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12.dez
Jolie escreve artigo sobre violência sexual em guerras

Angelina Jolie vem lutando ao redor do mundo contra a violência contra a mulher, apoiando-se no discurso de que “atualmente é mais perigoso ser uma mulher em zona de guerra do que um soldado”, e um dos seus últimos feitos foi feito com o apoio da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

Em um artigo publicado pelo jornal The Guardian, a atriz aponta como a aliança com a organização pode liderar um movimento para acabar com essa guerra de gêneros, especialmente em ações militares.

“Apesar de ser algo proibido pelo direito internacional, a violência sexual continua a ser empregada como uma tática de guerra em diversos conflitos no Mianmar, Ucrânia, Síria e Somália. Incluindo estupros em massa, escravidão sexual e estupro como tortura. Isso explica em grande parte o perigo de ser uma mulher em meio a esses conflitos”, disse ela.

Jolie complementou ainda, dizendo que “nesses conflitos, os corpos e direitos das mulheres são abusados e as consequências são muito mais duradouras, causando feridas mais profundas e que são muito mais difíceis de resolver e superar. Acabar com a violência sexual baseada no gênero é, portanto, uma questão vital de paz e segurança, bem como da justiça social”.

Fonte: Cosmopolitan



15.nov
No Canada, Jolie pede pelo fim da violência sexual

Na tarde desta quarta-feira, dia 15 de Novembro, a Enviada Especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR / ACNUR), Angelina Jolie, esteve presente na Conferência Ministerial de Defesa da Paz (Peacekeeping Defense Ministerial Conference) que aconteceu no Vancouver Convention Centre, na cidade de Vancouver, no Canadá.

Em um discurso firme direcionado aos oficiais mantenedores da paz da ONU que se encontravam reunidos no local, Jolie pediu que os negociadores de conflitos internacionais assumissem, de forma mais séria, seus papeis na busca da prevenção e da punição da violência sexual.

Referindo-se à violência sexual como um “obstáculo crítico existente quando se busca alcançar igualdade no direito das mulheres e nos direitos humanos como um todo”, Jolie pediu que os reunidos reconhecessem a violência sexual como uma arma de guerra e que atuassem na prevenção desses crimes.

“A violência sexual é mais barata que munições de arma e tem consequências duradouras que se desenrolam com uma previsibilidade doentia, o que torna isso algo tão cruelmente eficaz,” disse ela.

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10.out
Jolie e Paltrow relatam assédios de Harvey Weinstein

Histórico de abuso do produtor de Hollywood vem sendo desmascarado nos EUA.

Angelina Jolie e Gwyneth Paltrow, duas das maiores estrelas de Hollywood, revelaram nesta terça-feira, ao The New York Times, que também foram vítimas dos assédios do produtor Harvey Weinstein. No domingo, tanto o “NYT” quanto a “New Yorker” publicaram artigos que detalham o histórico abusivo do figurão da indústria cinematográfica.

“Eu tive uma experiência ruim com Harvey Weinstein na minha juventude e, como resultado, escolhi nunca mais trabalhar com ele de novo e avisar outras pessoas que viessem a fazê-lo”, disse Angelina por e-mail. Segundo ela, o caso ocorreu durante o lançamento de “Corações apaixonados” (1998), estrelado pela atriz e distribuído pela Miramax, empresa de Weinstein. “Este comportamento contra mulheres é inaceitável em qualquer campo e em qualquer país”.

Gwyneth, por sua vez, fez um relato ainda mais detalhado ao jornal. O executivo a contratou aos 22 anos para fazer o papel principal em “Emma” (1996), adaptação de Jane Austen. A atriz contou que Weinstein a convidou para ser quarto de hotel no hotel Peninsula Beverly Hills para uma “reunião de trabalho” que resultou no produtor “passando a mão nela e sugerindo que eles fossem para o quarto para massagens”.

“Eu era uma criança, era contratada, e fiquei paralisada”, disse Gwyneth. Na época, ela namorava com Brad Pitt, e relatou a situação para ele. Pitt confrontou Weinstein sobre o assédio. Logo depois, Gwyneth recebeu ameaças do figurão e foi avisada de que não deveria relatar o ocorrido para ninguém. Pitt confirmou a denúncia ao “NYT”.

“Eu pensei que ele ia me demitir. Ele gritava muito comigo. Foi brutal”, disse a atriz.

Ela voltaria a trabalhar em um filme distribuído pela Miramax pouco depois: “Shakespeare apaixonado”, que lhe rendeu o Oscar de melhor atriz em 1999. A vitória, segundo Gwyneth, apenas a deixou mais nervosa para denunciar o caso de assédio.

