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12.nov
Jolie homenageia Agnes Varda nos Governors Awards

Na noite deste sábado, dia 11 de Novembro de 2017, a cineasta Angelina Jolie marcou presença na 9ª Edição dos Governors Awards, que aconteceu no Hollywood and Highland Center, na cidade de Los Angeles, Estados Unidos.

Jolie esteve presente no evento para homenagear a cineasta e fotógrafa Agnès Varda, entregando a ela um prêmio Oscar honorário.

Em uma entrevista recente concedida ao jornal Los Angeles Times Varda disse que Jolie é uma mulher incrível:

“Eu sei que Angelina Jolie irá entregar o prêmio para mim. Ela é uma mulher incrível e interessante. Ela não tem apenas o talento na hora de atuar, mas ela tem uma posição de vida que me faz gostar dela. Eu sou muito feminista, como você sabe e como todo mundo sabe. O posicionamento que ela tem com relação às mulheres, crianças e à sua própria fama… ela usa isso de uma maneira muito interessante”.

Varda é diretora do documentário “Faces Places”, filme produzido em parceria com o fotógrafo JR. Quando os dois se conheceram, em 2015, imediatamente quiseram trabalhar juntos —fazer um filme na França, longe das cidades. Em encontros aleatórios ou planos pré-concebidos, no longa, eles partem em direção a outras pessoas e as convidam a segui-los em sua viagem no caminhão fotográfico de JR. O filme foi vencedor do Olho de Ouro de melhor documentário no Festival de Cannes.

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11.nov
Jolie participa de mesa redonda do Los Angeles Times

Na manhã desta sexta-feira, dia 10 de Novembro, a cineasta norte americana Angelina Jolie participou de uma mesa redonda dos diretores (Directors Roundtable) organizada pelo renomado jornal “Los Angeles Times”.

Durante o evento, Angelina posou para retratos ao lado dos colegas e conversaram sobre como é ficar por trás das câmeras, como eles escolhem as histórias que decidem contar e sobre como Hollywood e a temporada de premiações está mudando. A conversação foi apresentada pelo jornalista Mark Olsen.

Ao lado de Angelina, outros diretores famosos também participaram do evento como, por exemplo, Jordan Peele, Darren Aronofsky, Greta Gerwig, Guillermo del Toro, Sean S. Baker e Kathryn Bigelow. As fotos oficiais do evento serão disponibilizadas em breve.

Posteriormente, Angelina foi flagrada pelos paparazzis quando deixava o local e caminhava em direção ao carro.

À noite, a cineasta ainda participou de uma festa organizada pela Netflix.

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06.nov
Jolie marca presença nos Hollywood Film Awards

Na noite deste domingo, dia 05 de Novembro, a cineasta Angelina Jolie marcou presença na 21ª edição dos Hollywood Film Awards, que está acontecendo no Hotel Beverly Hilton, na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.

Jolie e Loung Ung serão homenageadas com o prêmio de “Foreign Language Film Award” (Prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira), pelo trabalho das duas no filme “First They Killed My Father”.

O longa, dirigido e escrito por Jolie, foi lançado no dia 15 de Setembro pela Netflix e é baseado no livro de mesmo nome escrito por Ung, que narra sua história de sobrevivência durante o genocídio no Camboja.

Em 1975, Loung tinha 5 anos de idade quando o Khmer Vermelho assumiu o poder e deu início a 4 anos de terror e genocídio que sacrificaram a vida de dois milhões de cambojanos. Retirada da casa de sua família em Phnom Penh, ela foi treinada como soldado mirim em um campo para órfãos, enquanto seus irmãos foram enviados a campos de trabalhos forçados.

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05.nov
The Contenders: Jolie e Ung honram história cambojana

Na noite deste sábado, dia 04 de Novembro de 2017, Angelina Jolie e Loung Ung participaram de um evento chamado “The Contenders”, que foi organizado pelo famoso site de entretenimento “Deadline Hollywood”. Abaixo, confira o artigo publicado pelo próprio site descrevendo a presença da cineasta durante o evento.

Por Dino-Ray Ramos

O filme “First They Killed My Father”, dirigido por Angelina, é um longa que está se destacando. O catalisador do filme pode ser rastreado para quando Jolie se encontrava no Camboja, em seus 20 anos. Ela comprou o livro de Loung Ung em uma loja de esquina e ele acabou se tornando uma experiência de aprendizagem de humildade para a atriz vencedora do Oscar.

“Eu não tinha noção do tanto que faltava na minha educação e de quanto eu precisava aprender. Este livro foi uma educação para mim – sobre os refugiados e sobre o que as crianças enfrentam nas guerras. Eu quis conhecer Loung”, disse Jolie.

