ouvir”.

“Por favor, por favor, me deixem saber como eu posso ajudar todo este grande trabalho que vocês tem feito e como eu posso dar voz a vocês”.

Thida Kus, a diretora executiva da ONG Silaka, que promove igualdade de gênero, disse estar feliz em poder discutir como os depoimentos dos sobreviventes podem ser usados para atingir as questões modernas de violência baseadas em gênero.

“As pessoas ainda discriminam as mulheres e as consideram apenas um objeto sexual. As pessoas não percebem que as mulheres são seres humanos”, disse Thida.

Fonte:

The Guardian

Fotos:

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• Trabalho Humanitário > 2017 > 21/02/17 – Camboja (5x)



04.nov
Em meio ao divórcio, Jolie escreve artigo sobre a violência sexual

Nesta quinta-feira, dia 03 de Novembro, foi disponibilizado através do site oficial da Escola de Economia e Ciência Política de Londres (London School of Economics and Political Science – LSE), um artigo escrito pela Enviada Especial do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (UNHCR/ACNUR), Angelina Jolie, e pelo Primeiro-Secretário de Estado Britânico, William Hague, sobre a violência sexual em conflitos.

Os dois são Professores Visitantes da Universidade no novo curso de mestrado sobre mulheres, paz e segurança que busca promover a igualdade entre os sexos e ajudar as mulheres afetadas pelos conflitos ao redor do mundo. De acordo com a instituição, os professores convidados darão conferências, participarão de oficinas e de eventos públicos. As matrículas para o referido curso foram iniciadas no mês de agosto deste ano. Confira, abaixo, o artigo traduzido na íntegra pelo Angelina Jolie Brasil:

A violência sexual relacionada com conflitos é um crime passível de prevenção e deve ser uma prioridade para o novo Secretário Geral da ONU

William Hague e Angelina Jolie pedem por uma ação global concertada para por fim nos conflitos relacionados com a violência sexual e para combater atitudes sociais que estigmatizam sobreviventes e normalizar a violência contra as mulheres.

A lista de problemas que se encontra na bandeja de entrada do novo Secretário Geral das Nações Unidas é uma das mais assustadoras que alguém já recebeu nesta posição. É uma sorte que o novo Secretário seja António Guterres, pois a ONU terá um líder que possui uma inigualável experiência com relação às questões humanitárias e aos refugiados.

Durante o processo de seleção para eleger o novo Secretário, Sr. Guterres foi questionado sobre como o mundo deverá mensurar o sucesso do próximo Secretário Geral da ONU. E ele respondeu: “por sua contribuição em reduzir o sofrimento humano, especialmente, o sofrimento causado pelos conflitos violentos e por atrocidades”.

Nós não poderíamos concordar mais. O objetivo fundamental da ONU, estabelecido na Carta das Nações Unidas em 1945, era o de “preservar as gerações vindouras do flagelo da guerra”. No entanto, a comunidade internacional está falhando na tentativa de por um fim nas guerras atuais, que estão se prolongando por décadas, assim como também na tentativa de proteger os civis de crimes de guerra persistentes, sob a brilhante atenção da mídia e da conscientização global. Para milhões de pessoas inocentes, o flagelo da guerra é uma realidade diária.

Existem apenas algumas manifestações de sofrimento humano piores que a violência sexual relacionada a conflitos. A cada ano, a ONU compila um relatório detalhando o impacto desses crimes a nível mundial. O relatório deste ano é de horrível leitura e deveria estar na mesa de todo Presidente, Primeiro Ministro, Ministro de Relações Exteriores e Ministro da Defesa ao redor do mundo. Ele descreve mulheres e meninas queimadas vivas depois de estupros em massa praticados na região sul do Sudão, descreve também meninos sendo sexualmente torturados pelas forças governamentais em centros de detenção na Síria.

O relatório ainda descreve as vítimas da região nordeste da Nigéria, Somália e Myanmar, que são obrigadas a casar com seus agressores, como uma forma aceitável de “liquidação” após o estupro. Ele revela a administração forçada e os tratamentos prejudiciais realizados pelo Estado Islâmico (ISIL) a jovens garotas no Iraque e na Síria, com a finalidade de acelerar o ato de masturbação para que possam ser vendidas como escravas sexuais, ou entregues como “recompensas” aos seus combatentes. O relatório confirma 29.000 casos de violência baseada em gênero na República Centro Africana apenas no ano passado – quase metade envolvendo estupro coletivo – levando-se em consideração de que o número real é, provavelmente, muito maior. Para cada estupro relatado em uma situação de conflito, estima-se que entre 10 a 20 casos não sejam registrados.