“Agora, estamos em uma época em que as mulheres precisam mandar uma mensagem clara que isso acabou. Essa maneira de tratar as mulheres acaba agora”, concluiu.

Fonte: O Globo



25.abr
Angelina Jolie participa de documentario cambojano

Durante sua última visita ao Camboja, realizada durante o mês de Fevereiro deste ano, a cineasta Angelina Jolie não apenas divulgou seu novo filme “First They Killed My Father”, mas também fez uma participação especial em um documentario cambojano.

O site oficial do documentário, intitulado Breaking the Silence” (Quebrando o Silêncio), disponibilizou seu primeiro trailer oficial, nesta última sexta-feira, dia 21 de Abril.

No entanto, apesar do assunto tratado no longa ser de grande importância, os atuais meios de comunicação preferem compartilhar falsos rumores e falsas a respeito da atriz.

Depois de passar décadas em silêncio, um crescente número de pessoas que sobreviveram ao regime do Khmer Vermelho no Camboja, está desafiando o atual estigma presente no país a respeito da violência sexual. No documentário, os sobreviventes falam sobre experiências de casamentos forçados, estupro e abuso sexual sofridos durante o regime. Dos tribunais às salas de aula, dos fóruns da sociedade civil às mesas das famílias, os sobreviventes revelam as dimensões ocultas do sofrimento que continua a afetar a sociedade cambojana, quase 40 anos após colapso gerado pelo regime.

“Breaking the Silence” mostra como eram as acusações de crimes sexuais antes da criação do Tribunal do Khmer Vermelho. O documentário faz tal exibição através das filmagens dos depoimentos colhidos no tribunal, de entrevistas com especialistas, profissionais e estudiosos.

O longa destaca ainda os projetos atuais de reparação relacionados com os danos sofridos no passado e relata a história da violência sexual e de casamentos forçados e cometidos durante o regime do Khmer Vermelho. O filme analisa o impacto de tais crimes e como são os processos criminais na sociedade cambojana contemporânea. Assista o trailer oficial do documentário, legendado exclusivamente pelo Angelina Jolie Brasil:

Vídeo:

Fonte: site oficial



13.mar
Jolie celebra aniversário de iniciativa contra violência sexual

Nesta segunda-feira, dia 13 de Março de 2017, Enviada Especial do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados – Angelina Jolie – participou de um evento em comemoração ao quinto aniversário da Iniciativa de Prevenção à Violência Sexual.

A cineasta norte americana co-fundou a iniciativa ao lado do ex-ministro britânico de Relações Exteriores do Reino Unido, William Hague, em 2012. Os dois realizaram esta parceria que visa combater o uso do estupro e da violência sexual como uma arma de guerra em zonas de conflitos.

Agora, cinco anos depois, os dois se reuniram novamente no Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido, ao lado da ministra do Exterior e Comunidade, Baronesa Anelay, chefe da diplomacia britânica, para promover a iniciativa chamada “Time To Act” (Hora de Agir). Durante o evento, Jolie disse:

Quando este tipo de violência e de abuso acontece em tempos de paz, não resta dúvidas de que trata-se de um crime que merece ser punido por lei. No entanto, quando este tipo de abuso acontece no meio de conflitos e de guerras, em grande escala, com o uso de uma violência brutal, ele é tratado como algo impossível de prevenir ou é, de alguma forma, justificado pelo clima de guerra. Todos nós aqui sabemos que, simplesmente, isso não é o bastante. Estamos cansados das desculpas apresentadas, uma após outra, que tentam justificar a negligência de crimes que, desproporcionalmente, afetam mulheres e crianças, e que contribuem para conter os direitos das mulheres em muitos países, de geração em geração.

A Baronesa Anelay, que também é representante especial do Reino Unido para a Prevenção da Violência Sexual em Conflitos, anunciou novas medidas para desenvolver este trabalho, juntamente com um protocolo atualizado que dá mais foco no tratamento de traumas, nas análises de evidências e no apoio a crianças e homens sobreviventes.

Posteriormente, Angelina também participou de uma reunião com Atifete Jahjaga, a primeira mulher presidente do Kosovo.

Ainda nesta semana, Angelina visitará a Genebra, na Suiça, para continuar seu trabalho humanitário. Ela irá participar de uma Conferência Anual em homenagem ao brasileiro Sérgio Vieira de Mello na Assembleia das Nações Unidas, nesta quarta-feira, dia 15 de Março.

Fonte: People

Fotos:

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• Trabalho Humanitário > 2017 > 13/03/17 – Londres (??)
• Trabalho Humanitário > 2017 > 13/03/17 – Londres #2 (??x)



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