O filme, lançado pela Netflix, mostra a história de vida da escritora e ativista cambojana, Loung Ung, sob o governo mortal do regime do Khmer Vermelho, nome dado pelos seguidores do partido comunista de Kampuchea, no Camboja. O filme é uma adaptação das lembranças de Ung a respeito de sua sobrevivência durante os anos de 1975 a 1978. A história é contada através dos olhos dela, quando se encontrava com apenas 5 anos de idade, até quando o Khmer Vermelho tomou o poder, quando já se encontrava com 9.

Ung foi questionada pelo apresentador, Pete Hammond, sobre como ela se sentiu quando Jolie entrou em contato com ela pela primeira vez. Ela respondeu rindo: “descrédita”.

“Nós ficamos amigas imediatamente – ela é realmente, realmente, muito autêntica. Ela realmente odeia quando eu a elogio em público, mas ela é uma pessoa muito legal!” contou Ung. Desde então, as duas desenvolveram uma amizade que dura mais de 16 anos. Como resultado, Jolie levou a história de Ung para as telonas – e ela quis transformá-la na forma mais autêntica possível.

“Nós estávamos determinadas a filmar no Camboja e queríamos que o filme fosse em Khmer e não em inglês. Nós queríamos fazer do jeito certo”, disse Jolie.

Jolie ficou animada por terem escolhido a pequena atriz Sareum Srey Moch para interpretar a versão jovem de Ung, no sentido de aproveitar o talento artístico nunca antes visto e esquecido do Camboja.

“Durante a guerra, os artistas foram mortos por conta de suas influências. Fazer com que os artistas voltassem para os sets e atuassem nas cenas foi algo muito inspirador. Você não fica triste com a história, mas sim orgulhoso pelas coisas que este país pode fazer de forma tão criativa”.

Escrito por Jolie e Ung, “First They Killed My Father” foi o filme oficialmente escolhido pelo Camboja para concorrer ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira deste ano. Jolie, que tem cidadania americana e cambojana, foi escolhida pelo governo para representar o país do sudeste asiático – algo que é realmente notável, considerando o fato de que ela é uma mulher ocidental.

Jolie ainda contou que decidiu levar está história para as telonas por muitas razões, mas também porque queria que seu filho, que é cambojano, pudesse entender o que seus pais biológicos passaram. Para um país que não fala sobre sua história, Jolie disse que “queria que o país tivesse uma espécie de fechamento no sentido de poder dizer ‘foi assim que aconteceu’. Foi incrível eles terem me deixado participar, mas o mais incrível foi eles permitirem que a história fosse recriada nas ruas. Todas as pessoas cambojanas que participaram deste filme conheciam alguém que foi afetado pela guerra, e eles decidiram fazer o filme por aqueles que amam”.

Ung insinuou: “Se me permitem, nós cambojanos não vemos a Angie como uma mulher ocidental. Ela é nossa, e ela é cidadã do Camboja desde 2005 – e antes disso, ela já era cambojana em seu espírito”.

Jolie produziu “First They Killed My Father” ao lado do diretor e produtor cambojano, Rithy Panh, diretor do filme “A Imagem que Falta”, indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Fonte: Deadline



04.nov
Angelina e Loung participam do The Contenders

Na tarde deste sábado, dia 04 de Novembro, a cineasta participou de mais uma Exibição Especial (Screening) do filme “First They Killed My Father”. O evento, que recebeu o nome de “The Contenders” é organizado pelo famoso site de entretenimento, Deadline, e aconteceu no DGA Theater, em Hollywood, na cidade de Los Angeles.

Jolie, ao lado da amiga e escritora Loung Ung, responderam algumas perguntas a respeito do filme. As sessões organizadas pelo evento foram apresentadas por Mike Fleming Jr, Joe Utichi, Anthony D’Alessandro e Dominic Patten.

“First They Killed My Father”, escrito e dirigido por Jolie, foi lançado no dia 15 de Setembro pela Netflix e é baseado no livro de mesmo nome escrito por Loung Ung, que narra sua história de sobrevivência durante o genocídio no Camboja.

Em 1975, Loung tinha 5 anos de idade quando o Khmer Vermelho assumiu o poder e deu início a 4 anos de terror e genocídio que sacrificaram a vida de dois milhões de cambojanos. Retirada da casa de sua família em Phnom Penh, ela foi treinada como soldado mirim em um campo para órfãos, enquanto seus irmãos foram enviados a campos de trabalhos forçados.

Além disso, o longa foi foi escolhido pelo Camboja para representar o país na disputa de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar.

Apenas seis filmes cambojanos no total foram submetidos à Academia, o primeiro em 1994. O único que figurou entre os finalistas foi “A Imagem que Falta”, de Rithy Panh (produtor executivo do longa de Jolie), que perdeu para o austríaco Amor em 2013.

Angelina e Loung também posaram para as lentes do fotógrafo Michael Buckner saindo em retratos oficiais do evento. Posteriormente, Angelina ainda distribuiu autógrafos para os fãs que se encontravam localizados do lado de fora do DGA Theater.

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