É um mito que a violência sexual é um subproduto inevitável dos conflitos. Esta é uma violação utilizada como uma tática de guerra, limpeza étnica e terrorismo. É realizada para humilhar, punir, dominar, aterrorizar, dispersar ou relocar civis de forma forçada. É um crime evitável que deve ser confrontado com a mesma determinação que o uso de bombas de fragmentação ou armas químicas. Não é uma questão que deve ser deixada de lado, que deve ser tratada apenas quando outros aspectos dos conflitos forem abordados. É uma parte indispensável na hora de atingir os objetivos das Nações Unidas, de salvaguardar a paz e a segurança internacional, a acabar com a pobreza e com o empoderamento das mulheres.

Nos últimos anos, tem havido progresso. 156 países comprometeram-se em acabar com o uso do estupro como arma de guerra. Planos de Ação Nacionais foram colocados em prática por alguns dos países mais afetados, incluindo a Somália e a República Democrática do Congo. O primeiro Protocolo Internacional, sobre como documentar e investigar crimes de violência sexual tem sido adotado. E durante uma Cúpula Global, que foi co-presidida por nós em Londres, em Junho de 2014, testemunhamos uma onda de esperança e otimismo com relação à possibilidade de um avanço na luta contra a violência sexual nas zonas de guerra, assim como também, testemunhamos novos comprometimentos feitos por diversas nações.

O Sr. Guterres tem um profundo entendimento a respeito do problema. Agora, nós precisamos que os governos nacionais o apoiem, utilizando todos os meios que se encontram à sua disposição, como Secretário Geral da ONU transformando isso em uma prioridade.

Em primeiro lugar, nós acreditamos que a luta contra a violência sexual deve ser exigida ao longo de todo o sistema das Nações Unidas, incluindo os mandatos de todos os mediadores e enviados da ONU. Isso é algo especialmente urgente no caso da Síria e do Iraque. As imagens horríveis de meninas iáziges que são vendidas em gaiolas são uma consequência direta da impunidade quase que total da violência sexual. Haverá um impacto devastador a longo prazo sobre a possibilidade de se conseguir paz sustentável e de estabilidade, se tais crimes forem, novamente, varridos para baixo do tapete.

Em segundo lugar, pedimos para as nações demonstrarem determinação política, clareza moral e unidade, para garantir que os agressores sejam responsabilizados. Isto também inclui acabar com a persistente impunidade da violência sexual, através das Forças da Paz da ONU. Isso significa garantir que as investigações e os procedimentos penais não sejam bloqueados ou impedidos, universalizando o treinamento pré-implementado a todas as Forças da Paz da ONU, incentivando mudanças na doutrina militar nacional para apoiar isso, e ajudando as organizações regionais, como a União Africana, a desenvolver suas capacidades. Recentemente, um importante trabalho tem sido liderado pelo Ministério de Defesa do Reino Unido para ajudar a galvanizar a ONU e as forças nacionais nesta área.

Em terceiro lugar, a obrigação de assegurar que as negociações de paz tenham uma participação significativa de mulheres, deve, finalmente, se tornar realidade. Isso é algo particularmente importante com relação aos conflitos envolvendo uma sistemática violência de gênero, e com relação a desigualdade de funções e de opressão praticadas visando perpetuar as condições de conflitos armados. A Resolução de número 1.325 do Conselho de Segurança da ONU faz 16 anos esta semana. Cumprir com esta obrigação não pode ser algo sempre deixado de lado até a próxima guerra.

Finalmente, esperamos que o Secretário Geral, Guterres, vá defender a necessidade de uma Cúpula Mundial em 2018, para manter os Estados comprometidos com os compromissos assumidos em Londres, em 2014, e inspirar novos progressos.

Nenhum desses passos podem ser realizados apenas pelo Secretário Geral da ONU, ou por apenas um único governo. Nós precisamos de um aumento de esforços e de ações em todo o mundo para quebrar tabus com relação à violência sexual em qualquer ambiente, para reverter a rejeição cruel e injusta com relação aos sobreviventes e para resolver atitudes em todas as sociedades que normalizam a violência contra as mulheres. O Centro Para as Mulheres, Paz e Segurança da LSE tem um papel importante a desempenhar – ajudando a manter os governos prestando contas, reforçando a mão dos praticantes ao redor do mundo, e atuando, ao lado de outros centros acadêmicos, como um laboratório de ideias e de boas práticas.

A ONU não existe para servir os interesses dos Governos mais poderosos do mundo. Ela existe para proteger aqueles que não possuem voz e para defender os direitos dos mais vulneráveis. É difícil pensar em um caso mais convincente para ação do que a situação de milhões de mulheres, de crianças e de homens que vivem sob a sombra e sob os encargos deste crime negligenciado.

Fonte:

London School of Economics and Political Science



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